MENSAGEM ao LEITOR
CONHEÇA QUEM ESCREVE

BEM-vindo ao Fatos & Fotos de Viagens, um blog sem jabá e não vulgar

        EXISTE no viajar e no escrever relatos de viagens um terreno fértil para demonstrações de arrogância. É algo simplesmente disseminado. Tanto no mundo virtual quanto na literatura. Mas o que o maravihoso mundo da viagens precisa é de mais viajantes humildes, não de "especialistas" caga-regras que determinam de tudo: desde como arrumar sua mala ao único tipo que você deve comprar, do lugar que você tem que ir, caso contrário sua viagem será uma merda. Nunca tão maravilhosa como a dele. As classificações dos lugares também. Tem sobrado superficialidade a egocentrismo. Autores assim não percebem que tudo é muito subjetivo e pessoal, que a experiência e o prazer de alguém não será necessariamente igual ao de outro.  Sobretudo as necessidades.

      A blogosfera "profissional e "monetizada" vulgarizou-se e tornou-se banal. Carecemos de gente que escreva para motivar e inspirar, para alargar horizontes, de viajantes que "mostrem" os lugares em vez de "ensinarem" a viajar. Moderadamente, ponderadamente, sem afetação típica de deslumbrados que viajam pela primeira vez em classe executiva e precisam espalhar para o mundo em resenhas risíveis. Ao contrário, a blogosfera

       ESTE blog, ao contrário, não fez concessões à vulgarização dos blogs depois da "profissionalização" e da monetização de alguns. Ao contrário, este é um blog singelo, simples, pequeno, inexpressivo na blogosfera, não despesperado por audiência nem seu autor se dedica mais à sua divulgação nas redes sociais do que à escrita. Tento dar graça à leitura e consolidar algo que prezo muito: confiabilidade, credibilidade.

        COMECEI a viajar tarde, você sabe. Por falta de dinheiro. Até que um dia viajei pela primeira vez ao exterior. Eu tinha 35 anos. Fui assim apresentado ao então desconhecido mas fabuloso mundo das viagens. Jamais, todavia, pensaria visitar mais de 60 países, alguns muito improváveis à época. Irã, Uzbequistão, Myanmar, Etiópia, Quirguistão entre eles. Mas foi recentemente que compreendi que as viagens ficam pra sempre, não as coisas. E que é por esse mundo ser tão diverso, por cada país ser tão diferente, que me parece tão atraente e divertido.

       NÃO sou escritor profissional. Tampouco jornalista. Mas invejo esses profissionais por dominarem o idioma, a gramática e as palavras.  Ainda assim, faço meu melhor, meu caro, estimado, raro e precioso leitor. Então, peço-lhe que considere algo: que mesmo escrevendo com sensibilidade e responsabilidade, incorro em erros. Se quiser, aponte-os. Tanto gramaticais quanto de digitação. Como tenho revisor profissional, antes de publicar dou curso a incansáveis revisões. E também submeto-os ao crivo de minha esposa. Ainda assim, alguns nos escapam.

      SOU brasileiro, empresário e casado com a Emília do blog "A Turista Acidental" e desde que a conheci (e antes mesmo de nos casarmos), tornou-se a "mais-que-perfeita" companheira de vida, de idéias, de projetos e ideais, sobretudo encantadora, adorável e inspiradora companhia de viagens e de aventuras. Com ela compreendi o que significa "prazer de viajar". Foi (e continua sendo) minha melhor fonte de inspirações e de motivações. Tanto que qualifico minhas viagens como "antes e depois" da Emília e "antes e depois" da Índia. Foi com ela que percebi o que quis dizer Érico Veríssimo com "Quem caminha sozinho pode até chegar mais rápido, mas aquele que vai acompanhado certamente chegará mais longe." Somos pais de gêmeos - uma menina e um menino - nascidos em julho de 2015, e de um filho de 34 anos do meu primeiro casamento, em quem o gosto pelas viagens pareceincorporado. Não sou avô, mas as coisas estão bem encaminhadas neste sentido.

       HOJE com 64 anos (boa parte deles dedicados à família e ao trabalho), foi apenas aos 35 que pude começar a viajar internacionalmente. Desde então visitei 61 países, entre os quais alguns dos mais fascinantes e com os sítios mais admiráveis do planeta. Felizmente, para alguns deles ainda a salvo do turismo de massa, cujos excessos arruinam qualquer lugar. Em março de 2006, quando iniciei este blog, o fiz como meio de comunicação com a família e amigos. Anos mais tarde eu descobri o poder de contar histórias em textos e fotografias, e logo ele tomou outro rumo, provavelmente porque os leitores gostavam dos textos e das fotos, ou então porque na época havia pouquíssimos blogs.

