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BEM-vindo ao Fatos & Fotos de Viagens, um blog sem jabá e não vulgar

        EXISTE no viajar e no escrever relatos de viagens um terreno fértil para demonstrações de arrogância. É algo simplesmente disseminado. Tanto no mundo virtual quanto na literatura. Mas o que o maravihoso mundo da viagens precisa é de mais viajantes humildes, não de "especialistas" caga-regras que determinam de tudo: desde como arrumar sua mala ao único tipo que você deve comprar, do lugar que você tem que ir, caso contrário sua viagem será uma merda. Nunca tão maravilhosa como a dele. As classificações dos lugares também. Tem sobrado superficialidade a egocentrismo. Autores assim não percebem que tudo é muito subjetivo e pessoal, que a experiência e o prazer de alguém não será necessariamente igual ao de outro.  Sobretudo as necessidades.

      A blogosfera "profissional e "monetizada" vulgarizou-se e tornou-se banal. Carecemos de gente que escreva para motivar e inspirar, para alargar horizontes, de viajantes que "mostrem" os lugares em vez de "ensinarem" a viajar. Moderadamente, ponderadamente, sem afetação típica de deslumbrados que viajam pela primeira vez em classe executiva e precisam espalhar para o mundo em resenhas risíveis. Ao contrário, a blogosfera

       ESTE blog, ao contrário, não fez concessões à vulgarização dos blogs depois da "profissionalização" e da monetização de alguns. Ao contrário, este é um blog singelo, simples, pequeno, inexpressivo na blogosfera, não despesperado por audiência nem seu autor se dedica mais à sua divulgação nas redes sociais do que à escrita. Tento dar graça à leitura e consolidar algo que prezo muito: confiabilidade, credibilidade.

        COMECEI a viajar tarde, você sabe. Por falta de dinheiro. Até que um dia viajei pela primeira vez ao exterior. Eu tinha 35 anos. Fui assim apresentado ao então desconhecido mas fabuloso mundo das viagens. Jamais, todavia, pensaria visitar mais de 60 países, alguns muito improváveis à época. Irã, Uzbequistão, Myanmar, Etiópia, Quirguistão entre eles. Mas foi recentemente que compreendi que as viagens ficam pra sempre, não as coisas. E que é por esse mundo ser tão diverso, por cada país ser tão diferente, que me parece tão atraente e divertido.

       NÃO sou escritor profissional. Tampouco jornalista. Mas invejo esses profissionais por dominarem o idioma, a gramática e as palavras.  Ainda assim, faço meu melhor, meu caro, estimado, raro e precioso leitor. Então, peço-lhe que considere algo: que mesmo escrevendo com sensibilidade e responsabilidade, incorro em erros. Se quiser, aponte-os. Tanto gramaticais quanto de digitação. Como tenho revisor profissional, antes de publicar dou curso a incansáveis revisões. E também submeto-os ao crivo de minha esposa. Ainda assim, alguns nos escapam.

      SOU brasileiro, empresário e casado com a Emília do blog "A Turista Acidental" e desde que a conheci (e antes mesmo de nos casarmos), tornou-se a "mais-que-perfeita" companheira de vida, de idéias, de projetos e ideais, sobretudo encantadora, adorável e inspiradora companhia de viagens e de aventuras. Com ela compreendi o que significa "prazer de viajar". Foi (e continua sendo) minha melhor fonte de inspirações e de motivações. Tanto que qualifico minhas viagens como "antes e depois" da Emília e "antes e depois" da Índia. Foi com ela que percebi o que quis dizer Érico Veríssimo com "Quem caminha sozinho pode até chegar mais rápido, mas aquele que vai acompanhado certamente chegará mais longe." Somos pais de gêmeos - uma menina e um menino - nascidos em julho de 2015, e de um filho de 34 anos do meu primeiro casamento, em quem o gosto pelas viagens pareceincorporado. Não sou avô, mas as coisas estão bem encaminhadas neste sentido.

       HOJE com 64 anos (boa parte deles dedicados à família e ao trabalho), foi apenas aos 35 que pude começar a viajar internacionalmente. Desde então visitei 61 países, entre os quais alguns dos mais fascinantes e com os sítios mais admiráveis do planeta. Felizmente, para alguns deles ainda a salvo do turismo de massa, cujos excessos arruinam qualquer lugar. Em março de 2006, quando iniciei este blog, o fiz como meio de comunicação com a família e amigos. Anos mais tarde eu descobri o poder de contar histórias em textos e fotografias, e logo ele tomou outro rumo, provavelmente porque os leitores gostavam dos textos e das fotos, ou então porque na época havia pouquíssimos blogs.

       FIZ cerca de 90 viagens internacionais, voei por 40 cias. aéreas diferentes (algumas extintas) em 391 vôos para fora do Brasil e dentro de outros países e em todas as classes possíveis. Segundo Haroldo Castro - jornalista-fotógrafo-escritor que já esteve em 160 países -, o maior viajante que conheço, em seu teste "Viajologia" que se pode fazer em seu site, que considera não apenas a quantidade de países visitados, mas lugares, monumentos e patrimônios, além de transportes, experiências e situações difícieis porque passam os viajantes, alcancei "Mestrado em Viajologia". Mas isso não é nada diante de gente que lá já "graduou-se" em pós-doutorado.

