Tiradentes e São João del Rei
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HÁ algo no ar de Tiradentes
TALVEZ não seja no ar, mas nos 'pés-de-moleque' do calçamento já pisado por escravos, senhores, animais, nobres e inconfidentes. Pode estar nas fachadas dos sobrados, pode vir de dentro das capelas, do alto das torres sineiras, da água que passa sob a centenária ponte de pedras, no filete que escorre há séculos do chafariz colonial ou nos lampiões que já foram a gás.
Há algo no ar, nos telhados, nos beirais, lampiões, nas torres sineiras, nas janelas...
NÃO são mais do que quatro ou cinco ruas, mais um pequeno riacho que o corta ao meio e uma pracinha rodeada de bares e restaurantes mineiros e maneiros. O Centro Histórico de Tiradentes é tão pequeno que num só dia de passeio conseguimos desvendá-lo. A cidade mesma já é pequenina. Tanto que as montanhas da Serra de São José parecem querer abraçá-la. Envolvem-na.

UM bonito conjunto de casario colonial, sobradinhos, casarões, uma belíssima igreja de ouro, outras sem tanta riqueza mas personalidade de sobra, umas tantas capelas, um chafariz colonial, ruas e calçadas em lajes de pedras, uma estação de trem dos tempos da 'maria-fumaça'...
A Tiradentes histórica é um conjunto tão singelo e harmonioso, tão preservado em suas características mais originais que não há como não nos transportarmos no tempo. Pra lá de duzentos anos, vamos conhecer a Tiradentes do Rio das Mortes e um pouquinho de sua história.
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Tiradentes é uma perfeita combinação de arquitetura colonial e natureza

A bucólica paisagem emoldurada pela majestosa Serra de São José parece esconder uma hoje inimaginável história. A pequena e delicada Tiradentes - antiga ‘Arraial Velho da Ponta do Morro’ - não revela as terríveis lutas que afetaram toda a Capitania das Minas Gerais: lá se decidiu a Guerra dos Emboabas, origem dos desentendimentos entre paulistas pioneiros que queriam a exclusividade nas lavras e portugueses e brasileiros de outras paragens - chamados com desdém, de emboabas.

Pequenos incidentes foram-se somando e culminaram no conflito maior que espalhou o terror pelo vale do Rio das Mortes, cujo nome se dá, acredita-se, justamente em decorrência de incontáveis assassinatos por afogamento em suas águas.
RICA e agitada, rebelde, a Tiradentes de outrora parece querer manter-se inalterada em suas características arquitetônicas e urbanísticas. É impossível permanecer parada no tempo, e felizmente difere hoje muito mais em sua história conflituosa do que do seu passado arquitetônico. A Tiradentes contemporânea é bucolismo e charme. De mãos dadas com o tempo.

ALGUNS lembram-se de Maria Fumaça, outros de igrejas barrocas, uns de boa comida, muitos de feijão tropeiro e tutu à mineira, outros tantos de hotéis e pousadas de charme, muitos de passeios pelas montanhas, trekking e trilhas off-road, de tranquilidade, de charretes e de bucolismo. A verdade é que o visitante saberá que Tiradentes é tudo isso ao final de sua curta estada. Experimente caminhar sorbe seus ‘pés-de-moleque’ à noite e olhar para suas fachadas iluminadas por lampiões que ainda parecem funcionarem a gás. Resista a ser transportado ao passado se for capaz.
A cidade proporciona ao visitante boa diversidade de atrativos turísticos que vai do patrimônio arquitetônico à Serra de São José, das atividades e esportes relacionados com a natureza à culinária, das festas aos festivais. Cada um destes atrai um público específico, mas todos muito bem atendidos pela rede de hospedagem e pela variada opção de restaurantes, bares e cafés. `

