CONHEÇA O AUTOR

 

         Depois de estabelecer-se na Internet - em 1999 - escrevendo relatos de viagens em sites relacionados com o tema, e em 2006 ter fundado o blog Fatos & Fotos de Viagens - um dos pioneiros da blogosfera de viagens - Arnaldo foi convidado a colaborar com matérias na Revista Viagem & Turismo, da Editora Abril e, agora, prepara o lançamento de seu primeiro livro - "Bom dia, Addis. Adeus Etiópia" - ingressando, assim, na literatura de viagens com um livro encantador, segundo o autor, o primeiro de uma série de pelo menos quatro que já planeja produzir, dois deles em plena fase.

Assim o autor define esta sua nova fase:

             Livro é coisa séria. O que o leitor encontrará em "Bom dia, Addis. Adeus Etiópia" é diferente do que lê aqui no blog. Da narrativa ao estilo. Em vez de apenas uma "conversa" com o leitor, baseada na informalidade, o livro mistura traços desta coloquialidade e informalidade com os de uma escrita literária. Sobretudo com profundo respeito à arte de escrever. Passo a ser um escritor, o que nada mais é do que uma outra maneira de me expressar sobre viagens e de transmitir ao leitor minhas impressões. Segundo o poeta e ensaísta norte-americano Henry David Thoreau, "Muitos homens iniciaram uma nova era na sua vida a partir da leitura de um livro". A partir deste meu primeiro livro escrito, considero ter ingressado numa nova, deliciosa fase em minha vida. 

             Por bom tempo - antes de me decidir por publicar um livro - meu lado esquerdo do cérebro brigou com fúria contra o direito até certificar-se de que o leitor teria nos meus livro não os textos que escrevi no blog, porque, entre outros motivos, livro é coisa séria, e ninguém (ninguém de verdade!) merece ler posts de blogs reproduzidos em livros, especialmente textos efêmeros, perecíveis, descartáveis ou preocupados em agradarem "o mercado" e a blogosfera. Felizmente, ao que parece, posts continuarão restritos aos blogs e livros a serem livros. O tema da viagem parece ainda não ter-se banalizado na literatura universal, nem ter-se rendido às formas diversas da monetização.

           Minha ascensão na escrita de viagens com este trabalho literário não é exatamente uma novidade. Ainda que recentemente eu tenha notado a mente lampejar com a ideia: tornar-me um escritor de viagens. Todavia, ela sempre me rondou. Mesmo que a alguma distância. Não foram poucos os amigos, parentes e leitores do blog que há mais de dez anos recorrem à pergunta: “Por que não escrever um livro?”

Gente que escreve e encanta, fala sobre o autor:

Haroldo Castro:

            "Arnaldo é um dos viajantes equilibrados e sensatos que se lança escritor, o que, num Brasil de pouca leitura e onde a Literatura de Viagem não chega a ocupar meia estante nas livrarias, conta histórias que servirão de grande subsídio para qualquer leitor, além de ajudar a romper os preconceitos de que a África só oferece guerras, doenças e fome. Infelizmente, a riqueza cultural e natural do continente é quase sempre tão abafadas por notícias negativas que considero este livro um raio de luz na região."

Jornalista, fotógrafo, autor de “Luzes da África”, indicado para o Prêmio Jabuti na categoria Reportagens

Ronize Aline:

             "Minha opinião sobre o autor está refletida na resenha que escrevi de seu livro "Bom dia, Addis. Adeus Etiópia": ele escreve com o coração e demonstra respeito por tudo o que viu. Este livro, mais do que o relato de uma viagem à Etiópia, é uma viagem rumo a uma experiência de imersão e contemplação do outro. É como olhar para o diferente sem estranhamento ou indiferença."

Escritora, tradutora, jornalista, professora universitária, crítica literária do jornal O Globo, do Rio de Janeiro

Rachel Verano

             "Neste livro, Arnaldo tem o poder de nos transportar a um dos cantos mais fascinantes e ainda intocados do planeta. Mas de maneira ao mesmo tempo delicada e profunda, pessoal, criando intimidade com os personagens, deixando o leitor perceber cheiros, sabores e sentir as emoções de suas descobertas. Do peso do ar à alegria de dobrar a esquina, o autor consegue transmitir todo seu fascínio de estar diante de algo realmente novo."

