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Petrópolis - Cidade Imperial

Posted on Mai 31, 2007 at 20:11 by Registered CommenterArnaldo Interata | Comments20 Comments

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Estando no Rio de Janeiro, uma visita a Petrópolis é bem recomendável e pode ser feita em um dia, saindo pela manhã e retornando à tarde. São apenas 65 quilômetros do Centro da Cidade do Rio de Janeiro à Cidade Imperial. Da Zona Sul, são 85.

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A Serra da Estrela, onde se encontra Petrópolis, era praticamente desconhecida pelos colonizadores portugueses nos primeiros 200 anos de colonização, salvo por alguma expedição exploratória para tomar posse de sesmarias.

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Isso, por causa do enorme paredão montanhoso de mais de 1000m de altura que tinha que ser vencido para se chegar até lá e pela presença dos bravios índios Coroados que habitavam serra acima.

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A fundação da cidade de Petrópolis está intimamente ligada ao Imperador D. Pedro I e ao Pe. Correia. Desde que o Imperador pernoitou na fazenda do padre, de passagem pelo Caminho do Ouro que o levaria às Minas Gerais, ficou encantado com a exuberância e amenidade do clima.

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Foi seu desejo então, adquirir a propriedade para seu uso e, em especial, para o tratamento de sua filha, Princesa Dona Paula Mariana de cinco anos, sempre muito doente e que se recuperou bem quando lá esteve.

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Na primeira metade dos anos 1800, as conseqüências sociais e econômicas da Revolução Francesa, da Abolição da Escravatura e da Revolução Industrial, resultaram numa difícil condição de vida para os povos de língua alemão.

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A população estava politicamente desiludida e havia discórdia por toda a parte. Ricos e pobres endividados, o desemprego era grande no Rhur, o coração do aço alemão, com muitos problemas nas minas de carvão.

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Salvo os que viviam da vinicultura, uma parte da população, que, movida pela esperança de vida melhor, deixou tudo e partiu para as Américas.

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A maioria dos colonos que chegou a Petrópolis era natural de aldeias localizadas nos bispados de Treves e Mogúncia, na Renânia e Westphália, (Grão-Ducado de Hesse-Darmstadt e no Ducado de Nassau), região atualmente conhecida pelo nome de Hunsrück, localizada na confluência dos rios Reno e Mosel.

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Em 1837, aportou no Rio de Janeiro o navio Justine com 238 imigrantes alemães em viagem para a Austrália. Devido aos maus tratos sofridos a bordo, eles resolveram não seguir viagem, permanecendo no Rio de Janeiro.

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O Mj Köeler soube da ocorrência e se entendeu com a Sociedade Colonizadora do Rio de Janeiro para trazer os imigrantes para trabalhar na abertura da Estrada Normal da Estrela, pagando uma indenização ao capitão do navio. Assim, foi dada permissão aos colonos de desembarcarem no Rio de Janeiro.

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Estes, sob as ordens de Köeler, estiveram primeiramente trabalhando no Meio da Serra, depois foram para o Itamarati.

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Com a Proclamação da República em 1889, que resultou no banimento e o exílio da Família Imperial, temia-se que a cidade fosse ameaçada por retaliações republicanas e perdesse o seu prestígio. Mas isso não aconteceu.

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Significativos para a cidade foram os oito anos em que ela se transformou na capital do Estado do Rio de Janeiro. Em 1893, ocorreu a Revolta Armada em Niterói contra o governo do Marechal Floriano Peixoto e foram cortadas todas as comunicações entre o Rio de Janeiro e Niterói.

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Com a capital do estado ameaçada, o governo foi transferido de Niterói para Petrópolis, em 1894.

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Quando Petrópolis deixou de ser capital do Estado, pensou-se novamente que a cidade perderia seu prestígio e ficaria esquecida. Ao contrário, por muitos anos, o desenvolvimento foi mantido, ao lado da sua vocação turística.

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Quando surgia uma epidemia de febre amarela no Rio de Janeiro muitas pessoas se mudavam para Petrópolis, que estava livre desses males pela salubridade do clima.

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A Cidade Imperial, como é conhecida, também tornou-se o reduto preferido de artistas, intelectuais e nobres, que nela se instalaram em suntuosas mansões ou em curiosas residências.

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É o caso de Santos Dumont, de Rui Barbosa, do Barão do Rio Branco, do Barão de Mauá, de Stefan Zweig, de Nair de Teffé, entre outros.

