CONHEÇA O AUTOR

 

         Depois de estabelecer-se na Internet - em 1999 - escrevendo relatos de viagens em sites relacionados com o tema, e em 2006 ter fundado o blog Fatos & Fotos de Viagens - um dos pioneiros da blogosfera de viagens - Arnaldo foi convidado a colaborar com matérias na Revista Viagem & Turismo, da Editora Abril e, agora, prepara o lançamento de seu primeiro livro - "Bom dia, Addis. Adeus Etiópia" - ingressando, assim, na literatura de viagens com um livro encantador, segundo o autor, o primeiro de uma série de pelo menos quatro que já planeja produzir, dois deles em plena fase.

Assim o autor define esta sua nova fase:

             "Livro é coisa séria. O que o leitor encontrará em "Bom dia, Addis. Adeus Etiópia" é diferente do que lê aqui no blog. Da narrativa ao estilo. Em vez de apenas uma "conversa" com o leitor, baseada na informalidade, o livro mistura traços desta coloquialidade e informalidade com os de uma escrita literária. Sobretudo com profundo respeito à arte de escrever. Passo a ser um escritor, o que nada mais é do que uma outra maneira de me expressar sobre viagens e de transmitir ao leitor minhas impressões. Segundo o poeta e ensaísta norte-americano Henry David Thoreau, "Muitos homens iniciaram uma nova era na sua vida a partir da leitura de um livro". A partir deste meu primeiro livro escrito, considero ter ingressado numa nova, deliciosa fase em minha vida. 

              Minha ascensão na escrita de viagens com este trabalho literário não é exatamente uma novidade. Ainda que recentemente eu tenha notado a mente lampejar com a ideia: tornar-me um escritor de viagens. Todavia, ela sempre me rondou. Mesmo que a alguma distância. Não foram poucos os amigos, parentes e leitores do blog que há mais de dez anos recorrem à pergunta: “Por que não escrever um livro?”

Gente que escreve e encanta, fala sobre o autor:

Haroldo Castro:

            "Arnaldo é um dos viajantes equilibrados e sensatos que se lança escritor, o que, num Brasil de pouca leitura e onde a Literatura de Viagem não chega a ocupar meia estante nas livrarias, conta histórias que servirão de grande subsídio para qualquer leitor, além de ajudar a romper os preconceitos de que a África só oferece guerras, doenças e fome. Infelizmente, a riqueza cultural e natural do continente é quase sempre tão abafadas por notícias negativas que considero este livro um raio de luz na região."

Jornalista, fotógrafo, autor de “Luzes da África”, indicado para o Prêmio Jabuti na categoria Reportagens

Ronize Aline:

             "Minha opinião sobre o autor está refletida na resenha que escrevi de seu livro "Bom dia, Addis. Adeus Etiópia": ele escreve com o coração e demonstra respeito por tudo o que viu. Este livro, mais do que o relato de uma viagem à Etiópia, é uma viagem rumo a uma experiência de imersão e contemplação do outro. É como olhar para o diferente sem estranhamento ou indiferença."

Escritora, tradutora, jornalista, professora universitária, crítica literária do jornal O Globo, do Rio de Janeiro

Rachel Verano

             "Neste livro, Arnaldo tem o poder de nos transportar a um dos cantos mais fascinantes e ainda intocados do planeta. Mas de maneira ao mesmo tempo delicada e profunda, pessoal, criando intimidade com os personagens, deixando o leitor perceber cheiros, sabores e sentir as emoções de suas descobertas. Do peso do ar à alegria de dobrar a esquina, o autor consegue transmitir todo seu fascínio de estar diante de algo realmente novo."

 Jornalista das revistas Viagem & Turismo, Veja, VejaSP, Glamour, TAM e Vamos/LATAM

Davi Carneiro

             "Há uma frase atribuída ao grande viajante do século 14, talvez o maior escritor-viajante de todos os tempos, Ibn Battuta: “Viajar, primeiro te deixa sem palavras, depois te transforma num contador de histórias.” Suspeito, caro leito, ser este o caso do Arnaldo, um autêntico viajante que vem se mostrando, cada vez mais, um talentoso contador de histórias. Conheço-o e o sigo desde 1996, através do seu blog, aquele que, na minha opinião, é um dos melhores de viagens da internet brasileira, tanto pela excelência fotográfica quanto pela qualidade dos textos. Com um currículo andarilho de respeito (mais de 60 países, entre eles Quirguistão, Miamar, Irã e Uzbesquistão), Arnaldo tem o mérito de ir na contramão da blogosfera profissional e monetizada: de maneira simples, autêntica e independente, preza, principalmente, a credibilidade e a confiança de seu leitor." 

