CONHEÇA O AUTOR

 

         Depois de estabelecer-se na Internet - em 1999 - escrevendo relatos de viagens em sites relacionados com o tema, e em 2006 ter fundado o blog Fatos & Fotos de Viagens - um dos pioneiros da blogosfera de viagens - Arnaldo foi convidado a colaborar com matérias na Revista Viagem & Turismo, da Editora Abril e, agora, prepara o lançamento de seu primeiro livro - "Bom dia, Addis. Adeus Etiópia" - ingressando, assim, na literatura de viagens com um livro encantador, segundo o autor, o primeiro de uma série de pelo menos quatro que já planeja produzir, dois deles em plena fase.

Assim o autor define esta sua nova fase:

             "Livro é coisa séria. O que o leitor encontrará em "Bom dia, Addis. Adeus Etiópia" é diferente do que lê aqui no blog. Da narrativa ao estilo. Em vez de apenas uma "conversa" com o leitor, baseada na informalidade, o livro mistura traços desta coloquialidade e informalidade com os de uma escrita literária. Sobretudo com profundo respeito à arte de escrever. Passo a ser um escritor, o que nada mais é do que uma outra maneira de me expressar sobre viagens e de transmitir ao leitor minhas impressões. Segundo o poeta e ensaísta norte-americano Henry David Thoreau, "Muitos homens iniciaram uma nova era na sua vida a partir da leitura de um livro". A partir deste meu primeiro livro escrito, considero ter ingressado numa nova, deliciosa fase em minha vida. 

              Minha ascensão na escrita de viagens com este trabalho literário não é exatamente uma novidade. Ainda que recentemente eu tenha notado a mente lampejar com a ideia: tornar-me um escritor de viagens. Todavia, ela sempre me rondou. Mesmo que a alguma distância. Não foram poucos os amigos, parentes e leitores do blog que há mais de dez anos recorrem à pergunta: “Por que não escrever um livro?”

Gente que escreve e encanta, fala sobre o autor:

Haroldo Castro:

            "Arnaldo é um dos viajantes equilibrados e sensatos que se lança escritor, o que, num Brasil de pouca leitura e onde a Literatura de Viagem não chega a ocupar meia estante nas livrarias, conta histórias que servirão de grande subsídio para qualquer leitor, além de ajudar a romper os preconceitos de que a África só oferece guerras, doenças e fome. Infelizmente, a riqueza cultural e natural do continente é quase sempre tão abafadas por notícias negativas que considero este livro um raio de luz na região."

Jornalista, fotógrafo, autor de “Luzes da África”, indicado para o Prêmio Jabuti na categoria Reportagens

Ronize Aline:

             "Minha opinião sobre o autor está refletida na resenha que escrevi de seu livro "Bom dia, Addis. Adeus Etiópia": ele escreve com o coração e demonstra respeito por tudo o que viu. Este livro, mais do que o relato de uma viagem à Etiópia, é uma viagem rumo a uma experiência de imersão e contemplação do outro. É como olhar para o diferente sem estranhamento ou indiferença."

Escritora, tradutora, jornalista, professora universitária, crítica literária do jornal O Globo, do Rio de Janeiro

Rachel Verano

             "Neste livro, Arnaldo tem o poder de nos transportar a um dos cantos mais fascinantes e ainda intocados do planeta. Mas de maneira ao mesmo tempo delicada e profunda, pessoal, criando intimidade com os personagens, deixando o leitor perceber cheiros, sabores e sentir as emoções de suas descobertas. Do peso do ar à alegria de dobrar a esquina, o autor consegue transmitir todo seu fascínio de estar diante de algo realmente novo."

 Jornalista das revistas Viagem & Turismo, Veja, VejaSP, Glamour, TAM e Vamos/LATAM

Davi Carneiro

             "Há uma frase atribuída ao grande viajante do século 14, talvez o maior escritor-viajante de todos os tempos, Ibn Battuta: “Viajar, primeiro te deixa sem palavras, depois te transforma num contador de histórias.” Suspeito, caro leito, ser este o caso do Arnaldo, um autêntico viajante que vem se mostrando, cada vez mais, um talentoso contador de histórias. Conheço-o e o sigo desde 1996, através do seu blog, aquele que, na minha opinião, é um dos melhores de viagens da internet brasileira, tanto pela excelência fotográfica quanto pela qualidade dos textos. Com um currículo andarilho de respeito (mais de 60 países, entre eles Quirguistão, Miamar, Irã e Uzbesquistão), Arnaldo tem o mérito de ir na contramão da blogosfera profissional e monetizada: de maneira simples, autêntica e independente, preza, principalmente, a credibilidade e a confiança de seu leitor." 

