CONHEÇA O AUTOR

          

         Depois de estabelecer-se na Internet desde 1999 escrevendo relatos de viagens em sites relacionados com o tema, em 2006 ter fundado o blog Fatos & Fotos de Viagens - um dos pioneiros da blogosfera de viagens - foi convidado a colaborar com matérias na Revista Viagem & Turismo (Editora Abril). Agora, Arnaldo prepara o lançamento de seu primeiro livro - "Bom dia, Addis. Adeus Etiópia" - ingressando na literatura com um livro encantador que, segundo o autor, é o primeiro de uma série.

Assim o autor define esta sua nova fase:

             "Livro é coisa séria. O que o leitor encontrará em "Bom dia, Addis. Adeus Etiópia" é diferente do que lê aqui neste blog. Da narrativa ao estilo. Em vez de uma conversa baseada na informalidade, o livro mistura traços de coloquialidade e informalidade com uma escrita literária. Sobretudo com profundo respeito à arte de escrever. Passo a ser um escritor, mas é apenas uma outra maneira de me expressar sobre viagens, transmitir sem fantasias o mundo que vejo, isto é, como ele é, não como o imagino. A leitura revelará, todavia, aqui e ali, discrepâncias entre minhas expectativas e a realidade confirmada no destino. Segundo o poeta e ensaísta norte-americano Henry David Thoreau, "Muitos homens iniciaram uma nova era na sua vida a partir da leitura de um livro". Então, a partir deste meu primeiro, considero ter ingressado numa nova, deliciosa fase da minha vida.

Gente que escreve e encanta, fala sobre o autor:

Haroldo Castro:

            "Arnaldo Trindade Affonso é um dos viajantes equilibrados e sensatos que se lança escritor, o que, num Brasil de pouca leitura e onde a Literatura de Viagem não chega a ocupar meia estante nas livrarias, conta histórias que servirão de grande subsídio para qualquer leitor, além de ajudar a romper os preconceitos de que a África só oferece guerras, doenças e fome. Infelizmente, a riqueza cultural e natural do continente é quase sempre tão abafadas por notícias negativas que considero este livro um raio de luz na região."

Jornalista, fotógrafo, autor de “Luzes da África”, indicado para o Prêmio Jabuti 2013 na categoria Reportagens

Ronize Aline:

            "Minha opinião sobre o autor está refletida na resenha que escrevi de seu livro "Bom dia, Addis. Adeus Etiópia": ele escreve com o coração e demonstra respeito por tudo o que viu. Este livro, mais do que o relato de uma viagem à Etiópia, é uma viagem rumo a uma experiência de imersão e contemplação do outro. É como olhar para o diferente sem estranhamento ou indiferença."

Escritora, tradutora, jornalista, professora universitária e crítica literária do jornal O Globo, do Rio de Janeiro

Rachel Verano

             "Neste livro, Arnaldo tem o poder de nos transportar a um dos cantos mais fascinantes e ainda intocados do planeta. Mas de maneira ao mesmo tempo delicada e profunda, pessoal, criando intimidade com os personagens, deixando o leitor perceber cheiros, sabores e sentir as emoções de suas descobertas. Do peso do ar à alegria de dobrar a esquina, o autor consegue transmitir todo seu fascínio de estar diante de algo realmente novo."

 Jornalista passou pelas redações das revistas Viagem & Turismo, Veja, VejaSP, Glamour, TAM e Vamos/LATAM

Davi Carneiro

             "Há uma frase atribuída ao grande viajante do século 14, talvez o maior escritor-viajante de todos os tempos, Ibn Battuta: “Viajar, primeiro te deixa sem palavras, depois te transforma num contador de histórias.” Suspeito, caro leito, ser este o caso do Arnaldo, um autêntico viajante que vem se mostrando, cada vez mais, um talentoso contador de histórias. Conheço-o e o sigo desde 1996, através do seu blog, aquele que, na minha opinião, é um dos melhores de viagens da internet brasileira, tanto pela excelência fotográfica quanto pela qualidade dos textos. Com um currículo andarilho de respeito (mais de 60 países, entre eles Quirguistão, Miamar, Irã e Uzbesquistão), Arnaldo tem o mérito de ir na contramão da blogosfera profissional e monetizada: de maneira simples, autêntica e independente, preza, principalmente, a credibilidade e a confiança de seu leitor." 

 Escritor, jornalista e colaborador de diversas revistas nacionais e estrangeiras

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Domingo
Nov112007

Cruzeiro marítimos - Introdução

 

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Detalhe da pista de jogging e da proa do Costa Atlântica

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"Navegar é preciso, viver não é preciso." 

