MENSAGEM ao LEITOR
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BEM-vindo ao Fatos & Fotos de Viagens, um blog sem jabá e não vulgar

        EXISTE no viajar e no escrever relatos de viagens um terreno fértil para demonstrações de arrogância. É algo simplesmente disseminado. Tanto no mundo virtual quanto na literatura. Mas o que o maravihoso mundo da viagens precisa é de mais viajantes humildes, não de "especialistas" caga-regras que determinam de tudo: desde como arrumar sua mala ao único tipo que você deve comprar, do lugar que você tem que ir, caso contrário sua viagem será uma merda. Nunca tão maravilhosa como a dele. As classificações dos lugares também. Tem sobrado superficialidade a egocentrismo. Autores assim não percebem que tudo é muito subjetivo e pessoal, que a experiência e o prazer de alguém não será necessariamente igual ao de outro.  Sobretudo as necessidades.

      A blogosfera "profissional e "monetizada" vulgarizou-se e tornou-se banal. Carecemos de gente que escreva para motivar e inspirar, para alargar horizontes, de viajantes que "mostrem" os lugares em vez de "ensinarem" a viajar. Moderadamente, ponderadamente, sem afetação típica de deslumbrados que viajam pela primeira vez em classe executiva e precisam espalhar para o mundo em resenhas risíveis. Ao contrário, a blogosfera

       ESTE blog, ao contrário, não fez concessões à vulgarização dos blogs depois da "profissionalização" e da monetização de alguns. Ao contrário, este é um blog singelo, simples, pequeno, inexpressivo na blogosfera, não despesperado por audiência nem seu autor se dedica mais à sua divulgação nas redes sociais do que à escrita. Tento dar graça à leitura e consolidar algo que prezo muito: confiabilidade, credibilidade.

        COMECEI a viajar tarde, você sabe. Por falta de dinheiro. Até que um dia viajei pela primeira vez ao exterior. Eu tinha 35 anos. Fui assim apresentado ao então desconhecido mas fabuloso mundo das viagens. Jamais, todavia, pensaria visitar mais de 60 países, alguns muito improváveis à época. Irã, Uzbequistão, Myanmar, Etiópia, Quirguistão entre eles. Mas foi recentemente que compreendi que as viagens ficam pra sempre, não as coisas. E que é por esse mundo ser tão diverso, por cada país ser tão diferente, que me parece tão atraente e divertido.

       NÃO sou escritor profissional. Tampouco jornalista. Mas invejo esses profissionais por dominarem o idioma, a gramática e as palavras.  Ainda assim, faço meu melhor, meu caro, estimado, raro e precioso leitor. Então, peço-lhe que considere algo: que mesmo escrevendo com sensibilidade e responsabilidade, incorro em erros. Se quiser, aponte-os. Tanto gramaticais quanto de digitação. Como tenho revisor profissional, antes de publicar dou curso a incansáveis revisões. E também submeto-os ao crivo de minha esposa. Ainda assim, alguns nos escapam.

      SOU brasileiro, empresário e casado com a Emília do blog "A Turista Acidental" e desde que a conheci (e antes mesmo de nos casarmos), tornou-se a "mais-que-perfeita" companheira de vida, de idéias, de projetos e ideais, sobretudo encantadora, adorável e inspiradora companhia de viagens e de aventuras. Com ela compreendi o que significa "prazer de viajar". Foi (e continua sendo) minha melhor fonte de inspirações e de motivações. Tanto que qualifico minhas viagens como "antes e depois" da Emília e "antes e depois" da Índia. Foi com ela que percebi o que quis dizer Érico Veríssimo com "Quem caminha sozinho pode até chegar mais rápido, mas aquele que vai acompanhado certamente chegará mais longe." Somos pais de gêmeos - uma menina e um menino - nascidos em julho de 2015, e de um filho de 34 anos do meu primeiro casamento, em quem o gosto pelas viagens pareceincorporado. Não sou avô, mas as coisas estão bem encaminhadas neste sentido.

       HOJE com 64 anos (boa parte deles dedicados à família e ao trabalho), foi apenas aos 35 que pude começar a viajar internacionalmente. Desde então visitei 61 países, entre os quais alguns dos mais fascinantes e com os sítios mais admiráveis do planeta. Felizmente, para alguns deles ainda a salvo do turismo de massa, cujos excessos arruinam qualquer lugar. Em março de 2006, quando iniciei este blog, o fiz como meio de comunicação com a família e amigos. Anos mais tarde eu descobri o poder de contar histórias em textos e fotografias, e logo ele tomou outro rumo, provavelmente porque os leitores gostavam dos textos e das fotos, ou então porque na época havia pouquíssimos blogs.

