PETRA. Rosa, de pedra, para jamais esquecer

O El Khazneh, ícone de Petra, em detalhe
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ROSA e encantadora, PETRA é de pedra. De pedra Petra é feita, de pedra encantada. De pedra e na pedra. No nome e na forma. No corpo e no espírito. Do grego "petrus", do árabe al-Bitrā, é de pedra em qualquer língua. Pedra rosa, pedra lavrada, pedra esculpida, pedra talhada, pedra furada, pedra escavada. É toda de pedra. Pedra tosca, pedra trabalhada. Até de pedra são os caminhos. De pedra ou na pedra, esfarelada ou lavrada, mas de pedra. Petra é de pedra, todinha de pedra, mas não é dura como a pedra, é romântica, aventureira, histórica, mística, turística. É encantadora, Petra.
Tal como no filme, o El Khazneh se mostra assim, aos poucos, à medida que se avança pelo Siq
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SEJA lá como for que Petra se revele a cada um, ela o fará sempre com charme em toda sua romântica, aventureira, histórica, geológica, arquitetônica e turística imponência.
Petra é de pedra
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DE pedra que sempre surpreenderá, Petra marcará. Sua escandalosa ostentação de beleza e imponência não deixam dúvidas: foi projetada para maravilhar, para impressionar, para marcar. Assim a fizeram os nabateus, o povo que entalhou Petra na pedra. O povo se foi, mas Petra ficou, eterna, de pedra que é. Petra de pedra, que pedra é pra sempre, pra jamais se esquecer.
De pedra é Petra
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PETRA é um desses alguns lugares no mundo com tamanha capacidade de maravilhar que quem a conhece jamais a esquecerá. E em alguns sua lembrança marcante os fará voltar. Redescoberta em 1812 pelo explorador suíço Burckhard - depois de séculos escondida, perdida depois e entre o desfiladeiro - desde então mantém sua capacidade inigualável de surpreender, impressionar, seduzir e atrair. E pra sempre surpreenderá, porque é feita de pedra. De pedra que jamais cairá, porque é feita na pedra, mais do que de pedra.
Depois do Siq do El Khazneh Petra tem outros siqs e muito mais monumentos
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NEM mesmo as palavras do poeta (*) conseguem transmitir tanta imponência e beleza. Petra tem que ser vista para então ser compreendida e assimilada:
“Ela não parece trabalho da mão criativa do homem...,
...mas da rocha nasce como mágica,
Eterna, silenciosa, bela, só!...
Não, não é branca como o altar dórico
Em que Atenea celebrava seus ritos divinos,
Nem cinza como uma catedral...
É rosa e vermelha...
Faça-me igual à maravilha,
Zelosamente guardada pelo Sol do Leste,
Uma cidade rosada,
Tão antiga quanto o tempo...”
Pedra tosca, pedra trabalhada. Até de pedra são os caminhos. De pedra ou na pedra
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O tempo passou, tanto tempo passou, mas Petra agora é um dos lugares mais visitados do Oriente Médio e segue despertando as mesmas emoções que quando Burgon escreveu seu poema.
(*) Dean Burgon (John William Burgon - 1813 - 1888), nasceu at Smyrna, Turquia, filho de um mercador turco e uma mulher grega. Burgon formou-se em 1845 na Worcester College, em Oxford – Inglaterra, ano em que ganhou o prêmio Newdigate por seu poema “Petra”, que descreveu como ninguém, ainda que a jamais tenha visto.
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CONHECENDO Petra (como turista, não como geólogo)
Pedras são rochas,
Magmáticas, sedimentares, metamórficas,
Cristalizadas, do magma resfriado,
De quartzo, feldspato e muscovita.
São granitos, mármores, obsidianas,
Umas agregadas, outras metamórficas.
São de arenito, de siltito, de argilito,
De tantas, tantas outras variações.
Mas em Petra as pedras são de magia,
De pura magia são as pedras de Petra,
Tão pura magia
Que nenhuma geologia
Consegue explicar
Do que são feitas
As pedras de Petra.
(eu mesmo)
PARA se conhecer Petra além do básico é necessário muito esforço. São longas e estafantes caminhadas e ainda mais subidas. É preciso algum preparo e condicionamento, roupa adequada, acessórios, água e proteção solar. Por isso a melhor época para visitá-la é quando as temperaturas são mais agradáveis, caso contrário se revelará extenuante.
Para se conhecer Petra além do básico é necessário muito esforço e preparo físico
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MAS esteja certo de que todo e qualquer esforço físico e financeiro terá valido muito mais do que cada centavo gasto e cada gota de suor escorrida, os 262 km que a separam de Amã, os os 133 km de Aqaba, seja lá como for essa viagem. São cerca de 800 monumentos, de edificações a tumbas, de teatros a termas, de templos a portais monumentais, de ruas de colunas romanas a lugares de sacrifícios, a maior parte escavada na rocha.