 Escritor, jornalista e colaborador de diversas revistas nacionais e estrangeiras

 


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Domingo
Mai132007

Rio de Janeiro: O Pão de Açúcar (minha alma canta...)

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O Complexo do Pão de Açúcar

Enseada de Botafogo com o morro do Pão de Açúcar ao fundo, Rio de Janeiro, Brasil. Fotos feitas a partir do mirante do Botafogo Praia Shopping (acima), que fica em frente à Enseada de Botafogo, e do Mirante do Corcovado (Cristo, abaixo).

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No Rio de Janeiro, Cidade Maravilhosa, convivemos diariamente com esta paisagem que, todavia, muitos cariocas conhecem apenas de vista, jamais foram visitar: o complexo do Pão de Açúcar.

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Morro da Babilônia

Talvez justamente por ser tão corriqueiro e familiar ele seja tão pouco explorado, o que é uma enorme perda. TODO o complexo - localizado no bairro da Urca e composto pelos morros do Pão de Açúcar (o mais alto, ou segunda parada do teleférico), Morro da Urca e Morro da Babilônia - é um ótimo campo para exploração turística, cultural, de lazer e esportiva, como vamos ver adiante.  Há muito mais o que ver e observar, praticar e explorar além dos bondinhos do Pão de Açúcar.

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O Morro do Cristo Redentor (Corcovado), ao fundo, visto a partir do mirante do Morro da Urca 

Formando com a Floresta da Tijuca e com a estátua e o morro do Cristo Redentor as maiores atrações turísticas da cidade, seus símbolos máximos, cartões postais da cidade reconhecidos em todo o mundo...

Po%20de%20Acar%20%20Blog.jpgO Morro Pão de Açúcar visto do Morro da Urca

... o Pão de Açúcar deve e merece ser melhor explorado em toda a sua dimensão. Tudo já foi dito e escrito sobre ele. Há dezenas de informações disponíveis e o que eu pretendo aqui é mostrar MAIS do que “apenas” o Pão de Açúcar, ou seja, aquilo que os cariocas mais informados conhecem como "Complexo do Pão de Açúcar".

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Para o carioca que convive com a floresta, com a montanha e o mar corriqueiramente, praticar alguma atividade relacionada com o montanhismo é quase natural. Realizar escaladas, caminhadas, trilhas e exploração de grutas, é algo muito natural.  Da observação de animais, pássaros e plantas raras e exclusivas, muito se tem a fazer e praticar.

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Pico da Tijuca, visto do Pico do Papagaio, uma das trilhas daFloresta da Tijuca

São inúmeras as trilhas no Parque Nacional da Floresta da Tijuca, algumas famosíssimas, como as do Pico da Tijuca e o Pico do Papagaio, duas das montanhas mais altas da cidade ou, ainda, da Pedra da Gávea e Pedra Bonita (de onde se fazem os saldos dos vôos de Parapente e Asa Delta).

Pedra%20da%20Gvea.jpgPedra da Gávea

Chega a ser quase comum para os cariocas a prática do montanhismo e da escalada em rocha. Quando crianças começamos a gostar do mar e da floresta e montanhas, porque próximos estamos das praias e co complexo da Floresta da Tijuca. O montanhismo e as  atividades relacionadas com o mar, sejam elas esportivas ou de lazer, fazem parte da vida do carioca. 

Pico%20da%20Tijuca%20Vista%20do%20Pico%202.jpgVista que se tem do alto do Pico da Tijuca, uma das trilhas da Floresta da Tijuca.  Morro Dois Irmãos e Pedra da Gávea, no maciço que separa os bairros do Leblon de São Conrado e este último da Barra da Tijuca.  Esta trilha (Pico da Tijuca) e a do Pico do Papagaio são as mais conhecidas da cidade.

Voar de asa delta a partir da Pedra Bonita, no bairro de São Conrado, seja em vôo solo ou duplo) é algo tão corriqueiro para a paisagem carioca quanto a da onservação dos escaladores no complexo da Urca. Depois dos esportes e atividades relacionadas com o mar, a pártica do montanhismo nas inúmeras trilhas da Floresta da Tijuca, e a prática da escalada em rocha (tanto a esportiva quanto a amadora, de lazer) no Complexo do Pão de Açúcar, são atividades inerentes ao carioca. 