       FIZ cerca de 90 viagens internacionais, voei por 40 cias. aéreas diferentes (algumas extintas) em 391 vôos para fora do Brasil e dentro de outros países e em todas as classes possíveis. Segundo Haroldo Castro - jornalista-fotógrafo-escritor que já esteve em 160 países -, o maior viajante que conheço, em seu teste "Viajologia" que se pode fazer em seu site, que considera não apenas a quantidade de países visitados, mas lugares, monumentos e patrimônios, além de transportes, experiências e situações difícieis porque passam os viajantes, alcancei "Mestrado em Viajologia". Mas isso não é nada diante de gente que lá já "graduou-se" em pós-doutorado.

Escrevo este blog sob uma perspectiva lúcida e sem concessões à monetização sem critérios

        Eliminei o contador de visitas deste blog quando marcava mais de 6 milhões. Audiência hoje em blog é decadente. Viajar, escrever e publicar algo que inspire e icentive o leitor é o que mais me motiva. NUNCA como blogueiro interventor nas viagens alheias, ou caga-regras dizendo como alguém deve viajar e que tipo de mala usar e essas chatices que definem as pessoas homogeneamente.Parece ser o que traz os leitores até aqui. Ou porque gostem de fotografia, para além da leitura odepórica, como eu. E por este blog não ter captulado à ambição e vaidade que levou tantos autores de blogs à monetização sem critérios, sobretudo enganando leitores, cada dia torna-se menorzinho e menos importante. Se continuarem assim, os blogs precisarão ser reinventados. Este aqui nasceu livre e assim será até morrer. Por enquanto estou sempre por aqui. Nem que seja em pensamento. Só não sei até quando.

         Agradeço a visita e os comentários e desejo boa viagem aos leitores.

Em tempo: este blog não integra nenhuma associação disfarçada de incentivos à monetização. Mas se um dia fundarem a ABBLI (Associação Brasileira de Blogs Livres e Independentes), por favor, me convidem!

#blogsemjaba

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Terça-feira
Out282008

Japão: Nara 

Parque dos Cervos,  Templo Todai-ji e Santuário  Kasuga  

 

                  NARA foi a capital do Império japonês no século 8 e até hoje permanece como um dos grandes centros históricos do Budismo do Leste Asiático, por conta dos seus templos budistas e santuários xintoístas – especialmente pelo Templo Todaiji e sua imensa estátua do Buda em bronze - e seus parques.

Aoniyoshi Nara no miyako wa saku hana no niou ga gotoku ima sakari nari
“A glória da capital Nara é como o perfume das cerejeiras em plena flor.”

 

             A cidade fica quase no centro do arquipélago japonês e está cercada por quatro províncias: Osaka a oeste, Mie a leste, Kyoto ao norte e Wakayama ao sul.  Essa região tem uma geografia diversificada,  densamente arborizada: são cerca de 60% de cobertura florestal. É uma paisagem bonita tanto durante o percurso na estrada quanto ao se chegar à cidade de alguns dos templos e santuários que mais agradam aos turistas que visitam o Japão. Nara é um passeio altamente recomendável. Visitamos Nara para conhecer Parque dos cervos e o Templo Todaiji, além do Santuário Kasuga. 

     

 

NARA fica a cerca de 30 minutos de Kyoto e de Osaka. Pode-se tranquilamente fazer-se visita de um dia, todavia, dispondo de mais tempo, há muito o que se ver, bem mais do que é possível num só dia.   O ideal seriam  dois dias para se conhecer Nara e Asuka.   O percurso Nara-Kyoto pode ser feito por trens através do sistema JR.  Para ir até Nara via Osaka deve-se tomar um trem da linha Kintetsu  -  na estação Kintetsu Nanba  -  com destino à estação Kintetsu Nara (40 min.; ¥ 540).  Via Kyoto, pegue o trem da linha Kintetsu na estação Kyoto com destino a estação Kintetsu Nara (45 min.; ¥ 610).   Da estação de Nara - Kintetsu Nara - até o Templo e o Parque são cerca de 20 minutos de caminhada.  O ingresso para entrar no pavilhão da estátua do Grande Buda custa ¥ 500 (adulto) e ¥ 300 (criança).

