Roma: uma visita à cidade
Piazza di Spagna

Conjunto arquitetônico elegante e ladeado por edifícios de cor ocre e dominado pela Escadaria da Santíssima Trindade dos Montes - mais conhecida como Escadaria Espanhola. É ponto de encontro e de lazer de romanos e turistas.

A Praça tem uma atmosfera viva e cosmopolita e no seu centro há uma bela fonte tipicamente romana, a Fontana della Barcaccia, cujo nome vem de sua forma de barco, uma obra de Bernini.

A alma da praça é a Scalinata di Trinitá dei Monti, com a igreja do mesmo nome dominando acima, com desenho sinuoso de rampas, parapeitos, terraços e degraus em mármore que avança para a Via dei Condotti.

Na Piazza Trinitá dei Monti, no topo da praça, ficam o obelisco salustiano e a Chiesa di Trinitá dei Monti, construída no século 16.

Desta praça saem ruas importantes como a Via Margutta, a Via del Balbuino, a Via Condotti, a Via Borgognona e a Via Frattina e a Colonna dell’Imacolata


Piazza del Popolo (Praça do Povo), situada na confluência das Vias di Ripetta, del Corso e del Babuino, foi projetada por Valadier no início do século 19. Na entrada da praça há duas igrejas iguais, a S. Maria di Montesanto e a S. Maria dei Miracoli, construídas no século. 17, projetadas inicialmente por Carlo Rainaldi e concluída por dois outros arquitetos: Bernini e Fontana. A praça tem a forma de dois semi-círculos que a ligam ao Pincio, uma das sete colinas de Roma. Bem no centro da praça fica o Obelisco Flaminio, obra trazida do Egito por ordem de Augusto, onde foi construída entre 1323-1200 a.C. A praça termina na Porta del Popolo, ou Porta Flaminia. Foi reconstruída em 1561 sobre projeto de Michelangelo e de Vignola. A fachada que dá para a praça é de Bernini. À direita, completa o conjunto a Chiesa de Santa Maria del Popolo, com afrescos de Pinturicchio e pinturas de Caravaggio e em seu interior está a Cappella Chigi, projetada por Rafael, também autor dos mosaicos da cúpula.
Piazza Venezia , fica no centro de Roma e tem a forma retangular com um jardim central, defronte ao monumento a Vittorio Emanuele II, e para onde vão alguas das ruas mais importantes de Roma, tais como a Via del Corso, Via Quattro Novembre, Via del Plebiscito, Corso Vittorio Emanuele e a Via del Fori Imperiali, onde ficam as antigas ruínas do Foro Romano e do Coliseu. É considerada o ponto zero da cidade. Construída para comemorar a unificação italiana, a praça incorporou o Altare della Patria (o túmulo ao soldado desconhecido, da Guerra de 1915-1918 e o Museo del Risorgimento, que funciona de terça a domingo de 10h30 às 18h30, com entrada gratuita). Na praça também fica o Museo di Palazzo Venezia, uma das primeiras construções renascentistas de Roma, antiga residência oficial de Mussolini, com exposição de peças em bronze, porcelana, tapeçaria, pinturas e esculturas em mármore e marfim. Funciona para o público de terça a sábado, de 9 às 19h30 com ingresso a 4 Euros.
Piazza Navona , onde era antigamente ficava o Stadio di Domiziano, uma das praças mais importantes de Roma e um cntro de peregrinação de turistas. A praça é rodeada por restaurantes e cafés, e no seu centro fica a mais imponente das fontes, a Fontana dei Fiumi, ou dos 4 Rios, projetada por Bernini. As 4 estátuas que cercam o obelisco representam os rios Ganges (Ásia), Nilo (África), Danúbio (Europa) e o Rio da Prata (América). No lado sul da praça fica a Fontana del Moro e do lado oposto a Fontana del Nettuno, esta última, projeto de Della Porta e realização parcial de Bernini. Aqui nesta praça fica a Embaixada do Brasil, cuja bandeira está sempre hasteada na fachada.
Fontana de Trevi , a mais emblemática da cidade, que representa a “Dolce Vita”, fica ao norte do Pantheon e foi construída no fim do século 17 pelo arquiteto N. Salvi. Sua estátua no centro representa o Oceano sobre uma concha. Na parte inferior, os turistas atiram uma moeda cujo significado é pedir para voltar a Roma e realizar mais um desejo. Celebrada no cinema por Fellini, La Dolce Vita (1960), na qual a atriz Anita Ekberg entrava, vestida, em suas águas azuis.
