Dubai: Blogando ao vivo

Eu estava me preparando para começar a escrever a introdução da matéria sobre esta viagem quando empaquei justamente no início.
Normalmente, quando escrevo, encontro alguma dificuldade justamente na intodução, aquela em que é fundamental saber resumir o que pretendo desenvolver no texto adiante.
É uma fase em que nada parece estar bom, nada passa pela ‘malha-muito-fina’ de minha auto-crítica.
O que eu escrevia ou não estava bom o suficiente para ser publicado no FATOS & FOTOS de Viagens ou não conseguia exprimir o que eu de fato tinha em mente transmitir para além da introdução.

Na verdade o que eu pretendia era definir como surgiu a idéia dessa viagem. Ou mais, como nascem todas as minhas viagens. Não é tão simples assim. Pode paracer, mas não é. Ao menos para mim, que escrevo com elevado senso auto-crítico, com aquele desejo de fazer o melhor.
Fui procurar inspiração com gente que realmente conhece o assunto: o Ricardo Freire (meu maior ídolo da categoria 'viajeiro-escritor-jornalista'), o Amyr Klink, a Família Schürmann, o Tito Rosemberg (meu ‘velho’ ídolo 'viajeito-jornalista-surfista-expedicionário-aventureiro', com quem eu tenho o prazer de corresponder-me vez por outra e a honra de receber algumas mensagens e visitas ao blog)...
... o casal Gérard e Margi Moss (que também já me honrou com sua visita) que acumulou 3 mil horas de vôo num planador e deu duas voltas ao mundo com esse avião aí e recentemente concluíu a expedição Brasil das Águas...
...o Airton Ortiz, o pessoal da Expedição Norsul, a Simone ‘Caiaque’ Duarte (minha amiga dos tempos do montanhismo, de quem eu tive a honra de receber um exemplar autografado de um de seus livros - “Travessia Angra dos Reis ao Rio de Janeiro - 30 horas num caiaque” e com quem já tive o prazer de compartilhar algumas aventuras)...
... o Guillermo Godoy (amigo “Nomad” que tem relatos publicados no nomad.com.br e livros sobre suas viagens de moto pelo mundo), o Manoel Carlos Martins e Silva (outro amigo "Nomad" que tão bem descreveu sua fantástica viagem de bicicleta pela Austrália e com quem me correspondia quando eu era integrante e colaborador do Nomad).
Enfim, fui procurar inspiração com essa turma que sabe o que faz, sabe o que diz e sabe como se escreve o que se faz e o que se diz.
Decisão acertada e decisiva: abandonei a idéia de escrever uma introdução mais elaborada e filosófica, voltei à minha realidade e admiti que não seria eu a acrescentar alguma coisa útil acerca do tema Como Nascem as Viagens e Como Planejar Viagens.
Por que escolher destinos assim tão heterogêneos?
Por que viajar entre cidades tão distantes geográfica e culturalmente?
Bem, com a decisão correta tomada, já que eu não saberia me expressar tão bem quanto o Ricardo Freire em sua matéria “Como nascem as viagens” (a qual recomendo vivamente uma leitura), passei a me concentrar em explicar porquê imaginei uma viagem a destinos tão heterogêneos, tão distantes geográfica e culturalmente ente si. E resumiria numa simplíssima frase: a heterogeneidade me atrai!
Por que planejar uma viagem?

Bem, por si só, viajar enriquece o espírito e aprimora a cultura. Além disso, desembaça nossa visão, acentua nossa educação em como "ver" e "perceber" povos, culturas e costumes.
Conhecer outros países, cidades e povos amplia para o bem a nossa maneira de enxergar e compreender o mundo. Viajando e observando, assimilando com sensibilidade o que vemos, nos tornamos seres mais receptivos, mais complacentes, compreensivos e despretensiosos.
Viajar deslimita nossos próprios e limitados horizontes, atenua nossa tendência natural à pretensão e ao preconceito que (quase) todo ser humano carrega consigo.
No meu modo de pensar, e por esta razão, não há nada melhor do que viajar "conhecendo" antes a cultura, a história, os costumes dos lugares que visitaremos.
Por falar em visitar, o segundo passo para nos tornarmos mais cultos sobre determinado destino é não afirmarmos que conhecemos determinada cidade ou país, a menos que efetivamente saibamos a diferença entre conhecer e ter visitado.