Fernando Pessoa

"Entrei de gaiato no navio, Entrei, entrei, entrei pelo cano..."

Bi Ribeiro e João Barone

"Navegar não é preciso, viver é que é!"

Eu mesmo

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Navegar é PrecisoHelicópteros, Besouros e NaviosCabras não gostam do mar

           QUANDO Fernando Pessoa escreveu “Navegar é preciso, viver não é preciso”, o poeta quis dizer que o navegador faz uso de instrumentos precisos para se localizar e dar rumo ao seu curso, mas que todavia para viver não é necessária tal precisão. Viver é preciso, no sentido de necessário, não preciso, no sentido da exatidão.

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Padrão dos Descobrimentos, Lisboa: homenagem aos navegadores e reis

          APENAS a título de introdução e ainda que nada possa parecer mais óbvio do que citar Fernando Pessoa para desenvolver uma introdução sobre cruzeiros e navegação, me desculpem, mas foi inevitável.  Eu defendo o sentido metafísico que Fernando Pessoa usou no prólogo de sua obra poética como lema dos argonautas : "Navegar é preciso, viver não é preciso", que na verdade foi dita originalmente por Pompeu. *

* "Navigare necesse; vivere non est necesse" - em latim, frase de Pompeu, general romano, 106-48 aC., dita aos marinheiros, amedrontados, que se recusavam viajar durante a guerra, cf. Plutarco, in Vida de Pompeu.

 

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Réplica de uma Caravela - Memorial do Descobrimento - Porto Seguro (Bahia)

          ELE quis afirmar que a arte de navegar é precisa, requer mapas e instrumentos. Ao contrário, a de viver não é precisa, diferenciando magnificamente precisão de necessidade, ou até mesmo provocando polêmica acerca do que significa o tema. De fato, o que importa é compreender o gênio e sua capacidade de permitir ambas as interpretações.

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Detalhe da réplica de uma Caravela - Memorial do Descobrimento - Porto Seguro (Bahia)

          ATÉ então eu afirmava categoricamente que navegar não era preciso, necessário, mas viver sim, é claro!  E por que?  Toda essa introdução, essa história do que é ou não preciso, é só para explicar que as coisas mudam e - felizmente - eu também mudo, evoluo com o mundo, revejo meus próprios conceitos.  Portanto, depois desta experiência eu afirmo:  NAVEGAR É NECESSÁRIO! TANTO QUANTO VIVER É PRECISO.

           ANTES disso cruzeiros marítimos estiveram longe de figurarem entre as minhas preferências turísticas, tal qual os resorts all-inclusive.  Mais do que isso, estavam lá no fim da lista de intenções e desejos, assinalados com um ícone que os define como "antipáticos indesejáveis".  Navios e resorts até então permaneciam neste setor  classificados  como "indesejáveis" entre as coisas que eu pretendo fazer na vida em termos globetrotismo.  Cruzeiros marítimos, e mais especialmente os resorts, eram vistos até então com certa, digamos... antipatia.    Eu me perguntava: - E o que são os navios de cruzeiro senão resorts all-inclusive que boiam?   Até realizar este cruzeiro eu pensava assim. E  agora?  Não penso mais.  E meu intuito é conseguir mostrar o porquê.  

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"Olhe só o tamanho! Parece um edifício! Que coisa imensa!"

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De helicópteros, besouros e navios

          QUE semelhanças podem ter um navio de 12 andares, 300 metros de comprimento, 35 de largura, 13.825 metros quadrados de área construída, 85 mil toneladas de ferro e vidro, 3.640 pessoas entre passageiros e trabalhadores, com helicópteros e besouros? Teimosia. Sim, a teimosia dos três. Helicópteros e besouros não podem voar. Voam de teimosos. Navios gigantescos também não podem boiar. Decididamente os três desafiam as mais elementares Leis da Física e da Natureza.

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12 andares, 300 metros de comprimento, 35 de largura, 85 mil toneladas de ferro, 3.640 pessoas, e bóia!

          PODE estar certo: se você encarar um navio como o Costa Atlântica de maneira lúdica como eu o fiz ao deparar-me com aquele gigante atracado no Porto de Savona, ou seja - com a imagem improvável de um edifício boiando - terá a mesma impressão que eu: definitivamente navios boiam de teimosos, assim como besouros e helicópteros voam só pra te provocarem!