 ________________________

O Templo Todai-ji

LITERALMENTE,  "Todai-ji"  significa  "Grande Templo do Oeste", e de fato ele é grande em magnitude e expressão. É um dos maiores monumentos arquitetônicos do Japão, fica na cidade de Nara, que assim como Kioto, foi Capital do Japão.  Se Kioto é expressa-se nas paisagens e nas gueixas,  Nara o faz na cultura, fortemente influenciada pela China e pela Coréia.   Ainda que não tenha a quantidade de templos de Kioto,  Nara é um destino rápido e fácil, extremamente agradável mesmo numa visita de um dia num percurso de viagem entre Hakone e Kioto.

IMPONENTE, o templo de Todai-ji foi cons­truído em 745, pelo im­perador Shomu. Apesar de atual­mente restarem apenas dois terços do original, o Todai-ji ainda é consi­derado a maior construção em madeira do mundo. O grande portão sul do templo, Nandai-mon, é guardado por dois deuses, cada um com 7 metros de altura. No hall prin­cipal, está a ima­gem de Ru­shana Buddha, o Daibutsu, a maior estátua em bronze do Japão, que foi recons­tituída inú­meras vezes por cau­sa de terre­motos e incên­dios, mas ainda impressiona. Nesta época o Japão era assolado por doenças, pragas e fome e o desejo de se agradar aos deuses foi fundamental para que o grande templo, o maior do país então, fosse construído.

 O Todai-ji é uma das maiores e mais famosas construcões do mundo, tanto por suas características fundamentais, todo em madeira, quanto por sua arquitetura refinada e seu conteúdo, a imensa estátua de Buda Vairocana. Entre as várias esculturas de extraordinário valor religioso, histórico e artístico que constituem o tesouro do Tōdai-ji, encontra-se a imensa estátua chamada popularmente de Nara-no-daibutsu (Grande Buda de Nara). Além disso o templo é sede da Escola Kegon de budismo e guarda parte dos tesouros nacionais. Basicamente ele é reconhecido como a maior construção de madeira do mundo e pela estátua gigantesca de Buda, em bronze, com 15 m de altura. A construção do templo custou tão caro para a economia da época, que afundou o reino nos anos seguintes. Para se ter uma idéia, todo o bronze disponível naquele tempo foi usado para confecção da estátua. Nesta estátua, Buda está sentado sobre pétalas de lótus, a flor sagrada, o que simboliza o “mundo da iluminação” narrado nos textos budistas.

 


O Buda Vairocana (Daibutsu) e suas medidas (Templo Todai-ji)

Altura: 14.98 metros
Face: 5.33 metros
Olhos: 1.02 metros
Nariz: 0.5 metros
Orelhas: 2.54 metros
Peso: 500 toneladas

 O complexo original contava com dois pagodes de 100 metros, em seu tempo apenas menores que as pirâmides do Egito. Ambas foram destruídas por terremotos. Outros monumentos foram sendo agregados com o tempo, entre eles o Grande Portão – Nandaimon - construído em 1194, onde as figuras dançarinas de Nio atuam como guardiões do templo. Também os jardins se juntaram ao complexo no século 16. Uma das colunas de sustentação do grande hall possui um buraco junto a base, que diz-se, ser do tamanho de uma das narinas do Buda Daibutsu. A lenda diz que aquele que passar pelo buraco será abençoado na sua próxima vida.

  A imagem de Buda, todavia, não é a mesma de quando foi construído o templo, pois em meados do século 7, pouco depois de sua construção, o templo foi parcialmente destruído por um terremoto e por um incêndio provocado pela queda de um raio. A gigantesca porta desmoronou, assim como a torre do sino, a cabeça do Buda e os pagodes laterais que hoje não mais existem. Finalmente em 1180 o Templo foi incendiado e grande cerca de 60% dele foi totalmente destruído.

 O país vivia então momentos turbulentos e em conflitos que permaneceram até 1567, quando o Todaiji se transformou em campo de batalha e a estátua de Buda foi destruída e reduzida a cinzas. No ano seguinte mobilizou-se fabuloso esforço humano para a construção de nova estátua de Buda. Mas foi somente em 1684 que a nova estátua de Buda foi finalmente retomada, mas por falta de recursos a estátua teve sua dimensão diminuída em 2/3 (57 m de largura, 50 m de fundo, 40 m de altura) e foi concluída em 1709. Essa é a atual estátua de Buda. Desde que foi cunhado a estátua de Buda no século 7 passou por restaurações no século 12, século 16, século 17, acumulando 4 épocas.