       FIZ cerca de 90 viagens internacionais, voei por 40 cias. aéreas diferentes (algumas extintas) em 391 vôos para fora do Brasil e dentro de outros países e em todas as classes possíveis. Segundo Haroldo Castro - jornalista-fotógrafo-escritor que já esteve em 160 países -, o maior viajante que conheço, em seu teste "Viajologia" que se pode fazer em seu site, que considera não apenas a quantidade de países visitados, mas lugares, monumentos e patrimônios, além de transportes, experiências e situações difícieis porque passam os viajantes, alcancei "Mestrado em Viajologia". Mas isso não é nada diante de gente que lá já "graduou-se" em pós-doutorado.

Escrevo este blog sob uma perspectiva lúcida e sem concessões à monetização sem critérios

        Eliminei o contador de visitas deste blog quando marcava mais de 6 milhões. Audiência hoje em blog é decadente. Viajar, escrever e publicar algo que inspire e icentive o leitor é o que mais me motiva. NUNCA como blogueiro interventor nas viagens alheias, ou caga-regras dizendo como alguém deve viajar e que tipo de mala usar e essas chatices que definem as pessoas homogeneamente.Parece ser o que traz os leitores até aqui. Ou porque gostem de fotografia, para além da leitura odepórica, como eu. E por este blog não ter captulado à ambição e vaidade que levou tantos autores de blogs à monetização sem critérios, sobretudo enganando leitores, cada dia torna-se menorzinho e menos importante. Se continuarem assim, os blogs precisarão ser reinventados. Este aqui nasceu livre e assim será até morrer. Por enquanto estou sempre por aqui. Nem que seja em pensamento. Só não sei até quando.

         Agradeço a visita e os comentários e desejo boa viagem aos leitores.

Em tempo: este blog não integra nenhuma associação disfarçada de incentivos à monetização. Mas se um dia fundarem a ABBLI (Associação Brasileira de Blogs Livres e Independentes), por favor, me convidem!

#blogsemjaba

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Terça-feira
Mar242009

Cingapura - Conhecendo a Cidade do Merlion  

   

MERLION - meio peixe, meio leão. O símbolo da cidade esguicha água do Rio Cingapura

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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                                 DO ponto de vista turístico Cingapura -  a cidade -  é dividida em 7 bairros:   Orchard Road e redondezas, Little India e Kampong Glam, The Civic District, Singapore River, Chinatown, The Central Business District e, finalmente, Marina Bay.    Uma cidade pequena como Singapura, e bem organizada, compacta, é possível de ser conhecida - sob o ponto de vista turístico - em três ou quatro dias, o suficiente para se conhecer seus destaques e sentir sua essência.   Um circuito bem planejado pelos principais bairros possibilitará ao turista conhecer a história, a cultura, o povo e a cidade em toda a sua diversidade.  

 

  

                              Placa de bronze com os dados do Merlion, em singaporean

 

ALÉM de fácil de circular, segura e com boa infra-estrutura de transportes, a Condé Nast Traveller destacou Singapura como a primeira de uma lista de 20 cidades mais limpas e de fácil locomoção, deixando para trás Berlim, Sydney, Paris, Nova York, Barcelona, Hong Kong, Dubai, Tokyo, Melbourn, entre outras. 

   

 

 

 

 

 

 

     

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

 

 

 

 

 

O monumento do Merlion rivaliza apenas com o de Sir Stanfford Raffles como os mais fotografados

 

 

 

 

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Circulando por Cingapura 

 

A ORCHARD Road está para Cingapura assim como a Quinta Avenida está para Nova York, uma interminável linha de boutiques, shopping malls, hotéis ao longo da avenida e de ponta a ponta. Todavia, há mais do que lojas encantadoras ne shoppings atraentes nesta área da cidade que já foi uma antiga fazenda. A rua fashion de Cingapura tem também alguns frondosos parques, um palácio presidencial, cafés agradáveis com mesas na calçada e algumas casas que se tornaram verdadeiros enclaves entres prédios modernos, casas de arquitetura chinesa `barroca`.

 

 

 Marina Bay

 

 A Estação do MRT Dhoby Ghaut marca o final da Orchard Road, o início de um percurso lógico e onde começam os malls como o Plaza Singapore e o Park Mall. O Park Mall fica todavia na Penang Road, que é a continuação da Orchard. Chama-se essa área de “Orchard Road e redondezas” porque ela de fato expandiu-se, incorporou ruas vizinhas como sendo “Orchard Road”.

 

  

 

   

                 NESTA área, além dos shoppings, ficam a Church of Sacred Heart (111 Tank Rd, Dhoby Ghaut), o Teochew Building (97 Tank Rd, Dhoby Ghaut), um prédio em estilo chinês, o templo hindu Sri Thandayuthapani (15 Tank Rd, Dhoby Ghaut), a House of Tan Yeok Nee, que fica na esquina da Penang Road com Clemenceau Avenue e constitui-se numa das duas únicas casas com jardins em estilo chinês que sobraram em Cingapura e hoje usada como campus da universidade local.