Oi!
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Petra é tão espetacular que justifica por si só uma viagem à Jordânia. É seguramente uma das maravilhas não apenas do Oriente Próximo e da Jordânia, mas do Mundo. A sua monumentalidade é simplesmente escandalosa. E Petra pode ser visitada de manhã até à noite, mas se o desejo é fazer fotografias, a parte da manhã até dez horas e a do fim do dia são as melhores, quando os ângulos e a intensidade da luz do sol estão perfeitas e a acentuam, revelam detalhes esplendorosos das multicoloridas rochas.
A cidade, perdida por séculos desde sua quase destruição integral por um terremoto no século 6, teve preservada sua parte atualmente conhecida justamente por suas características construtivas fundamentais: a maior parte de seus monumentos foi inteiramente entalhada ou escavada diretamente na pedra pelo povo nabateu, em vez de construídos pedra sobre pedra.
Os caminhos são de areia, pedra, cascalho, subidas, descidas. Mas sempre belos.
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ONTEM caravaneiros, hoje turistas. As andanças dos milhares de turistas de hoje parecem reviver um passado bem distante, da época em que Petra era uma das rotas de comércio mais importantes do Oriente Médio, do deserto ao Mediterrâneo, do Egito à Síria, cujas mercadorias eram desde o incenso que vinha da Arabia Felix (atuais Yemen e Omán), e que se distribuiam aos mercados de Jerusalém, Alexandría e Roma, mas também as sedas da China, o marfim e os escravos da Núbia e as especiarias da Índia.

Wadi Musa
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O acesso ao complexo de Petra começa na vila de Wadi Musa, no Bab as-Siq (Portal do Siq), na verdade uma estrada de pedregulhos e cascalho de arenito, a rocha sedimentar de cor beige monocromática por onde trafegam cavalos árabes, charretes e pedestres.
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O Siq
DA entrada oficial do parque uma estrada pedregosa desce ao longo do Wadi Musa e já mostra algumas tumbas dos nabateus escavadas na rocha de arenito. Este é o trecho que recomendo fazer de charrete.
Este trecho eu recomendo que faça de charrete. Guarde sua energia para o que vem adiante, é árduo!
(e confesso que foi bem gostoso andar de charrete no Wadi Musa)
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ESTA estrada se extende ao longo do árido, seco vale denominado Wadi Musa. Ainda que Petra seja conhecida como “Cidade Rosa”, ao entrarmos nela por Bab as-Siq, uma estrada de pedregulhos e cascalho de arenito, a rocha sedimentar de cor beige monocromática por onde trafegam cavalos árabes, charretes e pedestres. Esta estrada se extende ao longo do árido, seco vale denominado Wadi Musa.
Aridez, ar seco e muito sol recomendam: charrete, chapéu e água
(caso não queira arranjar um cálculo renal ou uma insolação)
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ESTAMOS num terreno de paisagens literalmente monocromáticas em tons de bege e pérola - com alguns marrons aqui e ali - que predominam no Vale de Moisés. Siq (do árabe fossa) é um o desfiladeiro sinuoso e estreito que forma a proteção natural da entrada da antiga cidade de Petra. Aquele mesmo percorrido por Indiana Jones.
Há três opções para vencer o primeiro trecho:
1) a pé, 2) a cavalo trotão, 3) de charrete
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o Siq
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A estrada larga leva até a garganta, o Siq, a principal rota até Petra propriamente dita. No interior da garganta podem-se observar os canais que captavam água da chuva e uma engenhosa barragem antes da garganta, construída para evitar que tempestades alagassem o desfiladeiro. Em alguns trechos o desfiladeiro tem menos de 5 metros de largura, o que proporciona ainda mais grandiosidade e impacto às paredes que têm mais de cem metros de altura. Originalmente o piso era pavimentado, mas hoje alguns trechos apenas têm as pedras originais do calçamento, sendo o restante recoberto por areia. O Siq é um tortuoso, sinuoso, encantador portão de entrada para o Tesouro. É do final dele que se tem o primeiro e marcante vislumbre do Tesouro de Petra, - o Khazneh - da Cidade Rosa, literalmente escavado na rocha, com seus imponentes pilares ornados por capitéis coríntios (1*).
(1*) A ordem coríntia é a mais ornamentada das três ordens arquitetônicas gregas e romanas. As colunas de ordem coríntia tem de 9 a 11 vezes a medida do diâmetro da base. Exemplos de templos de ordem coríntia são: Templo de Zeus (Atenas), Templo de Apolo (Olímpia). Foi tendência no final do século V a.C. e o início do século IV a.C.
Capitéis Dóricos
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O Tesouro visto do Siq
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DEPOIS do Bab as-Siq é que se segue por cerca de dois quilômetros, até a fenda - ou Siq - um desfiladeiro, ou garganta, cujas paredes em ambos os lados têm 200 metros de altura. Não há nada construído pelo homem no caminho de 4 metros de largura, a não ser a canalização da água da chuva escavada na rocha aos pés dos paredões, um exemplo de que os nabateus eram exímios em sistemas hidráulicos.