 

O Todaiji é também magnífico em sua história: resultado do esforço muitas pessoas por longo tempo, dedicadas à sua construção. A reconstrução do templo Todaiji que tinha sido um campo queimado, começou no ano seguinte. O bonzo Tyoguen (1121-1206) como líder pediu auxílio do governo e das pessoas. Ele passou por cada região e coletou muitas doações dos aristocratas e dos plebeus. Para a reconstrução convidou de Sou (China atual) um especialista que trouxe um novo estilo. Em 1185 a estátua de Buda voltava a tomar forma, e em 1195 ficou completo. Porém a estátua de Buda atual não é a mesma dessa época. Após 400 anos o templo Todaiji novamente foi incendiada pelas labaredas da guerra.

 Binzuru - O discípulo expulso (Templo Todai-ji - Nara)

Do lado de fora do templo está a estátua de madeira de Binzuru, um dos 16 discípulos de Buda. Conta a lenda que Binzuru não era propriamente obediente ao seu mestre. Por um castigo eterno sua estátua permanece do lado de fora do templo. Binzuru acabou se tornando popular entre aqueles que vinham de todo o país prestar homenagens a Buda e acabou incorporando a fama de que se esfregada uma parte da estátua no local onde sofremos algum tipo de mal, Binzuru concede a cura.

 

 

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Parque dos cervos sagrados

O xintoísmo e o budismo estão profundamente ligados à natureza, razão porque seus templos quase sempre situam-se em grandes áreas arborizadas ou mesmo em florestas ou bosques. O Templo Kasuga-taisha não foge à regra e está relacionado até com algumas montanhas consideradas sagradas.

E a natureza está tão intimamente ligada à religião no Japão que a floresta nativa que cobre uma dessas montanhas, a Kasuga-yama, foi incluída no conjunto cultural da antiga Nara como patrimônio “cultural” tombada pela Unesco em 1998, diferentemente do que seria o comum, isto é, uma floresta ser registrada como patrimônio “natural”, não como “cultural”.

 

Os cervos que vivem soltos no Parque de Nara (Nara Kōen) estão relacionados com o Templo Kasuga-taisha , pois a lenda conta que uma das divindades cultuadas no santuário veio pela primeira vez até ele montada no lombo de um veado branco. A partir de então, os cervos passaram a ser considerados sagrados e foram criados livremente pelo parque e montanhas ao redor do templo.

Em 1957 também eles, os veados de Nara ganharam o título de Tesouro Nacional Natural. É curioso esse tipo de animal silvestre vivendo livremente tão próximo do ser humano e até ganhar as ruas da cidade.

 NARA KOEN é o nome deste bonito e arborizado parque de gramado com 4 km de área, onde vivem preservados esses cervos sagrados que circulam livremente pelo parque. Eles comumente são vistos andando pelas ruas de Nara e é comum vermos placas indicando que há cervos na rua. Curiosamente os animais são tão domesticados e urbanizados que olham para os dois lados antes de atravessarem uma rua!

 

Os cervos são reverenciados como mensageiros divinos e há centenas de anos quem os matasse seria condenado à morte. Neste parque eles são muito bem tratados e domesticados, mas podem ser algo agressivos se alguém se dispuser a alimentá-los e houver muita disputa pelos alimentos. Há placas de advertência que embora estejam escritas em kanji, entende-se que não se deve molestá-los, tentar segurá-los. Há barraquinhas que vendem uns biscoitos para os turistas alimentarem os veadinhos. Uma placa adverte que não se deve comer dos biscoito dos veados, com o risco de você ser castigados pelos deuses e ser tornando num desses veadinhos. Do parque vê-se a entrada do templo Todaiji, o Grande Portão Nandaimon ao fundo.

 

_____________________________

Templo KasugaTaisha - 春日大社

Esse interessante e curioso sanatuário xintoísta, construído por Fujiwara Fuhito no início do século VIII, na era Heijo-kyo , tem como destaque as cerca de 3000 lanternas de seus jardins e mais as lanternas suspensas doadas ao templo em seu interior. O Kasuga-Taisha foi criado no ano 768, para “proteger espiritualmente” a então capital do Japão, e é um dos mais representativos templos xintoístas do país.