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Tudo isso e muito mais espera por você nas avenidas arborizadas, praças, palácios e também na exuberância da Mata Atlântica e seus variados tons de verde que enfeitam as montanhas da cidade e propiciam belíssimas caminhadas, cavalgadas e a prática de esportes radicais.

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Como você pode sentir, Petrópolis tem muitas histórias para contar. Histórias que se entrelaçam e formam a mais fascinante de todas: a de uma cidade que remete a um importante período da História do Brasil.

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Uma cidade que traz a história de um tempo e soube acompanhar todos os tempos, sendo hoje um dos mais expressivos destinos turísticos do Estado do Rio de Janeiro, que se destaca também na produção de roupas, em importante pólo gastronômico e na implantação da Petrópolis Tecnópolis, atraindo empresas de alta tecnologia. Uma história da qual você também poderá fazer parte.

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Para conhecer Petrópolis, vá ao Museu Imperial e pegue uma charrete para um passeio de 45 minutos pelas seguintes atrações:

Palácio de Cristal

Endereço: Rua Alfredo Pachá, s/nº - Centro
Telefone: 24 2247-3721
Visitação: de Terça a Domingo de 9h às 18:30.

Localizado na antiga praça da Confluência foi construído nas Oficinas da Sociedade Anônima de Saint-Sauvers Les Arras, na França em 1879, para a Associação Hortícola de Petrópolis, da qual era presidente o Conde D’Eu, marido da Princesa Isabel, destinado a servir de local para exposições e festas. Foi inaugurado em 1884.

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A sua mais bela festa foi realizada no domingo de Páscoa de 1888, na qual a princesa Isabel junto a seus filhos, entregou cartas de alforria a escravos, a maioria indenizando os seus senhores com notável campanha desenvolvida na cidade.

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Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, integra o conjunto arquitetônico e paisagístico da Praça da Confluência.

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Conhece-se pelo nome de Palácio de Cristal não apenas o pavilhão, produto da Revolução Industrial que acontecia na Europa, como o próprio logradouro, totalmente ajardinado e com repuxos.

Palácio Rio Negro

Endereço: Av. Koeler, 255 – Centro
visitação: externa

Em 1889, menos de três meses antes da Proclamação da República, o senhor Manoel Gomes de Carvalho, Barão do Rio Negro, comprou dos herdeiros da família Klippel o terreno onde seria erguido o seu palácio de verão. Em fevereiro de 1896, o Palácio e a casa ao lado, pertencentes a um dos filhos do Barão, foram vendidos ao Estado do Rio de Janeiro para servir de residência oficial do governante.

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Em 1903, o Palácio foi incorporado ao Governo Federal e passou a ser residência oficial de verão dos presidentes da República. Desde então, por ali passaram Rodrigues Alves, Afonso Pena, Nilo Peçanha, Hermes da Fonseca, Wenceslau Brás, Epitácio Pessoa, Artur Bernardes, Washington Luiz, Getúlio Vargas, Gaspar Dutra, Café Filho, Juscelino Kubitschek...

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... João Goulart e Costa e Silva. No verão de 1996/1997, quando o Palácio estava completando 100 anos na função de residência oficial do governo, a tradição foi reinventada. Através de um gesto ritual, a presidência da República voltou a se instalar no Palácio Rio Negro.

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Foi no entanto, no Governo de Hermes da Fonseca, que o Palácio viveu talvez o seu momento mais brilhante, com a realização do casamento do Marechal Hermes com Nair de Teffé, então célebre não só por sua beleza como por sua inteligência, pois notabilizou-se por suas mordazes charges, que publicava na imprensa sob o pseudônimo de Rian.

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O seu mais assíduo freqüentador foi o Presidente Getúlio Vargas, que nos 18 anos que esteve à frente do País, não deixou de passar um só verão em Petrópolis.

Praça 14-Bis

No ano do Centenário do vôo do 14-Bis, a Prefeitura faz merecida homenagem a um dos petropolitanos “de coração” mais famosos no mundo inteiro. A réplica do 14-Bis foi feita pela GE/Celma – uma das maiores empresas petropolitanas - especializada no serviço de reparo de turbinas de avião.

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A Praça 14-Bis fica ao lado da Praça da Liberdade e foi inaugurada em 21 de setembro de 2006.

