COMUNICADO sobre o ENCERRAMENTO do BLOG
Por que fechar um blog com MAIS de 5 MIL visitas diárias,
1 milhão e 300 mil visitas desde outubro de 2006
e tamanha expressão e reconhecimento?
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Em MARÇO de 2009 - quando se encerra o meu contrato com o provedor Squarespace - este blog será encerrado. Ainda que a cada ano ele se tornasse mais dispendioso (quanto maior a frequência, ou "bandwitch", mais caro fica) o prazer em publicar algo sério e com conteúdo, bem ilustrado, útil e confiável, maduro e completo me proporcionava imenso prazer, o que de fato me importava. Evidentemente que eu poderia renovar meu contrato com o provedor do blog, que é excepcional (não por acaso escolhi o melhor) todavia as razões adiante elencadas motivaram-me decidir não mais fazê-lo.
Até lá, todavia, como já devem ter observado os distintos leitores mais frequentes e os amigos do blog - e atendendo ao que o público vinha pedindo (agilidade no carregamento da página, mesmo que em prejuízo do conteúdo) - o volume de informações será sensivelmente reduzido. Em vista dessa realidade NÃO haverá mais links, utilitários, mapas, filmes, álbuns, trilha sonora, slide-shows, downloads e informações complementares. Os textos serão extremamente reduzidos, assim como a quantidade e tamanho das fotos.
TODO o conteúdo até aqui publicado em matérias anteriores será mantido até o encerramento do FATOS & FOTOS de Viagens, todavia nenhum capítulo e matéria serão eliminados, como podem constatar rolando a página para baixo.
Provavelmente também não publicarei as matérias já escritas de viagens já realizadas, tais como CHIPRE: Limassol, Curium, Apolo e Omodos; TURQUIA: Marmaris, Dalyan e Caunos; GRÉCIA: Santorini; HOLANDA: Amsterdam, Keukenhof e USA: Hollywood, Santa Mônica e Beverlly Hills. Pelos mesmos motivos também não serão publicadas matérias de viagens a serem realizadas durante este ano, como ITÁLIA: Nápoles, Capri, Palermo e Verona; FRANÇA: Marselha; TUNÍSIA: Túnis, Cartago e Sidi Bou Said; ESPANHA: Palma de Maiorca e Barcelona; JAPÃO: Tóquio, Monte Fuji, Hakone, Nara, Kyoto e Osaka; USA: Orlando e Turks and Caicos.
Se eu gastei seis meses pesquisando e escrevendo sobre Bangkok, com o intuito de publicar algo que não encontrasse similaridade no universo das revistas de viagens e especialmente nos blogs, imaginem o tempo que eu dispenderia fazendo-o sobre o Japão! Além do tempo investido no processamento e seleção de fotos e reunindo dados e elementos que enriquecessem a matéria, traduzindo e pesquisando páginas, procurando mapas e elos de ligação úteis para o leitor na Internet, o simples ato de reunir tudo isso e publicar estava tornando-se extremamente dispendioso sob o ponto-de-vista do tempo pessoal.
E já que os objetivos do blog não são escrever superficialidades, decidi encerrá-lo até março de 2009, especialmente pelo fato de que considerável quantidade de leitores sérios e assíduos reclamavam da demora do carregamento da página. Assim, provavelmente apenas os capítulos que faltam sobre Bangkok - e já escritos - serão publicados, mas também sem nenhum compromisso com a regularidade de um capítulo a cada dez dias em média. Todavia continuarei a responder a eventuais consultas e pedidos de sugestões que serão respondidos da melhor maneira possível e com o maior compromisso com ser útil ao leitor.
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OS OBJETIVOS DO BLOG
DURANTE os três anos de existência do FATOS & FOTOS de Viagens os objetivos do blog foram precisamente a busca da qualidade contemplando a objetividade, a seriedade, o profissionalismo, a imparcialidade, a credibilidade, o compromisso com a publicação de informações confiáveis e serenas, a fim de que o leitor tirasse as SUAS próprias conclusões e efetuasse suas escolhas baseado nas SUAS exclusivas definições. NADA de opiniões pessoais ranzinzas decorrentes de experiências negativas precisamente por escolhas sem critério, embasamento e desconhecimento. Enfim, com um conteúdo sério e responsável, com abordagens maduras e serenas a meta do blog sempre foi a de conquistar um leitor que buscasse um guia-relato de viagens absolutamente confiável, para que ELE adquirisse informações através de um bem ilustrado guia fartamente recheado de ferramentas e acessórios que o auxiliassem a programar suas viagens. Tudo isso com a possibilidade de efetuar consultas pessoais e pedir sugestões nas caixas de comentários, as quais foram sendo respondidas com o melhor empenho pessoal em dirimir as dúvidas dos leitores.
A orientação pessoal de JAMAIS publicar qualquer matéria depreciativa de nenhum segmento turístico (cruzeiros, resorts, cias. aéreas baixo custo, entre outros) apenas porque EU tive uma eventual negativa experiência com qualquer um deles NÃO é prestar um bom serviço ao MERCADO de viagens e turismo, ao contrário, é desinformar o leitor e demonstrar predileção por polêmicas em vez de informação e esclarecimento. O leitor PRECISA de orientação para que ELE tire suas conclusões e DECIDA-SE por qual ou que tipo de meio de hospedagem, transporte, operadora turÍtica, entre outros. O que EU entendo que deva ser um BOM SERVIÇO é mostrar o universo como ele de fato é em toda sua complexidade para que o CONSUMIDOR decida-se pelo que comprar segundo SUAS próprias conclusões e orientações de gosto pessoal, perfil e possibilidades, bastante bem orientado a que faça sua escolha e seja feliz com ela, AINDA que EU particularmente possa discordar. DECIDIDAMENTE, o FATOS & FOTOS de Viagens NÃO era um blog pessoal e, portanto, POUCO importava a MINHA opinião, mas a ORIENTAÇÃO do leitor para que ELE tirasse suas conclusões e, bem informado, efetuasse as saus escolhas segundo as SUAS possibilidades.