 Jornalista das revistas Viagem & Turismo, Veja, VejaSP, Glamour, TAM e Vamos/LATAM

Davi Carneiro

             "Há uma frase atribuída ao grande viajante do século 14, talvez o maior escritor-viajante de todos os tempos, Ibn Battuta: “Viajar, primeiro te deixa sem palavras, depois te transforma num contador de histórias.” Suspeito, caro leito, ser este o caso do Arnaldo, um autêntico viajante que vem se mostrando, cada vez mais, um talentoso contador de histórias. Conheço-o e o sigo desde 1996, através do seu blog, aquele que, na minha opinião, é um dos melhores de viagens da internet brasileira, tanto pela excelência fotográfica quanto pela qualidade dos textos. Com um currículo andarilho de respeito (mais de 60 países, entre eles Quirguistão, Miamar, Irã e Uzbesquistão), Arnaldo tem o mérito de ir na contramão da blogosfera profissional e monetizada: de maneira simples, autêntica e independente, preza, principalmente, a credibilidade e a confiança de seu leitor." 

 Escritor, jornalista e colaborador de diversas revistas nacionais e estrangeiras

 


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Sábado
Out182008

Japão: Nikko, dos santuários, shoguns e parques naturais

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Os Três Macacos Sábios   "Não vejo, não falo, não ouço"   

 

 

                         OS Três Macacos Sábios - Mizaru  (o que cobre os olhos), Kikazaru  (o que tapa os ouvidos) e Iwazaru  (o que tampa a boca) que ilustram a porta do Estábulo Sagrado no templo do  Santuário Toshogu - em Nikko - têm sua origem no folclore japonês, mas a imagem desses macacos foi trazida ao Japão por um monge budista chinês no século 8.

                      ELA também basea-se numa espécie de trocadilho:  os nomes  -  que significam algo como não ouça o mal, não fale o mal e não veja o mal  - refletem um trocadilho com as palavras saru  (que em japonês significa macaco)  e que tem o mesmo som da terminação verbal zaru , que por sua vez significa negação.   Literalmente, mizaru , kikazaru e iwazaru significam miru = olhar, kiku = ouvir, iu = falar e zaru = negar.

Não vejo o mal, não ouço o mal, não falo o mal.”

                     O fundamento do provérbio é uma forma de lembrar que se os homem não olhassem, não ouvissem e não falassem sobre o alheio, teríamos comunidades pacíficas vivendo em paz e harmonia. Ainda que folclórica, é uma verdade absoluta.

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A Cidade de Nikko

“Nunca diga que algo é formidável antes de conhecer Nikko ônibus a partir de Tóquio, a cidade de Nikko tem uma grandiosidade escancarada, escandalosa,  tanto por sua natureza esplendorosa  - que pode ser admirada nas suas montanhas e cascatas -,  quanto por sua cultura exemplar -,  que pode ser observada em seus monumentos construídos pelo homem.  Neste particular sobressaem especialmente os refinados exemplos da capacidade artística humana imortalizadas no Santuário Toshogu e no Templo Rinnoji.

(A frase não é minha, mas seguramente eu a teria dito)

 

                      A duas horas de trem ou de

  

                     A cidade de Nikko ainda transpira uma certa atmosfera feudal.    Seus templos e suas belezas naturais do Parque Nacional de Nikko fazem da região um dos destinos mais fundamentais no Japão e absolutamente indispensável,  prioritário para quem está em Tóquio. É um bate-e-volta de um dia, perfeito.

 

 

 

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O Santuário Tōshō-gū e o Templo Rinnō-ji

                     O Santuário Toshogu e o Templo Rinnoji -  em cujas construções religiosas imponentes estão os mundialmente conhecidos macaquinhos Mizaru, Kikarazu e Iwazaru entalhados em madeira num dos templos do complexo do Santuário Toshogu -  são construções classificáveis em qualquer guia como  "visita indispensável". 

                    A partir do momento que conhecemos um pouco da história do Japão, especialmente da era dos    shogunatos, muito do que se visita passa a ter valor e compreensão maiores do que se nada soubéssemos. Durante toda nossa curta permanência no país tivemos a sorte de conhecermos duas pessoas que nos guiaram em alguns dos sítios de nosso roteiro, com as quais muito aprendemos em termos históricos e culturais, mas também acerca do modo de vida contemporâneo do povo japonês, de suas tradições. Foi assim que soubemos o quanto foi marcante a fase dos shogunatos e seu legado cultural e monumental.