Quando as planejamos adequadamente, tudo tende a correr bem e as surpresas revelam-se mais agradáveis. Quando todo o nosso tempo é naturalmente dispendido em conhecer, ver, absorver e aproveitar, tanto maior será o prazer e o aprendizado. Já o tempo gasto na resolução de contratempos é tempo perdido, desperdiçado, desfocado do alvo que deve ser sempre o prazer.

Mala com balança? Pois é! Achei muito útil e interessante esta que conheci em Washington DC (na Macy's): da marca "Ricardo - Beverly Hills", elas são muito resitentes, duráveis e leves..
Não tenho dúvidas de que a melhor maneira de tirarmos o máximo proveito de uma viagem é preparando-nos com antecedência para aquilo que pretendemos conhecer. Viagens como as de Amyr Klink, do Ricardo Freire, do Tito Rosemberg, da Família Schurmann, do casal Moss, da Simone e de tantos outros, jamais teriam tamanho êxito sem uma detalhadíssima e exaustiva programação.

Adquirindo boa noção do que vamos ver, planejando o roteiro de maneira a que este contemple efetivamente o que de melhor cada lugar tem a nos oferecer e focalizando apenas aquilo que nos atrai, deixando de lado aquilo que nos é imposto ou não nos agrada, não tenho dúvidas de que as viagens boas tornam-se ótimas. As cidades estão lá para serem conhecidas, mas é necessário se saber como fazer isso e tirar delas seus segredos e mistérios, o melhor proveito. É como arrumar malas. Programar viagens é ter malas muito bem planejadas para que se leve apenas o essencial.
Costumo dizer que programar uma viagem é quase tão bom quanto vivenciá-la.
E como é blogar enquanto viajo?
Bem, para que o ato de blogar não atrapalhe a viagem e tenha de fato conteúdo, é fundamental planejamento anterior e preparo para que parte do texto a ser publicado esteja escrito, alinhavado, de tal maneira que seja apenas atualizado, eventualmente corrigido durante a viagem, confirmando ou não aquilo que pesquisamos e colocamos no palel. Durante a viagem a gente vai apenas inserindo o que sentiu, de maneira a que o texto tenha credibilidade e personalidade, não meramente uma cópia aqui e acolá de textos extraídos por aí. Creia, é mais fácil do que redigir e-mails pra turma de amigos e parentes. Evidentemente que para isso acontecer é importante, ainda que não fundamental, levar seu próprio notebook para processar as fotos e os textos que publicará.

Madinat Jumeirah
Um dos maiores prazeres do ato de blogar enquanto viajo é compartilhar com você, leitor assíduo ou não, com os amigos virtuais que sempre prestigiam com seus comentários e que por vezes também são blogqueiros, com os amigos da vida presencial e com os parentes. Esteja certo de que tudo isso não é sacrifício, ao contrário, extende o prazer da viagem, especialmente quando bem aceito pelo leitor.