Escrevo este blog sob uma perspectiva lúcida e sem concessões à monetização sem critérios

        Eliminei o contador de visitas deste blog quando marcava mais de 6 milhões. Audiência hoje em blog é decadente. Viajar, escrever e publicar algo que inspire e icentive o leitor é o que mais me motiva. NUNCA como blogueiro interventor nas viagens alheias, ou caga-regras dizendo como alguém deve viajar e que tipo de mala usar e essas chatices que definem as pessoas homogeneamente.Parece ser o que traz os leitores até aqui. Ou porque gostem de fotografia, para além da leitura odepórica, como eu. E por este blog não ter captulado à ambição e vaidade que levou tantos autores de blogs à monetização sem critérios, sobretudo enganando leitores, cada dia torna-se menorzinho e menos importante. Se continuarem assim, os blogs precisarão ser reinventados. Este aqui nasceu livre e assim será até morrer. Por enquanto estou sempre por aqui. Nem que seja em pensamento. Só não sei até quando.

         Agradeço a visita e os comentários e desejo boa viagem aos leitores.

Em tempo: este blog não integra nenhuma associação disfarçada de incentivos à monetização. Mas se um dia fundarem a ABBLI (Associação Brasileira de Blogs Livres e Independentes), por favor, me convidem!

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« África do Sul: O Mala Mala Game Reserve, Sabi Sands, Kruger Park | Main | África do Sul: O Kruger National Park »
Segunda-feira
Abr092007

África do Sul: Como é um safari fotográfico?

 

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Uma tri-atleta norte-americana de 48 anos e seu filho de 12, uma advogada australiana de Brisbane (aparentando a mesma idade), eu (55 anos) e minha mulher (é claro que jamais revelarei sua idade!) éramos os passageiros de Nick e Eric, nossos ranger e tracker, respectivamente.

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Cada jipe leva um grupo de cinco a seis passageiros com seu exclusivo ranger e tracker.  No nosso caso éramos cinco, além de Nick e Eric.

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Já no dia de nossa chegada seguimos a rígida programação: almoço às 13:30 h, descanso (ou outra atividade como sauna, massagem, assistir DVDs NatGeo ou Discovery Channel no telão, ler centenas de livros de arte e técnicos acerca do ecossistema, da vida animal e da cultura geral sul-africana na área das Game Reserves), às 16:00 horas um chá gelado com biscoitos e.. saída para nosso primeiro safari! Primeiro safari! Que ansiedade (a minha, claro...)

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De cara, logo na saída do lodge para o campo, pela estradinha de terra, nos deparamos com um grupo de impalas e antílopes. Lindos, grandes, saudáveis. O macho jovem, sempre um pouco destacado do bando de suas inúmeras fêmeas, estas sempre agrupadinhas e extremamente atentas às enormes possibilidades de virarem presas enquanto pastam.

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Em pouco mais de cinco minutos de percurso encontramos, meio repentinamente, um enorme elefante macho, adulto, maduro, parado bem no meio da estrada e destruindo uma árvore para comer suas folhas. Impossível não soltarmos (e ouvirmos!) uns oooohhhhs!...aaaahhhhs!

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Diante daquela imponência a tão poucos metros de nós, os pasageiros de um jipe sem teto, sem portas, cujo motorista está bem abaixo de nós (nas fotos podem ver que inteligentemente a configuração dos bancos dos passageiros é em ‘degraus’, uma verdadeira arquibancada panorâmica descoberta com vista de 360 graus sob o céu fabulosamente limpo, claro, amplo e cheiroso desta parte da África do Sul)...

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... é verdadeiramente impossível não sentirmos um misto de admiração, encantamento, receio, ansiedade, prazer.

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Aliás, os elefantes são os animais que mais encotramos, sempre em bandos ou em grupos de no mínimo dois, três. A propósito, eles são os maiores destruidores de árvores da savana.

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Mapa da região do Sabi Sand Game Reserve, área gigantesca onde fica, entre tantos outros, o Mala Mala Game Reserve e um de seus três lodges, o Mala Mala Main Camp.

Não é possível descrever a sensação que senti ao me deparar pela primeira vez na vida (a não ser em zoológicos, o que, decididamente, é incomparável) com um enorme elefante de belas e perfeitas presas...

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... inteiramente livre para fazer o que quiser, a poucos metros de nossa frente e olhando pra nós com aquela tromba balançando entre suas duas grandes presas de marfim. Nenhuma cerca a nos separar!

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Depois dos oooohhhhs!...aaaahhhhs! apenas os clicks dos disparos de dedos nervososos fazendo fotos e fotos e fotos e fotos....