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O Costa Atlântica no Palacrociere, o moderno Porto de Savona, ao fundo, mais parece um edifício

          AO chegar ao Porto de Savona, ainda chocado com o tamanho do navio, olhando para aquele prédio de 12 andares boiando sobre o mar, perguntei, sem olhar para minha mulher:

               - Olhe só o tamanho! Parece um edifício! Que coisa imensa! Como é que pode uma coisa dessas boiar? Como é que não afundam? Será que não afundam? E depois que entrarem todos os 2.600 passageiros e suas bagagens?

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Edifícios que boiam... (Foto: Cruise Ship Photos)

 

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Dois detalhes do Costa Atlântica no moderno Porto de Savona

          EU parecia um caipira sendo apresentado pela primeira vez ao mar. Ainda que já tivesse feito dois cruzeiros anteriormente a este. Resolvi parar de discorrer sobre o assunto ao perceber um olhar de reprovação de minha mulher por minha infantilidade e afirmação inadequada para aquele momento.

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A arquitetura antiga de Savona contrasta estranhamente com a modernidade e grandiosidade do Costa Atlântica

          NA hora acho que ela concordou mais por solidariedade do que por afinidade. É claro que percebi que aquele momento não era o mais apropriado para discorrer sobre minhas dúvidas existenciais acerca de algumas coisas nesse mundo que insistem em desobedecer as Leis da Física.

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          COMO voam os helicópteros?

           A resposta não é tão simples como quando perguntamos “como voam os aviões?”.  Qualquer criança responde com uma obviedade de dar inveja: “porque têm asas, ora!”. Asas e turbinas mas... e os helicópteros!  Tá certo, eles também têm asas. Mas besouros e galinhas também as têm. Uns que têm asas, voam, outros não? Por que? Teimosia, ora. Francamente!, como podem aqueles besouros voarem e as galinhas não?  Os besouros, assim como os helicópteros, excedem seus direitos em desafiar as mais elementares leis da física, da aero-dinâmica e do design.  Puxa, e com que versatilidade eles voam!

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A Ponte de Comando em dois detalhes e, no centro, a Cidade de Savona vista do último deck do Costa Atlântica

          VOAR para trás? Girar no ar? Pairar no ar sem se mover?  O avião, que tem asa de sustentação como os pássaros e motor pra empurrar, não consegue tamanha proeza que só besouros e helicópteros têm o privilégio de alcançar. Só helicópteros e besouros.

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Um helicóptero Bell no Aeroporto de Honolulu: vôos turísticos

          BESOUROS são o maior exemplo de um “projeto” da natureza que tinha tudo pra dar errado e deu certíssimo. Observe um besouro andando e tente maginar aquilo voando com tamanha desenvoltura, velocidade e auto-contrôle. É um beija flor do mundo dos insetos. Qualquer projetista aeronáutico sem PHD em aerodinâmica concordará que um besouro, apesar de ter asas, não poderia voar. E que o desenho de sua carapaça e seu peso o impediriam de alçar vôos. Mas como voa! E as galinhas? São pássaros, tinham tudo (inclusive asas e penas) pra voar e passam a vida no chão ciscando ou empoleiradas.

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Um helicóptero pode, mesmo, voar? Nossos pés, sobrevoando (parados!)

Cabras não gostam do mar

          SEMPRE fui relutante em relação a cruzeiros marítimos. Esse papo de “ao sabor das ondas” nunca me atraiu. Confesso que um pouco implicante até. Implicância conceitual mesmo, filosófica, antiga. De certo que boa parte dela por conta da natureza do signo de Capricórnio: cabras decididamente não gostam de mar, talvez até menos do que gatos. Preferem as montanhas. Ainda que por instinto natural, minha implicância com navios ia além do razoável. E isso antes mesmo de ter pisado num.

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         BASICAMENTE eu tinha muito medo de que cruzeiros marítimos fossem exclusivamente para casais endinheirados e na terceira idade.  Todavia, nesta minha terceira experiência em cruzeiros, a única positiva, devo confessar,  constatei que o mundo dos cruzeiros marítimos é muito mais amplo do que minha até então limitada visão preconceituosa enxergava.

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 Cabras não gostam do mar, mas são teimosas...

          TUDO começa com o simples fato de que o preço acessível é o maior chamariz para os cruzeiros marítimos e isso, por si só, torna cruzeiros marítimos imensamente disputados por todas as classes sociais e faixas etárias. Saiba que por menos do que se paga por uma semana em resorts all inclusive no Brasil é possível fazer cruzeiros no Brasil e no exterior!