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Além de relembrar o feito que revolucionou os meios de transporte, a Praça 14-Bis é entregue à população como mais um espaço de lazer e cultura que valoriza o Centro Histórico. Bancos e jardins também compõem o cenário.

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A área possui um Centro de Informação Turística e servirá de apoio para A Encantada, onde já funciona o Museu Casa de Santos-Dumont próximo ao Relógio das Flores.

 

No percurso para A Encantada, os visitantes terão contato com as idéias, projetos e planos de vanguarda que o aviador idealizou e concluiu.

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Curiosidades sobre o invento

Uma réplica do 14-Bis, em tamanho original, encontra-se no Musée de L’Air et de l’Espace, na França. O Brasil também já fez três mais três réplicas, uma delas levada à Paris em 2005, pela Embraer, no Ano do Brasil na França (2005). O 14-Bis voou pela primeira vez em 23 de outubro de 1906, em Bagatelle, na França. A manobra foi realizada por Dumont sem o auxílio de dispositivos de lançamento. Em nova decolagem, em 12 de novembro do mesmo ano, Dumont estabelece, com seu invento, o recorde de velocidade da época (36,84 KM/h). Mais de mil pessoas presenciaram as manobras do invento mais pesado que o ar. Petropolitanos e turistas poderão agora resgatar esta história e decolar para uma viagem rumo às conquistas de Dumont.

Mais homenagens a Dumont no Centenário do 14-Bis

Exposição itinerante Santos Dumont e o Mais Pesado que o Ar . (Também esteve na III Bienal do Livro de Petrópolis realizada em agosto, cujo logotipo estilizado sobre o feito de Dumont foi idealizado pelo designer da Rede Globo, Hans Donner.)

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Museu Casa de Santos Dumont - "A Encantada"

Endereço: Rua do Encanto, 22 – Centro
Telefone: 24 2247-3158
Telefax: 24 2247-5222 de terça a sexta feira
Visitação: terça a domingo de 9h30m às 17h. Visita guiada.
Ingresso: R$5,00 e R$2,50 p/ estudante,crianças até 07 anos isentas.

Construída no antigo morro do Encanto, foi planejada e construída por Alberto Santos Dumont para servir de residência de verão; e devido a sua localização foi carinhosamente apelidada de “A Encantada”. O prédio, um chalé do tipo alpino francês, consta de três pavimentos sendo que o primeiro era uma pequena oficina, o segundo servia para sala de estar e jantar e por último o escritório, quarto de dormir.

Uma curiosidade da casa é que não tinha cozinha e todas as refeições vinham do Palace Hotel, atual prédio da Universidade Católica de Petrópolis, junto ao Relógio das Flores. Vale a pena ser visto o mirante que servia de observatório astronômico. Chama a atenção do visitante a escada recortada em forma de raquete, o que obriga o mesmo a sempre começá-la com o pé direito.

Relógio de Flores

Endereço: Rua Barão do Amazonas, 124 – em frente a Universidade Católica de Petrópolis

Inaugurado em 1972 por ocasião dos 150 anos da Independência do Brasil. É controlado no interior do prédio da UCP, movido à bateria possuindo um carrilhão com badaladas a cada meia hora.

Museu Imperial

Endereço: Rua da Imperatriz, 220 – Centro
Telefone: 24 2237-8000
Fax: 24 2237-8540
Visitação: terça a domingo das 11h às 18h (bilheteria até às 17h30m)
Ingresso: R$ 8,00 e R$ 4,00 p/ estudante e professores, idosos + de 60 anos e 80 anos idoso brasileiro, é gratuito. Pacote familiar: R$ 20,00 (2 adultos +2 estudantes)
Site: www.museuimperial.gov.br

Localizado no antigo Palácio Imperial, a residência preferida de D. Pedro II, mandado construir em 1845 pelo Imperador e dado por concluído em 1864. A construção em estilo neoclássico é considerada relativamente simples, para residência de soberanos, mas perfeitamente adaptada à função de casa de campo, sem deixar de ser elegante. Possui um corpo central de dois pavimentos e um terraço sobre o pórtico e duas alas dotadas cada qual de 12 janelas. Na fachada central, figuram as armas do Império.

Três arquitetos além de Júlio Frederico Koeler, autor do projeto original, colaboraram na construção: José Cândido Guillobel, Araújo Porto Alegre e José Maria Jacinto Rabelo.