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Pronto, eu acabara de ser formalmente introduzido (ou seria abdusido?) a um safari fotográfico turístico na África do Sul, algo com que sempre sonhei. Que magnífica, inesquecível, deliciosa e repleta de sensações foi esta introdução...

 

Por que a África do Sul?

A África é um continente com atrações infindáveis e que proporciona algumas das atividades mais exclusivas no mundo: os safaris fotográfios. A experiência de convivermos com animais livremente em seu habitat é algo de fato quase que exclusivo de parte deste continente. Além deles, há as maravilhosas Victoria Falls, as fabulosas migrações de animais, as espetaculares e pouco conhecidas praias do Oceano Índico, o Deserto da Namíbia com algumas das formações rochosas mais curiosas do planeta, a Ngorongoro Crater , o lendário Kruger National Park, o Masai Mara , o Serengueti, enfim, este continente - sem mencionar evidentemente os países da África do Norte, é de fato um espetáculo que precisa ser conhecido.

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Nesta parte do continente, o que mais me atrai são os animais e a vida selvagem, um ecosistema único que a maior parte das pessoas só conhece em filmes. E a possibilidade de viver isso sempre foi algo extremamente atraente para mim. Me senti o tempo todo verdadeiramente um privilegiado. E definitivamente conquistado a conhecer muito mais.

 

Mosaico em tecido, típico sul-africano

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Todos os países citados têm alguma particularidade especial a oferecer, mas de tudo o que li e ouvi, a África do Sul, Quênia, Tanzânia, Botswana, Zimbábue e Namíbia são para safaris connoiasseurs.  Mas a África do Sul é o país que oferece a maior infra-estrutura turística.

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Antes mesmo de entrar no avião de volta ao Brasil eu já pesquisava e perguntava ao Nick que outros lugares além da África do Sul eram bons para passeios semelhantes. Prontamente ele respondeu: na ordem, a Namíbia, Botswana e Zimbábue. Sendo que estes três países, segundo ele, são alguns dos mais seguros da África e do mundo. Também Quênia, Tanzania. Zâmbia, além de Botswana, Zimbabue e Namibia estão bem posicionados no roteiro mundial para a prática de safaris fotográfios com ótimas opções de hospedagem e parques e reservas bem administrados, profissionalmente operados e muito bem estruturados, dirigidos a um público eminentemente europeu e norte-americano muito exigente e experiente.

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Os safari lodges da África proporcionam a quem quiser viver essa experiência uma gama de acomodações que vão do altamente luxuoso ao rústico confortável. As private game reserves da África do Sul, centenas delas, proporcionam o maior número de opções e as melhores áreas para observação de animais, localizadas em diversas regiões do país e com diferentes climas, vegetação, relevo, ecossistema e geografia.

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Fundamentalmente, um safári totográfico é uma prática esportiva e uma atividade de lazer. Nela unem-se qualidades artísticas e fotográficas com outras esportivas, tais como a capacidade de orientação, conhecimento da natureza, interpretação de trilhas, trekking, observação de animais, etc. A base desta atividade esportiva foi o tradicional (e politicamente incorreto) esporte da caça. Só que aqui, em vez do inconcebível rifle, a câmera fotográfica, o binóculo, o caderninho de anotações ou até mesmo o papel de desenho.

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Basicamente é feito com o acompanhamento de Rangers e Trackers e por meio de jipes 4X4 abertos, mas também, em outra modalidade, a pé. Enfim, o conceito de ´safari´ atualmente, conjuga a captação de imagens de animais em seu meio-ambiente, excitantes caminhadas e trilhas de jipe pela savana e observação e aprendizado da vida selvagem e seu ecosistema, extensivamente o conhecimento superficial de atividades técnicas e científicas de classificação e preservação das espécies.

Muita gente não imagina que está em território selvagem e que ali eles, os animais, são absolutamente livres, que nada os impede de circularem por onde quiserem e, por isso mesmo, fundamental que se compreendam e sigam as orientações dos rangers. Há uma certa etiqueta de safari que vamos aprendendo a cada saída de jipe, que mais adiante veremos.

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Safaris na África do Sul significam não apenas hospedagem nas confortáveis tendas nos campos, o que deve ser extremamente excitante, mas também em camps de luxo, com conforto e serviços de alto padrão, seja qual for a categoria do seu lodge , mesmo os mais rústicos. Parece que se desenvolveu e se consolidou uma política de hospedagem que privilegia a qualidade dos serviços independentemente do seu padrão.

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Basicamente todos os lodges têm desenho e decoração de muito bom gosto e equipados com tudo o que um excelente hotel pode dispôr, com a vantagem de serem pequenos – em geral com 20 chalés – e situarem-se dentro das reservas naturais e a quilômetros de qualquer povoado. Alguns lodges, entretanto, desenvolveram estilos decorativos mais próximos ao que conhecemos como hotel design, hotel boutique. Já se notam estilos e decorações ‘philip starkianas’ entre alguns deles, os mais sofisticados, exclusivos e caros.