O fato é que o visitante pode admirar muito nesta pequena vila, desde uma das igrejas mais ricas do Brasil em ouro ao casario colonial extremamente original e conservado como há séculos. Tanto na arquitetura religiosa como na civil. E este mesmo visitante pode ainda comprar moda de surpreendente bom gosto, ótimo artesanato, antiguidades mineiras e européias e peças artísticas executadas em diferentes materiais, do estanho à prata, além de mobiliário mineiro e arte. Tudo de inesperado, surpreendente bom gosto. Assim como comer e dormir tão bem pra uma tão pequena cidade é algo que surpreende o visitante.
E em Tiradentes percebe-se que convivem em paz e harmonia a religião católica tradicional, o turismo e o patrimônio histórico. O modelo mais expressivo da religiosidade se vê durante os festejos da Semana Santa, quando o mito da Paixão é o elemento estruturante da religiosidade: as procissões do Senhor Morto, dos Passos da Paixão da Via Sacra e do Enterro. Tudo emoldurado por casario, capelas e igrejas coloniais. O turismo é coadjuvante nesse universo, ainda que fundamental à sobrevivência de todas essas tradições.

TALVEZ o fato de ter ficado esquecida por dois séculos tenha sido o primeiro motivo de sua preservação: Tiradentes parece um presépio de exposição feito em papier machê. Nem de longe aparenta a imponência de Ouro Preto. Mas se perde dela em suntuosidade, ganha em charme e originalidade. Nenhuma outra cidade histórica de Minas rivaliza com ela no contingente de pousadas e hotéis, sejam de ou com charme. Os restaurantes estrelados por guias ou por comensais, os bares agradáveis para boêmios de calçada, as lojas de artesanato e os antiquários, enfim, tudo é muito atraente para tão pouco espaço. Os preços, infelizmente, acompanham o charme das pousadas.
POR falar nele, o charme de Tiradentes é muito maior que suas dimensões. Sem o turismo provavelmente a cidade teria morrido, com ele permanece igualzinha como há duzentos anos. É uma das menores cidades históricas de Minas e ao mesmo tempo uma das mais visitadas. Não tenha dúvidas de que esse charme arquitetônico preservado é ainda enriquecido por hospedagem de bom padrão, por simpatia e hospitalidade mineiras, por comida boa, artesanato idem e gente da melhor qualidade, as bases para um fluxo cada vez maior de turistas, ainda que não exatamente um turismo de massa e popular.
O visitante que chega à cidade vai primeiro para seu centro histórico, especialmente para ver a Matriz de Santo Antônio, cujo interior é citado por estudiosos como um dos mais ricos do período do barroco mineiro. De fato ele surpreendente pelos detalhes ornamentais de seus altares torneados em madeira e folheados a ouro, pela preciosidade de seu órgão português de 1788 e pela harmonia do barroco rococolescamente preenchendo cada metro de parede. Depois de estasiado por uma agradável caminhada entremeada por passeio de charrete pelo centro histórico o visitante irá querer conhecer a boa vida nas pousadas, a boemia e a boa comida da cidade.

SE estiver caminhando pelas ruas e calçadas - pelos mesmos lugares onde há séculos escravos e senhores circulavam - o visitante de hoje talvez tenha alguma dificuldade em escolher em que bar ou restaurante iniciará ou terminará seu turismo gastronômico ou boêmio. Isso se conseguir um lugar à mesa, é claro. Já nas pousadas, durante as temporadas dos festivais de cinema e de culinária, entre outros diversos eventos que levam multidões à cidade, será fundamental fazer reserva e pagamento antecipados.
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Comida e artesanato de primeira
SE o viajante procura alta cozinha e boa hospedagem num lugar calmo e histórico, deve pensar em Tiradentes. É possível andar de charrete ou de carro e a pé. Num ou dois dias é possível conhecer o que Tiradentes tem de patrimônio arquitetônico-histórico: tudo se resume ao Chafariz de São José, às igrejas de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, de Nossa Senhora das Mercês dos Pretos Crioulos e da Matriz de Santo Antônio, além do Museu Padre Toledo e do casario colonial. A pé e de charrete.