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Foi construído com recursos particulares do Imperador, nas terras da Fazenda do Córrego Seco, herdadas de seu pai, D. Pedro I que sonhou ali construir seu Palácio de Verão, o Palácio da Concórdia. Foi construído solidamente com largas paredes de pedra com madeira de lei procedentes de várias regiões do país. Seus jardins planejados pelo botânico Jean Baptiste Binot com orientação pessoal de D. Pedro II conservam até hoje suas características, com variedade de espécies botânicas originais, estátuas gregas, fontes e repuxos.

Desde 1848 D. Pedro II passou a veranear no seu Palácio de Petrópolis. Com exceção dos verões de 1865 à 1869, justamente os do período que abrangeu a guerra do Paraguai, sua estada em Petrópolis prolongava-se por quase 6 meses, aproveitando então para dedicar-se a seus estudos prediletos, fazer visitas a educandários e dar longos passeios a pé e a cavalo.

Após a Proclamação da República o Palácio foi alugado ao Colégio Notre Dame de Sion (1892-1908) e ao Colégio São Vicente de Paula (1909-1940).

Alcindo de Azevedo Sodré, um ex-aluno do Colégio São Vicente de Paula, apaixonado por história, sonhava acordado com a transformação do seu colégio em um museu histórico. Graças a sua intervenção junto ao Presidente Getúlio Vargas criou em 16 de março de 1943 o Museu Imperial.

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A atração principal é a coroa de D. Pedro II, exibida com medidas de segurança. É toda em ouro cinzelado, ornamentada com brilhantes e pérolas, também em exposições a coroa de Pedro I e o cetro em ouro. Destacam-se também a sala de visitas da Imperatriz, sala de jantar, de música, os quartos de D. Pedro II e a sala das jóias, além da sala de exposições temporárias. Possui grande quantidade de objetos e peças além de obras raras de grande interesse para o estabelecimento da nossa história.

Até a construção de Brasília foi o único prédio construído para residência de um Chefe de Estado. É o museu mais visitado no Brasil.

Fonte: Prefeitura de Petrópolis

Fundação de Cultura e Turismo Petrópolis

http://www.petropolis.com.br/

http://www.e-petropolis.com.br/site/Conheca.php

http://www.pcvb.com.br/cidade.php

 

Centro Histórico

Atrativos abertos à visitação

Catedral de São Pedro de Alcântara
Centro de Cultura Raul de Leoni
Igreja Luterana Brasileira
Igreja Matriz Sagrado Coração de Jesus
Mosteiro da Virgem
Museu Casa de Santos Dumont
Museu a Céu aberto (Casa da Ipiranga)
Museu Imperial
Palácio Amarelo
Palácio de Cristal
Teatro Municipal Paulo Gracindo
Trono de Fátima
Mirante do Cristo
Museu da FEB

Visitação somente externa:

Casa da Princesa Isabel
Casa das Duchas
Casa de Joaquim Nabuco
Casa de Rui Barbosa
Casa do Visconde de Ubá
Casa do Barão de Mauá
Casa do Barão do Rio Branco
Cervejaria Bohemia
Escola Doméstica Nossa Senhora do Amparo
Monumento a Koeler
Obelisco
Palácio Sergio Fadel
Palácio Grão Pará
Palácio Rio Negro
Praça Dom Pedro II
Praça Expedicionários
Praça da Liberdade
Praça 14-Bis
Relógio das Flores
Solar D. Afonso

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Reader Comments (20)

Sim senhor. É quase uma miscelânea de Baviera e Sintra com floresta tropical à volta.
Muito bonito. Desconhecia que os alemães tinham tido uma influência tão grande na cidade. Também levaram a tradição da salsicha?
Saudações atlânticas!