Castelo Sant'Angelo , perto do Vaticano, construído pelo imperador Adriano (117-138 d.C.), serviu como fortaleza papal, prisão e palácio. É uma visita muito interessante e está aberto ao público de terça a domingo, de 9 às 20h, com ingresso a 5 Euros. É um complexo com o museu de armas e artilharias e apartamentos dos papas. Do seu topo se tem uma bela e privilegiaa vista da cidade e do Vaticano. No penúltimo patamar há uma cafeteria
Via Vittorio Veneto , uma das ruas mais famosas de Roma, liga a Vila Borghese à Piazza Benini e termina na Piazza Barberini. É uma das ruas mais bonitas de Roma, elegante e sofistoicada, larga, com bonitos prédios e onde fica o Hard Rock Café. O destaque são os restaurantes e cafés que ficam nas calçadas, fecjados e envidraçados e rodeados por lojas famosas das grifes italianas mais cohecidas como Gucci e Versace.
Vaticano. O menor país do mundo na verdade é quarteirão cercado de Roma por todos os lados, cujo “soberano” é o papa, e que foi fundado 1929, com o Tratado de Laterano, ano em que a Itália reconheceu o país. A região é denominada Ager Vaticanus e perto do Rio Tibre, lugar onde foram martirizados os principais cristãos, entre os quais o próprio São Pedro, que foi crucificado de cabeça para baixo por não se achar digno de sofrer a mesma morte de Cristo. Para chegacom acesso pelo Metrô Otaviano/San Pietro ou pelo ônibus 46.
A Piazza San Pietro – em forma de ferradura – foi projetada por Bernini e é circundada por uma colunata de 4 fileiras de colunas dóricas enormes. De determinados pontos do centro da Praça se consegue “alinhar” visualmente as colunas como se estivessem apenas numa fileira.
Eu gosto (e recomendo) chegar, à Piazza San Pietro pela Via della Conciliazone, a pé, depois de visitar o Castelo Sant'Angelo.
No centro na Praça está o obelisco egípcio trazido por Calígula para o Circo de Nero e ladeado por duas pequenas fontes projetadas por Maderno e Bernini.
Basílica di San Pietro pode ser visitada diariamente de 9 às 17 horas e o seu interior é belíssimo e ricamente ornado e por mestres como Michelangelo e Bernini. No interior tudo é belíssimo e grandioso, como a Pietá, de Michelangelo, o Baldacchino, de Bernini, executado em bronze, com 29m de altura, a cúpula gigantesca e impressionante, à qual é possível ser visitada (são 330 degraus!) e de onde se tem uma espetaclar vista da Piazza. Mas pode-se subir de até um deetrminado ponto.
Os Museus do Vaticano estão abertos de 8:45 às 12:20 h no inverno e até 15:20, no verão. Custa 10 Euros a entrada mas vale cada centavo. Não apenas por sua fabulosa coleção como por sua arquitetura. Mas eu sugiro que o museu tenha uma manhã dedicada a ele, independentemente da visita à Igreja e à Praça de São Pedro. Você vai precisar de tempo e estar descansado. Já na entrada, a fabulosa Scalone Elicoidale, a grandiosa escada/rampa helicoidal, impressiona e introduz à gradiosidade do que está por vir: o complexo Musei di Antichitá (Museu da Antigüidade) com sua riquíssima coleção de arte clássica e de tesouros papais.



Reader Comments (11)
Iremos a Roma na proxima semana e, com certeza, algumas das suas dicas nos serao muito uteis. Nao vemos a hora de ir! Um abraco
aproveitando será que é uma boa hotel king em roma me cobraram 135 o triplo por noite 4 noites . abraços e parabéns
aproveitando será que é uma boa hotel king em roma me cobraram 135 o triplo por noite 4 noites . abraços e parabéns
Esperarei pela resposta, sucesso a todos!!!!
Esperarei pela resposta, sucesso a todos!!!!
difícil indicar "lugares cheios de bossa pouco conhecidos por turistas" ...
O outono é uma ótima época porque ainda não é frio e não é quente com o no verão. Eu recomendo comprar um guia turística da Itália, há muitos deles
Vou usar se texto como guia kkk
Conhece algum site que tenha dicas de palavras
tipo um dicionário pra se virar na Italia?
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Shizue Fukuda