 

 

   

                    

 DEFRONTE à Plaza Singapura fica a residência oficial e escritório do Presidente de Cingapura, um prédio que se chama Istana. Defronte a ele o Istana Park, uma área arborizada e com simpáticos cafés. A atração principal, todavia, é mesmo a Orchard Road, sujo nome remete às duas espécies de orquídeas que existiam em abundância nesta área, lá pelos anos 1840. A região era rural, com algumas fazendas, mas a única coisa que se pode ver remanescente desse passado rural são os nomes Scotts, Cairnhill e Cuppage, dos proprietários das antigas fazendas da região da Orchad Road. Hoje esses nomes podem ser vistos apenas nas placas de ruas.

 

   

   

 

 A Cuppage Road (ou Cuppage Terrace), por exemplo, é uma rua sem saída que mantém algumas casas em estilo colonial, as shophouses, transformadas em cafés e pubs. Esta rua fica bem em frente ao Centrepoint Mall (http://www.fraserscentrepointmalls.com/malls/cp/index.asp), no mnúmero 176 da Orchard Rd., recentemente reformado para integrar-se à área da Orchard e enfrentar a concorrência. Colado a ele fica o Peranakan Place outro complexo de shophouses, extremamente agradável, com cafés de cadeiras na calçada, e a Emerald Hill Road, nas redondezas, outra rua super atraente. Aliás, neste trecho da Orchard Road, entre a Cuppage Road e a Bideford Road há ruas perpendiculares à Orchard que merecem ser percorridas, exatamente por ser um enclave de casas da época colonial que resistiram à modernidade mantendo-se de pé.

 

   

 

 AS outras ruas interessantes, do ponto de vista comercial desta área da Orchard e redondezas são, entre as citadas acima, a Scotts Road, a Tanglin Road, e a região da Lower End of Orchard (o “baixo Orchard”) até o Wheelock Place no número 501. Depois disso, vem a Tanglin Road, uma extensão da Orchard, que deve ser percorrida até o Traders Hotel, passando-se pelos hotéis Hilton e Regent.   Se quiser esticar, siga em frente até o Singapore Botanic Gardens.

  

 

    

                       APESAR de parecer um paliteiro com tantos prédios altos e modernos, o centro financeiro de Cingapura tem boa área verde distribuída em praças, em jardins, parques, zoológico e reserva natural. E nesta babel poliglota fala-se inglês com os turistas e singlish entre os locais, um idioma-dialeto que mistura palavras do inglês, malaio e chinês. Não dá pra entender mas é curioso.  

 

 

  

 

           NÃO há muitas belezas naturais, tampouco muitos sítios históricos e construções antigas em Cingapura. O prédio mais velho é o do Parlamento, de 1827, mas é uma das cidades mais verdes do sudeste asiático.

 

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A Cingapura colonial

 Do Coração colonial da cidade à sua parte mais moderna é um pulo

 

 

 

 

 

 

 

    

 

 

                    VOLTE no tempo até 1819. Nesta época de Sir Stamford Raffles sinta os ares do colonialismo nos bem restaurados edifícios governamentais, catedrais, igrejas e até um convento. Pode haver algo mais inglês do que o Singapore Cricket Club, o clube de esportes onde britânicos passavam seu tempo de lazer? Uma volta pelo Esplanade Park é um prazer cultural: uma área arborizada e urbanizada que margeia o rio, onde além de uma bonita vista geral da cidade aprende-se um pouco sobre os mártires através dos memoriais e estátuas aos heróis do país ao longo da região do parque.

   

    

                     UM complexo de museus fica ao redor desta área, onde é possível conhecer um pouco da história e cultura, da arte e da civilização, através dos museus Singapore Art Museum, Asian Civilisations Museum, Singapore Philatelic Museum e Singapore History Museum. Escolha os eu tema e divirta-se!

    

                     EM Singapore River é onde a história de Cingapura começa. Nesta região bem cuidada e preservada ao redor do rio fica a área conhecida por “historic district”. Toda a cidade de Cingapura é limpa e segura, mas este pitoresco e confortável “bairro histórico” é o ponto central turístico mais emblemático da cidade, justamente por onde começam os roteiros e por conter alguns dos monumentos históricos, marcos, pontes, estátuas, museus e casas coloniais mais tradicionais da cidade, ainda que tudo emoldurado por cintilantes fachadas de vidro de arranha-céus, bem servido de infra-estrutura de restaurantes e de casas noturnas.

     

                            A melhor maneira de explorar esta área é de barco e a pé. Na foz do rio que dá nome à cidade fica o ponto mais central do Bairro Colonial. Sai-se do Século 22 para o 19 em poucas quadras, e entra-se na história na época de Joseph Conrad, da Companhia Inglesa das Índias Orientais e do comércio marítimo. A estátua de Stamford Raffles - no North Boat Quay - pode ser considerado o marco zero deste bairro. Em Boat Quay começa uma avenida que margeia o rio e onde há inúmeros restaurantes que dão muita personalidade ao lugar. Não há como não perceber o contraste entre os moderníssimos gigantes de aço e vidro com as antigas casas chinesas à frente. É um dos contrastes dos mais marcantes para memória visual e fotográfica do viajante. Nota-se que os arranha-céus ‘engoliram’ as casas antigas.