A engenhosidade dos nabateus mostrada numa ilustração do sistema de captação de águas de Petra
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O ponto alto do passeio a Petra é justamente essa travessia - a pé ou de charrete - da garganta que antecede o Tesouro – ou El Khazneh - A Câmara do Tesouro - e que repentinamente se abre pouco depois da última curva. Como se fosse a personagem principal de um cenário impressionante, esse repentino aparecimento do gigantesco monumento entalhado na rocha, com sua imponência e majestade provoca no visitante espectador o mesmo efeito experimentados por Indiana Jones e seu Pai - desempenhados magistralmente por Sean Connery e Harrison Ford no filme Indiana Jones and the Last Crusade, de Steven Spielberg (2*)

O Tesouro – ou El Khazneh - A Câmara do Tesouro
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É um choque encantador. Por segundos absorve e arrebata olhar e respiração, congela-nos e nos espanta. Todos, em palavras, talvez sem respiração, boquiabertos de certo, ficam por segundos intermináveis completamente admirados e atraídos pela revelação do Tesouro de Petra. E é exatamente esta ansiedade que nos toma por todo o tempo que atravessamos os mil e duzentos metros do desfiladeiro.
(2*) O edifício da Câmara do Tesouro foi usado como cenário no filme Indiana Jones e a Última Cruzada, mas o interior mostrado no filme não corresponde ao real, pois fabricado em estúdio e é muitas vezes maior do que o “pequeno” interior real escavado na rocha.
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O Khazneh
O mais conhecido dos monumentos de Petra chama-se Khazneh e também é o primeiro a ser visto pelo visitante que chega pelo Siq. A fachada monumental esculpida diretamente na rocha tem 40 metros de altura e é extremamente bem preservada, considerando sua idade, talvez por estar confinada num desfiladeiro, o que de certa forma a protegeu de ventos e demais intempéries. Seu nome em árabe significa tesouro e vem da lenda de que era usado para guardar as riquezas, mas na prática deve ter sido ou uma tumba ou um templo.

O Khazneh em detalhes
O Khazneh em detalhes
ATRÁS da impressionante fachada tem-se acesso, através de um portal, a um grande salão inteiramente escavado na rocha que impressiona pela dificuldade que deve ter sido para executá-lo, assim como, é claro, também a imponente fachada. O que define que o lugar deva ter sido uma tumba é o fato de que ao contrário da fachada ricamente ornada, o interior é nada mais que um buraco quadrado, característica de todas as demais tumbas de Petra: interiores planos e simples como covas e exteriores imponentes. A única decoração do interior é natural: as ondulações da pedra em vários tons.
O Tesouro
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OS seus 42 metros de altura e 30 de largura que são as medidas de sua imponente fachada esculpida na pedra rosada, onde há representações de mulheres, cavalos e soldados, impressionam mais por estarem espremidas num desfiladeiro, o que lhe dá mais imponência devido ao espaço relativamente exíguo e à luz do sol que bate diretamente sobre ela.

O Khazneh fica numa espécie de praça entre as duas paredes do desfiladeiro, cujo piso é de rocha em forma de cascalho e areia, rodeado por paredões enormes de pedra. É possível, sem grandes dificuldades, subir até um determinado ponto de onde se tem uma bela vista do Tesouro e da praça vistos do topo.

NAS proximidades do Khazneh há outras tumbas escavadas na rocha, menores e bem mais elementares. Seguindo-se por este desfiladeiro do lado direito do Tesouro, bem mais amplo e largo do que o Siq, podem ser vistas diversas tumbas escavadas na rocha, que na verdade mais se parece com mini cavernas naturais, mas são buracos escavados pelo homem. Seguindo o caminho, um pouco adiante chega-se a um gigantesco semi-círculo que é o anfiteatro que abrigava oito mil pessoas, atrás do qual, no alto, há mais tumbas escavadas na rocha.
PERTO do teatro uma escadaria na rocha leva o Lugar Alto dos Sacrifícios e às Tumbas Reais.
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Mosteiro (El-Deir)
ESTE caminho para El-Deir, começa por uma área bem aberta e ampla, plana, para depois virar uma subida íngreme entre desfiladeiros, caminhos estreitos, degraus escavados na pedra e que sobem até não mais acabar.
O Mosteiro
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Algumas vezes o caminho é de subida bem íngreme e escadas, noutras é plano. Pode ser feito quase todo por burrico, tanto na subida quanto na descida, esta um pouco mais amedrontadora. No caminho e apenas nesta área de Petra podem ser vistos pequenos (médios) lagartos, os lizards, de várias cores, sempre ágeis, sobre as rochas.
O trecho final desta subida é bem íngreme e passa através de passeios estreitos e paredes íngremes que sobem abruptas a partir do piso estreito do caminho, em arenito amarelo, até emergir numa ampla área de areia e pedregulhos. E “escondida” por uma aprede de pedra à direita fica o segundo mais belo monumento de Petra, o Mosteiro El-Deir.