P.S.: Para quando um post sobre Manaus?
É que estou a pensar em passar por lá em breve.
Sexta-feira, Junho 1, 2007 at 08:17 | Unregistered Commenterroadrunner
Sim, Road, deixaram as salsichas (felizmente!) também. Há duas casas de lanches em Petrópolis (que se expandiram para o Rio de Janeiro) chamadas Pavelka e Alemão, onde comem-se, entre outras coisas brasileiras e alemãs, as famosas salsichas alemãs. Sobre Manaus, infelizmente nunca fui à Amazônia. Para nós aqui da região sudeste, a Amazônia não é tão atraente turisticamente falando quanto é cara.
Sexta-feira, Junho 1, 2007 at 08:54 | Registered CommenterArnaldo Interata
Petrópolis ficou mais interessante depois desse seu post.
Estive recentemente em Teresópolis.
Sexta-feira, Junho 1, 2007 at 13:19 | Unregistered CommenterIzabel
Faz tempo que não vou a Petropolis, mas deu vontade de voltar.
Domingo, Junho 3, 2007 at 22:29 | Unregistered CommenterErnesto
Arnaldo,

Já pensou em publicar uma vesão derivadas das árvores desse guia do Rio de Janeiro que você está publicando?

Os guias que você está criando estão fantásticos de ler (informações claras e práticas) e suas fotos nos fazem viajar mesmo antes de chegar ao destino.

Um abraço
Terça-feira, Junho 5, 2007 at 14:19 | Unregistered CommenterRodrigo Purisch
Pô, Rodrigo!, pega leve! Já tem tanto guia excelente na rua que eu seria apenas mais um e assim mesmo meio medíocre! Vc. é parcial, não vale!

Obrigado, bom te ver por aqui!
Terça-feira, Junho 5, 2007 at 15:43 | Registered CommenterArnaldo Interata
Arnaldo, tus entradas son muy instructivas y esclarecedoras.

Por lo que leo en tu post, Brasil es un país inmenso con diferentes influencias. Esto lo enriquece y hace de Brasil un país muy interesante para cualquier persona, para cualquier turista.
Obrigada por compartir tus conocimientos.
Ate logo.
Quarta-feira, Junho 6, 2007 at 06:40 | Unregistered CommenterCarmen
Obrigado, Carmen. Sim, o Brasil, por suas dimensões continentais, tem diversidade geográfica, cultural e climática fabulosas. Esse é o motivo de o Brasil ser um país com tanto potencial turístico, para além do fato de que ocorreram, ao longo de sua história, fortíssimas influências de diversos outros povos. Desde a fase do descobrimento até pós-guerra, holandeses, espanhóis, italianos, alemães e japoneses, além dos descobridores e colonizadores portugueses, foram a base do que somos hoje. Estes foram os povos e raças que mais fortemente influenciaram na formação de nosso povo e cultura.

E neste particular, raça e cultura, não se pode deixar de destacar a talvez mais forte influência que tivemos, a dos povos africanos, que com a escravidão foram trazidos à força para o Brasil, proporcionando sem dúvidas as nossas características mais marcantes do povo brasileiro em todos os aspectos.
Quarta-feira, Junho 6, 2007 at 08:43 | Registered CommenterArnaldo Interata
Olá Arnaldo
Uam vez mais gostei de ter vindo "visitá-lo. Fiquei cheia de vontade de ver Washington e enlevada com as palavras e imagens sobre Petrópolis, local que adorei e que me disse imenso sob vários pontos de vista (acho que em algum local lhe disse que era professora de História, não?)
Fizemos uma visita guiada ao palácio, com um guia que me disse ser professor de História, um senhor negro, para o baixo e para o gordinho; tenho um cartão dele mas não sei bem onde está neste momento. (Quem sabe se ele lê o seu blogue). Foi uma visita óptima, apreciámos muito o seu trabalho.
Há uma coisa muito engraçada no palácio que nunca tinha vista noutro lugar - andarmos com uns imensos chinelões por cima dos nossos sapatos para não estragar e polir o chão. Boa ideia para os nossos convidados domésticos...
Beijinhos
Domingo, Junho 10, 2007 at 07:00 | Unregistered CommenterIsabel O., Portugal
Isabel, obrigado pela visita e elas palavras! Seja SEMPRE bem-vinda...
Domingo, Junho 10, 2007 at 08:52 | Registered CommenterArnaldo Interata
Arnaldo,

Ah, agora tô vendo belas fotos de Petrô !!
Uma pena que encheram a calçada do Museu de pontos de ônibus.
Tá faltando o sanduiche de linguiça da Pavelka rs

Abraços
Quarta-feira, Junho 13, 2007 at 22:54 | Unregistered CommenterMajô
Tinha que sair uma matéria sobre esse post aqui na Europa para divulgar Petrópolis. Precisamos contar o que temos de bom.

No Parque del Prado em Madri tem um "Palácio de Cristal" que fica no chinelo do nosso em Petrópolis e nem pode nem fotografar.