MAS para saborear a cozinha mineira ou internacional de Tiradentes, seja no famoso Tragaluz ou no Santíssima Gula, precisará de mais tempo. A gula é santa em Tiradentes. A cozinha é refinada, a dormida é confortável e as compras irresistíveis. Perca o auto-controle nas sobremesas do Chico Doceiro, mesmo que isso adicione peso à sua cintura. Não deixe de provar a ambrosia do Café Maria Luiza, no Largo do Ó e leve no sabor uma das melhores lembranças desta cidade.
DEPOIS da gula é possível redimir-se parcialmente perdendo um pouco de peso caminhando pelas ruas do vilarejo atrás de lojas de artesanato. Tudo é uma perdição em Tiradentes. A gula e o consumo vivem de mãos dadas em cada porta e janela à espreita do visitante. A tentação da gula vem disfarçada de comida regional e internacional. A do consumo vem descaradamente na forma de artesanato simpático, mobiliário pesado e peças de decoração.
NÃO há como fugir da tentação à gula e às compras: se for para os arredores da cidade, em direção a “Bichinho”, na estradinha de terra em direção a Prados não faltarão artesãos da comida e da arte no caminho. Seja nas rendas ou na cachaça artesanal, nos trabalhos em pedra-sabão ou nas esculturas da família Julião, nas colchas de retalhos ou no mobiliário, na deliciosa comida mineira do “Pau de Angu” e do “Tempero da Ângela”, há comida da boa em lugar simples, rodeada por natureza, preparada e servida por gente humilde e acolhedora. Nada de estranho nessa simpatia e hospitalidade: é da natureza do mineiro ser tão desconfiado quanto acolhedor.

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Pequena no tamanho, enorme na importância histórica
PEQUENA nas dimensões, enorme na importância histórica, a antiga Vila de São José del Rei foi um rico centro urbano da Capitania de Minas Gerais, também de grande relevância na Inconfidência Mineira. Uma das cidades que mais produziu ouro de superfície náa época do Ciclo do Ouro até a decadência da mineração na região.

O ouro foi descoberto em 1702, num lugar chamado “Ponta do Morro” e - assim como em Vila Rica - atraiu grande contingente de aventureiros às catas. Ali mesmo naquele morro ergueram sua primeira capela e a dedicaram a Santo Antônio. O santo também daria nome ao arraial, mais tarde chamado de “Santo Antônio da Ponta do Morro”. Em decorrência do desenvolvimento natural proveniente do ouro, 16 anos após a descoberta das primeiras lavras o ‘arraial’ foi elevado à categoria de ‘vila’, a qual passou a ser denominada ‘São José del Rei’. Mantém-se quase a mesma desde então.

COM o fim do ouro e sem alternativas econômicas, ‘São José del-Rei’ foi elevada à categoria de cidade em 1860 e passou a chamar-se Tiradentes em 1889. O alferes Joaquim José da Silva Xavier, irônicamente nasceu em sua rival São João del Rei. De lá para cá a cidade teve pouco crescimento, ainda que por ela tenha passado o importante ramal ferroviário da Estrada de Ferro Oeste-Minas.

PARA os praticantes do trekking Tiradentes é um paraíso a ser explorado, seja com o acompanhamento de guias ou por conta própria, excursionistas experientes ou iniciantes passeiam por trilhas que levam aos 1400 metros de altitude do topo da Serra de São José.
Fora de Estrada e Charretes: para as trilhas e para o passeio turístico na cidade
A vista panorâmica é o prêmio pelo esforço de quem consegue vencer os nove quilômetros e as quatro horas de caminhada. Quer ir? Vá até o Largo das Forras e combine com um dos guias de plantão por ali. Se quer fazer um passeio de jipe e não tem um, informe-se no hotel ou na pousada sobre uma trilha pela ‘Estrada Real’, especificamente no trecho entre Tiradentes e Prados: um percurso de 3 quilômetros por estrada de terra que liga o município de Tiradentes ao povoado de ‘Bichinho’ e que percorre a base do paredão da serra de São José até o município de Prados. É um passeio ida-e- volta de cerca de 4 horas.
SE procura tranquilidade, fuja de Tiradentes no Carnaval e durante os eventos como a Mostra de Cinema, a Semana Santa, o Festival de Cultura e Gastronomia e até mesmo o Encontro de Motos Clássicas que leva à cidadezinha motociclistas de todo o país. Se é uma Tiradentes bucólica e romântica o seu perfil, vá em qualquer época do ano, mas também nunca nos feriados nacionais prolongados. Se está decorando casa de campo ou de praia, a cidade tem boas lojas de móveis feitos com madeira de demolição e no estilo mineiro, além de vários antiquários de qualidade surpreendente.