 

_NIK2940a.jpgNum safári de dois ou três dias, com duas saídas diárias, é bem possível se alcançarmos o objetivo do game, o encontro com todos os Big Five (leão, leopardo, elefante, rinoceronte, hipopótamo). Mas não acho que o game viewing seja o mais importante, ou seja, o objetivo de se alcançar o ‘prêmio’ do jogo, ou seja, o encontro com todos os cinco grandes. Há uma variedade de animais que não integram os cinco mas que encantam do mesmo jeito, alguns até mesmo raros de se encontrarem, como os wild dogs (cachorro selvagem) e os warthog (equivalente ao nosso javali, por sinal o mais perigoso e feroz de todos os animais da sanana.

O que dizer das fabulosas zebras, girafas e antílopes, que não fazem parte dos cinco grandes, mas que são encantadores. E os steenbok, por exemplo, um antílope pequeno e discreto, mas muito esperto e saltitante. Ele enterra suas fezes para ter certeza de que predadores não o seguirão, porque é o alimento favorito de leopardos e leões. Além da observação dos animais, igualmente interessante é ver e conhecer seus hábitos. E, é claro, não apenas o caçador, mas como se comporta a caça.

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Perigo? É relativo, extremamente minimizado se observarmos as regras determinadas pelos rangers, os quais nos passam muita segurança e tranquilidade. Dificilmente algo nos acontecerá. Eles nos explicam que os animais enxergam o Land Rover como um animal maior e mais barulhento do que eles. Além disso, de fato vêm os jipes como “seres” não perigosos nem predadores, já que a caça é proibida há muitos anos e os animais acabam acostumando-se historicamente com essa realidade e passando às futiras gerações. De todo modo, são animais selvagens em um meio selvagem a quem se devem respeitar.

 

Não se pode levantar do jipe, por exemplo. Sentados, os corpos dos visitantes se incorporam à massa do jipe. Levantados, o animal percebe que as pessoas não fazem parte do mesmo corpo, e que são menores e podem assim transformarem-se em presas ou predadores. Descer do jipe? Nem pensar.

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Nas redondezas do fabuloso Kruger National Park ficam algumas das mais famosas e maiores reservas privadas da África, além da Mala Mala Game Reserve, a Sabi Sand Game Reserve, Singita, Londolozi, Leopard Hills, Ulusaba e Sabi Sabi, todas com lodges de alto padrão e reconhecidos como os melhores Big Five Game Safaris do mundo.

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Durante nossa estada vimos antílopes , cervos, elefantes, rinocerontes, hipopótamos, hienas, leopardos, lagartos, aves de pequeno e grande porte, girafas, zebras, búfalos, gnus, macacos, águias e babuínos...

 

 

 

 

 

 

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NÃO se esqueça de ir ao Menú fotográfico, aqui ao lado, para ver os originais das fotos aqui publicadas. Faça um slide-show (selecione o tempo de 2,5 segundos) e deixe rodar. Se quiser entrar mais ainda no clima, ative o Menú musical e viaje na música também, enquanto vê as fotos.

PRÓXIMOS CAPÍTULOS:

O Kruger National Park

O que esperar de um safari fotográfico turístico na África?

Um dia num game Lodge

Sugestões para a bagagem

Operadoras brasileiras que oferecem pacotes para a África do Sul

Family Safaris na África

Especial para o Jorge Bernardes

http://giramundo.wordpress.com/

Enclosure

Reader Comments (40)

Opa, mais um capítulo. Hoje, cheguei cedo. Realmente, compreendi porque vc fala que ver o big 5 não é o mais importante. Eu adoraria ver uma girafa e uma zebra nessa savana. Lindas fotos como sempre.
Estou olhando de novo as fotos. Estou impressionado com as fotos das girafas e zebras. Lindas.
Maravillosas fotografías.

Arnaldo haces bien en no decir la edad de tu mujer, no nos gusta nada eso a las mujeres...¡je, je, je!
12:37 | Unregistered CommenterCarmen
Arnaldo,

Repetindo os demais, QUE FOTOS !!! Amei também as girafas e zebras.
Me transportei para o seu safari, com a sua descrição perfeita e minuciosa.
Deu água na boca !

17:02 | Unregistered CommenterMajô
Se o texto não fosse muito bom, já valeria a pena pelas maravilhosas fotos.