Gente de Dubai em freteao Dubai Creek
Talvez por isso minhas viagens tenham tudo para darem certo, e dão, salvo contratenpos alheios e supervenientes à minha vontade ou atuação. Eu minimizo ao máximo os riscos de aborrecimentos e potencializo nas mesmas proporções as possibilidades de retornar com a melhor das lembranças, seja para onde for, como for, por que tempo for. E isso não significa que eu fique refém de um programa, mas programado para absorver o máximo, sem contratempos.
Minha inseparável companheira de viagens, a Nikon D-200
Viagens começam a ser planejadas e imaginadas das mais diferentes, peculiares e inusitadas maneiras. Cada um tem a sua. Você de certo tem uma sua, ou mesmo algumas pra contar. Comigo elas acontecem de duas maneiras: projetadas ou ocasionais.
Acerca desse assunto, novamente o Ricardo Freire escreveu - com a compatência e o talento que lhe são naturais - uma matéria extremamente interessante, divertida e definitiva, com o título “Blog de viagem: você ainda vai ter um”, com a qual explica os motivos que nos levam a escrever sobre viagens num blog:
“Aceita uma sugestão? Faça um blog. Não, não estou falando de um blog comum, que você precisa atualizar todo dia, cuidar, alimentar, podar e dar banho, como se fosse um Tamagochi. (Sim, hoje eu estou nostálgico, ou velho, o que dá no mesmo.) O que eu estou sugerindo é que você tire proveito das excelentes ferramentas oferecidas (na maior parte das vezes, gratuitamente) pelos portais de blogs, como Blogger ou Wordpress, para confeccionar maneiríssimos cyber-álbuns das suas viagens.”
Por que Dubai e Istambul?
Pura curiosidade de viajante, por vontade de conhecer o mundo todo, porque o mundo está aí mesmo pra ser conhecido, por atração e gosto pelo ato de viajar, em busca do exotismo...
Quando comecei a pensar em Dubai como destino turístico ainda não se encontravam tantas referências e matérias turísticas sobre os Emirados Árabes Unidos.
Muita gente me pergunta: há alguma razão para uma pessoa normal visitar Dubai?
Por que ir a um lugar onde a mãe-natureza não foi lá muito complacente, em que não existe vida cultural, nem museus, nem belezas naturais? A resposta é: não sei, eu vou lá conferir!
De todo modo, Dubai é a “bola da vez” do turismo internacional e cada vez mais atrai milhões de turistas por ano. Portanto, deve haver alguma coisa boa lá.
Mas também porque Dubai é um NOVO destino turístico no mundo, um dos poucos lugares civilizados no mundo ainda pouco conhecidos e explorados.
Dubai tem sol ano todo, praias limpas de mar azul e sem aglomerações, ambiente livre de crimes, sociedade liberal e tolerante, um gosto de Arábia com estilo cosmopolita ocidental.
A infra-estrutura turística é de primeira: uma infinidade de operadoras turísticas cobrindo todas as atrações da cidade e arredores, incluindo tours especiais para shopping e souks, deserto, corrida de camelos, falconismo, montanhas e cidades vizinhas, vôos panorâmicos de helicóptero, passeios de barcos tradicionais, tours esportivos (golf, mergulhos, arqueologia, esqui na neve, tênis, ciclismo, tiro ao alvo, entre outros ),rallies no deserto, dança do ventre à luz da lua no deserto, tours fotográficos às mesquitas e museus,vilas antigas....

Os Emirados vizinhos estão bem pertos de Dubai
Além do turismo, compras é um motivo adicional para ir a Dubai: o Tax-free Shopping do aeroporto é seguramente o melhor e mais diversificado do planeta, a possibilidade de comprar tapetes orientais, antiguidades, jóias em prata e ouro (um dos maiores centros do mundo de comércio de ouro e jóias em ouro a preços irresistíveis), artesanato e produtos importados da Índia, China e Ceilão, além de reconhecido centro comercial de eletrônicos, material fotográfico e relógios.

E Emirates e seus maravilhosos Boeing 777-300: alternativa à rota Brasil-Emirados-Ásia
Às pessoas que pensam ser loucura visitar Dubai, estando ela bem perto do Iraque e Irã, vale a pena reafirmar que Arábia Saudita e o Kuwait são vizinhos aliados históricos e que o ocidente gosta dos Emirados. A região é um oásis de tranquilidade política, institucional eeconômica invejável, completamente fora do epicentro da região conflituosa. Com seu excepcional exemplo de como o mundo árabe pode se aproximar do ocidente sem perder absolutamente nada com isso, Dubai tornou-se um símbolo do desenvolvimento econômico que a riqueza do petróleo proporcionou, usando os petrodólares no desenvolvimento e na diversificação. Visitar os Emirados está longe de ser uma loucura, mas uma escolha algo audaciosa e avançada.

Tampouco guias turísticos nas prateleiras das livrarias do Brasil. Um dia, correndo os olhos num Atlas Geográfico, passeando sobre o mundo em alguns poucos minutos, enxerguei Dubai. Curiosamente e sem qualquer motivo o nome ficou marcado, certamente por referências anteriores fixadas no cérebro. Como uma semente que espera um bom tempo até ser regada e germinar.