    

     

                          DIZ a lenda que a mítica figura do Merlion - meio merlim, meio leão – certa vez salvou Cingapura da violência do mar. Comece seu roteiro exatamente pelo Merlion Park.        E uma das melhores atrações turísticas da cidade fica próxima à estátua de Stamford Raffles. São os passeios de barcos pelo rio, um percurso que vai de Merlion Park - onde está o símbolo da cidade, o Leão Merlion de Cingapura – até Clarke Quay e Merchat Court. Por uns poucos dólares singaporeanos toma-se assento numa das pequenas embarcações e desfruta-se de uma vista completamente diferente de toda a cidade.

 

                         APROVEITE a vista e fotografe o ponto mais conhecido e divulgado da cidade. Quando estiver pronto para começar seu roteiro, vá em direção ao Fullerton Hotel, um dos grandes hotéis da cidade, construído em 1928 originalmente para ser o edifício do Correio Central durante o período colonial inglês. É um bonito edifício neoclássico que fica ainda mais bonito à noite, por causa da sua iluminação de fachada. Observe detalhes de sua fachada e as gárgulas em forma de cabeça de leão.

     

                          DA margem do rio percebem-se o contraste dos primeiros edifícios de antigamente com os modernos e belíssimos arranha-céus de hoje, na área chamada Raffles Place, o bairro financeiro de Cingapura. Um dos mais bonitos é o UOB Building, uma torre altíssima de 280 metros projetada pelo arquiteto japonês Kenzo Tange, que pertende ao United Overseas Bank e onde há maravilhosas esculturas de Salvador Dali e Botero no lindísismo atrium deste prédio monumental.

   

 

                       Originalmente construídos como armazéns indianos e escritórios de entrepostos comerciais marítimos do século 19, esses sobrados têm características arquitetônicas interessantes pela mescla de estilos tão diferentes, orientais e ocidentais, com pilastras e cornijas vitorianas misturando-se com ornamentações chinesas. Atualmente Boat Quay abriga uma das maiores variedades de restaurantes de comida multi-nacional em mesas de calçada extremamente agradáveis tanto no almoço quanto à noite.

 

 

                         UM dos mais populares são os ingleses The Penny Black London Black Victorian London Pub e o Harry’s and Jazz, em South Bridge. É um lugar especialmente interessante no entardecer, quando os executivos yuppies chegam para seus happy-hours e os turistas circulam pela promenade em frente.

    

 

  

 

                           DE Boat Quay percebe-se o movimento de barcos turísticos, os “bumboats” indo e vindo rio acima e abaixo. Pegue um dos mini cruzeiros nesses barcos e tenha além de uma diferente vista da cidade, um passeio bem refrescante. Os barcos são antigos, eram usados para o transporte entre os navios ancorados e os armazéns indianos que ficavam no cais onde hoje é um passeio defronte a esses antigos prédios. A maior parte dos barcos pertencia aos clãs Hokkien e Teochew, diferenciados pela pintura de olhos na proa das embarcações, vermelhos, dos Teochew, e verde, dos Hokkien.

    

                    OS locais dizem que os quatro passatempos nacionais são comprar, comer, assistir futebol e sair para a noite às sextas-feiras. Já aos fins-de-semana vão para a ilha de Sentosa, uma espécie de parque tropical, especialmente interessante para as crianças. Para os da noite, o tour por Boat Quay e pelo Clarke Quay, também pelo Raffles Hotel para beber, depois dançar numa discoteca.

 

    

                    PARA os que procuram cultura noturna em vez de vida mundana noturna há eventos artísticos na Esplanada, na Marina, um complexo artístico de museus e teatros cuja arquitetura lembra um porco-espinho. Se não quiser fazer como um local, tome um café-da-manhã ou um drink no Raffles, visite o Jardim Botânico e o Jardim das Orquídeas, compre num dos inúmeros malls espetaculares da cidade, se tiver visto tudo, passe um dia na Ilha Sentosa, passeie por Chinatown e Little India, caminhe nas calçadas ao redor do Rio Cingapura.

  

    

                      NESTA área os bairros quase se confundem. Singapore River fica junto ao Bairro Colonial mas é a área mais moderna e próspera da cidade, exatamente onde fica o Leão Merlion - aquele ícone turístico da cidade sempre imperturbável, mesmo sendo o “astro” fotográfico da cidade. Ele guarda o rio, impávido. Pontes antigas em ferro fundido torcido, diferentes nos desenhos e projetos, ligam ambas as margens. Vão da elegância da Anderson Bridge à simplicidade da Ord Bridge. Formam um conjunto de atrações nesta área de Boat Quay, extremamente agradável para passear, estar, comer e conhecer.