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...navegam de gôndolas em Veneza a jangadas no Nordeste 

           ATÉ que um dia resolvi fazer um cruzeiro pelas ilhas gregas, mais pelo preço e pela curta duração do que pelo estilo de fazer turismo em si. Foi desastroso!  Até escrevi uma crônica sobre aquela desatrada viagem:

Crônica de uma viagem desastrada Capítulos 1 e 2           

          CRUZEIROS marítimos sempre estiveram longe de figurarem entre minhas preferências turísticas mas não exatamente por medo do mar.  Nunca tive medo de enjoar porque jamais tive problemas anteriores desta natureza, nem mesmo quando enfrentei um maremoto durante aquele malfadado cruzeiro às ilhas gregas. O receio maior era de ficar entediado, aborrecido com todas aquelas atividades naturais dos resorts e navios, aqueles compromissos e obrigatoriedades, formalidades e ‘aprisionamento’.

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Navios ancorados no Porto de Nassau. O primeiro grande navio a gente nunca esquece

         TODAVIA, neste cruzeiro mudei completamente meu jeito de encará-los, minhas opiniões negativas e lineares, superficiais acerca deles e resolvi contar minha experiência extremamente agradável e satisfatória. Relatar minhas impressões é contribuir para a desmistificação de que cruzeiros marítimos são necessariamente chatos.  Ao contrário, podem ser um excelente meio de nos apresentados a um país, ótimo para descansar e relaxar e excelentes para nos divertirmos. Gostando daquele país ou cidade é só explorar melhor depois. Caso contrário... Agora só me faltaria rever meus conceitos acerca dos resorts!

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Navios ancorados em Nassau, Bahamas

Minhas experiências anteriores com cruzeiros marítimos

          O Aegean Sea, da cia. Golden Star Cruises,  não era um daqueles enormes transatlânticos, mas um navio pequeno de 8 decks, 280 cabines, 5 bares, 4 lounges, 2 elevadores, uma pequena biblioteca, um mini casino, um razoável cinema, piscina, sauna, sala de massagem, de ginástica, pequeno salão de beleza, uma pequena duty free shop, uma lojinha de revelação de fotos, um ambulatório médico e mais aqueles decks externos, recepção, administração, cozinha, etc. Fiz um cálculo aproximado e cheguei à conta de 500 passageiros embarcados, já que havia solteiros, fora a tripulação.

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Navios enormes, médios e pequenos frequentam o Mar Egeu

          ANOS mais tarde, teimoso tal qual besouros, helicópteros e capricornianos, dei uma segunda chance aos cruzeiros marítimos e escolhi o de menor duração possível: Carnival Fascination, da Carnival Cruises, num roteiro basiquinho Miami-Nassau-Miami, estilo fun-cruise. E este foi o problema: estilo fun-cruise significa bobice. O pessoal da "animação" está a fim de fazer bobices com o povo do navio que, aliás, em sua maioria, adora aquele estilo "animado" dos americanos. Resultado: “Entrei de gaiato no navio, Entrei, entrei, entrei pelo cano"...

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          A Carnival Cruise Lines    é uma das maiores empresas de cruzeiros do mundo, domina 50% deste mercado.  O Fascination é o quarto navio da classe “Fantasy” da cia. de navegação, lançado ao mar em 1994, antes de seus irmãos Ecstasy, Fantasy, Sensation, Imagination, Inspiration e Paradise.  Aquele estilo, decididamente, não era o meu.

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MS Fascination, da Carnival Cruises: 70 mil toneladas. Meu primeiro infeliz cruzeiro

          O MS Fascination, da Carnival Cruise Lines, foi construído em 1991 e reformado em 1994. É um navio com capacidade para 2.052 passageiros em 1.026 cabines, tem 920 tripulantes, 70.367 toneladas, de bandeira das Bahamas, tem 260 metros de cumprimento, 10 decks de passageiros, 4 restaurantes, 14 elevadores e 3 piscinas.

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Dois navios da Carnival atracados em Nassau, Bahamas

          É um navio bonito por fora, aparentemente bem cuidado e mantido, mas já se notam algumas coisas “antigas” e ultrapassadas e que já precisavam de uma boa modernização. Parece mesmo um navio dos anos 90, principalmente nas cabines, onde é mais evidente a necessidade de remodelação e modernização. Definitivamente o Fascination precisa de upgrade. Como a gente diz no Brasil, está meio “cansado”. E a decoração é completamente “over”, de vez em quando esbarra no cafona, vez por outra atropela a cafonice, mas tá sempre por ali. Em resumo é aquele estilo americano cafona de ser.