Só lá em cima é que você terá condições de avaliar o quanto foi bom
vir de charrete um trecho, de camelo outro e de burrico até quase o topo!

O Mosteiro é maravilhosamente entalhado na face da enorme parede de rocha, um pouco menos decorada e trabalhada do que o Tesouro, mas tão imponente e grandioso quanto este. Seu nome – assim como o dado ao “Tesouro” não reflete a realizade, jamais foi um mosteiro, mas um templo nabateu. Provavelmente esse nome foi dado em função de umas cruzes desenhadas na rocha, em seu interior. Provavelmente o templo tenha sido dedicado ao Rei Obodas I, nabateu, que reinou durante o primeiro século depois de Cristo.

Além de tudo espetacular que foi construído pelo homem em Petra, a natureza foi também lhe foi esplêndida
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A arquitetura do Mosteiro é similar à do Tesouro, porém mais larga e alta (tem 50 m de altura x 45m de largura). A fachada é mais plana no nível inferior e mais profundamente entalhada na parte superior, com colunas monumentais e um portão central monumental, com 10 m de altura, que dá acesso à pequena urna interior.

Sol, sombra e água fresca defronte ao Mosteiro: descanso para a descida de volta
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A praça central defronte ao Mosteiro provavelmente acomodava muitas pessoas nas cerimônias religiosas. Orioginalmente ela era rodeada por colunas de pedra. O interior consiste num salão simples e quadrado, com uma pequena escada que dá acesso a um nicho, uma espécie de altar.


NUMA caverna defronte o Mosteiro fica um café que oferece sombra e refrigerantes, descanso antes de iniciar a descida e um belo lugar para admirar demoradamente a fachada do monumento. Infelizmente não há banheiros.

OUTROS lugares na área podem ser alcançados por trilahs e subidas, como a pedra circular que contém uma caverna, ao lado do café. Dela deve-se ter uma maravilhosa vista da praça e do Mosteiro.
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Outros Destaques
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O Lugar alto de Sacrifícios
COMEÇANDO de um ponto próximo ao Teatro fica o caminho para o Hall dos Sacrifícios, uma subida mais íngreme no início e depois um pouco mais suave, até chegar a um espaço aberto no alto de uma colina, de onde se tem uma bonita vista do lugar, onde há um obelisco tosco de pedra. Então, o Jabal al-Madhbah, que numa tradução literal seria o “Alto Lugar de Sacrifícios” é alcançado numa caminhada de 30 minutos de subida.
Tumbas pra lá, tumbas pra cá
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O lugar do sacrifício é um círculo plano, feito no chão, foi escavado na rocha e continha canais para canalizarem o sangue do sacrifício de animais. Dali, olhando-se para a direita podem-se ver as Tumbas Reais. O ponto mais alto é onde fica o obelisco.

Meus agradecimentos a Cuco e Ferrari
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Os romanos também andaram por Petra e deixaram belíssimos vestígios
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As Tumbas reais
Em frente e ao norte do Khazneh fica um maciço chamado Jebel Khubtha. Três grandes estruturas conhecidas como Tumbas Reais foram escavadas na face da rocha, conhecidos como Paredão do Rei. Não é claro a que Rei se refere ou se é apenas um nome popular sem base alguma em fatos históricos.

Se depois de subir a pé e descer até a metade do caminho você estiver exausto, camelos taxi, a solução
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ABAIXO: Eu, meu "ferrari" empacado e uma das maravilhas que é Petra, ao fundo
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A primeira tumba chama-se Tumba da Urna, é a mais bem preservada, a que fica defronte ao espaço aberto, uma “praça” suportada por colunas de abóbodas. Um claustro com fachada de colunas fica acima e ao fundo desta “praça”. Essa fachada monumental elaborada esconde um simples interior com apenas 20 metros de profundidade. As colunas e a fachada são de curvas suaves e o interior é áspero, quadrado. A única decoração do interior é natural: as ondulações da pedra em vários tons.

Você não sabe onde ir, eles sim...
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As pedras do caminho são muitas
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DEPOIS de pequenas tumbas menores há uma estrutura maior, cujas colunas coríntias estão mais desgastadas pelas intempéries, mas cujo desenho remete ao Khazneh. Logo depois dela vem a Palace Tomb, construída imitando o estilo de um palácio romano, cuja fachada também está bastante desgastada.
UM pouco mais distante das Royal Tombs fica uma outra tumba, construída no período de dominação romana de Petra, durante o governo de Adriano, a tumba Sextius Florentinus. É um pouco mais modesta que suas semelhantes mais próximas.
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Um pouco de história
PETRA já era uma cidade famosa por conta do comércio de especiarias e de mercadorias de luxo, como seda e perfumes que se davam através de rotas comerciais entre China, Índia, Egito, Grécia, Roma e Síria. Mas também pela engenharia hidráulica desenvolvida pelos nabateus, cujos sistemas de captação e armazenamento de água é notável, como também por ser um lugar muito importante na época para a hospedagem da grandes caravanas destas rotas comerciais, tanto pela abundância de água, quanto pela segurança e pela variedade de suprimentos e de mercadorias que se podiam comprar ali.