 

                           NO final de Boat Quay fica a Elgin Bridge - outro astro fotográfico da cidade - um ótimo ponto para fazer umas fotos de sua visita a Cingapura, na verdade um cartão-postal com você na frente e ao fundo a vista da moderna cidade, neste ponto que se chama Raffles Place. Em Riverwalk há um restaurante italiano, o Riccioti, junto à estação Clarke Quay do metrô e do Swisshotel Merchant Court Hotel.

    

    

                            SE quiser continuar, daqui pode voltar para Clarke Quay e continuar pela margem do rio até o interessante edifício Hill Street de janelas de venezianas multicoloridas, oficialmente Ministry of Communications and the Arts (MICA), que abriga diversas galerias de arte no térreo que vendem e expõem artistas locais. Esse curioso e impresisonante edifício serviu originalmente ao Old Hill Street Police Station and Barracks e abrigou a primeira cadeia pública de Cingapura. Quando foi inaugurado, em 1934, era o mais alto edifício da cidade e um dos primeiros do continente asiáticoa ter elevadores elétricos.

       

   

 

                       CONTINUANDO rio abaixo passa-se pela ponte Coleman, cuja curiosidade são seus postes de ferro fundido, estilo que lembra os parisienses, feitos em 1886. Na área vê-se o High Street Centre, um arranha-céu feioso da década de 90 e o bonito Parliament House, o novo prédio do parlamento. Continuando rio abaixo chega-se ao Old Parliament House, o mais antigo prédio governamental da cidade, de 1827, que atualmente abriga o The Arts House, um complexo de cinemas, bares e restaurantes. Um deles, o 1827 Thai, é um restaurante tailandês tradicional, cuja estátua de elefante na entrada foi presenteada pelo Rei Chulalongkorn em visita ao lugar em 1871.

  

 

 

                         PRÓXIMO ao prédio do antigo Parlamento fica um lugar chamado Raffles’ Landing Site, em homenagem ao local onde o fundador de Cingapura chegou pela primeira vez, em 1819, com seus 120 assistentes e soldados indianos. O ponto está marcado com a estátua Sir Stamford Raffles em mármore polido branco. Há uma outra estátua em sua homenagem, que fica próxima ao Victoria Theatre and Concert Hall, que abriga a Singapore Symphony Orchestra.

 

                        NO mais interessante museu da cidade - o Asian Civilisations Museum at Empress Place - o acervo é uma boa aula de história e cultura asiáticas.  No segundo andar há  uma exposição histórica especialmente dedicada a Cingapura, uma excelente introdução aos visitantes de primeira hora à história e cultura do país. Na loja do museu há artesanato e souvenirs cujo tema são a Ásia e Cingapura. Um bom lugar pra comprar uma lembrança de sua visita à cidade. Também há um restaurante, o Empress Place is Indo-Chine Waterfront, onde come-se com uma bela vista do Singapore River.

   

                        A última parada é a bonita Cavenagh Bridge, a mais antiga de Cingapura. Bonita, em ferro fundido, lembra algumas pontes européias, especialmente a de Budapest. Seu nome é em homenagem ao último governador inglês da colônia. A ponte é apenas apra pedestres e um ótimo lugar para fotos de seus detalhes. Cruzando-a chega-se um lugar onde há um interessante conjunto de esculturas que remetem à vida na antiga Cingapura. Uma das mais curiosas é a que fica defronte ao Fullerton Hotel, chamada “First Generation”, de autoria de Chong Fah Cheong, uma composição extremamente interessante e curiosa executada em bronze que representa cinco crianças pulando no rio para nadarem, uma visão nostálgica de tempos que não voltam mais.

 

                       DO outro lado do rio, cruzando-o pela Read Bridge fica uma área antiga de armazéns que foi modernizada e virou um complexo de compras e diversão. Fica em Clarke Quay e é frequentado por turistas e locais. O Riverside Point, é um dos lugares mais agradáveis de passear. Com restaurantes de frutos do mar e lojas. Era chamado River Housee é o mais antigo prédio de Clarke Quay, construído em 1880 para abrigar o escritórios e produtos do comércio com a China.

    

 

                      DE Clarke Quay, através de uma caminhada curta ao longo da margem do rio até Robertson Quay, precisamente o lugar onde as crianças de antigamente pulavam no rio para banharem-se, representadas pela escultura “First Generation”, há uma área elegante com lojas e restaurantes, menos feérica, mais chique e discreta que Clarke Quay.

 

Também quero ir! 

    

 Vou ou não vou?! 