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Dois monstros da carnival Cruises lado a lado

          AS áreas públicas são bem confortáveis e não se vê aglomeração de gente. A comida e os serviços são o destaque. Os shows são bons, estilo americano, mas têm qualidade para um cruzeiro de três noites. Os passageiros são de várias faixas etárias mas o nível é bom, de gente educada e de boas maneiras, predominando gente jovem.

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O interior do Carnival Fascination. Estilo " fun cruise"

          REALMENTE as pessoas devem sair muito gordas em um cruzeiro de uma semana. Aliás, MAIS gordas, porque a maioria é aquela de americanos pra lá de obesos, alguns beirando a obesidade mórbida fazendo o último cruzeiro de suas vidas. A gente fica se controlando, não come sobremesa, coisa e tal, toma produtos light e o povo passa com cada prato de sobremesa que dá pra engordar por um mês. A variedade é bem razoável de pratos quentes e frios e de saladas. Alguns dados que eu consegui, ilustram bem o que é esta festa da comida, se levarmos em conta a quantidade de passageiros: 14.133 kg de presunto, 29.574 kg de frango, 5.800 patos inteiros, 2.500 kg de salmão, 55.500 hot-dogs, 320.000 camarões, 73.500 hamburgers, 477.320 ovos, 42.054 litros de sucos de frutas, 295.300 latas de refrigerantes, 6.032 kg de café, 165.000 pães e 7.529 kg de manteiga.

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O Lobby do Fascination: brilhos e dourados que já precisam de ´upgrade´

          SÓ pra fazer uma comparação, o Aegean I - da cia. Golden Star Cruises , aquele navio do cruzeiros às Ilhas Gregas que citei aí em cima - tem 11 mil toneladas, 140 metros de comprimento e 280 cabines. E o maior desses navios de cruzeiros é o Explorer of the Seas, com 142.000 toneladas e capacidade para 3.114 passageiros. O Fascination está mais ou menos na mesma categoria do Norway, da NCL. Segundo estatísticas, há 255 navios de cruzeiros no mundo que oferecem 243 mil leitos e transportam anualmente 12 milhões de pessoas!

Próximos Capítulos

O Navio Costa Atlântica como ele é – Capítulo DOIS

Buon giorno! Buona sera! - O Navio Costa Atlântica como ele é

_________________________________

Cruzeiro pelo Mediterrâneo - Capítulo TRÊS

Informações práticas e importantes sobre ESTE e OUTROS cruzeiros marítimos

Antes do embarque - Trajes e Bagagem

__________________________________________________

Como escolher um Cruzeiro - Capítulo QUATRO

Algumas sugestões sobre o que você deve fazer ANTES de decidir-se por um Cruzeiro _____________________________________________________

Excursões do navio. Fazer ou não? - Capítulo CINCO

EXCURSÕES: algumas sugestões e comentários

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TAORMINA, um dos destinos do Costa Atlântica neste Cruzeiro pelo Mediterrâneo

Cidades e lugares deste Cruzeiro e que serão objeto de futuras matérias: 

ITÁLIA:  Savona (porto), Nápoles e Pompéia, Messina (Sicília), Taormina; EGITO: Alexandria;

CHIPRE: Limassol, Curium, Apolo e Omodos; TURQUIA: Marmaris, Dalyan e Caunos; GRÉCIA: Santorini 

Reader Comments (36)

Mais uma série que promete, ou melhor, já começa cumprindo!

Um abraço
22:04 | Unregistered CommenterRodrigo
Arnaldo

Vai ser a serie do 1.000.0000?

Já está prometendo....

Quanto a Carnival,realmente não combina com voce (e, pelo que já li, com nehum de nossos amigos do blog, pois é uma coias bem brega, feita para a classe média baixa americana. Não esqueça de mostrar os navios de charme, como os da windjamer, e windstrar.
8:04 | Unregistered CommenterErnesto
RODRIGO, espero que goste. Pode estar certo de que caprichado estará. Pesquisei e escreverei o que li e vivenciei.


SIM, ERNESTO, a Carnival nada tem a ver com o gosto médio brasileiro. Já a COSTA Cruzeiros é o oposto radical.

Pretendo fazer uma matéria, em cinco ou seis capítulos, abrangendo bem esse mercado de cruzeiros e analizando algumas cias e suas diferentes características e segmentos de mercado. Vou citar algumas espcialmente e colocar links das demais para que os interessados verifiquem o perfil de cada uma.