UM pouco de pesquisa (3*) da história de Petra nos revela seus antecedentes: toda a região onde se encontra Petra foi ocupada por volta do ano 1200 a.C. pela tribo dos Edomitas e recebeu então o nome de Edom. A região sofreu numerosas incursões por parte das tribos israelitas, mas permaneceu sob domínio edomita até à anexação pelo império persa. Importante rota comercial entre a Península Arábica e Damasco durante o século VI a.C., Edom foi depois colonizada pelos Nabateus - uma das tribos árabes - o que fez com que os Edomitas mudassem-se para o sul da Palestina. A fundação de Petra pelos nabateus se deu em 312 a.C. O ano é apontado como data do estabelecimento dos nabateus no enclave de Petra e da nomeação desta como sua capital. Durante o período de influência helenística dos selêucidas e dos ptolomaicos, Petra e a região experimentaram um grande florescimento material e cultural, especialmente por causa do aumento do intercâmbio comercial e pela fundação de novas cidades na região, como Rabbath'Ammon, atual Amã, e Jerash.
DEVIDO aos conflitos entre selêucidas e ptolomaicos, os nabateus ganharam o controle das rotas de comércio entre a Arábia e a Síria. Sob domínio nabateu, Petra converteu-se no eixo do comércio de especiarias, servindo de ponto de encontro entre as caravanas provenientes de Aqaba e as de cidades de Damasco e Palmira. O estilo arquitetônico dos nabateus, de influência greco-romana e oriental, revela a natureza ativa e cosmopolita de um povo que acreditava que Petra se encontrava sob a protecção do deus Dhû Sharâ (Dusares, em grego).

MAS também os romanos andaram por Petra. A época romana deu-se entre 64 e 63 a.C., quando os territórios nabateus foram conquistados pelo general Pompeu e anexados ao Império Romano durante sua campanha para reconquistar as cidades tomadas pelos hebreus. Contudo, após a vitória, Roma concedeu relativa autonomia a Petra e aos nabateus, sendo as suas únicas obrigações o pagamento de impostos e a defesa das fronteiras das tribos do deserto. No entanto, em 106 d.C., Trajano retirou-lhes este estatuto e converteu Petra e Nabatéia em províncias sob o controle direto de Roma (Arabia Petrae). Adriano, seu sucessor, rebatizou-a de Hadriana Petrae, em sua própria honra, como era próprio do caráter romano da época.

DURANTE a época bizantina, em 313 d.C., o Cristianismo converteu-se na religião oficial do Império Romano, o que teve as suas repercussões na região de Petra. Em 395, Constantino fundou o Império Bizantino, com capital em Constatinopla, atual Istambul. Petra continuou a prosperar sob o seu domínio até 363, ano em que um terremoto destruiu quase metade da cidade. Contudo a cidade não morreu: após este acontecimento muitos dos edifícios "antigos" foram derrubados e reutilizados para a construção de novos, em particular as igrejas e os edifícios públicos. Em 551, um segundo terremoto ainda mais forte e destruidor arrasou completamente a cidade. Petra não conseguiu recuperar-se da catástrofe especialmente porque as rotas comerciais diminuíram o interesse neste enclave e mudaram sua rota.
(3*) Fonte: Wikipédia
PORISSO Petra é mais que “apenas” o Tesouro, o ícone da cidade. O mosteiro Jabal al Deir, o Lugar Alto dos Sacrifícios, o Grande Templo, as ruínas das construções romanas. Para conhecer esses pontos é preciso subir muito, caminhar demasiadamente, mas felizmente para quem quer pode-se recorrer aos “taxis” - os burricos. Eu, aprticularmente, recomendo fazer um trecho de camelo e depois de burrico. Ainda assim, caminha-se bastante por onde ou os burricos não chegam ou onde else não podem trafegar.
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COMO visitar Petra
NÃO se impressione (mal) com a chegada ao complexo de Petra. A primeira coisa a fazer é atravessar um caminho repleto de barraquinhas de souvenirs e comida até chegar ao Petra Visitor Center, onde se compra o ingresso necessário ao acesso e visitação ao parque. Talvez seja útil pra ir ao banheiro e comprar água, ainda que no interior do parque isso seja possível, mas entrar “apertado” decididamente não é uma boa. Use um banheiro pago instalado num trailler e logo depois compre água mineral noutro logo ao lado. Esvazie no primeiro e reabasteça no segundo.