Praia%20Vermelha%2002.jpgO Morro do Pão de Açúcar visto da Praia Vermelha

O Pão de Açúcar é um marco natural, marco histórico e marco turístico da cidade do Rio de Janeiro. Marco natural, porque o pico do Pão de Açúcar está na entrada da Baía de Guanabara, sendo referência visual para os navegadores que, do mar ou do ar, o procuram por estar localizado na periferia da cidade.

Praia%20Vermelha%20Gal%20Tibrcio%203.jpgPraça General Tibúrcio e um dos marcos históricos do Complexo do Morro da Urca

Marco histórico, porque aos seus pés, Estácio de Sá, em 1º de março de 1565, fundou a Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro. Estácio de Sá chegou ao Rio de Janeiro em 28 de fevereiro de 1565 e no dia 1º de março lançou os fundamentos da cidade, entre os morros Cara de Cão e Pão de Açúcar, por ser local de mais fácil defesa.

Forte%20de%20So%20Joo%20Urca.jpgForte de São João, Urca, visto do Mirante do Morro da Urca (Pão de Açúcar)

O local permitia, não só a observação de qualquer movimento de entrada e saída de embarcações da baía, como facultava a visão interna de todos os possíveis invasores.

1%20Niteri%20Fortaleza%20-%2028%20Mai%2005%20033.jpgMorro do Pão de Açúcar visto da Fortaleza de Sta. Cruz (Niterói). A Baía de Guanabara protegida dos invasores...

Marco turístico, porque a inauguração do teleférico do Pão de Açúcar em 1912, projetou o nome do Brasil no exterior.

Po%20de%20Acar%20Morro%20da%20Urca%2025.jpgO "bondinho" original está exposto até hoje no Morro da Urca. Eu já viajei por ele quando criança, mas hoje custo a crer que fiz isso!

O teleférico do Pão de Açúcar foi o primeiro instalado no Brasil e o terceiro no mundo, aumentando o desenvolvimento do turismo nacional.

Po%20de%20Acar%20Morro%20da%20Urca%2023.jpgQuase não dá pra acreditar que esse maquinário original funcionava e que era seguro!

É claro que em si, apenas a beleza de seu perfil já é um privilégio. Mas uma visita à Urca – o bairro onde se situa o complexo - e à Praia Vermelha, setor do bairro onde fica a Estação do Bondinho do Pão de Açúcar, margeado pelas águas da Baía de Guanabara, constitui-se num dos passeios mais deliciosos da cidade, não apenas por sua beleza natural e por ser uma referência turística internacional, mas pelo conjunto de história e curiosidades que se podem conhecer.

O passeio de teleférico que liga a Praia Vermelha e o Morro da Urca ao morro do Pão de Açúcar é quase uma atração complementar ao passeio.

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Carinhosamente conhecido pelos cariocas como Bondinho do Pão de Açúcar , o teleférico foi idealizado em 1908 e inaugurado em 1912 , tornando-se o primeiro teleférico instalado no país e o terceiro do mundo. Nesses mais de noventa anos de existência, já transportou mais de trinta milhões de pessoas.

Po%20de%20Acar%20BLOG%20A01.jpgA ligação entre o Morro da Urca e o Morro do Pão de Açúcar

Lá de cima do morro do Pão de Açúcar, a última estação do bondinho, tem-se a vista panorâmica das cidades do Rio de Janeiro e de Niterói, das mais belas domundo.

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O morro do Pão de Açúcar é constituído por um bloco único de gnaisse-granito com mais de seiscentos milhões de anos e que surgiu com a separação entre os continentes sul-americano e o africano, e tem 366 metros acima do nível do mar.

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Uma das curiosidades do complexo é botânica. Ele é rico em espécies de plantas rupícolas, estando presente em suas faces diversas espécies endêmicas de bromélias e orquídeas.  Outra é a da observação de pássaros. como o Tiê Sangue, e o micos que abundam a mata e chegam até a pista Claudio Coutinho.

Bromlias.jpgBromélias, Cactos e Orquídeas

A face sul é especialmente rica, praticamente toda tomada por um "tapete vegetal", contrastando enormemente com a face norte que apresenta pouca vegetação em suas vertentes. É circundado por um resquício de Mata Atlântica.

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O "Coleocephalocereus fluminensis" , da família cactaceae que é natural do Rio de Janeiro

Cercado por vegetação característica do clima tropical, com resquícios de Mata Atlântica, apresenta espécies nativas que em outros pontos da vegetação litorânea brasileira já foram extintas, além também raras espécies vegetais, como a orquídea “laelia lobata”, que só floresce em dois locais no planeta: no morro do Pão de Açúcar e na Pedra da Gávea, ambos no Rio de Janeiro.