Tempos mais tarde, quando eu começava a programar uma viagem a Istanbul e precisava encontrar uma outra para a drobradinha heterogênea para encaixar nela, usando o critério pessoal de “jamais revisitar um país ou cidade sem deixar de incluir uma nova cidade ou país no roteiro”, Dubai surgiu. Simples, não?!
De uma reportagem numa revista semanal a uma chamada de capa de uma publicação turística exposta numa banca de jornais, de uma corrida de olhos despretensiosa e ocasional num guia turístico desses que ficam lá em cima nas prateleiras mais altas de uma livraria bem abastecida, até mesmo um comentário ou referência que ouvi de alguém que não me lembro, tudo fica registrado e adormecido, esperando o momento de eclodir. Podem também nascer na infância e nos acompanharem ao longo da vida repentinamente surgindo quando menos se espera, tal como ocorreu com o Safari no Mala Mala Game Reserve, África do Sul. Mas uma coisa é comum aos viajantes: todas nascem do desejo fundamental de conhecer o mundo, de despregar os pés das origens e se tornar, nem que seja por uma semana, “ cidadão do mundo”...
Atualmente, as minhas viagens , além dos motivos já citados, subordinam-se a alguns critérios de seletividade. Muitos deles são bastante genéricos, universais, outros bastante pessoais: os mais óbvios são questões como segurança, potencial turístico, qualidade da infra-estrutura de transporte, alojamento, alimentação, questões econômicas e financeiras, disponibilidade de tempo, oportunidade, circunstanciedades. Os mais particulares têm sido os seguintes: jamais revisitar um país ou cidade sem deixar de incluir uma nova cidade ou país no roteiro.
Quase sempre tenho concluído minhas viagens numa cidade que já conheço bastante ou que já tenha visitado há uns anos e tenho vontade de revê-la. Pode parecer curioso e superficial, mas se há algo que não ocorre comigo é a superficialidade. E ninguém que pesquisa tão profundamente suas viagens e as planeja minimamente pode ser considerado sem conteúdo.
Dobradinhas heterogêneas.
A heterogeneidade me atrai. 
De certa maneira um outro componente me atrai numa viagem: os contrastes culturais, geográficos e arquitetônicos. Sempre me dei bem com eles ao visitar, numa mesma viagem, cidades tão diferentes entre si:
Veneza com Praga, Nova York com Honolulu, Barcelona com Marrakech, Paris com Tunísia, Istambul com Budapest, Grand Canyon com Las Vegas, Grécia com Turquia, Bangkok com Amsterdam, Chipre com Paris, Madri com Cairo.... São as dobradinhas heterogêneas que me enchem de prazer.
Pois bem, voltando a Dubai. Eu estava programando uma viagem a Istanbul porque quando fui esta cidade em Março de 2000, o que aconteceu foi uma viagem completamente desastrada. Do princípio ao fim, TUDO deu errado. Já até publiquei aqui a “Crônica de uma Viagem DESASTRADA à Grécia e Turquia” . Está lá. tim tim por tim tim contadinho em detalhes.

Camel Parade em Dubai!
Assim, acerca de Istambul, uma das cidades mais interessantes do mundo, foi uma que a primeira referência que tive dela ocorreu em 1978, através do filme "O Expresso da Meia Noite", filmado na prisão onde hoje fica o hotel mais famoso de Istambul e um dos 10 mais luxuosos do planeta, o Four Seasons Istambul.
Você sabe aquela viagem que tem tudo pra dar certo? A viagem de sonhos? Pois era essa mesmo!, mas...
Nossa viagem à Turquia e Grécia reunia tudo para ser uma daquelas que ficam pra sempre em nossa memória, as que ficam em primeiro lugar na prateleira da lembrança quando temos que contar uma viagem inesquecível.
Bem, inesquecível ela até que foi, mas não para o lado bom...
Seria a ‘viagem perfeita’: planejamos bastante, organizamos tudo, imaginamos, sonhamos... e, afinal, seria para um daqueles ‘destinos-sonhos’ de muita gente.
De quebra ainda terminaria em Roma e Florença! Perfeita, não? Não, não foi...
O nosso primeiro destino era Istambul, Turquia! Puxa, como eu havia sonhado estar ali entre os minaretes da Santa Sofia, como eu imaginara caminhar pelas ruas de pedra do Templo de Éfesus, em Kusadasi, o quanto eu esperei por perder-me nos labirínticos corredores do Grand Bazar e suas 400 lojas, como desejei observar o pôr-do-sol navegando o Estreito de Bósforo, estar frente à frente com o mais famoso brilhante do mundo - o Topkapi -, conhecer os belíssimos palácios do Império Otomano, admirar a Santa Sophia, a que seria a maior igreja do mundo mas tornou-se mesquita árabe e depois converteu-se em museu, enfim, mergulhar no clima exótico da cidade onde Agatha Christie inspirou-se para escrever ´O Assassinato no Oriente Express´, aquele trem que percorria a Europa até o oriente e foi considerado o trem mais luxuoso do mundo.

De pois disso iríamos à Grécia. Uns dias em Athenas, um cruzeiro pelas ilhas Mikonos, Rhodes, Santorini..., enfim um ‘roteiro-maravilha’! E, além de tudo, encerrando a viagem em grande estilo, uma estada ‘básica’ em Roma e Florença. Concorde comigo, vamos?!, era ou não uma “viagem dos sonhos”?