   

                     O Tokugawa bakufu , ou Edo bakufu (bakufu é o termo japonês para shogunato) foi uma ditadura militar feudal ocorrida em 1603, estabelecida por Tokugawa Ieyasu, governada por shoguns de sua família até 1868. Nesse período, também conhecido como “Período Edo”, Ieyasu Tokugawa (1543-1616) quis que seu corpo ficasse no templo Kunoo-San Toshogu, em Shizuoka, mas apenas no primeiro ano de sua morte, sendo depois fosse transferido para Nikko. “Construa um pequeno santuário em Nikko e coloque-me nele assim como um deus. Eu serei o guardião da paz que irá se manter no Japão.”, disse Tokugawa Ieyasu a seu filho.

                      HIDETADA, seu filho e sucessor, cumpriu a vontade do pai e mandou construir um santuário xintoísta ao qual deu o nome de Nikko Toshogu, no ano de 1617, no qual seu pai deveria ser venerado como uma divindade. Ainda depois do período Hidetada, durante o governo do terceiro shogum, do neto Tokugawa Ieyasu, chamado Iemitsu, os principais prédios do santuário foram construídos, tendo sido inaugurados em 1636. Até hoje Ieyasu Tokugawa é venerado como um homem extremamente importante para Nikko, tendo desenvolvido fantásticamente, para a época, a região.

                      AINDA que belíssima aos olhos de um turista ocidental, a arte da construção não é considerado o melhor da arquitetura da época. A paz inspirou os escultores, que entalharam animais sagrados, como o famoso gato dormindo, os pavões e os macacos. É esta uma das mais discretas e igualmente marcantes inspirações do Santuário Toshogu, a paz como símbolo, expressa nas esculturas e pinturas dispostas em diversos pontos das edificações. A nós ocidentais não importa o purismo: ainda que não seja considerado o “melhor exemplo de arquitetura do período”, o complexo de Nikko é seguramente um dos mais bonitos de todo o país, certamente o mais impresisonante conjunto de tempolos que tive o privilégio de conhecer no Japão. Três templos foram nomeados Patrimônio da Humanidade em 1999: os dois do complexo Toshogu mais o Futarasan-jinja.

 

                       EM todo o complexo Nikko Toshogu há 5.173 esculturas, algumas se tornaram célebres, como as dos três macacos e do gato. O visitante que não estiver bem informado talvez passe por essas esculturas sem as eprceberem, especialmente a do gato. Os japoneses, no entanto, entram no complexo procurando avidamente pelas esculturas dos três macacos e do gato. Elas são a sensação do complexo. Os macacos são mais facilmente identificados porque ficam na parte externa da parede do Shinkyusha, o Estábulo do Cavalo Sagrado, logo após e à esquerda do portal do templo. Entre os oito painéis está aquele que mostra a imagem universalmente conhecida dos três macacos.

                        A segunda escultura que causa sensação é a do gato, Nemurineko, na qual o animal está dormindo, daí o nome “gato dormindo”. Ela fica no portal da escadaria de acesso ao túmulo de Ieyasu. Neste caso a paz é simbolizada pelo fato de o gato estar tão tranquilo mque até dorme.

 

 

 

                       NO Santuário Toshogu é possível reparar elementos de arquitetura budista e xintoísta. Ainda na entrada passamos por um torii de pedra, o maior do Japão feito em rocha, além de pagode de cinco andares com 35 metros de altura, decorado com pinturas em laca vermelha e dourada sobre detalhados entalhes em madeira.

                      SUBINDO-SE a escadaria para entrarmos no recinto passamos por um segundo portal, o Niomon, o Portal dos Reis Deva. Junto a ele fica o Estábulo Sagrado, cujo beiral de madeira é ricamente trabalhado em madeira, no qual estão representados os célebres três macaquinhos Mizaru, Kikarazu, Iwazaru.

 

                      DENTRE as célebres construções e edificações do complexo, talvez a mais impressionante seja o fascinante Portal Yomeimon, ou Higurashi-no-mon - Portal do Crepúsculo -, que mesmo de relativamente modestas dimensões comparado às demais edificações, é extremamente complexo na sua construção e na magnitude de suas esculturas e artes decorativas. 