O post ficou ótimo!!

Abs!
Quinta-feira, Junho 14, 2007 at 04:52 | Unregistered CommenterMarcio
MAJÔ, e olha que fiz uma ginástica pra tentar cortar uma parte dos ônibus da calçada do Museu Imperial. Realmente é uma falta de sensibilidade aquele ponto ali. Foi uma pena eu não fotografar os croquetes de carne maravilhosos do Pavelka, mas tava TÃO lotado de gente que mal dava pra ficar no balcão de pé...

MARCIO, obrigado! Olha, eu conheço bem Madri e o Parque del Prado apenas de passagem (com aquele lindo lado, não?), mas sinceramente não me recordo do "Palácio de Cristal". Sabe o que gostei dessa visitinha a Pretópolis? É que, mesmo levando em conta nossa pobreza, a cidade está bem cuidadinha e tudo arrumadinho. Deu gosto....
Quinta-feira, Junho 14, 2007 at 08:50 | Registered CommenterArnaldo Interata
Pessoal,
alguém teria o mapa do Caminho do Imperador (Estrada do Imperador) em Petrópolis ???

Caso alguém tenha, por favor encaminhar para o meu e-mail.

Obrigado
Quarta-feira, Junho 20, 2007 at 12:00 | Unregistered CommenterFABIO ISKANDARIAN
Pessoal,
alguém teria o mapa do Caminho do Imperador (Estrada do Imperador) em Petrópolis ???

Caso alguém tenha, por favor encaminhar para o meu e-mail.

Obrigado
Quarta-feira, Junho 20, 2007 at 12:00 | Unregistered CommenterFABIO ISKANDARIAN
Parabéns pelo post !! Sou de Petropolis, e achei que a cidade ficou mais bonita sob as suas lentes.
Domingo, Janeiro 27, 2008 at 20:46 | Unregistered CommenterLeticia
Gostei muita desta página, mas Portugal não é só Lisboa.

Este ano há as Maravilhas da Natureza, e em Portugal um destino que está a ser muito conhecido é Açores, e as suas ilhas, que têm turismo Ecológico e Sustentável.
Mas vou revelar alguns lugares, das maravilhas da Natureza em Portugal deste ano 2008.
Se quiseres visita o meu blog e pesquisa, destinos, o que procurares concretamente.

Gostei muito da tua página.

Os Melhores Cumprimentos Turísticos,

Lénia Teixeira
Quinta-feira, Março 27, 2008 at 18:35 | Unregistered CommenterLénia
Estou longe de Petrópolis há 20 anos, mas é sempre uma grande emoção ver fotos tão lindas da cidade....um dia eu volto!!!
Parabéns pela página...
Domingo, Abril 6, 2008 at 19:49 | Unregistered CommenterMonica

Pretendo visitar Petropolis entre os dias 14 e 16 de junho, realizando assim um velho sonho. Gostei muito desse seu trabalho e as fotos só fizeram aumentar a minha curiosidade. Parabéns.

Solange

Quinta-feira, Maio 29, 2008 at 20:43 | Unregistered CommenterSOLANGE MARTINIS

Maravilhoso post sobre Petropolis, minha cidade preferida em todo o Brasil!! Sou natural de Niteroi, moro a 20 anos em Long Beach na California mas sempre vou ao Brasil e SEMPRE visito Petropolis (sanduiche de linguica, o clima, o verde, a arquiteruta historica, e' TU-DO!). Minha familia cresceu passando muitos fins de semana no clube Quitandinha (um verdadeiro privilegio meus pais terem sido socios desde que nasci_uma grande pena o clube ter sido transformado em imovel privado...) e minhas memorias dos saloes da Dorothy Draper sao incriveis! Partida de tennis nas quadras de argila, os doces da Austriaca na bonbonniere, patinacao no gelo, cafe da manha no varandao de inverno...um luxo!!! Estou voltando ao Brasil pra morar novamente e quero ir morar em Petropolis!!! Chego em Julho e ja' estou buscando residencia em Petro... nao vejo a hora!!! Seu blog entry so' me encheu de mais emocao acerca de minha volta ao Brasil!!! Muito obrigada por ter honrado Petropolis!!! Paz e saude a todos.

Domingo, Junho 1, 2008 at 22:21 | Unregistered CommenterLuna Hahnemann

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