Que viagem fantástica, hein? Tem uma foto que parece saída de filmes da Sessão da tarde, hehe.
12:11 | Unregistered CommenterGoitacá
Arnaldinho, admite que tu fez curso de fotografia?! Admite?!
Eu sempre tento tirar umas fotos como as tuas, meio estouradas assim, sem pegar a "coisa" por completo, mas ficam horriveis.
Sempre tive curiosidade de conhecer a Africa do Sul. Talvez na copa, ne?! E sempre quis tambem fazer um safari e me hospedar naquele hotel 6 estrelas. Inclusive, sempre quis uma porcao de coisas, hehehe...
Um grande abraco, e um dia em chego no teu nivel de fotos, pode demorar, mas chego!!!
13:00 | Unregistered CommenterDiogo
Nossa, vim aqui depois da dica do Riq e realmente as fotos estão fantásticas!! Eu sempre tive vontade de fazer essa viagem. Parabéns pelas fotos.
13:11 | Unregistered CommenterBia
Diogo, o mais fundamental pra chegar a algum lugar é querer chegar e, depois, começar a caminhada. Chegar é uma questão de tempo. Curso nunca fiz, mas li muito, aprendi muito com quem é muito melhor que eu e me informei. NADA demais que qualquer um não possa fazer muito melhor. O primordial é ter gosto pela coisa. E, note, a qualidade do equipamento ajuda sim, mas não é fundamental. Eu comecei a fotografar aos 15 anos, tenho 55 e sou um mamador avançado, nada mais que isso. Muito obrigado por seus elogios e se precisar de dicas que estiverem ao meu alcançe sobre fotografias, manda bala!
14:26 | Unregistered CommenterArnaldo
Bia, obrigado por ter vindo e...volte SEMPRE pra ler e escrever o que quiser! Com a mais possível franqueza, isso daqui não tem o menor sentido sem vocês.
14:27 | Unregistered CommenterArnaldo
Goitacá, que máximo teu elogio! Poxa, estou mesmo me sentindo muito bem e isso só reforça meu desejo de fazer cada vez melhor! Grande abraço. (volta sempre, tá?)
14:28 | Unregistered CommenterArnaldo
Arnaldo, as fotos e o texto estão muito bons. Também fiz safaris fotográficos (Thornybush e Shamwari) e eles realmente são experiências inesquecíveis. Uma pergunta : qual é a marca e o tipo da tua camera ? Estou interessado em melhorar o meu equipamento e pelo resultado que voce obteve esta dica seria muito bem vinda !
Eduardo Luz, respondendo ao que vc. ,e perguntou, aí vai (merecia até uma matéria, né?). Espero que goste e lhe seja útil. Se rpecisar de novas informações e opiniões, pergunte! Abraços.

Minha câmera é uma Nikon D200. As duas lentes usadas nesta viagem:
Nikon Zoom Super Wide Angle AF 17-55mm f/2.8G ED-IF AF-S DX Zoom-Nikkor Autofocus
Nikon 70-200 mm f/2.8G ED-IF AF-S VR
Filtos usados: Polarizador circular

Para quem quiser se aprofundar no assunto “equipamento fotográfico profissional ou semi”:

Fotografias de Viagens:

Dicas de equipamentos para viagens
http://www.castro.to/castro/fotografia/art_fotografiasdeviagens.htm
Dez dicas para obter as melhores fotos de viagem
http://www.castro.to/castro/fotografia/art_fotografiasdeviagens.htm#Dez%20dicas%20para%20obter%20as%20melhores%20fotos%20de%20viagem
Dicas & Truques em Fotografia:
http://www.herbario.com.br/fotoweb/dicas.htm
Dicas de Fotografia e Uso do falsh:
http://www.mundovertical.com/utilidades/fotografia.htm
Técnicas de Fotografia (digital e analógica):
http://fototecnicas.ubbihp.com.br/fotografia/index.html
Técnicas de Fotografia (digital e analógica):
http://www.castro.to/castro/fotografia/art_tecnicasparafoto.htm#

Nikon Digital (todos os produtos da marca):
http://www.nikondigital.com/main.html
Canon Digital (todos os produtos da marca):
http://www.usa.canon.com/consumer/controller?act=ProductCatIndex1Act&fcategoryid=101


1- Testes técnicos e comentários:

Nikon D 40 (em inglês)
http://www.dpreview.com/articles/nikond40x/

Canon EOS 400D / Digital Rebel Xti (em inglês)
http://www.dpreview.com/reviews/canoneos400d/

Nikon D 200 (em inglês)
http://www.dpreview.com/reviews/nikond200/


2- BH Photo video (tempo do consumo mundial de fotografia, em Nova York) em português:

Câmeras Digitais SRL
http://www.bhphotovideo.com/bnh/controller/home?O=NavBar&A=search&Q=&ci=6222

Lentes intercambiáveis para câmeras Canon SRL
http://www.bhphotovideo.com/bnh/controller/home?O=NavBar&A=search&Q=&ci=12039

Lentes intercambiáveis para câmeras Nikon SRL
http://www.bhphotovideo.com/bnh/controller/home?O=NavBar&A=search&Q=&ci=12041

3- Ritz Camera (rede americana de lojas de material fotográfico)
http://www.ritzcamera.com/

Acessórios para Nikon D 200
http://www.ritzcamera.com/product/541530275.htm

4- Recreio Digital (loja de material fotográfico no Rio de Janeiro)
http://www.recreiodigital.com.br/

5- T Tanaka (distribuidor Nikon em São Paulo)
http://www.ttanaka.com.br/br/home.asp

6- Consigo (mega loja de material fotográfico em São Paulo)
http://www.consigo.com.br/home.php



16:04 | Unregistered CommenterArnaldo
Arnaldo, gratísssimo pelo compêndio sobre fotografia. Estarei provavelmente ocupado nas próximas semanas checando as tuas informações e aproveite pra escrever (quando tiver tempo, é óbvio) sobre o tema que é mesmo bastante interessante.
Vc. tem uma tele poderosa Arnaldo!