MUITOS haverão de lembrar-se que o compromisso com a permanente atualização e qualidade eram tantos que eu blogava até mesmo enquanto viajava. Todo o trabalho em pré-produzir material e inserir no blog para depois os ir atualizando durante uma viagem, processando e selecionando as melhores fotos além de outros dados e elementos, tudo AINDA durante a viagem, acabou por tornar-se um compromisso exaustivo quee demandava tempo demais. O que era um hobbie sério transformou-se num compromisso ainda mais sério e um enorme ônus pessoal e até familiar.
NO início o reconhecimento dos leitores - através de seus comentários - era o melhor incentivo, o alimento para prosseguir. Depois dele, o crescimento vertiginoso da audiência me impulsionou ainda mais a retribuir tudo o que o leitor me proporcionava e a Internet tornava disponível. Todavia, quando boa parte dos leitores passou a pedir o carregamento mais rápido da página, a "reclamar" da demora, qualquer modificação neste sentido significava precisamente reduzir o nível de qualidade e despencar padrão rígido do conteúdo, o que de fato transformou o prazer em ônus. Quando consolidou-se definitivamente em desprazer e carga, brotou a decisão de encerrá-lo, já que esta realidade não mais atendiam aos meus objetivos pessoais tampouco dos dos leitores.
É claro que há algumas soluções técnicas que minimizariam essa questão compromisso com a qualidade e conteúdo VERSUS agilidade no carregamento para pessoas com conexões discadas e por banda "meio" larga, mas elas demandam tempo e planejamento para os quais não tenho nem motivação nem disponibilidade.
JAMAIS pude imaginar que o FATOS & FOTOS de Viagens pudesse ter tamanha expressão ao ponto de ser convidado por Rachel Verano e Adriana Setti para escrever matérias na Revista Viagem & Turismo, passar a receber inúmeros convites para publicidade no blog, receber visitas de diversos outros países de lingua portuguesa, ser citado em páginas do governo brasileiro (órgãos de turismo), páginas de agências de viagens, de jornais, de revistas, imensidão de blogs dentro e fora do Brasil, ser considerado por profissionais do trade "revelação" na blogosfera, entre outros fatos que alimentavam meu orgulho pessoal mas acentuavam meu compromisso com a qualidade e permanente desenvolvimento, atualizacão, modernização e inovação.
VIAJAR enriquece o espírito, aprimora a cultura e acentua a educação. Conhecer outros países, cidades e povos amplia para o bem nossa maneira de enxergar e compreender o mundo e as pessoas. Viajando - e sobretudo observando com sensibilidade o que vemos - tornamo-nos mais complacentes, deslimitamos nossos horizontes e atenuamos aquela tendência natural à pretensão e ao preconceito que (quase) todo ser humano carrega consigo.
SEMPRE acreditei que não há nada melhor do que viajar conhecendo antecipadamente um pouco da cultura, da história e dos costumes dos lugares que visitaremos. É a maneira mais eficaz de potencializarmos os prazeres de uma viagem. Quando as planejamos adequadamente, tudo tende a correr bem e as surpresas revelam-se agradáveis. Todo o nosso tempo é naturalmente dispendido em conhecer, ver, absorver e aproveitar. Já o tempo gasto na resolução de contratempos decorrentes da falta de planejamento, é tempo perdido, desperdiçado. Por isso, costumo dizer que programar uma viagem é quase tão bom e importante quanto vivenciá-la. E o FATOS & FOTOS de Viagens pretendeu ser um blog de fácil consulta e com setores organizados onde tudo fosse encontrável.
ESTES foram - precisamente - os objetivos fundamentais deste blog: auxiliar ao leitor a planejar uma viagem, além de compartilhar com ele algumas de minhas maravilhosas viagens.
AS informações e sugestões úteis ou curiosas ao longo do texto serviam para ilustrar o tema, assim como os endereços na Internet, inseridos em todos os capítulos, úteis para ampliar as maneiras de planejar uma viagem. Com eles você podia sair e retornar ao texto e efetuar consultas mais amplas, ver fotografias, verificar mapas, conhecer virtualmente algumas cidades, visitar outros blogs e, enfim, ‘viajar’ virtualmente sem perder o rumo da leitura, tudo isso enquanto ouvia músicas relacionadas com o tema da viagem em curso, cuidadosamente selecionadas no meu arquivo pessoal e até em CDs adquiridos ainda em viagem, sempre pensando no blog.
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OS MOTIVOS do ENCERRAMENTO do BLOG
O FATOS & FOTOS de Viagens surgiu para ser um blog consistente, com conteúdo e recheado de informações, links, utilitários, FARTAMENTE ilustrado e com o máximo de seriedade e credibilidade. Ao longo do tempo sempre evoluiu neste sentido sem perder seu foco. Como resultado disso sua frequência aumentou veloz e consistentemente, consolidando-se na marca atual de cerca de 120 a 150 mil visitas por mês. E isso só veio confirmar que o caminho estava certo, que o público identificava-se muito com blogs profissionais, confundindo-os até com sites. Em resumo, reunir num só lugar tudo o que fosse possível para retribuir tudo o que a Internet me possibilitou em termos de consultas sobre viagens foi meu objetivo.