 Escritor, jornalista e colaborador de diversas revistas nacionais e estrangeiras

 


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Quinta-feira
Mai312007

Rio de Janeiro: Petrópolis, Cidade Imperial  

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 FOTOS de PETRÓPOLIS no Flickr

http://www.flickr.com/photos/interata/sets/72157606193127753/show/

 

Estando no Rio de Janeiro, uma visita a Petrópolis é bem recomendável e pode ser feita em um dia, saindo pela manhã e retornando à tarde. São apenas 65 quilômetros do Centro da Cidade do Rio de Janeiro à Cidade Imperial. Da Zona Sul, são 85.

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A Serra da Estrela, onde se encontra Petrópolis, era praticamente desconhecida pelos colonizadores portugueses nos primeiros 200 anos de colonização, salvo por alguma expedição exploratória para tomar posse de sesmarias.

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Isso, por causa do enorme paredão montanhoso de mais de 1000m de altura que tinha que ser vencido para se chegar até lá e pela presença dos bravios índios Coroados que habitavam serra acima.

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A fundação da cidade de Petrópolis está intimamente ligada ao Imperador D. Pedro I e ao Pe. Correia. Desde que o Imperador pernoitou na fazenda do padre, de passagem pelo Caminho do Ouro que o levaria às Minas Gerais, ficou encantado com a exuberância e amenidade do clima.

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Foi seu desejo então, adquirir a propriedade para seu uso e, em especial, para o tratamento de sua filha, Princesa Dona Paula Mariana de cinco anos, sempre muito doente e que se recuperou bem quando lá esteve.

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Na primeira metade dos anos 1800, as conseqüências sociais e econômicas da Revolução Francesa, da Abolição da Escravatura e da Revolução Industrial, resultaram numa difícil condição de vida para os povos de língua alemão.

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A população estava politicamente desiludida e havia discórdia por toda a parte. Ricos e pobres endividados, o desemprego era grande no Rhur, o coração do aço alemão, com muitos problemas nas minas de carvão.

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Salvo os que viviam da vinicultura, uma parte da população, que, movida pela esperança de vida melhor, deixou tudo e partiu para as Américas.

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A maioria dos colonos que chegou a Petrópolis era natural de aldeias localizadas nos bispados de Treves e Mogúncia, na Renânia e Westphália, (Grão-Ducado de Hesse-Darmstadt e no Ducado de Nassau), região atualmente conhecida pelo nome de Hunsrück, localizada na confluência dos rios Reno e Mosel.

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Em 1837, aportou no Rio de Janeiro o navio Justine com 238 imigrantes alemães em viagem para a Austrália. Devido aos maus tratos sofridos a bordo, eles resolveram não seguir viagem, permanecendo no Rio de Janeiro.

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O Mj Köeler soube da ocorrência e se entendeu com a Sociedade Colonizadora do Rio de Janeiro para trazer os imigrantes para trabalhar na abertura da Estrada Normal da Estrela, pagando uma indenização ao capitão do navio. Assim, foi dada permissão aos colonos de desembarcarem no Rio de Janeiro.

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Estes, sob as ordens de Köeler, estiveram primeiramente trabalhando no Meio da Serra, depois foram para o Itamarati.

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Com a Proclamação da República em 1889, que resultou no banimento e o exílio da Família Imperial, temia-se que a cidade fosse ameaçada por retaliações republicanas e perdesse o seu prestígio. Mas isso não aconteceu.

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Significativos para a cidade foram os oito anos em que ela se transformou na capital do Estado do Rio de Janeiro. Em 1893, ocorreu a Revolta Armada em Niterói contra o governo do Marechal Floriano Peixoto e foram cortadas todas as comunicações entre o Rio de Janeiro e Niterói.

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Com a capital do estado ameaçada, o governo foi transferido de Niterói para Petrópolis, em 1894.

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Quando Petrópolis deixou de ser capital do Estado, pensou-se novamente que a cidade perderia seu prestígio e ficaria esquecida. Ao contrário, por muitos anos, o desenvolvimento foi mantido, ao lado da sua vocação turística.

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Quando surgia uma epidemia de febre amarela no Rio de Janeiro muitas pessoas se mudavam para Petrópolis, que estava livre desses males pela salubridade do clima.

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A Cidade Imperial, como é conhecida, também tornou-se o reduto preferido de artistas, intelectuais e nobres, que nela se instalaram em suntuosas mansões ou em curiosas residências.

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É o caso de Santos Dumont, de Rui Barbosa, do Barão do Rio Branco, do Barão de Mauá, de Stefan Zweig, de Nair de Teffé, entre outros.