Bromlias%203.jpgOrquídea Laelia lobata 

Em alguns lugares é possível ver essas espécies de bromélias que existem apenas ali. Eu já tive esse privilégio, pois até os 45 anos pratiquei escalada em rocha e montanhismo, tendo feito meu aprendizado no Morro da Babilônia.

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Ver essas espécies raras bem de pertinho é algo que ocorre apenas com quem pratica escalada em rocha ali no complexo da Urca, montanhas brasileiras com o maior número de vias de escaladas...

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...o Pão de Açúcar recebe diariamente centenas de alpinistas, montanhistas e ecologistas brasileiros e estrangeiros. E isto veremos mais adiante.

A origem do nome Pão de Açúcar

Outra curiosidade é o seu nome. Diz-se que é decorrente de sua forma ser semelhante aos blocos cônicos formados pelo açúcar na fase da purga em sua fabricação na época colonial.

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Antigamente o açúcar mascavo recém-produzido era moldado em formas cônicas e deixado ao ar para "depurar". Esses corpos de açúcar eram chamados pães. Alguém achou que aquele morro o parecia um pão-de-açúcar e o nome pegou. O resto veio depois.

Po%20de%20Acar%20%20BLOG%2002.jpgO "Pão de Açúcar"...

Na verdade a origem do nome tem várias versões históricas. Mas segundo historiadores, o que se pdoe acreditar de fato é mesmo o nome dado pelos portugueses durante o apogeu do cultivo da cana-de-açúcar no Brasil (século XVI e XVII), quando após a cana ser espremida e o caldo fervido e apurado, os blocos de açúcar eram colocados em uma forma de barro cônica para transportá-lo para a Europa, a qual era denominada "pão de açúcar".

A semelhança do penhasco carioca com aquela forma de barro teria originado o nome. O penedo teve ao correr do tempo, cronologicamente, os seguintes nomes : “Pau-nh-açuquã” da língua Tupi, dado pelos Tamoios, os primitivos habitantes da Baía de Guanabara, significando “morro alto, isolado e pontudo”; “Pot de beurre” dado pelos franceses invasores da primeira leva; “Pão de Sucar” dado pelos primeiros colonizadores portugueses; “Pot de Sucre” dado pelos franceses invasores da segunda leva. Ortograficamente, segundo a anterior ortografia da Língua Portuguesa, “Pão de Assucar”, era com ss.

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O nome Pão de Açúcar generalizou-se, a partir da segunda metade do século XIX, quando o Rio de Janeiro recebeu as missões artísticas do desenhista e pintor alemão Johann Moritz Rugendas e do artista gráfico francês Jean Baptiste Debret que, em magníficos desenhos e gravuras, exaltaram a beleza do Pão de Açúcar.

Outra curiosidade está relacionada à Prática de Montanhismo. Os visitantes têm a surpresa de já na primeira estação de embarque para o teleférico, na Praia Vermelha, de avistarem, no Morro da Babilônia , escaladores na rocha subindo as vias de escalada , algumas delas conhecidas como Ricardo Prado, M2, Roda Viva, IV Centenário , entre tantas outras.

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No meio esportivo, o Complexo de escalada do Pão de Açúcar é conhecido internacionalmente e, outra curiosidade, constitui-se no maior centro urbano deescalada em rocha do mundo!, não apenas por suas características técnicas e pela personalíssima e deslumbrante beleza, mas por estar, de fato, entre as maiores áreas de escalada urbana.

Voltando ao Complexo do Pão de Açúcar e à prática da escalada em rocha, estão catalogadas mais de 270 vias de escaladas e boulders . No próprio morro do Pão de Açúcar todas as suas faces apresentam vias, como as clássicas chaminés Stop e Galotti, a via ferrata CEPI, além de vias de parede como a Pássaros de Fogo, Via dos Italianos e o Lagartão.

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As variadíssimas vias de escalada abertas gradativamente elevaram o nível de escalada na região, e em muito contribuiu para a melhoria técnica dos escaladores brasileiros. Algumas visitas notáveis foram registradas, como a do histórico escalador Wolfgang Güllich na segunda metade dos anos 80, que abriu a primeira via de décimo grau no Brasil (graduação brasileira), batizada por Southern Comfort, ou Via do Alemão, na Pedra do Urubu, situada junto ao mar e a Pista de lazer Cláudio Coutinho , uma pista asfaltada, 1250 metros de extensão, que margeia as faces sul dos morros da Urca e do Pão de Açúcar, pertencente à área militar controlada pelo Exército Brasileiro, a qual é usada para a prática da caminhada esportiva e delazer e comoa cesso a algumas vias de escalada e de boulder.