PODE-SE contar nos dedos de uma das mãos quantas cidades brasileiras têm um passeio turístico de trem “maria fumaça”. Eu só conheço duas: Ouro Preto e Tiradentes. Nesta última, o trem que liga a cidade a São João del Rei é um dos passeios turísticos mais recomendados pelos guias da cidade. Um percurso de 12 quilômetros por uma via única no mundo com bitola estreita de 0,76 M e que passa pelo Vale do Rio das Mortes. Ele nos faz conhecer duas estações ferroviárias construídas no século XIX.

A paisagem não é excepcional, ainda que pelas janelas dos vagões passem fazendas centenárias, rios e montanhas e faça o passageiro conhecer uma parte dos caminhos por onde escoava-se o ouro das lavras mineiras e conduzia-se o gado pelos escravos.
A bordo dos vagões antigos de madeira da maria-fumaça puxados pela velha locomotiva a vapor, muito mais do que paisagem bucólica rural e de montanha passa pelas janelas: o tempo, antes de tudo - que parece ter parado entre a serra de São José e o leito do Rio das Mortes - passa lento, nostálgico.
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O passeio de “Maria-fumaça”
EU não diria que é “imperdível’. Tampouco necesário, ainda que relativamente agradável. Se tiver tempo, vá. Caso contrário, não troque explorar muito bem Tiradenets e São João del Rei pelo passeio de trem. A paisagem durante a viagem não é lá das mais atraentes e os vagões não são tão confortáveis. Não há também tanto o que se ver e a maior atração é mesmo ao próprio trem, coadjuvado pelas duas estações e pelo interessante Museu Ferroviário de São João Del Rey. Se estiver com crianças certamente elas adorarão. Veja se puder. Mas não deixe de ir às estações e ver as composições.

A Estrada de Ferro Oeste de Minas foi inaugurada em 1881 por Dom Pedro II e funciona sem interrupções desde então. Os vagões de madeira são puxados por locomotivas Baldwin a vapor - as "Maria Fumaça" – neste caso máquinas do início do século XX, ainda que as originais fossem de fins do século XIX. Apenas este trecho de 12 quilômetros que liga São João del-Rei a Tiradentes está em funcionamento na bitola estreita.
Distância do Percurso: 12 quilômetros; Duração do Passeio: 35 minutos
Valor da Passagem: adulto, R$ 15,00 ida; 25,00 ida e volta;
Maiores de 60 e crianças (6 a 10), R$ 8,00 ida; 14,00 ida e volta;
Museu Ferroviário de São João Del Rey
Av. Hermilio Alves, 366
São João D'el Rey - MG
De terça a domingo das 9:00 hs às 11:00 hs e de 13:00 hs às 17:00 hs
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Próximo capítulo:
O patrimônio arquitetônico histórico de Tiradentes em detalhes