Mas não foi, decididamente não foi.... TUDO, do embarque no Basil ao retorno à casa, deu errado, fragorosamente, errado.
De um maremoto durante o cruzeiro pela pelas ilhas gregas a alteracões vergonhosas nos vôos internos que causaram sérios transtornos ao roteiro, de overbookings ao Ramadan durante a estada na Turquia (vocês não queiram saber o que é estar em turismo numa cidade com TUDO, absloutamente TUDO fechado por TRÊS dias e com uma matança de carneiros da porta do hotel até dentro de postos de gasolina, passando pelo "matódromo" (sim, um enorme parque onde matam os bichos segundo a tradição muçulmana)... Era o Kurban-Bayrami.

Aí, Istambul ficou como a cidade mais mal vista do meu currículo, e eu tinha que revê-la. Passados sete anos nos decidiomos por visitá-la tentando não incorrer nos erros que tornaram desatrosa nossa primeira ida à cidade.
E Dubai? Por que Dubai?
A primeira vez que ouvi falar em Dubai, turisticamente falando, foi na revista Flash, do Jornalista Amaury Junior. O título era “Dubai, uma fábula das Arábias”
Aliás, andei lendo que a revista não pertence ao Amaury Junior, mas à Editora Escala e que ele, o Amaury, não participa da mesma: “Depois de três anos desde que foi lançada, o jornalista Amaury Júnior comunicou a Editora Escala que não deseja mais prosseguir editando a revista semanal Flash, bem como suas satélites mensais Flash-Viagem, Flash-Casa e Flash-Noiva. Deixa as publicações na qualidade de seu criador e editor responsável.
Esta publicação, como informação sobre os destinos e o conteúdo de suas matérias, é bastante superficial, de qualidade gráfica e de lay-out inferiores às grandes revistas nacionais, é mais um atrativo visual do que um guia, uma espécie de `Caras´ do turismo: muitas e grandes boas fotografias e pouco conteúdo. De todo modo, a belíssima foto da capa me atraiu e encantou. Despertada definitivamente a curiosidade, tratei de colocar em prática a idéia de conhecer Dubai. Assim que cheguei em casa fui ao meu Atlas Geográfico (The Great World Atlas, da D&K) para ver onde ficava exatamente este país do Oriente Médio.
Os vôos serão pela Alitalia (cia. aérea italiana). De São Paulo a Milão, de Milão a Dubai, de Dubai a Milão, de Milão a Istambul, de Istambul a Milão e de Milão a São Paulo. A duração da viagem será de 11 a 23 de jagosto de 2007, sendo duas noites em Milão entre os destinos mais longos.
Observação MUITO importante: TODAS as fotos deste post foram afanadas do Flickr!
Se houver condições, pretendo escrever DURANTE a viagem e, é claro, publicar as MINHAS fotos.
Vocês sabiam que o Flickr é censurado em Dubai? O Youtube também?