POR absoluta falta de tempo (comprometimento com meu trabalho e com o planejamento das min has viagens), pela desmotivação em continuar a fazer algo que não seja realmente bom e completo no universo dos blogs-guias de viagens, por não atender às minhas expectativas pessoais publicar algo superficial e postar duas ou três fotinhas, decidi encerrar as atividades do blog e dedicar o tempo livre ao meus dois hobbies: fotografia e planejamento de viagens.
ALÉM disso não consegui encontrar entre os servidores gratuitos de blogs algum que tivesse o potencial e as ferramentas do Squarespace (que todavia é pago). Tais ferramentas são fundamentais para que o FATOS & FOTOS de Viagens se convertesse num verdadeiro, completo, confiável e útil GUIA DE VIAGENS digital, bastante distanciado de um diário de viagens sem grandes compromissos.
É fato que a maioria esmagadora dos blogs de viagens sejam passa-tempos pessoais, pontos-de- encontro de comunidades e relatos pessoais que mostram o "hotel que fiquei", "o carro que aluguei", "o museu que visitei", "o passeio que fiz". Não que eu seja contrário a este nicho do "mercado", apenas não era o objetivo do FATOS & FOTOS de Viagens.
EM toda a blogosfera e ao longo dos anos que trafego na Internet (desde 1995) só encontrei UM blog que tivesse os mesmos objetivos e padrões do Fatos & Fotos de Viagens: o AQUELA PASSAGEM, do Rodrigo Purisch. Não por acaso ele enfrenta os mesmos desafios: crescimento acelerado, alto volume de consultas, expressão na imprensa, credibilidade entre o trade e exemplo de referência na Internet.
DURANTE seus três anos o FATOS & FOTOS de Viagens evoluiu da marca de DUAS MIL visitas mensais para SEIS MIL visitas diárias! São cerca de QUATRO MIL visitantes diferentes (unique visitors) por dia. Nesta semana, precisamente, a média de visitações foi de 4.926 visitas a cada dia!
60% desses visitantes chegam ao blog através de procura de imagens (fotografias) em páginas de procuras (sendo o Google e o Yahoo disparados os líderes), 22% chegam através do endereço direto do blog, 12% chegam digitando o nome ou alguma referência do blog em páginas de procura, através de acesso direto ao endereço do blog e os restantes através de elos de ligação de outros blogs e páginas da Web que mencionam o FATOS & FOTOS de Viagens e por assinatuda do RSS. Uma nota a respeito disso: o Conexão Paris é o blog que mais envia "passageiros" para o FATOS & FOTOS de Viagens!
NAS centenas de matérias publicadas diariamente há comentários e pedidos de dicas aos quais eu me esforço para responder com o melhor empenho pessoal em esclarecer precisamente. Destino bom tempo pessoal efetuando pesquisas e respondendo aos leitores. O esforço em produzir e publicar algo realmente bom e com alto padrão de qualidade era possível ser observado na permanente mudança dos banners, na modificação dos temas e das cores do lay-out, na crescente busca pelo capricho e pelo reconhecimento do leitor. Desde a escolha das fontes ao cuidado na escrita, a separação dos parágrafos ao equilíbrio dos textos, a inserção de legendas sob as fotos, o projeto gráfico, o cuidado em aumentar o tamanho das fotos e das colunas, tudo foi planejado para cativar o leitor e demonstrar qualidade.
TODAVIA, nos últimos meses, tenho recebido muitas críticas relacionadas à demora que o FATOS & FOTOS de Viagens estava levando para carregar, justamente em decorrência desse padrão de qualidade e de conteúdo, os quais tornaram-se o algoz do blog. O compromisso com a qualidade foram tanto o que tornou o FATOS & FOTOS de Viagens um esplendoroso e inesperado sucesso quanto determinou o seu fim.
TUDO, entretanto, era produzido para o leitor e de maneira a que o blog se tornasse algo REALMENTE diferente no universo da blogosfera e das páginas especializadas. E mais, radicalmente contrário ao estilo de texto "moderninho" e superficial que a cada dia mais se encontram nas revistas de viagens brasileiras e das páginas especializadas em viagens e turismo.
NO futuro eu e o Rogrigo Purisch - do Aquela Passagem - temos a mesma convicção: guias de viagens serão absolutamente digitais: cartões de memória com pontos marcados no GPS para serem inseridos no celular e ir navegando pelas ruas, museus e atrações das cidades com ele, ouvindo arquivos com som, imagem, informações e utilitários.
NESTE universo da blogosfera o Rodrigo Purisch é um dos bons exemplos do que eu acredito deva ser o autor de um blog e espero que continue a trilhar um longo caminho de sucessos. Com ele tive o privilégio de trocar longas conversas virtuais, a sorte de conhecer pessoalmente e a alegria de compreender que ambos pensamos o mesmo do que será a blogosfera daqui a uns anos. O Rodrigo Purisch é precisamente um exemplo admirável de seriedade, profundidade e maturidade, compromisso com a verdade do que escreve e de como devem ser tratados seus leitores.