Obrigada pelas fotos e descrição maravilhosa.

Como não posso estar lá pessoalmente vou fazendo meu safari por aqui:

http://www.wavelit.com/popup/playerAfricam.asp

baratinho, baratinho :-)
17:44 | Unregistered CommenterIzabel
Izabel,eu tinha visto esse link em seu comentáriolá no VnV (Ricardo Freire) e agoravou colocá-lo aqui emdestaque, no menú de vídeos. Obrigado
18:10 | Unregistered CommenterArnaldo
Hehehehe, olha que curioso, acabei de te elogiar lá no Riq, e falei a mesma coisa do que tu; sobre a influência da qualidade do equipamento. Mas, repito aqui: pode ajudar, mas não faz milagre. Portanto, tem que saber mesmo, e tu é faixa preta, cara!!!
Grande abraço, e vou precisar de dicas sim, viu!!!
18:29 | Unregistered CommenterDiogo
Quando quiser, Diogo! Manda bala e pergunta!
19:12 | Unregistered CommenterArnaldo
Arnaldo, só agora pude vir ler o seu relato e estou praticamente sem palavras, tal o meu estado de encantamento! Você fez uma viagem que mexe com a minha fantasia de quando era criança, essa imagem da África tão ligada às aventuras na selva. Só posso te agradecer pelo texto detalhado e cuidadoso, e pelas lindas imagens - obrigada por compartilhar!
21:36 | Unregistered CommenterCarla
Arnaldo

Parabens pela reportagem do Riq, mas é claro, voce merece! Voce fez algum curso de fotografia? Eu fiz alguns no tempo da Camara de filme, e sinto alguma defasagem na transição para a Digital.

Ernesto
0:08 | Unregistered CommenterErnesto
Arnaldo adorei o texto e as fotos!

Agora preciso fazer um safari desse é muito legal. Quando puder comente mais sobre as acomodações rústico-confortável as mais baratas.

Trocou as lentes lá mesmo ou levou duas cameras porque deve ser uma poeira louca, né?

Abs!
6:07 | Unregistered CommenterMarcio
Pô, Arnaldo ! Tá ficando famoso, hein?????? Estou boba! Como o seu blog está bonito e cheeeeeeeeeio de informações! Caramba, quanta dedicação! As fotos estão maravilhosas. Você não poderia ter escolhido um programa melhor do que um safari fotográfico! Arrebatador! Gostei de te ver lá no meu "Na Estrada"! Não some! Beijos. Dri.

boom de maais era tudo o que eu tava precisando pra fazer no meu trabalho, ima gino como teve ser bom esse passei,fiquei com agua na boca !

20:45 | Unregistered Commentermarcela

Oi Arnaldo. Desde que descobri teu blog eu o tenho usado como referência antes de fazer, literalmente, qualquer viagem! Suas fotos são lindas e seus comentários fantásticos. A tua redação é uma delícia. Já segui algumas sugestões tuas e aproveitei muito os lugares que visitei. Em janeiro próximo vou à África do Sul e estou adorando encontrar aqui pistas sobre como tirar melhor proveito da viagem. Um abraço, Fabiana

22:07 | Unregistered CommenterFabiana

PUXA, obrigado, FABIANA, e boa viagem. Volte sempre!

Alo Arnaldo
Eu sou frequentandora do blog do VnV e por isto achei seu blog.
Eu estou planejando um safari para junho de 2009 e queria te perguntar se o Sabi Sabi Game Reserve (que tb fica no Sabi Sand Game Reserve)oferece a mesma qualidade de safari (game) do Mala Mala. Na minha pesquisa achei uma boa oferta na diaria no Sabi Sabi Selati Lodge incluindo a passagem de aviao com uma grande diferenca do Main camp do Mala Mala.
Outra questao e se 3 noites sao suficientes para se fazer um excelente safari.
Eu gostaria de entender se cada reserva particular, por exemplo o Mala Mala tem seu campo particular para fazer o safari ou todos os Game reservas que estao dentro do Sabi Sand RG fazem no mesmo campo.

Eu ja li tudo que voce escreveu sobre o safari e fiquei deslumbrada e nao vejo a hora (falta tanto) de ir. Que fotos maravilhosas...
Como eu gosto de planejar com bastante antecedencia - ja quero fazer a reserva.

NB- Estou escrevendo aqui porque li em outro post que voce recebe este comment mesmo que eu escreva num post antigo como este.