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Tudo isso e muito mais espera por você nas avenidas arborizadas, praças, palácios e também na exuberância da Mata Atlântica e seus variados tons de verde que enfeitam as montanhas da cidade e propiciam belíssimas caminhadas, cavalgadas e a prática de esportes radicais.

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Como você pode sentir, Petrópolis tem muitas histórias para contar. Histórias que se entrelaçam e formam a mais fascinante de todas: a de uma cidade que remete a um importante período da História do Brasil.

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Uma cidade que traz a história de um tempo e soube acompanhar todos os tempos, sendo hoje um dos mais expressivos destinos turísticos do Estado do Rio de Janeiro, que se destaca também na produção de roupas, em importante pólo gastronômico e na implantação da Petrópolis Tecnópolis, atraindo empresas de alta tecnologia. Uma história da qual você também poderá fazer parte.

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Para conhecer Petrópolis, vá ao Museu Imperial e pegue uma charrete para um passeio de 45 minutos pelas seguintes atrações:

Palácio de Cristal

Endereço: Rua Alfredo Pachá, s/nº - Centro
Telefone: 24 2247-3721
Visitação: de Terça a Domingo de 9h às 18:30.

Localizado na antiga praça da Confluência foi construído nas Oficinas da Sociedade Anônima de Saint-Sauvers Les Arras, na França em 1879, para a Associação Hortícola de Petrópolis, da qual era presidente o Conde D’Eu, marido da Princesa Isabel, destinado a servir de local para exposições e festas. Foi inaugurado em 1884.

 

A sua mais bela festa foi realizada no domingo de Páscoa de 1888, na qual a princesa Isabel junto a seus filhos, entregou cartas de alforria a escravos, a maioria indenizando os seus senhores com notável campanha desenvolvida na cidade.

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Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, integra o conjunto arquitetônico e paisagístico da Praça da Confluência.

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Conhece-se pelo nome de Palácio de Cristal não apenas o pavilhão, produto da Revolução Industrial que acontecia na Europa, como o próprio logradouro, totalmente ajardinado e com repuxos.

Palácio Rio Negro

Endereço: Av. Koeler, 255 – Centro
visitação: externa

Em 1889, menos de três meses antes da Proclamação da República, o senhor Manoel Gomes de Carvalho, Barão do Rio Negro, comprou dos herdeiros da família Klippel o terreno onde seria erguido o seu palácio de verão. Em fevereiro de 1896, o Palácio e a casa ao lado, pertencentes a um dos filhos do Barão, foram vendidos ao Estado do Rio de Janeiro para servir de residência oficial do governante.

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Em 1903, o Palácio foi incorporado ao Governo Federal e passou a ser residência oficial de verão dos presidentes da República. Desde então, por ali passaram Rodrigues Alves, Afonso Pena, Nilo Peçanha, Hermes da Fonseca, Wenceslau Brás, Epitácio Pessoa, Artur Bernardes, Washington Luiz, Getúlio Vargas, Gaspar Dutra, Café Filho, Juscelino Kubitschek...

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... João Goulart e Costa e Silva. No verão de 1996/1997, quando o Palácio estava completando 100 anos na função de residência oficial do governo, a tradição foi reinventada. Através de um gesto ritual, a presidência da República voltou a se instalar no Palácio Rio Negro.

 

Foi no entanto, no Governo de Hermes da Fonseca, que o Palácio viveu talvez o seu momento mais brilhante, com a realização do casamento do Marechal Hermes com Nair de Teffé, então célebre não só por sua beleza como por sua inteligência, pois notabilizou-se por suas mordazes charges, que publicava na imprensa sob o pseudônimo de Rian.

 

O seu mais assíduo freqüentador foi o Presidente Getúlio Vargas, que nos 18 anos que esteve à frente do País, não deixou de passar um só verão em Petrópolis.

Praça 14-Bis

No ano do Centenário do vôo do 14-Bis, a Prefeitura faz merecida homenagem a um dos petropolitanos “de coração” mais famosos no mundo inteiro. A réplica do 14-Bis foi feita pela GE/Celma – uma das maiores empresas petropolitanas - especializada no serviço de reparo de turbinas de avião.

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A Praça 14-Bis fica ao lado da Praça da Liberdade e foi inaugurada em 21 de setembro de 2006.

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Além de relembrar o feito que revolucionou os meios de transporte, a Praça 14-Bis é entregue à população como mais um espaço de lazer e cultura que valoriza o Centro Histórico. Bancos e jardins também compõem o cenário.

 

A área possui um Centro de Informação Turística e servirá de apoio para A Encantada, onde já funciona o Museu Casa de Santos-Dumont próximo ao Relógio das Flores.