                     NO portal Yomeimon há mais de 500 esculturas representando divindades diferentes, cenas de lendas e histórias mitológicas e sem dúvidas esse conjunto de figuras e a arquitetura do portal são uma das peças mais impressionantes de todo o templo. Executados para simbolizar um mundo de harmonia e paz, já que o Japão viveu longo período de guerras, foi com o domínio de Ieyasu que os conflitos tiveram fim e toda a sociedade passou a dedciar-se ao seu próprio desenvolvimento, quer fosse pelo trabalho, quer pelo lazer, quer pela dedicação ao espírito.

                    O Mausoléu Taiyuin - título concedido a Iemitsu Tokugawa e usado pelo imperador Gokômyô para designar o mausoléu do shogun – foi uma homenagem a Iemitsu, que disse antes de morrer, em de abril de 1651: “Eu servirei a Ieyasu mesmo depois de morto”. Entendida a vontade de Iemitsu, o quarto shogum – chamado Ietsuna - iniciou a construção do Mausoléu Taiyuin em fevereiro de 1652, inaugurando-o em abril de 1653.

 

                    NELE, o salão principal Honden, o oratório Haiden e a sala Ainoma são tidos como tesouros nacionais do Japão. A concepção arquitetônica e ornamental aqui foi propositalmente diferente do Toshogu, pois Iemitsu temia qualquer imitação do santuário, o que fez com que a posição de cada construção estivesse em harmonia com a paisagem. As cores do Santuário Toshogu são fundamentalmente o branco e o dourado, com detalhes em preto, enquanto que o Taiyuin tem o ouro e o preto como fundamentais, sendo em vermelho os detalhes. O Mausoléu Taiyuin fica em frente ao Santuário Toshogu, o que propositalmente indica a intenção de respeito de Iemitsu a Ieyasu.

 

                    O Templo Rinnoji tem no Sambutsudo, o hall principal que abriga três gigantescas imagens da Deusa Kannon dos Mil Braços (Deusa da Misericórdia), de Amida, no centro e de Bato Kannon (o Kannon “Cabeça de Cavalo”), à esquerda. Infelizmente o interior não pode ser fotografado. No lado noroeste do Hall Sanbutsudo, fica Sorinto, um pilar de bronze que abriga dez mil volumes de sutras sagradas.

  

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O Saquê nos santuários

                   O saquê é aquela bebida fermentada de arroz, tradicional do Japão, tomada geralmente quente e no começo da refeição. Nos santuários xintoístas é comum vermos estes barris de saquê. A bebida é consumida como parte dos rituais de purificação, comparado ao uso do vinho nas cerimônias católicas. Pessoas doam os barris de saquê aos santuários e templos para que sejam usados em cerimônias de casamento e festivais.

                  Esses tonéis decorados são celebrativos, exclusivos dos templos, chamados de TaruKagami Biraki  é uma palavra japonesa que literalmente significa "Quebrando o Mochi", ou “quebrando o tonel de saquê”, como parte da cerimônia.  Em festas de casamento e outras celebrações esses barris são quebrados e abertos.

 

 

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Os Ritos de purificação

                  A purificação é fundamental em toda a prática xintoísta.  É através dela que o homem se liberta das impurezas, como se regressasse ao estado original de pureza.   Para a purificação, um ritual   simples que antecede qualquer ato religioso, utiliza-se o rito chamado misogi, o que consiste na purificação por meio da água, considerada um dos mais poderosos elementos purificadores.  Ao lavar-se com a água pura o fiel xintoísta obtém a purificação das impurezas, tanto das voluntárias como das involuntárias. Pela água, purifica-se o corpo e a alma.  Lava-se primeiro a mão esquerda, depois a direita, deixando-se escorrer a água impura.  Ao final, bebe-se um pouco de água colocando-se o conteúdo da vasilha em uma das palmas da mão em concha.  Não é um ritual tão completo como o da ablução, efetuado pelos muçulmanos antes de ingressarem numa mesquita para orarem, uma vez que estes lavam mais completamente os pés, braços, mãos e rosto. De todo modo, o significado é o mesmo.

 

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O Parque Nacional de Nikko e a Catarata Kegon

                   UMA belíssima área de 134.500 acres com um magnífico cenário montanhoso de lagos, rios, cascatas, planaltos e florestas. A cidade de Nikko tem entre seus destaques este parque, o qual conjuga harmônicamente a beleza natural com a beleza artística dos suntuosos templos. Nesta enorme área há uma ótima infra-estrutura turística e de recreação e prática de esportes como caminhada, acampamento, passeios de barco, pesca, esqui e patinação. Subir o Monte Nantai e veja do todas as magníficas construções de Nikko é bem popular entre os japoneses.