Agradeco desde ja.
obrigada e um abraco.
ana cristina

ANA CRISTINA, vamos lá:

1) SIM, oferece a mesma qualidade (no sentido de ser o mesmo tipo de carro e de safari) e com as mesmas chances de ver os Big Five;

2) Há um site, o Eco Africa, que faz comentários (em inglês) dobre o Selati Lodge, inclusive com fotos:

http://www.ecoafrica.com/african/safaris/SabiSabi/SabiSabiSelatiLodge.html

Também é possível ver fotos do lodge no Flickr, eu selecionei algunas álbuns pra vc no elo abaixo:

http://www.flickr.com/search/?q=Sabi+Sabi+Selati+Lodge

3) Sim, três dias são mais do que suficientes. Lembre-se de que praticamente vc só tem safaris pra fazer, muito cedo pela manhã e à tarde até de noite.

4) O Tripadvisor também tem informações, comentários, resenha e fotos do lodge:

http://www.tripadvisor.com/Hotel_Review-g471853-d471931-Reviews-Selati_Camp-Sabi_Sabi_Private_Game_Reserve_Sabi_Sands_Game_Reserve.html

5) Cada hotel tem seu terrono aprticular, mas a grande área onde vão ser feitos os safaris é COMUM a todos, justamente a área do Sabi Sando Game Reserve, onde vc cruzará com jipes de diversos hotéis da região.

Oi Arnaldo fiquei super feliz com sua resposta. Nossa, voce foi super rapido. Muitissimo obrigada.
Vou agora mesmo fazer todas as pesquisas que voce me indicou.
Eu ja tinha feito a pesquisa no Taga SAfaris (sua indicacao no blog) -inclusive a oferta do Selati Camp que tive e deles e tambem ja pesquisei no site do proprio Sabi Sabi reserva.
Faz tempo que meu marido e eu queremos fazer este safari no Kruger, agora nos vamos "matar dois coelhos numa cajadada so" - vou passar dois meses no Brasil (eu moro em Melbourne na Australia) Vou com a South Afican Airways ate Johannesburg paro la - vou ficar em algum hotel perto do aeroporto, depois o safari e depois Brasil.
Acho que vai ser excelente.
Muito obrigada de novo.
Um abraco

ANA CRISTINA, eu sugiro que vc fique no hotel D'OREALE GRANDE HOTEL AT EMPERORS PALACE (64 Jones Street - Kempton Park, Gauteng 1620, South Africa) cujo elo está abaixo:

http://www.doreale.com/emperorspalace/default.aspEsse hotel tem transfer Aeroporto-Hotel-Aeroporto. Considerando que Joburg é cidade perigosa, vc não sairá do hotel e ele é bem equipado e bonito para esperar seu vôo.

Oi Arnaldo, obrigada por mais esta dica. Voce sabe que eu li no seu blog que voce tinha ficado num hotel cassino perto do aeroporto em Joburg - pesquisei e encontrei justamente este - que e hotel e cassino, e como voce diz tem tudo que se precisa.
Ja tinha anotado e colocado nos favoritos para mais pra frente, fazer os contatos, inclusive perguntar se eles guardam nossas malas enquanto vamos para o Kruger.
um abraco

As MALAS você guarda no próprio aeroporto de JOBURG. Proceda da seguinte maneira:

Ao chegar vc desembarcará na área internacional do Aeroporto de Joburg. Pegue um dos maleteiros do aeroporto (uniformizados) e diga rpa ele que quer ir para o "locker" deixar suas malas por três dias. Ele a conduzirá saindo do aeroporto e passando para a área de vôos nacionais.

É um caminho curto, pela calçada, que liga um terminal a outro. Lá no terminal nacional vc descerá uma escada (ou um elevador) para o subsolo, onde encontrará o lugar onde eles guardam as malas. É um espaço grande, com um ou dois atendentes que pegarão suas mala e de diversos outros turistas, guardarão num quarto fechado e darão para vocês um recibo.

Claro que vc poderá tenatr deixar no hotel, mas se não conseguir, use essa alternativa. Eu a usei porque não fui do Brasil para Joburg, mas para Cape Town, e de lá para Mala Mala, via Joburg, motivo pelo qual tive que deixar as malas nesse aeroporto.

Oi Arnaldo valeu - ja anotei tudo. um abraco.

Oi Arnaldo - esqueci de comentar que li seu comentario no blog do Riq (no post sobre o aumento do dolar) e fiquei feliz em saber que voce como eu - planeja com bastante antecedencia suas viagens. Eu mal chego de uma viagem ja comeco o planejamento para a proxima. um abraco

Ola Arnaldo - Ja estou com minha reserva para junho no sabi sabi lodge reserve para junho. (apressadinha). Agora eu gostaria de saber sobre binoculos - qual a sua opiniao sobre o qual e o mais adequado para comprar e levar para o safari. Andei pesquisando por aqui e alguem me disse que o 7 x 50 e proprio para coisas em movimento. Voce pode me da um help.
Ja anotei suas dicas sobre lentes - o qual pretendo comprar tb.
um abraco

ANA CRISTINA, é interessante mas não fundamental levar binóculos. Se o fizer, escolha um modelo desses pequenos, compactos. Na verdade os números (como o que citou, 7x50) dos binóculos devem ser os maiores possíveis. Quanto maior, melhor. Essa medida é adequada sim. Os binóculos grandões são muito melhores, mas tomam espaço. Lembre-se de que não há problema de levar peso no jipe e que você não ficará com eles segurando ou no pescoço o tempo todo, mas há limitação de espaço no avião, portanto, seja econômica na bagagem. Eles não serão nenhum incômodo, portanto, não atrapalharão nada. Em resumo, sobre binóculos, leve se puder, é bom, mas não indispensável.