Reader Comments (15)
Adoro o seu país e como você o mostra!. Tiradentes: um lugar lindo e com sabor especial! Bonita descoberta!!! PARABÉNS por o post
Interessante conhecer a história do conflito da Guerra dos Emboabas para nunca mais repetir conflitos sangrentos e dolorosos.
Arnaldo, você tem razão há cidades que sobreviven graças a o turismo e é importante para elas perservar o entorno.
Brasil é um lugar enorme cheio da surpresas, Tiradentes é um bom exemplo.
Tchau.
CARMEN, muchas gracias, mui amables sua palabras e su visita desde España.
Sim, Tiradentes vive do comércio e do Turismo, do artesanato, da agricultura e pecuária e talvez de uma ou outra fábrica.
É mesmo uma das cidades históricas de Minas Gerais que melhor soube manter seu patrimônio. A Espanha é um dos países no mundo que melhor soube conservar seu patrimônio milenar e isso é extremamente difícil para um país com um patrimônio histórico arquitetônico tão grandioso, tão monumental.
O Brasil é um país de enormes potenciais turísticos mas ainda relativamente mal neste setor por conta de fraca infra-estrutura para um pouco além das principais cidades.
Poxa.. Quanta informação legal sobre Tiradentes e São João del Rei.. Legal conhecer mais um blog de viagem.. Também tenho um que fala do turismo de uma maneira em geral.. Quando puder, dá uma passada no meu também.. ;)
Abraço,
Thiago
Arnaldo
Mais uma vez parabens. Para aqueles que gostam de passeios de trem a vapor, a ABPF oferece os seguintes passeios: Passa Quatro, em Minas Gerais, ate o túnel da Mantiqueira, Sâo Lourenço em Minas Gerais, Anhumas, perto de Campinas em SP, e dois pequenos percursos perto da Cidade de SP, um no memorial do imigrante, e outro em Paranapiacaba, que é um dos projeots de restauração turisitca mais bem feitos que já vi no Brasil.
ERNESTO, ótima contribuição, obrigado.
è sempre um prazer...
Olá Arnaldo,
Enviei um e-mail semana passada sobre a negociação de um banner no blog. Estou enviando outro agora mesmo pelo forulário de contato. Pode entrar em contato urgente comigo, por favor?
Agradeço desde já.
[]s
GABRIEL, eu não recebi NENHUM e mail seu. E aqui não há seu endereço para resposta. No formulário "e mail" se me escrever receberei,
Arnaldo, Tiradentes foi a cidade histórica que mais me encantou. É belíssima, tem ótimas opções gastronômicas, uma bela natureza no entorno...Eu saí dali para ir a Ouro Preto e o choque foi grande, demorei um pouco para digerir a diferença entre as duas.
As fotos como sempre, espetaculares. Um abraço!
Caro Arnaldo
Depois de um tempo de ausência aqui estou eu, e novamente fui surpreendida pelas tuas belas imagens e pelo primor de texto que você escreveu sobre Tiradentes.
As imagens são belíssimas e se transformam em uma linda moldura para o seu texto.
Tiradentes é, realmente, uma jóia rara entre as cidades históricas de Minas Gerais e, por que não, do Brasil. Quem conhece a história da Guerra dos Emboabas (e quem disse que no Brasil, nunca houve guerra?), se emociona no momento em que o trem passa pelo Rio das Mortes.... não é possível ficar indiferente....
Toda vez que vou a Tiradentes tenho vontade de estudar ainda mais a história do Brasil colônia......
Obrigada pelas imagens.... você foi novamente feliz...
Parabéns....
Sônia
P.s.1 - Estaria em seus planos fazer uma viagem como essa para Diamantina? Acho que a cidade também merece ser cantada pelas tuas fotos e proza.
P.s. 2 - Não sei se você lembra, mas eu postei um comentário sobre OP, dizendo que levaria minhas alunas para BH e depois OP. Fomos, a viagem foi um sucesso e trouxemos lindas imagens e sonhos dessa cidade que ficou imortalizada por seus sonhadores. Como sempre, voltar a Ouro Preto fez bem a minha alma... espero q você também retorne a Ouro Preto, ela merece ser revisitada!
Sônia
Arnaldo,
Já enviei uns 2 ou 3 e-mails. Ou o formulário de contato está com algum problema, ou algo está dando errado rs
De qualquer forma, meu e-mail é gabriel.tonobohn [at] riot.com.br. Se puder me enviar um e-mail, aí podemos conversar. Agradeço se puder fazer isso com urgência :-D
Obrigado e paraéns pelo blog.
[]s
Parabéns pelas maravilhosas imagens. Convidamos você, que ama fotografias, para visitar e participar do blog Janelas para o Mundo: http://windowstotheworld.wordpress.com . O objetivo do projeto é mostrar que a paisagem muda, mas o mundo é único e especial.
Valeu Arnaldo...acho que dessa vez vai me ajudar a escolher o destino do próximo feriado!
CARLA Z, muito obrigado. Fico muito feliz de que vc tenha viitado tantas páginas do F&F, tenha deixado tantos comentários. Grande abraço e estou às ordens para dicas e sugestões.