 

 Conhecer seus rituais possibilita compreender alguns fundamentos da instigante religião nipônica. Técnicamente é considerado um dos três grandes santuários xintoístas do Japão, e na verdade são 4 santuários dedicados a diferentes divindades xintoístas. Seus destaques são a sua cor vermelha que cria um impressionante contraste com a vegetação, os cervos que habitam o parque suas 3.000 lanternas de pedra e bronze doadas desde o séc. 11.

 

Apesar de reconstruído repetidamente por 57 vezes, aproximadamente a cada 20 anos, segundo tradição xintoísta, suas sucessivas reconstruções curiosamente preservaram o desenho original de sua excepcional arquitetura de meados do sécúlo 8.

 

Entre as árvores de um verdejante parque onde se localiza o Kasuga Taisha ficam os caminhos cercados pelas tanternas e espreitado por um ou outro cervo. São cerca de 2000 lanternas de pedra, as externas, e 1000 de bronze, as internas. Em 3 de Fevereiro de cada ano ocorre o Festival Setsubun e em 14 e 15 de Outubro o Festival Obon, quando todas as lanternas são acesas.

O santuário tem a característica clássica de ser feito em madeira e na cor vermelho vivo nos pavilhões chamados Haiden Heiden e Honden.

Reader Comments (17)

Que show Arnaldo, os slides deram mais vida aos seus riquissimos relatos.

8:13 | Unregistered CommenterRosa BSB

ROSA BSB, mais uma vez obrigado pelas visitas e sempre elogiosos comentários que só aumentam o prazer em tentar fazer cada vez melhor.

Arnaldo, não sei qual o critério que você utilizou para o espaço TODAS AS VIAGENS, eu penso que ordem alfabética seria útil para reunir tudo sobre cada lugar, estou repassando suas impressões sobre Praga e consultando a lista, mas confesso que fico em dúvida quais matérias já acessei e qual a ordem seria mais interessante, desculpa se estou abusando, fica só como sugestão, não há problema algum quando clico mais de uma vez na matéria ou releio o que já li, pelo contrário, é sempre um grande prazer. Queria eu ter mais tempo para ler e reler, observando cada detalhe.

10:18 | Unregistered CommenterRosa BSB

ROSA BsB, toca crítica do leitor frequente é extremamente bem-vinda e altamente considerada por mim, que sempre estou atento às melhorias que sejam possíveis implementar para a facilidade das consultas e tudo mais. Você não foi a primeira a sugerir essa mudança. Antes o Rodrigo Purish (do "Aquela Passagem") a fez em modo semelhante. Está nos planos fazer isso, mas esbarra em certa falta de tempo, uma vez que é bem trabalhoso, e algum desconhecimento de como fazer tecnicamente falando. O ideal seria agrupar todos os capítulos de um país ou de uma cidade num só título, o qual abriria-se em sub-títulos,mas não encontrei um jeito de fazer isso. De todo modo, sua observação só vem me fazer lembrar que TENHO que melhorar esse índice. Obrigado!

OI Arnaldo, mais uma vez um texto brilhante... estou adorando essa série Japão.
Vi uma foto sua no blog da Majo e gostei de conhece-lo por foto, vi sua esposa também, quem sabe um dia não encontro todos vocês em um encontrinho VNV.
Quanto ao comentário da Rosa, eu organizei meus posts de viagens assim: http://www.mikix.com/?page_id=649 , dá uma olhadinha... fiz na unha, mas depois de feito é tranquilo ir adicionando os novos posts. O wordpress tem uma sistema de categorias e sub-categorias fascinante também :)
abs

12:17 | Unregistered CommenterMirella

MIRELLA, muito grato. Seria um prazer recebê-los aui no Brasil. Vou tentar arrumar o índice, quando eu puder.

Arnaldo

Seu blog esta cada vez mais bonito e com mais recvrsos!

Parabens!

13:39 | Unregistered CommenterEreesto

Nara é uma cidade com um nome de sonoridade bela. A estética do Parque dos Cervos é tranqüila, distendida. Apetece passear por o Parque e olhar tranqüilamente a natureza e os templos.
Eu penso que o Buddha de 7 metros impressiona, não somente por a grandeza da imagem, ademais por a grandeza dos homes, artesãos e artistas que vão trabalhar em a sua construção.
Bonito passeo por Nara, Arnaldo.

