Brazil!? Aahh!, Ronaldinho, Bebeto, Romário, Roberto Carlos...”.
MARROCOS
O País e o Povo do Marrocos
“Brazil!? Aahhhh!, Ronaldinho, Bebeto, Romário...”.

Não tem jeito, você ouvirá isso muitas vezes durante sua estada no Marrocos, primeiro por simpatia - característica inerente ao povo marroquino - em segundo por esperteza comercial: o futebol - além de paixão nacional - é o passaporte dos marroquinos para a conquista dos brasileiro. VocÊ abre um sorrisão e logo eles te oferecem uma mercadoria. A coisa tá nosangue, não tem jeito! Assim como nosso tem samba no pé, jogo de cintura, eles têm o comércio nas veias.’
Quando eles perguntam (centenas de vezes!), em francês, inglês ou espanhol, de onde você é, e você responde que é brasileiro, eles abrem um sorriso e dizem: “Braziiill!? Anhhh!, Ronaldinho, Bebeto, Romário...”.
O sorriso e a satisfação são inevitáveis. Pronto!, um marroquino te conquistou e agora ou você compra a mercadoria deles ou ele vai te seguir o resto da viagem feito carrapato grudado. Isso quando são so garotos e jovens que ficam nos souks tentando vender camelos de madeira, adagas do Aladim e outros tantos “regalos que custam menos que papas fritas do Mac Donald’s”....

Quando são os mais velhos a perguntarem, esses já os comerciantes donos das mihares de maravilhosas lojinhas dos souks de Marrakech e Fez, a simpática satisfação é a mesma, com alguma modificação de ordem, digamos, cronológica: “Brazil!? Ah!, Garrincha, Pelé...”. Bom o futebol é mesmo fantástico. Sem comentários você ouvir referências a Pelé e Garrincha lá no pré-deserto do Saara. É demais. Só mesmo vivendo a experiência pra poder saber o que eu descrevo. Ou seja, siga meu conselho: Vá (correndo!) ao Marrocos!
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Reader Comments (2)
Estava em Ait Benhaddou, uma cidadezinha no meio do deserto, mais precisamente um Kasbah, quando resolvi tirar o casaco e deixar a amerelinha à mostra. Pra que, foi um tal de Braziiil daqui, Braziiil de lá, Ronaldinho, Robertô Carlôs, Ronaldô.
Impressionante. Em minutos a garotada local se reuniu em minha volta querendo simplesmente falar o nome dos jogadores da seleção.E falavam com um sorriso aberto que eu, como dentista, consegui ver todos os dentinhos de suas bocas, dentes estes infelizmente cariados devido ao alto consumo de açúcar naquele país.
Os mais velhos vinham e me seguravam pelo braço dando a entender que trocariam qualquer coisa em sua loja pela camisa da seleção, bastava eu escolher.Fiquei com pena de não ter trocado a camisa (era oficial, mais cara que qualquer coisa que eu escolhe-se nas lojas) mas ao mesmo tempo receoso pois com certeza provocaria uma grande discussão entre eles.Foi aí que você vê o grande poder que uma camisa tem e a alucinação e euforia que ela provoca.
Com certeza vai ser uma cena que vou guardar sempre na memória.
Ronaldinhoooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo.......................É O MELHOR!!!