Além disso, quero ver se consigo resumir um guiazinho de cruzeiros marítimos bem útil e elucidativo.

Quanto ao MILHÃO, provavelmente o blog já teria alcançado essa marca, porque eu comecei a marcar apenas a partir de outubro de 2006, sete meses depois de inaugurar o blog, em março de 2006. Ocorre que o Squarespace registra incontáveis números relacionados à freqüência, todavia não acumula o TOTAL de visitas histórico (desde o primeiro dia), mas apenas as dos últimos doze meses, mês, semana e 24 horas. Assim, somente a partir de outubro de 2007 pude registrar a audiência desde outubro de 2006 e iniciar a contagem cumulativa.
Arnaldo,

Eu nâo gosto dos cruzeiros, mais a sua particular visión SIM que me gosta e também me interesa.

Eu adoro o mar, os ríos, o agua, en general, mais issos grandes barcos surcando un mar tan pequeño como é o Mediterráneo...nâo...
Beijos
13:04 | Unregistered CommenterCarmen
Arnaldo

Faça um guia de cruzeiros em portugues, que seria bem interessante. Eu só vi um na FNAC, e que era bem fraquinho, só servia mesmo para quem nunca entrou num navio.....

Eu particularmente fui uma vez na Costa, aqui no Brasil,num mini cruzieor e não gostei do começo ao fim. Desde nosso vinho que quebraram,no embarque, apesar de bem embalado, passando pelas embracações de desembarque lotadas, e por uma tripulação pouco atenciosa, e uma comida igual a qualquer restaurante por kilo destes bem medianos. Foi em 2003, e pode ter sido apenas uma experiencia pessoal, numa única vez. O padrão na princes,que é uma linha de preço equivalente, me parceu bem superior. É claro que não dá para comparar com a Windstar e a Holland America, que são numa faixa de preço superior.
13:38 | Unregistered CommenterErnesto
Aliás no 1.000,000 poderiamos reunir os fãs do seu blog, que tal?
13:39 | Unregistered CommenterErnesto
PÔ, Ernesto, é só marcar uma ConVnVenção com o RIQ aqui no Rio de Janeiro que seria muito bacana!


Sobre o cruzeiro, bem, a única coisa do COSTA que eu achei apenas nota 7 foi justamente a comida. Mas até que foi bom porque eu precisava perder uns quilos.

E sobre o GUIA sugerido, eu pretendo fazer um "apanhado" sorbe o assunto. E vou tentar fazer uma análise de cada cia importante de cruzeiro e seus perfis.
Vamos esperar o Riq voltar. Que tal voce fazer o convite para ele?
19:49 | Unregistered CommenterErnesto
Arnaldo,

Eu recebi suas fotos e o seu email. Estou tão enrolado nestes últimos dias, não tenho conseguido "trabalhar" no meu blog. Mas já que você ofereceu, eu vou usar um mix de fotos suas e minhas. Vai ficar legal. Desculpa não retornar brevemente como vc faz. Tô tentando ficar mais disciplinado.

Destas fotos, a que mais me impactou, sem dúvida, foi a de Savonna (imagino) em que os navios aparecem ao fundo dos prédios. LINDO!!!!!!

Eu volto aqui com mais calma pra apreciar a paisagem.. Um abraço,

Jorge
Arnaldo, muito bacana texto e acho mais ainda rever pré-conceitos, mesmo quando você tem motivos de sobra para tê-los.
Ah, mais uma coisa: o Mala Mala não entra na lista de all-inclusives? Não é bem um resortão, do jeito que estamos acostumados, mas também tem horários para tudo, aquelas coisas...
Enfim, nem importa, apenas me passou pela cabeça.
Comprei a revista, mesmo tendo lido o texto aqui. Parabéns, achei que você merece escrever nestas publicações. Seu site é um guia excelente.
18:16 | Unregistered CommenterMô Gribel
Não, nada a ver. O Mala Mala não é mais do que um hotel especializado para safaris fotográficos e com infra estrutura mínima de lazer, bem discretinha. O que acontece lá em termos de horário é a respeito do safari, que é o que todos lá vão fazer. Nenhum maluco iria lá atrás de lazer porque morreria de tédio. Obrigado pelos elogios, Mô Gribel. Obrigadao mesmo. Pela visita também. Ah, claro, rever pré-conceitos faz parte da evolução.
Arnaldo,
Como uma boa capricorniana, cruzeiro nunca esteve nos meus planos (quer dizer... já cogitei a hipótese de fazer um cruzeiro pelo Nilo e outro pelas ilhas gregas, mas nunca encontrei um navio que me convencesse).
Será que vou mudar de opinião? A julgar pelo primeiro capítulo da série, corro sério risco! Estou ansiosa para ler os outros!
Bjs
5:57 | Unregistered CommenterLuisa
Arnaldo,

Já é meu guia sobre cruzeiros porque nunca me aventurei num desses.