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No domingo, dia 06 de maio de 2007, foi realizada a 20ª Abertura de Temporada de Montanhismo do Rio de Janeiro – ATM, na Praça Gal.Tibúrcio, Praia Vermelha. O evento acontece no outono, estação considerada a melhor para o início da prática do montanhismo e a ATM reúne montanhistas de todo o Brasil.

As mulheres que conquistaram o Pão de Açúcar

Falando em montanhismo e em c uriosidades acerca do complexo, o Pão de Açúcar tem relevância histórica para o montanhismo no Brasil, porque a sua primeira ascensão, feita em 1817 pela inglesa Henrietta Carsteirs , pela sua Face leste, voltada para o Oceano Atlântico e de menor inclinação, foi talvez uma das primeiras manifestações diretas de cunho montanhístico no Brasil, onde a própria ascensão da montanha traduziu-se no objetivo maior.

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No início do século 19 os moradores do Rio de Janeiro julgavam ser impossível o acesso ao pico do Pão de Açúcar. Nem mesmo um louco era capaz de tentar esta façanha.

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Bem, para surpresa geral dos cariocas e do mundo, num ensolarado dia do ano de 1817, uma bandeira britânica passou a tremular no alto daquela pedra, como se marcasse a conquista de um novo território para o Reino Unido, proeza que feriu os brios nacionalista e, especialmente, os masculinos!

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Conta uma lenda que a masculinidade (machismo) fora tão estragado que um soldado português considerou que a afronta deveria ser punida. No dia seguinte ele escalou o penhasco, arrancou a bandeira inglesa e fincoua de Portugal. Alguns anos depois um grupo de oficiais da marinha britânica repetiram o feito de sua conterrânea e na tarde seguinte, alguns brasileiros subiram o Pão de Açúcar e mais uma vez o símbolo foi substituído. Seguiram-se outras ousadas ascensões e trocas de bandeiras, sempre disputando o privilégio de exibirem as cores dos respectivos países.

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Quem deu um basta a essa competição esdrúxula foi novamente uma mulher, a alpinista italiana America Vespucci, que subiu facilmente o penhasco em 1838 e com isso abaixou de vez a testosterona dos machos alpinistas. Uma das maiores expedições ao Pão de Açúcar foi feita em 1889 pelos alunos da Escola Militar da Praia Vermelha, que homenagearam Dom Pedro II hasteando uma gigantesca flâmula com a inscrição "Salve!", com letras de sete metros de altura.

O Bondinho do Pão de Açúcar

Como vimos antes, o teleférico foi idealizado em 1908 pelo engenheiro brasileiro Augusto Ferreira Ramos e inaugurado no dia 27 de outubro de 1912. O Bondinho do Pão de Açúcar fez 90 anos em 2002 e foi o primeiro teleférico instalado no Brasil, terceiro no mundo, é um dos mais importantes ícones do turismo carioca, uma das principais marcas registradas da cidade do Rio de Janeiro. Desde sua inauguração até a data do aniversário, o teleférico transportou 31 milhões de pessoas. Nos meses de dezembro, janeiro, fevereiro e julho – de alta temporada – a freqüência diária chega a três mil passageiros.

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Nestas nove décadas de funcionamento , o bondinho recebeu a visita de turistas de todos os cantos do mundo, dentre os quais, personalidades, autoridades e artistas, como Einstein – que lá esteve em 1925 -, os ex-presidentes dos Estados Unidos, John Kennedy, do Brasil, José Sarney, e da Polônia, Lech Walesa; os cantores Roberto Carlos e Sting; os jogadores Ronaldinho e Romário; os atores Roger Moore e Robert de Niro; as atrizes Gina Lolobrigida, Brooke Shields e Sônia Braga, e muitos outros famosos.

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Considerado um dos mais seguros do mundo pelas entidades internacionais de teleféricos de passageiros, há 90 anos o bondinho do Pão de Açúcar circula sem ter registrado nenhum acidente com vítimas.

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As atuais linhas são dotadas de dispositivos de segurança, com alarme em todos os pontos. Diariamente pela manhã, antes de receber os primeiros turistas, os bondinhos saem numa viagem de vistoria. O percurso é todo programado e controlado por equipamento eletrônico, que verifica 47 itens de segurança.

 

O complexo turístico é formado por três estações – a da Praia Vermelha, Morro da Urca e Pão de Açúcar – interligadas por quatro bondinhos – dois no trecho Praia Vermelha/Morro da Urca e dois no trecho Morro da Urca/Pão de Açúcar. O Morro da Urca tem 220m de altura e o do Pão de Açúcar, 396m.