 

                  TODAVIA, para nós turistas, a Catarata Kegon - uma queda d’água de 90 metros, é uma das mais importantes cachoeiras do Japão, cuja origem é do Lago Chuzenji. É possível chegar até a base da cachoeira por um elevador, mas a maioria dos visitanets fica mesmo no topo, em um mirante.

  

                   AO longo da queda principal, há doze quedas menores, chamadas Juni-Taki, o que lhe confere maior beleza por causa do efeito da água batendo nas pedras e parcialmente pulverizando-se nop ar. As árvores verdes ainda neste início de outono, ficam vermelhas no fim de outubro até meados de novembro, quando começa o inverno e com ele a oportunidade de esquiar, o que atrai um outro fluxo de visitantes. No inverno a cachoeira congela e proporciona um espetacular um efeito.

                  ESTA região montanhosa de Nikko sempre foi considerada sagrada e já na antiguidade era frequentada por monges, que ali praticavam seu desenvolvimento espiritual, motivo porque ali surgiram os dois templos que hoje figuram entre os pontos mais visitados do país.

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Informações úteis

Os Templos abrem das 8h às 17h (de abril a outubro) e até às 16h (de novembro a março). O ingresso para o conjunto dos três templos custa ¥ 1 mil, ¥ 600 e ¥ 400, conforme a idade.

Como chegar

A excursões regulares desde Tóquio, que custam cerca de 120 dólares por pessoa, com almoço incuído.

Também se chega através da linha de trem Nikko da JR, que liga a cidade de Nikko com Utsunomiya, a capital da província de Tochigi, um percurso de 45 minutos, ao custo de ¥ 740. Outro ponto de acesso é a estação Tobu Nikko, da empresa Tobu Railway. Maiores informações no site em inglês: http://www.tobu.co.jp/foreign/

O ônibus "Sekaiisan-meguri" parte da estação Nikko da JR, passa pela estação Tobu Nikko, circula pelos três templos e retorna pelo mesmo trajeto. A passagem que vale para um dia inteiro custa ¥ 500.

Site: http://www.tobu-bus.com/pc/free_pass/sekai_isan.html

Reader Comments (16)

Arnaldo

Continuamos curtindo esta sua série pelo Japão! Fale com o pessoal da Abril, ou da revista Japan, aqui de SP, que e especializada em Japão e cultura nipônica, que rola outro especial!

22:36 | Unregistered CommenterEreesto

Oi Arnaldo, incrivel tudo isso.
Você acha que dá para fazer o Japão sozinho ou seria melhor com excursão, ou guias contratados?
Estou AMANDO essa serie :)
abs

13:35 | Unregistered CommenterMirella

Maravilhoso...não tinha ouvido falar de Nikko e o lugar é 'o meu número'. E de fácil acesso, muito bom.

18:48 | Unregistered CommenterEmília

ERNESTO, obrigado pela visita e os elogios de sempre!

MIRELLA, acho que o Japão dá pra fazer sem um pacote com guia, mas acho complicado.

EMÍLIA, obrigado pela visita demorada e comentários em todos os capítulos sobre o Japão. Apreciei bastante, aidna mais sabendo que acaba de chegar de sua viagem de Lua de Mel por 30 dias!

Arnaldo, interessante a história sobre Ieyasu Tokugawa em o Período Edo. Eu não sabía que há 5.173 esculturas em o complexo Nikko. É impressionante, seguro que eu gostaria do esse complexo tão rico em templos, esculturas e situado em um ambiente natural de grande riqueza.
A explicação sobre os ritos de purificação é gostosa. O água é símbolo da limpeza e purificação em muitas culturas diferentes. O água é primordial para a vida e as pessoas.
Muito bom post.
Beijos

10:48 | Unregistered CommenterCarmen

CARMEN, obrigado pela visita e comentários. Quanto às esculturas, não
exatamente 5.173 peças isoladas. Há algumas, sim, mas grande parte delas é a soma de figuras esculpidas em enormes painéis. A água da purificação é sempre corrente e limpíssima.

Vim ler os últimos posts e te dizer que no começo do ano 2009 faço a troca com sua foto. Obrigada ainda.