 

No percurso para A Encantada, os visitantes terão contato com as idéias, projetos e planos de vanguarda que o aviador idealizou e concluiu.

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Curiosidades sobre o invento

Uma réplica do 14-Bis, em tamanho original, encontra-se no Musée de L’Air et de l’Espace, na França. O Brasil também já fez três mais três réplicas, uma delas levada à Paris em 2005, pela Embraer, no Ano do Brasil na França (2005). O 14-Bis voou pela primeira vez em 23 de outubro de 1906, em Bagatelle, na França. A manobra foi realizada por Dumont sem o auxílio de dispositivos de lançamento. Em nova decolagem, em 12 de novembro do mesmo ano, Dumont estabelece, com seu invento, o recorde de velocidade da época (36,84 KM/h). Mais de mil pessoas presenciaram as manobras do invento mais pesado que o ar. Petropolitanos e turistas poderão agora resgatar esta história e decolar para uma viagem rumo às conquistas de Dumont.

Mais homenagens a Dumont no Centenário do 14-Bis

Exposição itinerante Santos Dumont e o Mais Pesado que o Ar . (Também esteve na III Bienal do Livro de Petrópolis realizada em agosto, cujo logotipo estilizado sobre o feito de Dumont foi idealizado pelo designer da Rede Globo, Hans Donner.)

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Museu Casa de Santos Dumont - "A Encantada"

Endereço: Rua do Encanto, 22 – Centro
Telefone: 24 2247-3158
Telefax: 24 2247-5222 de terça a sexta feira
Visitação: terça a domingo de 9h30m às 17h. Visita guiada.
Ingresso: R$5,00 e R$2,50 p/ estudante,crianças até 07 anos isentas.

Construída no antigo morro do Encanto, foi planejada e construída por Alberto Santos Dumont para servir de residência de verão; e devido a sua localização foi carinhosamente apelidada de “A Encantada”. O prédio, um chalé do tipo alpino francês, consta de três pavimentos sendo que o primeiro era uma pequena oficina, o segundo servia para sala de estar e jantar e por último o escritório, quarto de dormir.

Uma curiosidade da casa é que não tinha cozinha e todas as refeições vinham do Palace Hotel, atual prédio da Universidade Católica de Petrópolis, junto ao Relógio das Flores. Vale a pena ser visto o mirante que servia de observatório astronômico. Chama a atenção do visitante a escada recortada em forma de raquete, o que obriga o mesmo a sempre começá-la com o pé direito.

Relógio de Flores

Endereço: Rua Barão do Amazonas, 124 – em frente a Universidade Católica de Petrópolis

Inaugurado em 1972 por ocasião dos 150 anos da Independência do Brasil. É controlado no interior do prédio da UCP, movido à bateria possuindo um carrilhão com badaladas a cada meia hora.

Museu Imperial

Endereço: Rua da Imperatriz, 220 – Centro
Telefone: 24 2237-8000
Fax: 24 2237-8540
Visitação: terça a domingo das 11h às 18h (bilheteria até às 17h30m)
Ingresso: R$ 8,00 e R$ 4,00 p/ estudante e professores, idosos + de 60 anos e 80 anos idoso brasileiro, é gratuito. Pacote familiar: R$ 20,00 (2 adultos +2 estudantes)
Site: www.museuimperial.gov.br

Localizado no antigo Palácio Imperial, a residência preferida de D. Pedro II, mandado construir em 1845 pelo Imperador e dado por concluído em 1864. A construção em estilo neoclássico é considerada relativamente simples, para residência de soberanos, mas perfeitamente adaptada à função de casa de campo, sem deixar de ser elegante. Possui um corpo central de dois pavimentos e um terraço sobre o pórtico e duas alas dotadas cada qual de 12 janelas. Na fachada central, figuram as armas do Império.

Três arquitetos além de Júlio Frederico Koeler, autor do projeto original, colaboraram na construção: José Cândido Guillobel, Araújo Porto Alegre e José Maria Jacinto Rabelo.

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Foi construído com recursos particulares do Imperador, nas terras da Fazenda do Córrego Seco, herdadas de seu pai, D. Pedro I que sonhou ali construir seu Palácio de Verão, o Palácio da Concórdia. Foi construído solidamente com largas paredes de pedra com madeira de lei procedentes de várias regiões do país. Seus jardins planejados pelo botânico Jean Baptiste Binot com orientação pessoal de D. Pedro II conservam até hoje suas características, com variedade de espécies botânicas originais, estátuas gregas, fontes e repuxos.