Desafio à engenharia

A história do bondinho está diretamente ligada ao desenvolvimento da cidade: seu idealizador, Augusto Ferreira Ramos, imaginou um caminho aéreo até o Pão de Açúcar ao participar, em 1908, de uma exposição na Praia Vermelha em comemoração ao centenário da abertura dos portos às nações amigas. Com um capital inicial de 360 contos de réis, foi fundada então a Companhia Caminho Aéreo Pão de Açúcar e, em 1910, foi iniciada a construção do primeiro teleférico brasileiro. Na obra trabalharam brasileiros e portugueses com equipamentos e materiais alemães, que foram transportados para o alto dos dois morros por centenas de operários realizando perigosas escaladas, numa ousada operação para a engenharia da época.

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O trecho inicial, entre a Praia Vermelha e o Morro da Urca, numa extensão de 575m, foi inaugurado em 27 de outubro de 1912, quando 577 pessoas subiram ao morro da Urca no bondinho de madeira, com capacidade para 24 pessoas. No ano seguinte, em 18 de janeiro de 1913, foi inaugurado o trecho morro da Urca/Pão de Açúcar, com extensão de 750m.


Em maio de 1969, já sob a administração do engenheiro Cristóvão Leite de Castro, a Companhia Caminho Aéreo Pão de Açúcar, através de contrato assinado com o Governo da Guanabara, teria que duplicar a linha aérea, que passaria a ser servida por dois bondinhos. A empresa resolveu, então, instalar novo e moderno teleférico, com quatro carros, cada um com capacidade para 75 pessoas. A obra, orçada em US$ 2 milhões, exigiu o desmonte de três grandes blocos de pedra do alto do Pão de Açúcar, pesando mil toneladas, e durou dois anos para ser concluída. No dia 29 de outubro de 1972 os atuais bondinhos começaram a funcionar.

Para a Companhia Caminho Aéreo Pão de Açúcar , as comemorações pelos 70 anos do teleférico começaram em 14 de junho de 2002, quando o complexo turístico reabriu ao público, depois de 75 dias fechado para a troca dos oito cabos de sustentação dos quatro bondinhos, em atendimento às recomendações internacionais de substitui-los a cada 30 anos. O investimento da empresa nesta obra foi de US$ 852 mil.

A%20Po%20de%20Acar%20BLOG%2008.jpgPraia Vermelha

Diversas melhorias foram feitas para prestar melhor atendimento ao turista: os bondinhos ganharam novos vidros e piso antiderrapante; as estações receberam nova iluminação, novo mobiliário e tratamento paisagístico. As lojas foram remodeladas, o restaurante Estação Gourmet passou a ter menu assinado pela chef Cláudia Vasconcellos e a empresa adquiriu cinco plataformas para acesso de deficientes físicos às estações.

Pólo Cultural. Esta é mais uma das curiosidades que cercam o complexo. Além de marco turístico e ecológico da cidade do Rio de Janeiro, o complexo também foi um importante pólo cultural na década de 70, quando passou a abrigar no anfiteatro do Morro da Urca – chamado “Concha Verde” – inesquecíveis shows musicais que lançaram grandes talentos da música brasileira, numa programação que chegou a reunir 50 mil pessoas por ano. A Concha Verde também foi palco de badalados bailes carnavalescos, entre 1977 e 1987, como o internacionalmente famoso “Sugar Loaf Carnival Ball”. Atualmente, o anfiteatro recebe exposições de artes, conferências de empresas, coquetéis de lançamento de produtos, jantares e festas.

A Praia Vermelha

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A Praia Vermelha começou a ser ocupada no século XVIII, quando nela foi construído um forte, para a defesa da cidade. Em 1860 passou a funcionar nela o prédio da Escola Militar, que em 1908, foi transformado no Pavilhão das Indústrias, na Exposição Comemorativa do Centenário da Abertura dos Portos às Nações Amigas.

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Pista Claudio Coutinho, para caminhadas e acesso avias de escaladas e boulder

Em 1935, o prédio foi bombardeado durante a Intentona Comunista, quando era ocupado pelo 3º Regimento de Infantaria, e devido a isto foi demolido, em seu lugar surgiu a Praça General Tibúrcio. Hoje funciona na Praia Vermelha o Instituto Militar de Engenharia e a Escola de Comando e Estado Maior do Exército.

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Na Praia Vermelha, situam-se dois campi da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, um dos campi da Universidade Federal do Rio de Janeiro, o Instituto Militar de Engenharia (IME), a Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (ECEME), onde servi ao exército dos 18 aos 19 anos, e a Escola de Guerra Naval (EGN).