Agradeço especialmente ao Rodrigo por tantas dicas técnicas e tanto incentivo e apoio ao longo desse tempo. Se ambos não tivéssemos outra atividade profissional (ele médico e eu empresário) que nos sustenta e nos ocupa, certamente seríamos sócios em algo realmente consistente e sério neste meio virtual e certamente ganharíamos dinheiro nesta atividade do futuro. Ambos temos grandes afinidades acerca do quanto o mundo é plano e o futuro está na Internet e nos telefones móveis.
A cada dia me tornava mais exigente quanto ao conteúdo, seriedade, credibilidade, busca de fontes fidedignas de informação, tendo cada vez mais trabalho e demanda de tempo na pesquisa do que e como escrever sobre os destinos. Foram horas, dias, meses pesquisando, lendo, traduzindo, criando, desenvolvendo, planejando, estudando. Nesta série de matérias sobre Bangkok, por exemplo, foram SEIS MESES de trabalho.
AO longo do tempo fui-me tornando escravo do blog, justamente por ter escolhido produzir algo sério e profissional e oferecer o máximo de informações possíveis com a maior credibilidade, trilhando um caminho contrário ao que se encontra no universo da blogosfera, onde a superficialidade e informalidade predominam. Os blogs hoje tornaram-se salas de chat, diários de viagens. Com este perfil já existem ótimas opções de blogs de viagens e o FATOS & FOTOS de Viagens não tinha o intuido de ser "mais um". Ao longo do tempo estes objetivos foram perseguidos sem que se desviasse deles, a fim de que o leitor encontrasse um blog com personalidade que de fato consolidou-se ao longo de sua existência.
TODAVIA, o volume de visitas cresceu em proporção radicalmente inversa ao volume de comentários, o que ultimamente tem sido um dos motivos porque decidi encerrá-lo.
O FATOS & FOTOS de Viagens jamais deixou-se transformar em “ponto-de-encontro”, bate-papo de comunidade de viajantes. Para isso há outros blogs e até mesmo comunidades no Orkut. O FATOS & FOTOS de Viagens foi, e será até o último dia de sua existência, um GUIA-RELATO de viagens.
ATÉ lá, quero agradecer o privilégio que tive de receber adoráveis comentários, deliciosas críticas e sugestões, encantadores apoios e espetaculares oportunidades de conhecer gente da melhor qualidade.
Hotel Shangri La Bangkok
Horizonte Perdido - A lenda de “Shangri-La” está viva em Bangkok

EM março de 1935, Robert Conway - soldado, diplomata e herói britânico - é enviado à cidade chinesa de Baskul a fim de retirar cerca de 90 cidadãos ocidentai, antes que fossem mortos por uma guerra civil. Depois de concluir sua missão com seu irmão George e três outros refugiados, Conway e o grupo embarcam num DC-2 com destino a Xangai. Algumas horas de vôo depois descobrem que o avião fora seqüestrado por um piloto mongol e que estão voando em direção oposta a Xangai, rumo às montanhas do Himalaia, no Tibet.
E como desgraça pouca é bobagem e não dá audiência o combustível acaba em pleno vôo, o que obriga o piloto sequestrador a fazer um pouso de emergência numa região desolada, completamente encoberta pela neve. No impacto com o solo o piloto malvado morre e Conway, o mocinho, encontra um mapa na cabine de comando que o faz concluir que estão todos literalmente numa fria, em ambos os sentidos: o lugar é uma região inóspita, jamais explorada pelo homem e comletamente recoberta por neve. Quando tudo parece estar perdido um lider local encontra o grupo e os conduz por um longo caminho através da neve e das montanhas até chegarem, vejam só!, a um grande portal. Ali deparam-se com uma bela, ensolarada e fértil terra (vejam só de novo!), um verdadeiro paraíso, um oásis no meio do caos.
O lider local dá as boas-vindas do grupo a SHANGRI-LÁ, uma comunidade com magníficas construções em mármore, belos jardins tropicais, terraços, fontes e piscinas que abriga o Lamasery, um mosteiro tibetano. Os hóspedes são levados a confortáveis e luxuosos aposentos. Um oásis.
PUBLICADO em 1933, o livro “O Horizonte Perdido” inspirou duas vezes Hollywood a produzir filmes, um em 1937 - de Frank Capra - outro em 1973, um belíssimo e marcante musical de Charles Jarrot, com trilha sonora inesquecível de Burt Bacharach, com Peter Finch, Liv Ullmann, George Kennedy, Michael York, Olivia Hussey e John Gielgud, entre outros, rodado pela Columbia Films, a versão musical do livro. No livro e no filme Shangri-La é um lugar luxuriante, com jardins fabulosos e tropicais que emolduravam uma belíssima vista para o Vale da Lua Azul, um verdadeiro refúgio, um oásis luxuriante em meio ao caos. O livro e o filme contam a encantadora estória da permanente pesquisa e busca do homem pela felicidade num secreto destino no coração da Ásia.
EM Bangkok o Shangri-La Hotel é próprio oásis entre o caos, um paraíso elegante e gracioso, um luxuoso cinco estrelas com jardins tropicais luxuriantes e piscinas com uma belíssima vista para o Rio dos Reis, o Chao Phraya. Não apenas o nome do hotel nos remete ao filme. Este gracioso refúgio de tranquilidade capturou completamente a magia do filme e transportou-a para Bangkok, a frenética, elétrica cidade dos espetinhos de insetos fritos, da fumaça, do trânsito caótico e barulho, de gente, muita gente, mais gente ainda, do cheiros exóticos, dos fedores nem tanto, dos riquichás motorizados, dos taxis psicodélicos, dos trens aéreos, das carrocinhas, dos camelôs, das mil barraqinhas de rua, das prostitutas, elefantes, espertezas, poluição, templos, altares, budas, muitos budas, monges, riqueza, pobreza, simpatia, sorrisos, comida estranha, comida deliciosa, comida repugnante, shoppings..., enfim, desta incrível Bangkok, uma cidade que é verdadeira orgia sensorial. Tudo aqui me faz acreditar que a lenda de Shangri-La ainda vive.