Começou bem!! Gostei da imagem do pedaço do navio no meio da cidade entre os prédios.
Ficou Show!!
6:20 | Unregistered CommenterMarcio
MARCIO, legal. Mas espere que terá muita coisa mais em termos de utilidades acerca do mundo dos cruzeiros.

LUÍSA, o objetivo não é influenciar, mas esclarecer, desmistificar e motivar um olhar sem preconceitos, no sentido da compreensão do que é o mundo dos cruzeiros. Mas esteja certa de que cruzeiros marítimos não passaram ao primeiro lugar na minha lista de preferências de modalidades turísticas, apenas sairam do penúltimo.
Arnaldo, eu sei que o seu objetivo não é influenciar, mas fazendo minhas as suas palavras no Viaje na Viagem: "não me preocupo. Ser influenciada por boas opiniões é tudo de bom!"
9:42 | Unregistered CommenterLuisa
Arnaldo,
Eram estes mega navios que eu via lá de cima de Taormina, ancorados em frente a Naxos !

A 1a viagem que fiz à Europa foi no Enrico C que tinha o mesmo logo do seu navio.
22:05 | Unregistered CommenterMajô
Sim, Majô, o Eugenio C, o Enrico C e o Andrea C fizeram história no Brasil e no mundo dos cruzeiros marítimos. Foram os precursores da frota da cia. Costa Crociere.

Em Taormina os gigantescos (70 mil toneladas pra cima) ficam no porto de Messina. Os médios (cerca de 35, 50 mil toneladas) ficam na baía que se vê ali de cima. Na foto que fiz (a última dessa matéria), logo após a saída do Teatro Grego, com um navio no fundo, demonstra bem isso. É uma bela visão.

Já em Santorini, nenhum navio atraca, mas ancora. Dele só se chega à ilha por embarcações regulares circulares menores.
Olá Arnaldo! Demorei, mas apareci!

Me desculpe, eu estou viajando há quase um mês.

A matéria ficou mesmo super bacana, mas o mérito é todo seu! O texto da Viagem e Turismo estava genial, as fotos tb.

Vamos combinar mais vezes. Beijos e parabéns!
Oi Arnaldo,

Lógico que pode perguntar o que quiser!

Vamos lá, a localização do Golden Tulip é ótima. Você pode ir para Central Station andando em 5 minutos. Se as malas não forem pesadas pode vir de trem do aeroporto e depois ir andando ao hotel.
A rua do comércio, a Kavelstraat, é na esquina. E o Dam que é a principal praça esta a 2 minutos andando. Bem pertinho. Ficando ali tudo é perto.

Outra coisa boa é que tem um ponto de tram na esquina também. Se não estiver disposto para andar, pode ir de tram para os museus, para a Leidsemplein, etc...

Um abraço!
7:47 | Unregistered Commentermarcio
BOA, Marcio. Grande dica. Obrigado!
Olá Arnaldo!

Que oportuna essa sua matéria! Estou adorando ler...

Acho que no que diz respeito a cruzeiro, ou você ama ou odeia. Mas para isto é preciso ter experimentado, não é mesmo?! Acredito que, como você, estou empenhada em tirá-los do último lugar da minha "lista de destinos". Sua matéria está colaborando muito.

A idéia do Ernesto para um Guia de Cruzeiros é tudo de bom! Aguardamos...
ANDREA BATTONI, a idéia é mesmo transmitir impressões reais e não tendenciosas acerca de tudo o que escrevo no blog. O intuito não é INFLUIR na sua decisão, mas fazer refletir, além de informar. O mais importante que julgo é evitar que preconceitos façam a impressão do leitor tornar-se uma verdade.