Desde 1848 D. Pedro II passou a veranear no seu Palácio de Petrópolis. Com exceção dos verões de 1865 à 1869, justamente os do período que abrangeu a guerra do Paraguai, sua estada em Petrópolis prolongava-se por quase 6 meses, aproveitando então para dedicar-se a seus estudos prediletos, fazer visitas a educandários e dar longos passeios a pé e a cavalo.

Após a Proclamação da República o Palácio foi alugado ao Colégio Notre Dame de Sion (1892-1908) e ao Colégio São Vicente de Paula (1909-1940).

Alcindo de Azevedo Sodré, um ex-aluno do Colégio São Vicente de Paula, apaixonado por história, sonhava acordado com a transformação do seu colégio em um museu histórico. Graças a sua intervenção junto ao Presidente Getúlio Vargas criou em 16 de março de 1943 o Museu Imperial.

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A atração principal é a coroa de D. Pedro II, exibida com medidas de segurança. É toda em ouro cinzelado, ornamentada com brilhantes e pérolas, também em exposições a coroa de Pedro I e o cetro em ouro. Destacam-se também a sala de visitas da Imperatriz, sala de jantar, de música, os quartos de D. Pedro II e a sala das jóias, além da sala de exposições temporárias. Possui grande quantidade de objetos e peças além de obras raras de grande interesse para o estabelecimento da nossa história.

Até a construção de Brasília foi o único prédio construído para residência de um Chefe de Estado. É o museu mais visitado no Brasil.

Fonte: Prefeitura de Petrópolis

Fundação de Cultura e Turismo Petrópolis

http://www.petropolis.com.br/

http://www.e-petropolis.com.br/site/Conheca.php

http://www.pcvb.com.br/cidade.php

 

Centro Histórico

Atrativos abertos à visitação

Catedral de São Pedro de Alcântara
Centro de Cultura Raul de Leoni
Igreja Luterana Brasileira
Igreja Matriz Sagrado Coração de Jesus
Mosteiro da Virgem
Museu Casa de Santos Dumont
Museu a Céu aberto (Casa da Ipiranga)
Museu Imperial
Palácio Amarelo
Palácio de Cristal
Teatro Municipal Paulo Gracindo
Trono de Fátima
Mirante do Cristo
Museu da FEB

Visitação somente externa:

Casa da Princesa Isabel
Casa das Duchas
Casa de Joaquim Nabuco
Casa de Rui Barbosa
Casa do Visconde de Ubá
Casa do Barão de Mauá
Casa do Barão do Rio Branco
Cervejaria Bohemia
Escola Doméstica Nossa Senhora do Amparo
Monumento a Koeler
Obelisco
Palácio Sergio Fadel
Palácio Grão Pará
Palácio Rio Negro
Praça Dom Pedro II
Praça Expedicionários
Praça da Liberdade
Praça 14-Bis
Relógio das Flores
Solar D. Afonso

Enclosure

Reader Comments (34)

Sim senhor. É quase uma miscelânea de Baviera e Sintra com floresta tropical à volta.
Muito bonito. Desconhecia que os alemães tinham tido uma influência tão grande na cidade. Também levaram a tradição da salsicha?
Saudações atlânticas!

P.S.: Para quando um post sobre Manaus?
É que estou a pensar em passar por lá em breve.
Sim, Road, deixaram as salsichas (felizmente!) também. Há duas casas de lanches em Petrópolis (que se expandiram para o Rio de Janeiro) chamadas Pavelka e Alemão, onde comem-se, entre outras coisas brasileiras e alemãs, as famosas salsichas alemãs. Sobre Manaus, infelizmente nunca fui à Amazônia. Para nós aqui da região sudeste, a Amazônia não é tão atraente turisticamente falando quanto é cara.
Petrópolis ficou mais interessante depois desse seu post.
Estive recentemente em Teresópolis.
13:19 | Unregistered CommenterIzabel
Faz tempo que não vou a Petropolis, mas deu vontade de voltar.
22:29 | Unregistered CommenterErnesto
Arnaldo,

Já pensou em publicar uma vesão derivadas das árvores desse guia do Rio de Janeiro que você está publicando?

Os guias que você está criando estão fantásticos de ler (informações claras e práticas) e suas fotos nos fazem viajar mesmo antes de chegar ao destino.

Um abraço
Pô, Rodrigo!, pega leve! Já tem tanto guia excelente na rua que eu seria apenas mais um e assim mesmo meio medíocre! Vc. é parcial, não vale!

Obrigado, bom te ver por aqui!
Arnaldo, tus entradas son muy instructivas y esclarecedoras.