Reader Comments (23)
Eu sei que você vai por Milão,mas previnir não custa nada.
http://news.airwise.com/story/view/1186475416.html
Já estou me preparando para viajar com você
Um abraço
Eu não estou pronto ainda pra blogar em viagem. Acho que não conseguiria e nessa fase de viajar com bebês então acho que seria impossível, mas acho dez quem consegue, hehehe. A gente aqui não precisa esperar vc voltar para ver a viagem.
Eu também vou nessa. E pelo visto vc vai passar um montão de vezes em Milão hein?
Olha só, um amigo que adora fotografia acabou de comprar uma máquina igual a sua. Ele tá adorando!
Legal, ja estamos "embarcando" com voce...
Eu não passarei por Roma, apenas por Milão, onde dormirei na ida e entre Dubai e Istambul, uma noite.
De todo modo, o que acontece com a aviação comercial italiana se assemelha bastante com o que ocorre no Brasil e aconteceu com a Varig. A Alitalia, vc. bem sabe, está numa situação de quase insolvência e até de fechamento por parte do governo, que detém 40% da cia.
Não me surpreende que isso ocorra na Itália, país que mais se assemelha ao Brasil no que se refere à bagunça.
A Alitalia está simplesmente correndo risco de ser fechada e os empregados dela fazendo greves a torto e a direito, exatamente como acontecia com a Varig no Brasil (que ainda que não fosse estatal, tinha TODAS as características de uma. Deu no que deu!).
INFELIZMENTE eu estou "preso" a esta cia. porque essa viagem já havia comprado as passagens com muita antecedência, como sempre faço, para amenizar o impacto dos custos. Compro oito meses antes, dou uma entrada e pago uma parte em seis parcelas e quando vou viajar já não tenho mais a dívida.
Eu estou analisando a posibilidade de reaver meu dinheiro todo da passagem que comprei para a Ásia (Cingapura e Bangkok) por esta cia. em outubro. Sei que realizarei um prejuízo, mas estou orçando o valor da devolução para eventualmente optar por passar a ser fiel à Air France. Nem levarei em conta a diferença de 2,13 para 1,92 do câmbio, da época que paguei até hoje, mas defato em vista das últimas notícias dessa cia., estou mesmo apreensivo...
GIRA (Jorge), vc está vivendo uma outra realidade também muitíssimo bacana que é viajar com sua mascote. E viajar com um bebê é extremamente mais complexo. Planejar uma viagem assim envolve muito mais planejamento e atitudes, dispendimento de tempo e dedicação do que viajar blogando.
Mas todas as etapas da vida devem ser vividas intensamente. Assim, o que vc. está fazendo neste momento é algo que deverá ficar pra sempre na memória do casal.
Sobre a câmera, eu a comprei há um ano no Brasil mesmo (custou cerca de 40% mais do que se a tivesse comprado nos USA e pago o imposto de importação), com a vamtagem de que parcelei em 6 vezes e tive garantia. Depois, comprei duas lentes, uma na Espanha (em Barcelona) e outra recentemente nos Estados Unidos.
A NIKON D200 é a máquina reflex digital que pode ser chamada de profissional porque em todos os aspectos, do manuseio ao menu, ela tem essa "formação", dispensando tudo o que for amador em termos de botãozinho, pré-programação, etc. Acima delas só mesmo as profissionais de fato, que custam, 4.000,00 dólares, enquanto que a D200 custa cerca de 1.600,00.
ERNESTO, vamos nessa!
Sensacional esse espírito de viajante, o prazer que você transmite através de fotos e relatos. É cativante e deixa uma vontade enorme de conseguir fazer o mesmo...
Boa viagem. E até Dubai.
Quantos viajantes-modelo você conhece, hein!!!
Esse post será indicado para muitos que me perguntam sobre por que viajar ou sobre planejamento ou sobre destino. Você explicou tudo.
Abração e curta muito por aí!!! Ah posta mais fotos!!!
Marcio
Grande abraço e...viaje comigo!
Estaremos viajando junto com você
Um abraço
Vou ficar esperando notícias frescas, então!
bjs e boa viagem!
Arnaldo eu adoraria conhecer Dubai, é o meu sonho.
Acho maravilhosa a cidade, linda demais.
Entre em contato comigo, pra troca informações.
Abraços.
anote meu email: ma.amandaos@gmail.com
AMANDA, sonhos são possíveis de serem realizados. Lute por eles.
Quanto a entrar em contato, não disponho de tempo para responder a todos os e mails, portanto se tiver algo que sugerir ou recomendar, escreva aqui mesmo que terei prazer em lhe responder.
Arnaldo, eu sou brasileira e estou trabalhando de guia para brasileiros aqui em Dubai, li sua materia e adorei, me interesso em saber o que as pessoas que vem aqui acham e porque vieram, so gostaria de dizer que voce deve incluir Dubai novamente no seu roteiro, pois pelo que vi nas tuas fotos a cidade ja esta muito diferente e com muito mais lugares para visitar.
A cidade se transforma a cada dia, e impressionante.
Deixo meu e-mail se vierem a Dubai posso ajuda-los na roteiro.
ednagaio@hotmail.com
Obrigada!
Olá Arnaldo!!
Suas fotos estão perfeitas. Parabéns!!!
Elas me despertam o sentimento de " quero mais" .
Chegamos de lá , no final de março , e DUBAI é tudo de bom, pois, adoro o que é moderno, e lá tudo é exuberante. Vale a pena dar um passeio por lá.
Saudações.
Marly
ola estou embarcando para Dubai no proximo dia 12 dezembro. gostaria de saber quanto aos costumes, como me vestir, como proceder como turista abraços sonia
SONIA, tudo o que quer saber está escrito em todos os cap~itulos sobre Dubai.
vou para istambul e gostaria de seguir todas as suas dicas. espero que sejam verdadeiras
Boa viagem pra "istambul", marta. Se eu fosse você não seguiria minhas dicas, não, eu sou muito mentiroso.