Rei por uns dias
NÃO me surpreende que este hotel seja frequentemente classificado como um dos melhores do mundo, ainda que jamais tenha conseguido suplantar a fama de outros dois mais luxuosos de Bangkok, o Oriental e o Peninsula, também situados nas margens do mesmo rio. Hotéis em Bangkok são baratos se comparados com hotéis do mesmo padrão na Europa e nos Estados Unidos, e o Shangri La tem uma das melhores relações custo/benefício na sua categoria, com preços entre 190 e 360 dólares. Ainda que o Oriental e o Peninsula sejam os mais conhecidos espetáculos hoteleiros asiáticos na Tailândia (saiba qua “luxo asiático” é uma categoria especial na hotelaria de luxo mundial, significa luxo num padrão excepcional), o Shangri-La não se acanha diante dos top de Bangkok: seus maravilhosos lobbies de mármores palacianos e candelabros de cristal em meio a abundantes sorrisos thais dos empregados do hotel, a paz dos jardins e a vista dos barcos passando, a decoração em tons pastéis extremamente agradável em todas as dependências do complexo, dos quatro sofisticados restaurantes (italiano, chinês, japonês e tailandês), o belíssimo, completíssimo e charmosíssimo SPA, fazem desse hotel um espetáculo que - especialmente nesta cidade – faz dele um objeto de desejo extremamente recomendável. O estilo moderno mas oriental é enriquecido por trabalhos manuais de entalhe e outros motivos decorativos encontrados aqui e ali, desde o lobby até os quartos e suítes. Bonito.
OS 25 andares da torre Shangri-La, com 670 apartamentos, e a torre mais nova e exclusiva, Krungthep Wing, com 129 apartamentos, emolduram um luxuriante jardim tropical com palmeiras e servem de pano de fundo para a área das piscinas e jardins. Palmeiras, flores, buganviles, orquídeas, passarinhos completam mais do que perfeitamente o ambiente.
PELA segunda vez na vida eu senti na carne o quanto um hotel excepcional pode melhorar muito a impressão que se tem de uma cidade. A primeira foi com o Four Seasons de Istambul, que além de fabuloso é muitíssimo mais caro. Começa-se a relaxar assim que se entra no lobby do hotel. E nem precisa experimentar o fabuloso afternoon tea servido diariamente no seu lobby lounge, o que é apenas mais uma das inúmeras e marcantes experiências que o hotel proporciona aos seus hóspedes. Por momentos nos esquecemos que estamos numa das mais movimentadas cidades do mundo.
NA chegada somos recebidos no aeroporto de Bangkok por um funcionário do hotel, que nos levará à cidade em um Mercedes Benz. O traslado está incluído no preço. No hotel somos recebidos calorosamente e nos colocam dois lindos colares de flores em estilo thai e batem um gongo tailandês que segundo os costumes é um sinal de boas-vindas e sorte.
SOMOS conduzidos ao quarto por dois funcionários, uma Recepcionista - que fará nosso registro no apartamento (não na Recepção, como seria normal!) e um com a bagagem. O quarto é excepcional e logo nossa Recepcionista nos apresenta nossa mordoma para nos ajudar com as desarrumação das malas e com tudo mais que precisarmos, inclusive serviços de Concierge. Há flores frescas no quarto, frutas arranjadas com esmêro num prato com uma orquídea, chocolates finos da Macedônia dispostos como jóias numa caixa delicada e dalí em diante sempre nos traziam delícias servidas em caixinhas de surpresas. A espaçosa varanda com vasos de flores na sacada é uma das melhores recordações da estada.
INDESCRITÍVEL foi a sensação de abrir as cortinas (elétricas!) da janela que dá para a varanda pela primeira vez. Inesquecível foi o choque térmico e visual. Passar do piso do quarto para a varanda ser transportado imediatamente no tempo e de lugar: incontáveis barcos cruzando o rio, os sons ao longe, a vida correndo, os arranha céus.
RODEADO por jardins tropicais e bem na margem do Rio Chao Phraya o Shangri-La Hotel Bangkok - com suas duas torres de 25 andares - está bem perto e com fácil acesso ao centro histórico da cidade, a "Old Bangkok." O hotel também fica a uma caminhada da estação Saphan Taksin do SkyTrain e do Central Pier (Sathorn Pier), ponto de parada do barco turístico que navega o Chao Phraya e para nos principais piers onde nas suas proximidades ficam as atrações turísticas da cidade.

O NEXT2 Café & Terrace proporciona ótimas vistas do rio e serve seis diferentes tipos de comidas tanto à ordem como self service. O Salathip é um restaurante tailandês cuja arquitetura externa e interna ornamentam um dos jardins do hotel e apresenta diariamente dança tailandesa. O enorme SPA oferece 40 tipos diferentes de tratamento e relaxamento, que vão da tradicional massagem tailandesa a aromaterapia. Os hóspedes podem jogar tênis e squash, usar as duas piscinas externas, relaxas nas hidromassagens, manter a forma na sala de ginástica.