                         NÃO tão longe de North Boat Quay fica o centro colonial, onde destacam-se os edifícios do Parlamento, do Teatro Victoria, do Clube de Críquete e da Câmara Municipal. Não muito longe do lugar onde Stamford Raffles desembarcou pela primeira vez em Cingapura fica o Hotel Raffles. Mais do que requintado, sofisticado, caríssimo meio de hospedagem, é um belo edifício colonial em estilo inglês que já hospedou toda a sorte de personalidades do mundo. Este hotel é um dos mais caros do Sudoeste Asiático e vale tanto hospedar-se nele, se puder, quanto conhecê-lo por dentro, o que todos podem.

 

   

                    HÁ uma atração extremamente curiosa em Cingapura. Ela chama-se Chijmes (pronuncia-se 'chimes') (http://www.chijmeshall.com.sg) e sua curiosidade está no fato de que externamente é uma igreja gótica cujo interior abriga um centro de diversão noturna. O antigo convento-igreja-escola se chamava Convent of the Holy Infant Jesus (de suas iniciais ‘CHIJ’vem seu nome atual) foi fundado em 1840, por missionárias francesas vindas de Penang. A construção é um dos marcos históricos da cidade. O ambiente interior remete a Shangai dos anos 30 e por volta das 10 da noite o lugar se transforma numa....discoteca!

 

 

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O Raffles Hotel

Charme asiático com perfume francês

 

  

O Lobby do Raffles Hotel (se estiver de bermuda você será barrado na porta!)

   

 Os Lobbies do Raffles Hotel


                     HOTÉIS destacam-se e tomam postos elevados nas listas dos melhores do mundo por vários motivos:  localização, sofisticação, qualidade excepcional dos serviços e das instalações, pela comida soberba, pelo staff, pela arquitetura e por muitos mais tantos outros fatores que os diferenciam.  Sofisticação e qualidade nem sempre são acompanhadas necessariamente de charme.  O Raffles é um desses hotéis que são mais famosos pelo que foram um dia do que pelo que são hoje. 

    

 

                  AINDA que o Raffles de fato seja um hotel que se destaque, há vários contras: sem levar em conta seus apartamentos, tudo o mais é apenas mediano, dos restaurantes às circulações, que abertas ou semi-cobertas são incompatíveis com um o clima da cidade: sempre chove muito ou faz calor demais. Um ou outro, ou, ainda, ambos. 

 

              CONHECER o Raffles por dentro foi uma decepção, ainda que não tenha me hospedado nele. De fato, quem hospeda-se num St. Regis dificilmente veria o Raffles como um meio de hospedagem, mas apenas como um ícone da cidade. Foi o que ocorreu comigo. Além disso, quem estiver de bermudas (mesmo que abaixo dos joelhos, com camisa Polo e calçado com sapatos de couro!)  será barrado ao tentar entrar no lobby! 

 

    

 

                   AINDA que o Raffles seja um dos raros hotéis que integram a lista dos 50 melhores do mundo, de certo que essa classificação se dá mais por uma boa vontade generalizada com um prédio de grande valor histórico e social para a cidade do que propriamente dito a avaliação de suas instalações, serviços, simpatia dos funcionários e tudo mais, especialmente se comparado com outros hotéis de Cingapura, tais como o  Shangri-La, Mandarin Oriental, Pan Pacific, Inter Continental, The Regent, Four Seasons, Conrad Centennial, Naumi Hotel, Royal Plaza on Scotts,  Fairmont, Ritz-Carlton Millenia, The St. Regis, Marina Mandarin at Marina Bay e Swissotel The Stamford.  

 

    

  

“Símbolo maior do colonialismo britânico, o Raffles foi construído por três irmãos armênios pioneiros

e foi eleito “ monumento nacional” em 1987”


 

 

 

 

 

 

                      APENAS depois de visitá-lo compreendemos porque além das incontestáveis distinções que lhes dão os especialistas, ele encanta e arrebata curiosos de passagem. No Raffles sofisticação e charme andam de mãos dadas e encantam hóspedes e visitantes.  É charme asiático com perfume francês em doses precisas.  Tem cara de inglês, mas é armênio.  Três irmãos armênios - Tigran, Aviet e Arshak, que vieram de Julfa, Turquia - fundaram o hotel em 18 de novembro de 1896, na Beach Road, por que esta área era a mais européia da cidade nos tempos de coloniais e por que, acredite, ficava de frente para o mar. Originalmente os três irmãos abriram dez bangalôs numa propriedade que pertencia a um comerciante árabe na Beach Road e Bras Basah Road, em 1887, que ao longo do tempo foram sendo feitos acréscimos e anexos.

     

                    SE Cingapura já não tivesse como símbolo o Merlion, seguramente seria o Porteiro do Raffles Hotel. Ele é uma das figuras mais fotografadas da cidade, não apenas por seu exotismo, mas por sua elegância explícita na vestimenta e no turbante. O Raffles e seu porteiro são uma instituição em Cingapura.