- Ancient coin, mister? O vendedor de “moedas antigas” certamente vai fazer você pensar que se trata verdadeiramente de uma moeda antiga, mas, acredite, elas são as mais manjadas moedas falsas de toda a Jordânia. Diga “La, shukran!” (não, obrigado!) e siga seu caminho, que Petra precisa de tempo pra ser vista.
ENTRANDO no parque você verá logo uma oferta de cavalos e charretes. Eu recomendo as charretes. Pegue uma e vá pedindo para parar e tirar fotos onde quiser. Guarde energia para o que vem pela frente. Esteja certo de que o que vem pela frente é árduo, se decidir fazer tudo a pé. Cavalos eu recomendo apenas a quem monta bem e já cavalgoucavalos árabes, reconhecidamente lindos e inconfortáveis trotões. A charrete dá pra dois e é quase tão inconfortável quando o cavalo, mas ao menos está protegido do sol e podemos parar, saltar e subir com facilidade.

ESTE trecho da entrada do parque, por charrete, o levará até o Tesouro, através do Siq. Lá o trajeto estará concluído e o serviço concluído, porque dali em diante as charretes não podem seguir. Dali em diante é a pé, de camelo ou burrico. Eu recomendo camelo até um certo trecho e depois de burrico e, finalmente, a pé até El Deir, o Mosteiro.

Indiana Jones dos pobres, fake, falso e narcisista se auto-fotografando...
NÃO creia que por ir de charrete perderá o “encanto” de cruzar a pé o desfiladeiro. É claro que esta pode ser uma opção, cruzar a pé todo o desfiladeiro e mais o Wadi Musa desde a entrada do parque, mas se você souber o quanto o espera para explorar, saberá que foi bom ecomomizar tempo e energia para tudo o que vem depois do Tesouro (al-Khazneh) - o monumento mais conhecido de Petra, o mais emblemático, recentemente elevado à categoria 7 Novas Maravilhas do Mundo.
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MAPAS, Fotos e Links
MAPA de Petra
http://www.atlastours.net/jordan/petra_map.html
PÁGINA oficial de Petra
FOTO 360 graus de Petra
http://www.panoramas.dk/fullscreen2/full24.html
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Petra e Wadi Rum
Para visitar ambos, o melhor é hospedar-se em Aqaba, uma cidade balneária nas margens do Mar Vermelho, apropriada para o mergulho por causa dos corais e os peixes coloridos. A cidade fica a cerca de 30 quilômetros do Wadi Rum - o grande deserto jordaniano também conhecido como "Vale da Lua" -, e de Petra, a “Cidade Perdida”.
HOTÉIS em Petra
Na “porta” do Parque de Petra: Petra Guest House and Hotel
Resenhas no Tripadvisor
http://www.tripadvisor.com/Hotels-g318895-Petra_Wadi_Musa-Hotels.html
Moevenpick
Taybet Zaman Hotel & Resort Petra
http://www.asiatravel.com/jordan/petra/taybet/index.html
Grand View Resort Petra
MAPA de Petra

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1. Djinn Blocks |
10. The Corinthian Tomb |
19. Qasr Al-Bint |
28. High Palace of Sacrifice |
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2. Obelisk Tomb |
11. The Palace Tomb |
20. The Unfinished Tomb |
29. Lion Fountain |
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3. The Siq |
12. Sextius Florentinus Tomb |
21. Al-Habees Museum |
30. The Garden Tomb |
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4. The Treasury |
13. House of Dorotheos |
22. Petra Archeological Museum |
31. Triclinium |
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5. Street of Facades |
14. The Nymphaeum |
23. Lion Triclinium |
32. Renaissance Tomb |
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6. The Theater |
15. Colonnaded Street |
24. The Monastery |
33. Broken Pediment Tomb |
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7. Aneisho Tomb |
16. The Byzantine Church |
25. Turkmanian Tomb |
34. Roman Soldier Tomb |
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8. Urn Tomb |
17. Winged Lions Temple |
26. Conway Tower |
35. Snake Monument |
|
9. The Silk Tomb |
18. The Arched Gate |
27. Moghar Annassara |
36. Crusader Fort |