O hotel é grande, são 799 apartamentos em duas torres com vista para o rio ou para a cidade. Os mimos é que são a melhor definição do que é ser um hotel cinco estrelas e ter um serviço à altura: mordomo para arrumar e desfazer suas malas, cestas de frutas naturais diários, arranjos de flores, lençóis finíssimos de algodão, menú de travesseiros, decoração aconchegante, banheiro de bom tamanho e muito bem equipado com espelhos de aumento e balança, poltronas e cadeira de escritório ergonômicas, acesso sem fio à Internet banda larga do hotel, roupões de banho e de estar, chinelos, chuveiro e banheira separados.
OS 402 metros do terreno do hotel de frente para o Rio Chao Phraya fazem do Shangri-La a mais extensa propriedade de frente para o rio, situado bem perto da estação Saphan Thaksin do BTS Skytrain, o que faz dele um lugar fabuloso para hospedar-se em Bangkok e mover-se pela cidade. E o hotel ainda oferece um serviço próprio, gratuito, de transporte em barco típico com saídas a cada meia hora para Rivercity, com seu comércio de antiguidades, um serviço de mini ônibus qua faz um percurso regular até Silom e algumas outras localidades na cidade.
E no interior do hotel, serviços e facilidades, além de atenção aos mínimos detalhes certamente contribuem para a reputação, o prestígio deste hotel na cidade, no país e na hotelaria mundial. Minhas expectativas foram sempre excedidas, desde a calorosa e inesperada, elegante e charmosa recepção, até os produtos de quarto (eu mal podia esperar para usar aqueles shampoos, espuma de banho e sabonetes delicados, charmosos e sofisticados e cair naquela cama deliciosa, aconchegante, tudo isso sob um elegante estilo decorativo, os gadgets, a TV de LCD, os arranjos de flores que se encontram em cada canto do hotel e que trazem aos hospédes um pouco da bela arte de arranjos florais da Tailândia, a mini floresta tropical com direito a cascata do lobby.
O Menú de Travesseiros vai do tipo “anti-ronco” ao de penas e espuma. E, acredite, há um menu de aromas para você escolher para sua noite de sono! Limão, gerânio, lavanda, rosa, laranja, tangerina, hortelã, jasmim, canela, baunilha, grapefruit. Escolha o seu e dê um pulinho na varanda para ver o rio e a cidade mudarem incrivelmente de cor ao pôr-do-sol. De vermelhos a púrpuras, as cores emolduram uma espetacular e dramática experiência. Depois desça e faça um cruzeiro com jantar, exclusivo do hotel, no Horizon, o luxuoso barco de dois andares perfeito para encerrar o dia. Em seu percurso de duas horas ao longo do rio e enquanto apreciamos o jantar e o vinho, templos, arranha-céus, palácios e outros famosos marcos da cidade passam lentamente diante de nós em ambos os lados do rio. Difícil é conciliar a maravilhosa vista com o fabuloso buffet em estilo thai, decorado e peeparado com esmêro. Alguns pratos são absolutamente fantásticos.
O paraíso na Terra chama-se “ CHI”, o Spa do Shangri-La
A partir do momento que você cruza a porta do spa do Shangri-La ingressa num outro mundo, diferente e relaxante, mágico, exótico. São espaçosos 1.000 metros quadrados de spa!, inspirado no estilo decorativo e arquitetônico temático do Tibet e do Himalaia e com os princípios de um templo tibetano, um santuário de tranquilidade que acentua e favorece todos os sentidos. A visão é de imediato provada com iluminação dramática que propositalmente acentua as paredes de pedra e alguns trabalhos de arte e antiguidades do Himalaia, aquece o ambiente. Os cheiros são dos óleos essenciais usados nos tratamentos e nos banhos e dos incensos que queimam aqui e ali. O tato é primeiro provocado com o delicadíssimo tecido dos robes que nos cobrem a pele. Aconchegante e luxuoso, feito de micro fibra de chenile, tem uma textura que não se descreve. É quase como um autêntico, macio cashmere, sem espetar. Nem se começa o tratamento escolhido e já nos levam para o sétimo céu. E quem quiser pode comprá-lo na mini boutique ali mesmo dentro do CHI. Ele e muitos outros produtos exclusivos do Spa, como a incrível chícara de jade e pires de prata, as pedras usadas nas terapias à base de pedras aquecidas, as cuias tibetanas e os difusores de óleos aromáticos feitos em cobre.
A filosofia do CHI Spa é baseada em antigas tradições chinesas e himalaias de tratamentos e curas. 'Chi' é a palavra chinesa que define a “energia natural do Universo”, e ainda que chamada de “natural” é espiritual, sobrenatural, metafísica. Neste caso ela representa o corpo humano e sua energia vital. Um dos conceitos relacionados ao chi é o da hamonia. Aborrecimentos, transtornos, preocupação e estresse provocam desarmonia no corpo, que passa a precisar de restauração do equilíbrio. É muito fácil precisar disso em Bangkok! Escolha um dos 35 tratamentos baseados nos cinco elementos da filosofia chinesa - o metal, a água, a madeira, o fogo e a terra - para repôr o equilíbrio das energias positiva e negativa - yin e yang - do corpo. Cada tratamento no spa tem lugar em um das nove espaçosas salas privativas, as quais são um spa dentro do spa, completos, com vestiário, banheiro, chuveiro, sala de repouso, tudo com uma infinidade de produtos de banho e corpo. Excelência em tudo, decoração, serviço, atendimento e produtos.