    

                              OS prazeres de uma visita ao Raffles começam já por sua fachada frontal, pelos discretos jardins cercam seu porte-cochere e pelo estilo renaissance francês de sua fachada principal. Especialmente numa cidade cujo horizonte destaca-se por edifícios-escultura high-end. E é justamente este contraste que lhe emoldura e destaca sua beleza discreta. É edifício para a realeza asiática e européia. Nobre no padrão e na beleza. Não se trata de um hotel imponente e grandioso no tamanho, mas no caráter, na personalidade, indeléveis em cada detalhe. É hotel para personalidades, ricos de bom gosto e remediados idem que se sacrificam para nem que seja por uma noite, que percebem que o Raffles é mais do que um meio de hospedagem. O mesmo que achavam as figurinhas fáceis nos tempos idos do hotel, Rudyard Kipling, Hermann Hesse, William Holden, Bjorn Borg, Charlie Chaplin, Douglas Fairbanks, Ginger Rogers, Rei Faissal (da Arábia Saudita) Elizabeth Taylor, Orson Wells, David Bowie e Somerset Maugham, entre outras personalidades de uma lista infinita. Que além de dormirem no hotel circulavam por seu jardim tropical de seu pátio interno.

    

 

“Se não puder hospedar-se, que tal provar o desjejum, o chá das cinco

ou o mais famoso drink do país no Raffles?

 

 

                      CONSTA de qualquer guia de viagem que saborear o famoso cocktail Singapore Sling e tomar o chá da tarde no Raffles Hotel é um dos “must to do” para quem visita a cidade.   Se não puder hospedar-se, retorne às origens da história colonial de Cingapura em uma visita pelo hotel - seja pela manhã, aproveitando o fabuloso desjejum do hotel, ou na hora do mais inglês dos ícones da cultura inglesa, o “chá das cinco” - e perceba as influências britânicas marcadas pra sempre por Sir Stamford Raffles neste hotel-símbolo de uma cidade e da hotelaria mundial. O tea buffet do Raffles Hotel funciona no não menos famoso, renomado Tiffin Room, onde é feito o seu igualmente famoso, renomado Singapore Sling cocktail.  

   

                  NOS tempos coloniais ingleses, como era próprio dos ingleses, aquele símbolo do colonialismo de sua majestade discretamente excluia asiáticos nativos e privilegiava europeus nobres e abonados. A discriminação ainda existe, mas apenas com a vestimenta: o hotel tem um estrito padrão de vestir para aqueles que pretendam ter acesso às suas instalações. 

   

                   PARA hospedar-se, basta todavia reservar pela Internet e pagar a partir de cerca de US$ 1.000,00 por dia por uma habitação e tornar-se um “ residente”. Sim, no Raffles os hóspedes são apelidados de residentes e ficam em suites, não apartamentos.      Todas as 103 unidades do Raffles chamam-se `suites`. Aí é apreciar suas acomodações projetadas no Século 19, seu serviço considerado impecável, sua mobília de época, seus tapetes orientais, seus lençóis de puríssimos fios de algodão monogramados, suas toalhas. Cada suíte tem uma área de dormir e de estar separadas, espaçosa varanda e banheiro de mármore com chuveiro e banheira separados.       No check-in o charme o acompanhará para além do registro até sua suíte: um mordomo lhe mostrará toda a unidade, abrirá diariamente sua cama, lhe fará reservas em restaurantes, levará suas roupas para a lavanderia e lhe atenderá profissionalmente no que mais precisar, demonstrando precisamene o que significa a palavra “mordomia”.    Mas isso também á algo que há nos demais cinco estreas de luxo da cidade.

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Quanto custa ficar no Raffles?

                   

EM fevereiro, três noites custam cada uma de US$ 420 (Courtyard Suites) a US$ 618 (Personality Suite) neste hotel que ocupa a posição 9 de 198 no ranking do Tripadvisor. No Hotel The St. Regis, por exemplo (o mais sofisticado da rede Starwood) custam US$ 323,00 (Executive Deluxe) a US$ 482 (Lady Astor), hotel que ocupa a posição 13 de 198 no ranking do Tripadvisor). Minha opinião é: se pode ágar tanto, fique no Fullerton.

                

O ranking dos 15 melhores hotéis de Cingapura no Tripadvisor está assim: 1) Shangri-La; 2) Mandarin Oriental; 3) Pan Pacific; 4) Inter Continental; 5) The Regent; 6) Four Seasons; 7) Conrad Centennial; 8) Naumi Hotel; 9) Raffles; 10) Royal Plaza on Scotts; 11) Fairmont; 12) Ritz-Carlton Millenia; 13) The St. Regis; 14) Marina Mandarin at Marina Bay; 15) Swissotel The Stamford.