Reader Comments (33)
Arnaldo, mais uma vez o sue texto eh de dar arrepios! As fotos entao nem se fala!
Eu jah andei pesquisando muito sobre Petra e jah vi muitas fotos dos mesmos lugares, mas as suas estao nao so mostrando, mas contando uma historia!
Parabens, e seus relatos serao muito uteis na minha viagem a Jordania!
Abs
Adriana Miller
ADRIANA, fico feliz por sua visita, seus elogios me encantam e me fazem bem e a melhor maneira de agardecê-los é fiar à sua disposição para o que precisar de informações que estiverem ao meu alcance lhe responder. Fique à vontde pra me perguntar taantas e quantas vezes precisar sobre a Jordânia, no sentido de ajudá-la a programar e construir sua viagem.
Caramba, adorei teu post. Arnaldo, uma pergunta, vocês viajaram por conta própria, sem um pacote, não é isso? Caso seja assim, dormiram no deserto de Wadi Rum?
Beijos
PATRÍCIA, nós não dormimos no Wadi Rum. Vai ficar pra uma próxima, conhecer, explorar e dormir no deserto. Há operadoras que fazem isso e que podem ser copnseguidas a partir de Amã.
NÃo fomos de pacote, fomos por conta própria. De Amã a Petra fomos cedinho e retornamos de noite, de taxi. O que precisar, se estiver programando viagem, me escreva quantas vezes quiser e precisar, estou às ordens para ajudar vc a planejar uma viagem à Jordânia.
UUAUUUU !!
Magnifico , Arnaldo !
Agora consegui entender Petra , direitinho , e estas dicas de locomoção valem ouro em pó !
Mas, diga lá : não vale a pena descer da charrete uns 100m antes do Khazneh , para chegar a pé ?
SYLVIA, só vale! É o que vale, é o que fiz. Pedi pra parar ANTES de chegar, uns 50 metros, antes de ele SE apresentar. Foi dez! Vc sacou muito bem o "espírito" da coisa.
Grande Arnaldo, grande viagem, grandes fotos, grandes relatos. Tudo grande, né? Grande abraço
...precisa de palavras? (boca aberta)
Mesmo com toda a expectativa, esse post de Petra superou tudo. Maravilhoso!
E eu que imaginava que Petra seria só o Tesouro, que ingenuidade. O Mosteiro, as Tumbas Reais, a visão de tudo isso ao longe...isso sim é um privilégio, Arnaldo.
(Ai, ai...quando será que conseguirei ir à Jordânia? )
Obrigada por tanta dedicação ao post, os viajantes empolgados agradecem! :-)
BETO, vc há meses não passa por aqui que até pensei que eventualmente eu tenha dito algo que não o agradasse. Fico muito feliz com seu retorno e seu comentário. Gratíssimo.
EMÍLIA, a dedicação teve um motivo muito especial, minha paixão avassaladora por Petra, inesperada e decerto uma das coisas mais agradáveis que já senti ultimamente. Grato pelo elogio, a visita e seu comentário semrpe elogioso, incentivador e, sei que sincera admiração.
Tá doido, Arnaldo! Eu sempre passo por aqui. Não deixo recado porque sou preguiçoso e um tanto mal educado. Mas tô de olho e sempre recomendando pros amigos. Abração
BETO, mal educado vc nunca foi e certamente nessa nossa idade jamais será. Preguiçoso tá certo, também me bate uma preguicite danada (coisas da idade), mas vê se comenta, faz uma forcinha, afinal, isso é o gás maior ...Grande abraço! Saúde.
Que idade, Arnaldo? :schock:
A nossa!
Oi Arnaldo. Eu acho que padeco do mesmo mal do Beto. Leio seus posts regularmente, porem comento esporadicamente.Voce me inspirou varias viagens, a mais recente foi um passeio a Kyoto e as suas dicas facilitaram muito a minha estada por la.Voce eh sempre muito minucioso, conciso, didatico, prestativo, etc...Achei o maximo a sua dica sobre o papel higienico, porque eu acho que Kyoto eera a unica cidade do Japaoque nao disponibilizava papel higienicogratuitamente e a gente fica ate mal acostumada.Voce tinha que compra-lo na maquina de venda automatica dentro do banheiro.Agora ja tem papel higienico gratuito. Nossa...acho que hoje eu extrapolei.Tambem essa serie de posts sobre a Jordania me deixaram desnorteada. A Alice tambem esta mandando muito bem nos cliques. Parabens ao casal!!!
NEIDE, obrigadíssimo pelo comentário. Fico feliz por ter inspirado e ajudado a se "manter" em Kyoto. Quero que vc saiba que é um przer tão grande saber disso quanto escrever aqui.
O ALIMENTO do blog é o comentário do leitore, por mais curtos e simples que possam ser, daí eu ter esrito aquilo pro Beto, que além de ser umcara bacana, ter um blog muito bacana, escrever muito bacana, é divertido e bem humorado. Além disso sempre foi um "seguidor" meu que inclusive me destacou diversas vezes no blog dele.
Por favor, seja sempre bem-vinda, pergunte, critique, questione e incentive. Grande abraço!