Por lo que leo en tu post, Brasil es un país inmenso con diferentes influencias. Esto lo enriquece y hace de Brasil un país muy interesante para cualquier persona, para cualquier turista.
Obrigada por compartir tus conocimientos.
Ate logo.
6:40 | Unregistered CommenterCarmen
Obrigado, Carmen. Sim, o Brasil, por suas dimensões continentais, tem diversidade geográfica, cultural e climática fabulosas. Esse é o motivo de o Brasil ser um país com tanto potencial turístico, para além do fato de que ocorreram, ao longo de sua história, fortíssimas influências de diversos outros povos. Desde a fase do descobrimento até pós-guerra, holandeses, espanhóis, italianos, alemães e japoneses, além dos descobridores e colonizadores portugueses, foram a base do que somos hoje. Estes foram os povos e raças que mais fortemente influenciaram na formação de nosso povo e cultura.

E neste particular, raça e cultura, não se pode deixar de destacar a talvez mais forte influência que tivemos, a dos povos africanos, que com a escravidão foram trazidos à força para o Brasil, proporcionando sem dúvidas as nossas características mais marcantes do povo brasileiro em todos os aspectos.
Olá Arnaldo
Uam vez mais gostei de ter vindo "visitá-lo. Fiquei cheia de vontade de ver Washington e enlevada com as palavras e imagens sobre Petrópolis, local que adorei e que me disse imenso sob vários pontos de vista (acho que em algum local lhe disse que era professora de História, não?)
Fizemos uma visita guiada ao palácio, com um guia que me disse ser professor de História, um senhor negro, para o baixo e para o gordinho; tenho um cartão dele mas não sei bem onde está neste momento. (Quem sabe se ele lê o seu blogue). Foi uma visita óptima, apreciámos muito o seu trabalho.
Há uma coisa muito engraçada no palácio que nunca tinha vista noutro lugar - andarmos com uns imensos chinelões por cima dos nossos sapatos para não estragar e polir o chão. Boa ideia para os nossos convidados domésticos...
Beijinhos
Isabel, obrigado pela visita e elas palavras! Seja SEMPRE bem-vinda...
Arnaldo,

Ah, agora tô vendo belas fotos de Petrô !!
Uma pena que encheram a calçada do Museu de pontos de ônibus.
Tá faltando o sanduiche de linguiça da Pavelka rs

Abraços
22:54 | Unregistered CommenterMajô
Tinha que sair uma matéria sobre esse post aqui na Europa para divulgar Petrópolis. Precisamos contar o que temos de bom.

No Parque del Prado em Madri tem um "Palácio de Cristal" que fica no chinelo do nosso em Petrópolis e nem pode nem fotografar.

O post ficou ótimo!!

Abs!
4:52 | Unregistered CommenterMarcio
MAJÔ, e olha que fiz uma ginástica pra tentar cortar uma parte dos ônibus da calçada do Museu Imperial. Realmente é uma falta de sensibilidade aquele ponto ali. Foi uma pena eu não fotografar os croquetes de carne maravilhosos do Pavelka, mas tava TÃO lotado de gente que mal dava pra ficar no balcão de pé...

MARCIO, obrigado! Olha, eu conheço bem Madri e o Parque del Prado apenas de passagem (com aquele lindo lado, não?), mas sinceramente não me recordo do "Palácio de Cristal". Sabe o que gostei dessa visitinha a Pretópolis? É que, mesmo levando em conta nossa pobreza, a cidade está bem cuidadinha e tudo arrumadinho. Deu gosto....
Pessoal,
alguém teria o mapa do Caminho do Imperador (Estrada do Imperador) em Petrópolis ???

Caso alguém tenha, por favor encaminhar para o meu e-mail.

Obrigado
Pessoal,
alguém teria o mapa do Caminho do Imperador (Estrada do Imperador) em Petrópolis ???

Caso alguém tenha, por favor encaminhar para o meu e-mail.

Obrigado
Parabéns pelo post !! Sou de Petropolis, e achei que a cidade ficou mais bonita sob as suas lentes.
20:46 | Unregistered CommenterLeticia
Gostei muita desta página, mas Portugal não é só Lisboa.

Este ano há as Maravilhas da Natureza, e em Portugal um destino que está a ser muito conhecido é Açores, e as suas ilhas, que têm turismo Ecológico e Sustentável.
Mas vou revelar alguns lugares, das maravilhas da Natureza em Portugal deste ano 2008.
Se quiseres visita o meu blog e pesquisa, destinos, o que procurares concretamente.

Gostei muito da tua página.