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Parabéns pelo seu Blog!!! Você está fazendo parte da maior e melhor seleção de Blogs/Sites do País!!! - Só Sites e Blogs Premiados - Selecionado pela nossa equipe, você está agora entre os melhores e mais prestigiados Blogs/Sites do Brasil! O seu link encontra-se no item: Blog (http://www.vejablog.com.br/blog) - Os links encontram-se rigorosamente em ordem alfabética - Pegue nosso selo em: (ttp://www.vejablog.com.br/selo

Um forte abraço,
Dário Dutra

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Arnaldo, interessantíssimo o post ! A cultura nipônica é rica e bastante desconhecida de nós ocidentais.Confesso que a origem dos Três Macacos Sábios eu desconhecia e menos ainda que remonta ao século VIII.

Na tentativa de recuperar comentário seu sobre o post de Paris que ficou retido como spam no blog,perdi. Se puder reescrevê-lo agradeço. Comentava sobre sua viagem em 2009.
Abraço para vocês,
Majô

21:40 | Unregistered CommenterMajô

Arnaldo, o Japão está na minha RTW de 2009; e agora Nikko acabou de entrar definitivamente para o roteiro. Essa série japonesa está incrível e as fotos, COMO SEMPRE, fabulosas!
E, mais uma vez, obrigadíssima pelas gentilezas no sábado! Foi um prazer imenso conhecer vcs dois pessoalmente!

MAJÔ, que bom ver vc por aqui novamente, e comentando! SIM, a cultura japonesa foi - junto com a educação do povo - o que mais me marcou nessa curta visita ao Japão. Eu também desconhecia a origem e foi bastante curioso quando, surpreso, ouvi a história lá em Nikko e depois pesquisei. Algo tão corriqueiro pra todos nós, mas que por anos ficou comigo sem saber o significado, foi muito curioso. Sim, irei lá e reomentarei, com prazer. GRATO por sua visita.

MARI, muito bom ver seu comentário e ter sua visita. Sei que o tempo nem semrpe nospermite escrever, ainda que visitemos os blogs dos amigos, o que ocorre frequentemente comigo, e que saibamos que os comentários são o maior incentivo, mais do que a frequência. Para mim foi muito agradável conhecê-la e, mais, um privilégio ter sua dedicatória em seu livro. Já lhe mandei um e mail comentando o fato e agradeço essa bela oportunidade, aidna que lamente o pouco tempo para conversarmos melhor e com mais calma e menos superficialidade. Gratíssimo pela visita e muito mais pelo comentário.
.

Arnaldo, passei aqui rapidamente para agradecer as dicas de Portugal, tudo que li aqui (copiei, colei, imprimi e levei na bolsa) enriqueceu muito a minha viagem e a tornou mais econômica. Tenho muitos agradecimentos a fazer ao pessoal do VnV, Riq, Sylvia, Majo e tanta gente que me ajudou a montar o roteiro. Depois agradeço no blog de cada um, foram 24 horas de aeroporto e já estou no trabalho. Penso que até processar todas as informações vai levar um tempo: Lisboa, Porto, Coimbra, Óbidos, Sintra, Cascais, e arredores, depois Paris e, finalmente, Praga. Obrigada de coração!

16:48 | Unregistered CommenterRosa BSB

ROSA BSB. que ótimo quye tudo correu bem e que as informaçÕes contidas aqui foram de fato úteis.

Para enriquecer ainda mais as dicas, sugiro que vc relate suas impressões paa serem compartilahdas com outros leitores, lá mesmo nos capítulos de Portugal e de Praga.

Fico muito feliz com seu sucesso na viagem e que tenha retornado aidna mais feliz com ela.

Parabéns e volte sempre.

Caro Arnaldo, minha irmã, que mora em Natal, é professora de história e nos acompanhou, fará um ensaio que posso lhe enviar pelo e-mail ou correio, até meados de dezembro. Sei que o melhor é relatar quando tudo ainda está bem fresquinho, mas vou precisar ainda de uns dias para procesar tanta informação. Obrigada e um grande abraço.

8:12 | Unregistered CommenterRosa BSB

Fui para Nikko muito bonito,as cachoeiras entao nem se fala.Lindo!!

Gostei do texto e aprendi algo mais sobre Nikko é de facto um complexo extraordinário de beleza e contacto com a natureza,não falando sobre a conservação e pureza que é fantástica, fui 1993 na época dos rolos fotográficos e por isso não tenho um reportório extenso,mas relembro toda a envolência do local.Recomendo

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