Músicas de Burt Bacharach
Lost horizon
http://www.magossi3.hpg.ig.com.br/musica1337.wav
Living together growing together
http://www.magossi3.hpg.ig.com.br/musica1336.wav
The world is a circle
http://www.magossi3.hpg.ig.com.br/musica1342.wav
Salathip Restaurant, estilo e luxo da cozinha thai
JANTAR no Salathip Restaurant do Shangri la é altamene recomendável mesmo que você não esteja hospedado neste hotel. Bem ni centro dos jardins e próximo à margem do rio, comer enquanto se observa o vai e vem de barcos é um prazer acessório. A comida é fantástica, toda ela tailandesa, com diferentes entradas, sopas, saladas e pratos principais que vão de curiosos pratos à base de peixe a especialidades como satays, espetos de frango ou carne com molho de amendoim. Tudo com um serviço impecável e ainda com apresentações da belíssima dança das velas.
Shangri-La Hotel Bangkok
http://www.shangri-la.com/en/property/bangkok/shangrila
89 Soi Wat Suan Plu, Charoenkrung Road, Bangrak
Bangkok 10500 Thailand
Bangkok - O Chao Phraya River Tourist Boat
O Chao Phraya River tourist boat leva os visitantes a um circuito por nove piers localizados à margem do Rio Chao Phraya, os quais dão acesso às mais importantes atrações tuirísticas das redondezas. Na relação abaixo estão os piers mais úteis para o turista e também o que se vê de importância histórica ao longo do percurso pelo rio. Comece seu tour em Bangkok pelo Sathorn Pier - ou Central Pier - que fica convenientemente localizado abaixo da Estação Taksin Bridge do Skytrain . O pier, assim como a rua, têm o nome Sathorn em homenagem a Luang Sathon Rachayutt, título dado a um chinês imigrante que construiu a Sathorn Road e o Sathorn canal, em 1892.

O Pier 1, Oriental , fica próximo ao Oriental Hotel que tem origem em 1865 e ficou famoso por ser citado por escritores como Joseph Conrad, Somerset Maugham, John Le Carre, James Michener e Ian Fleming. Depois do Oriental Hotel, o Chao Phraya River Tourist Boat passa por três edifícios muito antigos na margem direita do rio (para quem está “subindo” em direção ao Pier Phra Arthit, de número 13). Os portugueses foram os primeiros europeus na Tailândia. O primeiro deles é a Embaixada de Portugal - a mais antiga embaixada de Bangkok - fica bem próxima ao Rio Chao Phraya antes do Pier Si Phraya. O segundo prédio é a Igreja do Sagrado Rosário, católica, construída pelos mesmos portugueses em 1786 em um terreno doado pelo Rei Rama I, quatro anos depois de Bangkok ter sido estabelecida como Capital. O terceiro prédio é de 1906, o Siam Commercial Bank, primeiro da Tailândia, construído durante o reinado de Rama V, cujo projeto foi desenhado pelo arquiteto italiano Annibale Rigotti.

NO próximo pier, o número 3, Si Phraya, fica a primeira rua construída no bairro de Rattanakosin - ou Bangkok Antiga -, a Charoen Krung Road, construída em 1861 durante o reinado do Rei Mongkut (ou Rama IV), aquele do filme Anna e o Rei. Os consultores europeus contratados pelo rei para projetarem esta avenida constataram que não havia uma rua apropriada aos cavalos e às carruagens reais como as que havia na Europa. A Charoen Krung - ou “Cidade Préspera” - começava no Wat Pho e no Grand Palace e se extendia por 8,5 km, passando por fora das muralhas da cidade, até Dao Khanong, ao sul da cidade. Ainda que seja a mais antiga avenida do bairro, seu nome não oficial em inglês é New Road. A região de Si Phraya River City é uma área comercial famosa na cidade por abrigar grande quantidade de antiquários e de artesanato e roupas de seda. NO Pier 5, Ratchawongse, salte se quiser ir a Chinatown Bangkok, a área da comunidade chinesa. Siga a Yaowarat Road, construída em 1782 quando o Rei Rama I estabeleceu a Capital do reino em Bangkok. Os chineses originalmente viviam antes disso na área onde hoje fica o Grand Palace. O rei doou novas terras aos chineses para estabelecerem-se em Yaowarat.

A próxima parada do Chao Phraya River Tourist Boat é no pier 6, Memorial Bridge Pier - ou Phra Buddha Yodfa - nome oficial em Thai, que é o título formal do Rei Rama I. O povo local chama esse pier de Saphan Phut, mas o nome Memorial Bridge é em referência à primeira ponte construída sobre o Chao Phraya, em 1932. A próxima ponte é a Phra Pok Klao. O Monumento ao Rei Rama I fica nas proximidades do pier. Outras atrações que se tem acesso or este pier são o Pak Klong flower market, e o bairro indiano, chamado de Pahurat - ou Little India. NESTA altura, na margem esquerda do rio Chao Phraya, também fica Thonburi, a antiga Capital do Reino do Sião, que antes de ser transferida para o outro lado (onde estamos), Bangkok, teve um único rei que lá viveu, o Rei Taksin. A cúpola da Igreja de Santa Cruz pode ser vista através dos telhados das casas da antiga comunidade que vive naquele lado do rio. Esta igreja foi construída pelos portugueses em 1770, durante o reinado de Taksin. Próximo e ao lado desta igreja fica o templo Wat Kanlayanamit, um dos mais novos de Bangkok, construído pelo Rei Rama III, que reinou de 1824 a 1851. Próximo aos muros brancos do Forte Vichai Prasit, construído em 1688, pode ser visto o palácio do Rei Taksin. Todo o complexo pertence hoje à Marinha Real da Tailândia. Neste local ficam dois templos da antiga cidade de Ayutthaya, o Wat Arun (conhecido como Temple of Dawn), construído no século 17 durante o reinado do Rei Narai, e o Wat Rakhang, não muito visitado por turistas, mas extremamente popular entre os locais. Wat Arun e Wat Rakhang estão entre nove templos que os tailandeses visitam em ocasiões religiosas e festejos especiais. O nome rakhang, que em thai significa sino, provém de um sino encontrado durante a escavações para a construçõ deste templo.