Po%20de%20Acar%20Praia%20Vermelha%20Blog%2004.jpgAo lado direito da Praia Vermelha, antigo Forte, hoje um clube militar

Também bem perto da Praia Vermelha ficam o Instituto Benjamin Constant , o Forte São João e o antigo Cassino da Urca , que após a promulgação da lei que tornou o jogo de azar ilegal no Brasil foi sede da TV Tupi do Rio de Janeiro.

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Ao lado direito da Praia Vermelha, um Jardim de Infância

A história do povoamento das terras do que hoje é conhecido como bairro da Urca remonta ao início da própria cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, quando os franceses comandados por Villegagnon invadiram a baía de Guanabara, levando Portugal a enviar uma expedição para expulsá-los. Esta expedição chegou com o Capitão-mor, Estácio de Sá, e seus homens à entrada da barra do Rio de Janeiro em 1 de março de 1565. 

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O local do desembarque, onde Estácio de Sá deu por fundada a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro (em homenagem ao Rei Dom Sebastião ), foi a pequena faixa de terra na "várzea", entre os morros Cara de Cão e Pão de Açúcar, que é a atual praia de Fora, nos terrenos da Fortaleza de São João.

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Finalmente, em 1938 , a cidade e seus habitantes têm a Praia Vermelha para uso civil, com a abertura da Praça General Tibúrcio...

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... com seu Monumento à Revolta da Armada e aos Heróis de Laguna e Dourados do escultor Antonio Pinto de Matos.

Bondinho do Pão de Açúcar

www.bondinho.com.br

Endereço: Avenida Pasteur, 520 - Urca
Tel: 2546-8400

Horário de funcionamento: diariamente, de 8h às 19 horas e 50m. Crianças até 5 anos não pagam.

Duração da viagem:
Praia Vermelha/Morro da Urca: 3 minutos
Morro da Urca/Pão de Açúcar: 3 minutos

Altura dos morros:
Morro da Urca: 220 metros
Pão de Açúcar: 396 metros

Distância entre as estações:
Praia Vermelha/Morro da Urca: 528 metros
Morro da Urca/Pão de Açúcar: 735 metros

Dados dos bondinhos:
Capacidade: 75 pessoas
Capacidade média por hora: 1360 pessoas
Velocidade no primeiro trecho: até 6 metros por segundo
Velocidade no segundo trecho: até 10 metros por segundo
Tempo médio de percurso: 3 minutos

Federação de Montanhismo do Estado do Rio de Janeiro

http://www.femerj.org/


Enclosure

Reader Comments (24)

Arnaldo

PArabens pela descrição com informações que eu não sabia. Para aqueles que forem no Parque Claudio Coutinho, que é gratis, vão encontrar além de uma das vistas mais bonitas do Rio,dezenas de espécies de aves, inclusive o lindo tie sangue ( vermelho, e comppletamente inofensivo) e os micos.
8:53 | Unregistered CommenterErnesto
Excelente reportagem. Quase ficamos a conhecer completamente a zona, mesmo sem lá termos estado.
Apenas uma curiosidade. A tal America Vespucci, tem alguma coisa a ver com o descobridor Americo Vespúcio?
Saudações atlânticas!
12:11 | Unregistered Commenterroadrunner
Arnaldo, vaya belleza las fotos de la Ensenada de Botafogo con o morro do Pão de Açucar y la de la Pedra de Gávea e la visón do Morro desde la praia.
E ¡qué vértigo o teleférico!.

Américo Vespucio
America Vespucci
Amerigo Vespucci
Sólo conozco al personaje que le dió el nombre al Continente: América. Nunca había oído hablar de que se pudiéra escalar o Pão.
El Mundo es inmenso, aunque a veces no nos lo parezca y mis conocimientos muy limitados.
Siempre aprendo algo.
Ate logo
13:06 | Unregistered CommenterCarmen
Arnaldo, obrigada por la información. No conocía a Elena America Vespucci, mais agora SIM.
Ate logo.
2:31 | Unregistered CommenterCarmen
Arnaldo, por esse ângulo a cidade ainda é maravilhosa.

Você matou a minha curiosidade comentando sobre a origem do Pão de Açucar.

Vamos torcer para salvarem o Rio! Chega de violência.

Ficou show!!

Abs!