Não tenho a pretensão de fazer um GUIA de CRUZEIROS, mas quase isso, uma boa fonte de consultas e caminhos para cada um pesuisar e aprofundar-se, com links e dicas, impressões e informações úteis.
Arnaldo, a última foto foi tirada da varanda de algum hotel, creio.
22:24 | Unregistered CommenterMajô
NÃO, Majô, a última foto foi tirada sobre o portão de entrada de um pátio-jardim de uma residência localizada ao lado esquerdo de quem sai do Teatro Grego em Taormina. Quando eu começar a escrever sobre Taormina você poderá ver melhor esta foto (além de outras), porque as publicarei no Flickr (todas as de minah visita à cidade). Essa foto foi cortada no primeiro plano (o portão e um muro) porque eu ia usá-la como "banner" dessa série "Cruzeiros Marítimos". No banner a gente rpecisa colocar uma foto de pouca altura e comprida, aí tem que fazer um crop (corte) pra redimensionar e acentuar no caso o navio ao fundo...
Arnaldo, sobre toda a questão VnV, acho que devemos esperar todo o esquema do ViajeAqui se consolidar. Talvez não chegue ao nível de facilidade que o Wordpress proporcionava, mas acho que o pessoal não vai se debandar, não, acho que ninguém mais consegue se desgrudar (e desgrudar do Riq, claro!) :-)
A idéia de ter um lugar para bater papo é ótima, talvez até no próprio VnV antigo o pessoal ainda se reuna para isso.
Mas acho que devemos primeiro esperar as melhorias...pensamento positivo!
PS: Você se lembra do Zip.net? O esquema era bem parecido, pelo que eu me lembro...

Agora...sobre o seu dossiê cruzeiros: eu ainda tenho os cruzeiros lá embaixo na minha lista de prioridades...vamos ver como fica a minha impressão depois dos seus relatos (que devem ser muito positivos, por sinal!).
Que venham os navios! :-)
Um grande abraço!
21:23 | Unregistered CommenterEmília
EMÍLIA, a minha idéia era justamente esta, mantermos um lugar virtual independente para que a comunidade do VnV mantivesse suas trocas de idéias, assuntos relacionados com viagens, novidades, etc. NUNCA no sentido de deixar de ir ao NOVO VnV.

Do jeito que está, sinceramente, é impossível mantermos a interatividade entre TRIPULANTES acerca dos assuntos relacionados com viagens.


A interatividade com o RIQ sempre haverá, onde quer que seja a casa virtual dele.
Oi Arnaldo,
ontem eu escrevi um cometário no capítulo 2 deste assunto dos cruzeiros, mas não apareceu, não entendi o que aconteçeu. De qualquer forma era apenas para parabenizá-lo por mais este excelente trabalho seu. Sucesso sempre!
7:52 | Unregistered CommenterElisa
MUIO grato, Elisa! E volte sempre.
Arnaldo

Este tambem é um grande fórum dos viajantes!
21:18 | Unregistered CommenterErnesto
ERNESTO, legal seu apoio, suas dicas e sua constante presença. Muito grato, amigo!

eu fiz um cruzeiro no Carnival Desteny PELAS caraibas e gostei muito.QUE E FITO DESSE NAVIO?

7:51 | Unregistered Commentergraça

Oi,

Adorei o artigo e suas dicas parabéns.

a aeronave que se diz ser um bell no EROPORTO DE HONOLULU NA VERDADE E UM AS350 AEROESPATIALE ,CONHECIDO COMO ESQUILO USADOS POR NOSSA POLICIA MILITAR

12:55 | Unregistered Commenterkiko

Olá, gostaria de uma sugestão de cruzeiros para conhecer as ilhas gregas em outubro, estava olhando o Celebrity reflexion que sai dia 30/09 de Roma, mas estou na dúvida porque quero ficar mais dias em Istambul e penso que um cruzeiro de sete ou oito dias seria o suficiente, também já vi comentários que existem navios menores que chegam em ilhas que os maiores não conseguem.
Agradeço se puder me dar algumas dicas.
Abraço.

Lamento mas não tenho sugestões a fazer acerca de suas dúvidas. Trata-se de escolha que deve ser baseada em seu gosto pessoal, não no meu. Leve em conta o que vc deseja conhecer e siga suas preferências.

Boa tarde Arnaldo, agradeço pela resposta. Realmente pensei que pudesse me sugerir uma linha de cruzeiros, pois me identifiquei com seu blog e suas viagens são muto parecidas com a minhas. Na verdade o que me levou a tomar esta liberdade de pedir uma sugestão foi quando li o que escreveu "que pegar um cruzeiro pode ser uma grande roubada", como eu sempre pensei assim e nunca tive a vontade de entrar em um navio sem ter um destino certo para conhecer, tanto que nunca entrei em navio no Brasil e nem pretendo, achei que poderia me ajudar pois acho que para conhecer as Ilhas Gregas o navio seria a melhor opção. Vou pesquisar mais.
Abraço.

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