Os Melhores Cumprimentos Turísticos,

Lénia Teixeira
18:35 | Unregistered CommenterLénia
Estou longe de Petrópolis há 20 anos, mas é sempre uma grande emoção ver fotos tão lindas da cidade....um dia eu volto!!!
Parabéns pela página...
19:49 | Unregistered CommenterMonica

Pretendo visitar Petropolis entre os dias 14 e 16 de junho, realizando assim um velho sonho. Gostei muito desse seu trabalho e as fotos só fizeram aumentar a minha curiosidade. Parabéns.

Solange

Maravilhoso post sobre Petropolis, minha cidade preferida em todo o Brasil!! Sou natural de Niteroi, moro a 20 anos em Long Beach na California mas sempre vou ao Brasil e SEMPRE visito Petropolis (sanduiche de linguica, o clima, o verde, a arquiteruta historica, e' TU-DO!). Minha familia cresceu passando muitos fins de semana no clube Quitandinha (um verdadeiro privilegio meus pais terem sido socios desde que nasci_uma grande pena o clube ter sido transformado em imovel privado...) e minhas memorias dos saloes da Dorothy Draper sao incriveis! Partida de tennis nas quadras de argila, os doces da Austriaca na bonbonniere, patinacao no gelo, cafe da manha no varandao de inverno...um luxo!!! Estou voltando ao Brasil pra morar novamente e quero ir morar em Petropolis!!! Chego em Julho e ja' estou buscando residencia em Petro... nao vejo a hora!!! Seu blog entry so' me encheu de mais emocao acerca de minha volta ao Brasil!!! Muito obrigada por ter honrado Petropolis!!! Paz e saude a todos.

maravilhoso!!tenho muitas vontades de conhecer Petrópolis, Estarei ahi o domingo, como posso chegar desde Rio? Desde alguma estacion do metro!
Obrigado!

NÃO há metrô do Rio a Petrópolis.

Partindo do Rio:
De carro - Seguir pela Linha Vermelha e pegar a saída à direita para a rodovia BR-040, após o Aeroporto do Galeão. Também é possível chegar à mesma BR-040 pela Avenida Brasil, através da faixa da direita.
De ônibus - Estação Rodoviária: Terminal Rodoviário Novo Rio
Horários: Diariamente de 20 em 20 minutos. A partir das 21h, 21h20 - 21h40 - 22h - 22h30 - 23h - 23h58
Empresa: Única
Telefone: 21 2263-8792
Estação Rodoviária: Terminal Rodoviário Menezes Côrtes (Rio de Janeiro)
Horários (seg - sex):
Manhã - 11h15 - 11h45
Tarde - 12h10 - 13h - 13h30 - 13h30 - 14h30 - 15h - 15h30 - 16h - 16h30 - 16h50 - 17h10 - 17h30 - 17h40 - 17h55 - 18h10 - 18h40 - 18h55
Noite - 19h10 - 19h30 - 20h - 20h30 - 21h
Estação Rodoviária: Novo Rio (Rio de Janeiro)
Telefone(s): 21 2533-5414
Guichê Petrópolis: 24 2237-0101
Guichê Itaipava: 24 2222-7689

EU SEMPRE ADOREI PETROPOLIS E ITAIPAVA E TERESOPOLIS, A MINHA GRANDE TRISTEZAR EM RETORNA AS ESTAS CIDADES QUE EU PASSEI ANOS FREGUENTADO ,E VER AS FAVELAS CRESENDO NO LOGAIS,PETROPOLIS ERA UMA CIDADE QUE AS PESSOAIS SEMPRE SENTIRAM QUE ESTAVAM LONGE DA GRANDE CIDADES. FOI UM PENA VER FAVELAS SENDO PERMITIDA PELOS OS MORADORES DA CIDADE, A CIDADE ESTA PERDENDO O ENCANTO QUE TINHA NOS ANOS 60S ATE OS ANOS 80S,ELA ESTA SOFRENDO A MESMA CITUACAO QUE A ILHA DE PAQUETA ESTA SOFRENDO HOJE DIA, AQUELA ILHA QUE ERA LINDA AGORA ESTA COM MAIS DE CINCO FAVELAS, NEM OS PESCADORES QUE MORAVAO A ANOS, JA ESTAO SE MUDANDO PARA OUTROS LUGARES.
AOS MORADORES DE PETROPOLIS, EU ESPERO QUE VOCES LUTEM PARA CONTER AS FEVELAS NA SUA CIDADE, NAO DEIXA A SUA CIDADE VIRA CASA DE TRAFICANTES E MARGINAIS.