Marcio

3:49 | Unregistered CommenterMarcio
Arnaldo,
a cidade é mesmo M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-A, mas suas fotos são SHOW DE BOLA!!
Não que o Rio precise de um super fotógrafo, mas nem a Gisele Bundchen dispensa um, não é? :-)
22:45 | Unregistered CommenterLena
Puxa, Lena, que comentário BA-CA-NA o seu! Obrigado e volte sempre!
Muito bom, ótima reportagem. Fotos lindas com informações super interessantes. Mas tenho uma dúvida. O pão de açúcar é composto pelo Morro da Urca e pelo Morro do Pão de Açúcar? E esse Morro da Babilônia, onde entra?
Aguardo resposta, muito obrigado!!!
12:34 | Unregistered CommenterWalther
Walther, o Pão de Açúcar é composto pelos Morros da Urca e do Pão de Açúcar. Mas o Morro da Babilônia, atrás exatamente da estação do bondinho, na Praça da Praia Vermelha, é considerado parte do complexo da Urca, apenas, e, por extensão, do complexo do Pão de Açúcar.
Tenho que dizer que vendo essas fotos de onde passei boa parte da minha infancia, na praia vermelha, no forte sao joao e niteroi, as fotos a musica e os textos me comoveram! Otimo trabalho! continue assim!!
Arnaldo,
pelo visto vc escala, certo? Vc saberia indicar os locais no Pao de Açucar onde se pode encontrar a Laelia lobata? Sou pesquisador do Projeto CORES (Conservação das Orquideas em Risco de Extinção) e estamos buscando localizar o maior numero de plantas na natureza possivel.
Obrigado,
Pedro Constantino
pconstantino@jbrj.gov.br
Pedro, infelizmente não sei onde encontrar. Já escalei, mas não o faço há sete anos.

a primeira vez que passei no rio me apaichonei com a be3leza das praias cariocas as pessoas sao maravilhosas as mulheres tao atraente que logo me deu vomtade de apreciar las hoje nao posso elas de perto mais numca esqueceria espero voltar mais vez ao rio, estou em cataguases mande mensagem

Arnaldo

Adorei !!!!
Imagine que "estudei" aí na Urca, no Jardim de Infância em 1962!!!
Período inesquecível, suas fotos confirmaram imagens que só tinha na lembrança e me remetem à novas viagens...
Valeu! Obrigada!
Vou ver se encontro alguma foto e te envio.
Sds
Lucia

Linda matéria, no entanto, vale mencionar que a Laelia lobata não é bromélia, ela é da familia das orquidáceas logo trata-se de ORQUÍDEA.

Corretíssimo, MARIA DA GLORIA. Obrigado pela correção.

Arnaldo

Por sinal é linda. Parabenizo você por apresentar aos leitores um material rico de informações.
Uma pergunta:pelo que você observou, acredita que ainda tenha condições da lobata se recuperar em seu habitat? Acredita que ainda há tempo para se evitar a extinção?
Vamos torcer para que essa maravilha seja preservada e que o carioca levante a bandeira de sua proteção.
Como sabemos em todo planeta ela só existe no Rio de Janeiro. Genuinamente CARIOCA.

Se me permiti vou colocar um link de seu blog no meu.

MARIA DA GLORIA, eu é que agradeço. Não tenho nenhuma informação a respeito do que me perguntou, lamentavelmente, mas expresso meu desejo de que haja a possibilidade de interromper sua extinção.

Agradeço por colorar um kink do F&F em seu blog, que irei visitar assim que vc deixar seu endereço

Caso queira visitar o endereço é http://orquidariorecreio.blogspot.com/

FOTOS LINDAS.GOSTEI DAS FOTOS E DAS INFORMAÇÕES,POR MIM DESCONHECIDAS.NÃO CONHEÇO AINDA O RIO.mAS,COM CERTEZAQUALQUER MOMENTO IREI.PARABÉNS PELO TRABALHO...

12:48 | Unregistered CommenterJANE

Arnaldo, estou escrivendo un livro sobra a Elena Vespucci, queria saber onde è que encontraste a noticia que ela subio o pao de açucar? desculpe para o meo Portuguese, sou Italiana!

Muito Obrigada!

8:50 | Unregistered CommenterChiara

Chiara, faz muito tempo que escrevi este post, depois de muito pesquisar na Internet e em livros. Não me recordo mais onde consegui a informação. Eu fazia parte de um grupo de escalada no Pão de Açúcar há uns 15 anos, e provavelmente li em algum livro relacionado ao tema. Pesquisando com profundidade no Google, refinando a pesquisa, creio ser possível chegar ao assunto. De toda maneira, caso sua pesquisa para seu livro não confirme a história, agradeço se retornar dando a informação, a fim de que eu possa corrigí-la, caso seja necessário.

Obrigado pela visita e sucesso com o livro.

Lindas fotos!

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