AGORA o Chao Phraya River Tourist Boat atracará no pier número 8, Tha Tien, dá acesso ao templo Wat Pho – o Templo do Buda Deitado -, um antigo templo de Ayutthaya. No passado, esta área abrigava o Mercado Tha Tien , uma das comunidades mais importantes da região de Rattanakosin. De 1782 a 1868 nesta área havia um palácio de um príncipe que sofreu um incêndio durante o reinado de Ramam IV, tendo sido transformada num local para abrigar um foro internacional e lugar para hospedar visitantes estrangeiros oficiais. As construções ainda guardam resquícios decorativos e características arquitetônicas da época, e que podem ser vistas nas áreas de Tha Chang e Na Phra Lan. Tha Tien , em thai, significa plano e limpo. DEPOIS do pier 8 vem o Pier Maharaj – ou Pier Turístico - o mais turístico deles porque a partir dele se chega ao templo Wat Mahathat, ao Grand Palace, ao Templo do Buda de Esmeralda, na parte antiga da cidade, Rattanakosin.
O Pier 10, Wang Lang, (ou pier Siriraj) fica na margem esquerda do rio, em Thonburi e leva o nome do Siriraj Hospital, o primeiro hospital público da cidade, construído em 1888 pelo Rei Rama V, e tem o nome de um de seus filhos, Siriraj, que morreu muito jovem. Neste hospital fica o Siriraj Medical Museums. NO pier número 13 Phra Arthit (ou Banglampu) o Chao Phraya River Tourist Boat retorna ao início do circuito, fazendo o trajeto contrário. Você pode saltar aqui e caminhar até o Fort Phra Sumen, uma fortificação antiga de Bangkok construída em 1783 durante o reinado do Rei Rama I, um dos dois fortes remanescentes nesta área da cidade.

O Chao Phraya River tourist boat funciona diariamente de 9:30 às 15:00 horas, partindo a cada 30 minutos do Pier 1, Sathorn. Um passe diário custa 100 baht e permite viagens ilimitadas. Bilhetes unitários podem ser adquiridos do Sathorn Pier a qualquer outro pier do percurso. Os nomes alfa-numéricos dos piers ajudam a não esquecer o nome de cada pier. Os bilhetes são vendidos nos seguintes piers: Sathorn, Maharaj e Phra Arthit, assim como nas estações Siam, Nana e Taksin Bridge do BTS (Bangkok Transit System). Também é possível adquirir bilhetes num dos Tourist Information Centers da cidade. ATENÇÃO: Lembre-se de que se perder o último barco ( 15.30 - Phra Arthit ), há a opção do serviço regular de barcos Chao Phraya River boat a cada 20 minutos, até 18:40 h.
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Time Table do Chao Phraya Tourist Boat
do Pier (1) – Sathorn – ao Pier Pier (9) - Phra Arthit
Pier / Viagem (saídas cada 30 min.) | 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 9 | 10 | 11 | 12 | |||||||||||||
| 09.30 | 10.00 | 10.30 | 11.00 | 11.30 | 12.00 | 12.30 | 13.00 | 13.30 | 14.00 | 14.30 | 15.00 | |||||||||||||
| 09.33 | 10.03 | 10.33 | 11.03 | 11.33 | 12.03 | 12.33 | 13.03 | 13.33 | 14.03 | 14.33 | 15.03 | |||||||||||||
| 09.36 | 10.06 | 10.36 | 11.06 | 11.36 | 12.06 | 12.36 | 13.06 | 13.36 | 14.06 | 14.36 | 15.06 | |||||||||||||
| 09.40 | 10.10 | 10.40 | 11.10 | 11.40 | 12.10 | 12.40 | 13.10 | 13.40 | 14.10 | 14.40 | 15.10 | |||||||||||||
| 09.44 | 10.12 | 10.42 | 11.12 | 11.42 | 12.12 | 12.42 | 13.12 | 13.42 | 14.12 | 14.42 | 15.12 | |||||||||||||
| 09.47 | 10.17 | 10.47 | 11.17 | 11.47 | 12.17 | 12.47 | 13.17 | 13.47 | 14.17 | 14.47 | 15.17 | |||||||||||||
| 09.52 | 10.22 | 10.52 | 11.22 | 11.52 | 12.22 | 12.52 | 13.22 | 13.52 | 14.22 | 14.52 | 15.22 | |||||||||||||
| 09.54 | 10.24 | 10.54 | 11.24 | 11.54 | 12.24 | 12.54 | 13.24 | 13.54 | 14.24 | 14.54 | 15.24 | |||||||||||||
| 10.00 | 10.30 | 11.00 | 11.30 | 12.00 | 12.30 | 13.00 | 13.30 | 14.00 | 14.30 | 15.00 | 15.30 | |||||||||||||