LENTES: eu levaria uma zoom que fosse algo no mínimo 24-200mm, mas aí vc. terá que me dizer qual o modelo de sua câmera para que eu recomende a melhor. Todavia, não vale investir numa tele profissional caríssima se vc a usará apenas uma vez ou outra.

Volte pra contar mais e dar detalhes das lentes que está procurando, ok?

Oi Arnaldo - achei que era absolutamente necessario levar binoculos para o safari - porque li no site do Taga Safaris que e essencial - mais se voce diz que nao - vou comprar so se achar algum, como voce diz compacto e pequeno.

Quanto as lentes minha camera e uma CANON POWER SHOT G7.
Em julho passado fui ao Alaska e Grand Canyon e comprei (antes de ir) uma lente Cannon Wide Converter WC-DC58B propria para minha camera - gostei.
Eu nao gosto da tele-converter propria para minha camera. (nao comprei) e uma TC-DC58C.
Eu vi uma oferta na internet da loja que comprei a camera uma lente bem interessante - mais pensei em ir na loja perguntar ao vendedor (sempre me atende) se posso adaptar na minha camera.
E uma lente da Canon EF 75-300mm, F4-5.6 zoom.
Voce conhece esta lente - sera que e adaptavel na minha camera?


Mudando de assunto - a partir do dia 9 de novembro o National Geographic Channel da Foxtel (TV paga) aqui na Australia vai mostrar ao vivo um safari direto do Sabi Game Reserve no Kruger NP - por 7 dias 3 horas por dia das 4pm as 7pm.
Eles estao tb anunciando que o da parte da manha das 6 as 9am pode ser visto on line.
Fiquei super empolgada - ainda bem que ja fiz minha reserva - porque voce ja imaginou quantas pessoas vao se interessar depois deste documentario.
Eles ainda nao explicaram direito como vai ser a transmissao on line mais te mando o link da Foxtel e do National Geographic TV no caso de voce se interessar..

http://www.foxtel.com.au/channel/channel_3135.html

http://natgeotv.com.au/

um abraco e obrigada pela ajuda

ANA CRISTINA, vamos lá:

1) sobre os binóculos, reforço que não são fundamentais (tampouco essenciais como leu), mas um compacto pode ser interessante para ver detahes de bichos próximos. Em geral quando encontram algum animal os "rangers" estacionam os jipes e ficam parados muito tempo, o que nos permite observar os bichos com tranquilidade, neste caso o binóculo serviria para perceber detalhes de pelagem, entre outros.

2) não creio que uma lente 75-300 dê numa "power shot", mas apenas numa reflex. Sugiro que vc pergunte ao vendedor que sempre lhe atende que lente ele recomendaria para aproximar, mencionando o tipo de viagem que fará. A "wide" (grande angular) é ótima para fazer fotos panorâmicas mas que "distanciam" o objetivo central (no caso algum animal), a menos que esteja muito próxima, o que comumente aontece. O ideal seria ter uma de aproximação, além da grande angular, que vc pudesse ir trocando e fazendo fotos com diferentes "cortes" e composições. O número "F" (no caso, F 4.5-5.6) significa a luminosidade da lente, ou seja, quanto MENOR esse número, melhor. Para fotos externas, esses mencionados são razoáveis, caso haja boa luz ambiente. Para interiores vc precisará dominar melhor a câmera, pois passa pouca luz por elas. Note que quanto menor o número, mais cara é uma lente. Uma 1.8 pode custar o dobro de sua câmera e até muitas evzes mais, se for uma lente profissional.

Bacana esse documnetário, ainda mais sendo feito pro esses craques da imagem e da reportagem sobre vida selvagem. Agradeço por compartilhar aqui. Volte sempre.

Oi arnaldo, fiquei impressionada com o teu artigo.

5:21 | Unregistered Commenterisabel

Farei uma viagem agora ao Grand Canyon, vc me aconselharia a comprar uma lente grande angular ? Ou uma normal 18-55mm da para fazer boas fotos da paisagem ?

16:02 | Unregistered CommenterLeonardo

A 18-55 mm já é uma ZOOM Grande angular. O que eu sugeriria era uma lente zoom grande angular com os ângulos mínimo e máximo maiores (não sei a marca de sua câmera, por isso não posos recomendar qual lente exatamente), todavia acho que vc poderia escollher algo entre 24 e 105 mm

amei as fotos e o relato da viagem....................................

14:43 | Unregistered Commenterluanna

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