               

                 HOSPEDAR-SE em Cingapura é uma facilidade.       Há ótima quantidade e variedade de ofertas de hospedagem de todos os padrões e em diversos pontos da cidade, desde albergues a luxuosíssimos hotelões. Consulte a página oficial abaixo e conheça toda a rede hoteleira de Cingapura:

 http://www.visitsingapore.com/publish/stbportal/en/home/apps/hotel_search.html

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Para encontrar um endereço no Mapa em Cingapura:

 

http://www.streetdirectory.com/asia_travel/travel/travel_id_2833/travel_site_22989/allviews/?x=369884.4050374486&y=144481.47419335006

 http://www.map.gov.sg/StreetMap/

http://www.mylifestylemap.com/index.php?option=com_content&view=article&id=581&Itemid=34

 http://maps.google.com.br/maps?hl=pt-BR&q=Arab+Street+Singapore&um=1&ie=UTF-8&sa=X&oi=geocode_result&resnum=1&ct=title

 Tudo o que há em Orchard Road (de hotéis a shoppings)

http://www.orchardroad.org/

 Outros mapas

http://www.visitsingapore.com/publish/stbportal/en/home/about_singapore/fun_stuff/downloadables/maps.html

 

Reader Comments (11)

Se eu tivesse printado este post a nove anos atrás , não precisaria ter "alugado" nossos amigos brazilans que moram lá para nos acompanharem. Uma das coisas que mais curti na cidade foi comer amendoins no Raflles e jogar as cascas no chão. É o único lugar na cidade onde isso é permitido .

O garçon, inclusive me disse que eu poderia até mascar um chiclete - se eu tivesse um , é claro - pois chicletes são proibidos de entrar no país.

Uma curiosidade : pilotos que trouxerem chicletes para Cingapura são multados e punidos e numa reicidencia do "crime" (de importar chicletes) são demitidos. Isso eu ouvi de um piloto da Singapore Airlines no ano de 2000 , talvez já tenham
democratizado um pouco.

SYLVIA, eu não comi amendoins dno Raffles e pra ser sincero eu DETESTEI o Raffles. Eu achai ruim mesmo!, pra comer no almoço foi terrível porque apenas um restaurante externo no pátio estava disponível o seriço era ruim, chovia e o cardápio péssimo. Achei o atendimento pra lá pa de ruim!

Talvez fosse porque eu estava hospedado no St. Regis, esse sim, impecável. Se alguém me perguntasse eu diria pra fugir do Raffles e ir pro Fullerton, se quiser ficar em hotel centenário.

Sobre o chiclete, li que estão menos radicais.

Poxa, é mesmo um exageiro exigir calça comprida no lobby de um hotel na equatorial Cingapura!

Mas e o Peninsula (de Hong Kong), na sua opinião também vive do passado como o Raffles ou ainda vale a pena?

21:52 | Unregistered CommenterLeandro

Puxa , sinto muito Arnaldo .. é uma lástima mesmo ter estas decepções ..
Eu tinha muitas fantasias , de ver de perto aqueles ventiladores , móveis , achei tudo fantástico !! Tomamos um drink no bar - pela lenda lendária - comemos os amendoins , circulamos e fomos adiante . Em 2000 havia acabado de inaugurar um novo
conceito em restaurante ( as famosas ilhas de vidro ) e nossos amigos nos levaram ao Hyatt para jantar . Foi uma extravagancia inesquecível , em ótima compania , seviço impecável e acompanhado de muitas histórias e risadas .
Gostamos de Cingapura , mas não voltaria lá não , é um lugar que para nós , não tem nada mais a acrescentar .

SYLVIA, eu talvez voltasse porque ainda tinha coisa pra ver, queria testar a noite, o Clark Qay. Gostei muito, mas não é uma cidade que eu pense em retornar, porque tenho muitas coisas pra ver no mundo.

LEANDRO, eu não visitei o Península, mas dificilmente seria um hotel ruim, pois a rede é extremamente bem conceituada no mundo. Difícil gostar de algo depois de ter ficado no St. Regis.

22:27 | Unregistered CommenterArnaldo

Arnaldo..

Amei ler esse post..

Não me canso de te elogiar.. textos sempre perfeitos, acompanhados de otimas fotos..

Sem falar das dicas que são sempre as melhores..

Vc e Riq formam uma otima dupla..


=)

http://travelandtrips.wordpress.com

16:53 | Unregistered CommenterMartinha

MARTINHA, isso é que é elogio! É por ISSO que não dá vontade de largar o blog

Gostei muito das fotografias dos edifícios/arranha-céus. Issa verticalidade é puro espectáculo!!!
Um saludo
Carmen

10:01 | Unregistered CommenterCarmen

CARMEN, obrigado pela visita e comentário. Salve!, do Brasil para a Espanha!

Estou indo para Singapura em dezembro e amei o seu site, foi otimo encontrar alguem com tanta disposicao em nos mostrar dicas incriveis. Com certeza vou aproveitar ainda mais a cidade, muito obrigada.

Muito boa apresentaçao e um resumo muito interessante da cidade e seus recantos.Parabéns!

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