14:10 | Unregistered CommenterCarmen

Olá Arnaldo.
Como sempre suas fotos e comentários do destino são impecáveis.
Voltei de Las Vegas e conferi todas as suas dicas. Muito obrigado. Amei o SWAN Chocolate. Maravilhoso e local muito agradável. Também fui aos restaurantes e buffets indicados.
Só não gostei do Buffett do Bellagio. Achei caro e com qualidade ruim, mas do do Wynn e Caesar tem preço igual ou menor e melhor. Recomendo também o CHEESECAKE FACTORY no Forum Shops, excelente comida e sobremesa.
Assisti a todos os shows do circo de soleil e achei esses os melhores, nessa ordem:
01) Mystere
02) Ka
03) The Beatles
04) O
05) Zumanity
06) Believe-Cris Angel

Grande Abraço
Caio

14:54 | Unregistered CommenterCaio

CAIO, que bom que as dicas ajudaram! Fico feliz. Concordo com relação aos buffets e quanto aos Cirque du Soleil. Só não sei que show é esse, o Believe-Cris Angel. O Mystère e o Ka são difíceis de escolher. Grande abraço!

Arnaldo, esse é o mais novo show do Circo, está no LUXOR, é um show em homenagem ao mágico Cris Angel. Tem efeitos interessantes, mas achei o mais fraco de todos.
Abraços

18:39 | Unregistered CommenterCaio

Ahhh esqueci de comentar uma coisa. Como tenho gosto parecido com vc nos hotéis e acho que a mesma implicância com a Itália hhehehe, queria indicar uma rede de hotel que gostei muito nessa minha última viagem à Itália. STARHOTEL (www.starhohotels.com). É uma rede italiana mesmo, fiquei em Milão, Roma, Veneza, Florença e Paris nessa rede e achei maravilhosos. Preço bom e qualidade excelente. O de Paris fica no Madeleine e tem um também em NY, mas ainda não fiquei.
Abs

18:41 | Unregistered CommenterCaio

CAIO, obrigado pelas dicas da rede hoteleira. Eu já conhecia de nome mas nunca havia me hospedado. Eu agora quando for à Itália fico sempre nos hotéis da rede Starwood (Sheraton Meridien, etc), porque tenho milhagem com eles e obtenho uma série de vantagens. Aho que vai ser difícil retornar à Itália, pois eu encerrei minha relação com a ALITALIA, que está fecha-não-fecha. Acho que só retornarei quando for fazer algum cruzeiro que saia de Savona ou de Veneza ou de Roma (Citavechia), assim mesmo estou passando a apostar na AIRFRANCE, daqui por diante.

Quanto ao Cirque du Soleil, quando eu retornar a VEGAS, tenho vontade de rever o "O" (que não achei lá essas coisas) e o LOVE, que adorei. Outra coisa que quero é assistir ao Le Rêve, o show do Wynn Las Vegas.

O Le Rêve é paracecido com o "O", que também não gostei. O Le Rêve é mais fraco, muita dança e pouco circo.
Abs

23:03 | Unregistered CommenterCaio

Oi Arnaldo!
Nara parece incrível, mas tenho conhecidos que foram para lá a pouco tempo e viram uma mulher ser mordida por um dos veados do parque! Acredita?!?!
Depois disso fiquei um pouco receosa com eles! Ainda mais pq são diversos nao eh?!hehe
Não dá aflição não?!
Otimo post novamente!

19:57 | Unregistered CommenterGuta

GUTA, eles avisam dos perigos, mas só tendem a morder quem os alimenta. Se passar por eles sem oferecer nada, eles ignoram.

Olá Arnaldo! Muito legal o seu Blog!

Eu e uma amiga estamos com viagem marcada para o Japão maio próximo, e estamos precisando de alguma ajuda. quando penso que já estou ficando sabidinha...hum...vejo que nada sei!!
Chegando em Narita, iremos para Yokohama, onde ficaremos por 5 dias e depois nos basearemos em Minokamo, onde ficaremos até o final do mês.
Vamos adquirir o Railpass por 14 dias e pretendemos fazer passeios tipo bate e volta.
O que nos recomenda?
Desde já agradecida!
Geruza

21:44 | Unregistered CommenterGeruza

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