Arnaldo, eu me apaixono por todos os lugares depois que passo por aqui. Acho que você e Alice ainda vão manter esse ritmo por muito tempo, um casal jovem, com muito pique, vocês saõ um exemplo. Admiro-os muito. Eu, amanhã, faço 47, o meu marido, em julho, 64, e ainda estamos só no começo, enquanto a gente conseguir jogar as pernas pra frente, estaremos viajando. Estou de olho em um cruzeiro Itália/Grécia, para abril de 2010, amadurecendo a idéia. Tenho certeza que vocês vão continuar viajando mundo a fora e você, através dos fatos e fotos, nos presenteando com o conhecimento de destinos que nunca imaginamos. Obrigada!
Arnaldo, que maravilha de viagem! Que lugar lindo!!!
Nossa, fiquei só pensando na falta de fôlego que o tal explorador suíço, Burckhard, deve ter ficado ao se deparar com o Tesouro de Petra!!! É lindo D+++!!!
Adoro post com a história do lugares! Tá muito bem escrito e as fotografias dispensam comentários...arrebatadoras!
Depois de tudo isso...já coloquei Petra na lista do lugares desejados!!! :-)
PS: Adorei a latinha de Coca-Light de Petra!
Jéééésuis, ninguém pode morrer antes de conhecer Petra! E o piercing de cordinha no nariz do camelo? Chaaarme! (É um camelo, né? É que eu sou craque em confundir bicho!) :-)
Bem, Silvia, é um cabelo sim. Só daria pra confundir no máximo com uma lhama, mas pelo que sei, elas não procriam na Síria...
E eu não havia pensado no termo "piercing", muito bem arrumado, obrigado. Gostou dele dar "OI" pra você? Simpático, não?
Arnaldo, eu simplesmente adorei a foto e a legenda! Não dá para evitar um sorriso :-)
ADOREI...touuudaaas as fotooosss!!! Que beleza Petra! Gostei da magia do lugar1
lugar! (desculpe)
Eu sabia, eu sabia que aquele camelo que sorriu pra mim iria conquistar meus leitores também....
Obrigado EMÍLIA e CARMEN, sempre presentes, sempre elogiando, que não sei mais viver sem seus comentários.
Grande abraço!
Arnaldo,
Belissima e inspiradora matéria!
Parabens
Arnaldo,
No final do ano passado, li uma matéria com um jogador brasileiro de futebol que estava (ou está) na Jordânia. Não lembro o nome dele. O moçoilo falou maravilhas da Jordânia, inclusive a questão da mulher que tem mais liberdade.
O teu material veio acrescentar muito mais informação sobre o país e aumentar a minha vontade de conhecê-lo.
Neste ano estou indo para a Turquia e Grécia. Espero que dê tudo certo!!!
Um abração,
SÔNIA REGINA, dará certo sim, claro! Se precisar de dicas, dividir preocupações e dúvidas sobre Turquia e Grécia, escreva. mas a epssoa ceerta pra isso, que retornou de lá faz um ano, é a Emília Fernandes, do blog A TURISTA ACIDENTAL.
Bem, podia ser um dromedário! E para os biolólogos/veterinários de plantão seria um crime eu confundir um com o outro, hahahaha! De qualquer maneira adooorei o sorrizinho dele! Abs! :-)
Arnaldo, esse seu post deveria ser leitura obrigatória para o vestibular. O que eu aprendi ( ou relembrei) com a sua viagem!!!!! Uma curiosidade: como a Alice foi vestida para esse passeio tão... tão....árido? Parabéns pelas fotos e texto.
MALU, Alice foi de calça jeans e camisa de algodão de manga comprida, pra fora da calça, chapéu, bota de caminhada e um kefyie no pescoço. Um quilo de protetor solar, sombrinha pras horas de exposição longa e exagerada sob o sol, mochila e burrico. Obrigado pela visita, Malu (vc é a Malu da Majô?)
SILVIA, sim, vc se saiu bem, poderia ser um dromedário!
Obrigado Arnaldo pela resposta e sim, sou a Malu da Majô ( que fez o post "Olha a Malu no Rio"). Abraços para o casal.
Arnaldo,
sou mais uma daquelas que está sempre por aqui mas sem comentar...mas este post...não tem como! Simplesmente fantástico!
Confesso que só ouvi falar de Petra tem uns dois anos e que de primeira já fiquei maravilhada e pensando que todo esforço para chegar lá seria recompensado. E agora com todo esse lindo texto que escreveu a vontade só aumento.
Arnaldo, estou planejando uma viagem para Jordânia, Israel e Egito para fevereiro. A época do ano é boa para se conhecer Petra?
Parabéns pelas informações e pelas fotos. Já salvei nos favoritos.
Camila
CAMILA, o clima na Jordânia é seco e tem influências do deserto - no interior (caso de Petra) e do Mediterrâneo, nas áreas mais litorâneas.
Resumidamente o país é caracterizado por duas estações distintas: o quente e seco Verão (de Maio a Outubro) e o relativamente frio e chuvoso Inverno (de Novembro a Abril).
Em fevereiro as temperaturas ficam entre 4 e 13 graus em média e é o mês que mais chove na Jordânia (74 mm, contra 30 dos demais meses e até zero no Verão).