Estou iniciando como guia de turismo e tentando fazer um roteiro de um dia. Alguma sugestão de por onde começar? Onde almoçar e o que visitar após o almoço e onde tomar um chá antes de voltar para o Rio? obrigada Bebel

16:02 | Unregistered CommenterIsabel

Estou iniciando como guia de turismo e tentando fazer um roteiro de um dia. Alguma sugestão de por onde começar? Onde almoçar e o que visitar após o almoço e onde tomar um chá antes de voltar para o Rio? obrigada.Bebel

16:04 | Unregistered CommenterIsabel

ISABEL, sugiro consultar algum órgão oficial de turismo da Cidadede de Petrópolis. Eles poderão lhe fornecer dados. Também seria interessante adquirir um guia turístico, como o 4 Rodas, onde es'tão relacionados e classificados tanto restaurantes quanto atrações turísticas. Boa sorte

Fico deveras feliz com tantos elogios a esta maravilhosa cidade de Petropolis
pois nasci ai neste pequeno lugar do planeta mais cheio de beleza de cores de flores fontes claras e frescas que tanto nos encanta ,pena que muito pequena tive que sair desta cidade amada ,e quase nao conheço meu berço natal ,hoje aos 64 anos ainda sonho em voltar pra curtir um pouco este lugar lindo de gente que fala com gente e diz oi tudo bem oi pra ca oi pra la ,me diga minha gente tem neste mundo do meu Deus outro lugar mais lindo que este moro no rio de janeiro que e belo ,mais muito mais belo e este lugar ,

Hi,
I live in Boston now, but I am from petropolis and love my Imperial City!!
Nei Silva

12:46 | Unregistered CommenterNei Silva

Olá,

meu nome é Viviane Pavelka e gostaria de deixar registrado aqui, os meus agradecimentos aos maravilhosos elogios que Pavelka Produtos Alimentícios vem recebendo neste blog !!!
Parabéns ao Senhor Arnaldo pelo belo trabalho.

Abraços
Viviane Pavelka

Arnaldo,
Simplesmente digo - PARABÉNS!!!
Seu blog é o máximo.
Abraços.

MALY MARIA TASSINARI DE CASTRO, eu é que agardeço seus comentários, suas visitas e seus elogios.

Por favor, sempre que quiser, comente. E saiba, comentários são os melhores incentivos para quem escreve.

Grato!

9:44 | Unregistered CommenterArnaldo

Arnaldo,
Sem querer ser repetitiva, mas realmente adorei seu blog sobre Petropolis, sou bahiana mas adotei esta cidade encantadora.
Algumas sugestões para almoçar em Petropolis: Majorica (Rua do Imperador,754; próx. ao Museu Imperial e o Obelisco) com certeza e conhecer as fantásticas batatas pastéis, ou o japones (restaurante pequenino Avenida Dom Pedro I, em frente a peq. praça).Na R. Treze de Maio tem o Recreio do Bacalhau (ótimo bolinho de bacalhau).Para o chá pode ser a Katz (Rua do Imperador) ou a Willemsen (Rua 16 de março e Valparaiso) ainda na 16 de março tem a padaria San Laurent uma boa parada para o café.

21:47 | Unregistered CommenterPatricia

Olá a todos, me chamo Eleonora, sou petropolitana e gostaria de agradecer muuuito, mas muito mesmo a você, Arnaldo, pelas completíssimos informações a respeito dessa cidade em que vivo e que amo, bem como os gentís comentários das pessoas que entraram nesse blog maravilhoso. Gostaria de informar a todos, que há um nr. de telefone que pode ser acessado de qualquer lugar do Brasil, totalmente gratuito, seja de "orelhão" sem cartão ou mesmo de celular, sem qq tipo de cobrança, que é o do dept de turismo aqui da cidade. O número é o 0800 024 15 16. Espero que seja de utilidade para todos, pois por este meio de comunicação é possível obter-se muitas informações que poderão ser de incrível ajuda a todos que dele fizerem uso; tais como: endereços de pousadas, hotéis, hostels, pensões, etc., restaurantes diversos, preços e horários de funcionamento, atrações turísticas (com os respectivos endereços, telefones e horário de funcionamento, etc, etc, e etc.) Bom dia para todos e que venham logo dar um alô aqui na minha cidade. Sou professora de Alemão e Espanhol e adoro o que faço, bem como amo as pessoas que utilizam os idiomas para encurtarem as fronteiras do mundo! Quando quiserem, venham para Petrópolis; acho que vocês não vão perder a viagem e até venham a gostar! Adoro mandar e receber mensagens. Podem me mandar e-mail's pelo elly8601@yahoo.com.br. Abração a você, Arnaldo e a todos os que agora nos lêem!

Quer saber mais sobre Petrópolis leia http://www.avozdepetropolis.com.br A verdade nada mais que a verdade
#avozdepetropolis

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