CONHEÇA O AUTOR

 

         Depois de estabelecer-se na Internet - em 1999 - escrevendo relatos de viagens em sites relacionados com o tema, e em 2006 ter fundado o blog Fatos & Fotos de Viagens - um dos pioneiros da blogosfera de viagens - Arnaldo foi convidado a colaborar com matérias na Revista Viagem & Turismo, da Editora Abril e, agora, prepara o lançamento de seu primeiro livro - "Bom dia, Addis. Adeus Etiópia" - ingressando, assim, na literatura de viagens com um livro encantador, segundo o autor, o primeiro de uma série de pelo menos quatro que já planeja produzir, dois deles em plena fase.

Assim o autor define esta sua nova fase:

             Livro é coisa séria. O que o leitor encontrará em "Bom dia, Addis. Adeus Etiópia" é diferente do que lê aqui no blog. Da narrativa ao estilo. Em vez de apenas uma "conversa" com o leitor, baseada na informalidade, o livro mistura traços desta coloquialidade e informalidade com os de uma escrita literária. Sobretudo com profundo respeito à arte de escrever. Passo a ser um escritor, o que nada mais é do que uma outra maneira de me expressar sobre viagens e de transmitir ao leitor minhas impressões. Segundo o poeta e ensaísta norte-americano Henry David Thoreau, "Muitos homens iniciaram uma nova era na sua vida a partir da leitura de um livro". A partir deste meu primeiro livro escrito, considero ter ingressado numa nova, deliciosa fase em minha vida. 

             Por bom tempo - antes de me decidir por publicar um livro - meu lado esquerdo do cérebro brigou com fúria contra o direito até certificar-se de que o leitor teria nos meus livro não os textos que escrevi no blog, porque, entre outros motivos, livro é coisa séria, e ninguém (ninguém de verdade!) merece ler posts de blogs reproduzidos em livros, especialmente textos efêmeros, perecíveis, descartáveis ou preocupados em agradarem "o mercado" e a blogosfera. Felizmente, ao que parece, posts continuarão restritos aos blogs e livros a serem livros. O tema da viagem parece ainda não ter-se banalizado na literatura universal, nem ter-se rendido às formas diversas da monetização.

           Minha ascensão na escrita de viagens com este trabalho literário não é exatamente uma novidade. Ainda que recentemente eu tenha notado a mente lampejar com a ideia: tornar-me um escritor de viagens. Todavia, ela sempre me rondou. Mesmo que a alguma distância. Não foram poucos os amigos, parentes e leitores do blog que há mais de dez anos recorrem à pergunta: “Por que não escrever um livro?”

Gente que escreve e encanta, fala sobre o autor:

Haroldo Castro:

            "Arnaldo é um dos viajantes equilibrados e sensatos que se lança escritor, o que, num Brasil de pouca leitura e onde a Literatura de Viagem não chega a ocupar meia estante nas livrarias, conta histórias que servirão de grande subsídio para qualquer leitor, além de ajudar a romper os preconceitos de que a África só oferece guerras, doenças e fome. Infelizmente, a riqueza cultural e natural do continente é quase sempre tão abafadas por notícias negativas que considero este livro um raio de luz na região."

Jornalista, fotógrafo, autor de “Luzes da África”, indicado para o Prêmio Jabuti na categoria Reportagens

Ronize Aline:

             "Minha opinião sobre o autor está refletida na resenha que escrevi de seu livro "Bom dia, Addis. Adeus Etiópia": ele escreve com o coração e demonstra respeito por tudo o que viu. Este livro, mais do que o relato de uma viagem à Etiópia, é uma viagem rumo a uma experiência de imersão e contemplação do outro. É como olhar para o diferente sem estranhamento ou indiferença."

Escritora, tradutora, jornalista, professora universitária, crítica literária do jornal O Globo, do Rio de Janeiro

Rachel Verano

             "Neste livro, Arnaldo tem o poder de nos transportar a um dos cantos mais fascinantes e ainda intocados do planeta. Mas de maneira ao mesmo tempo delicada e profunda, pessoal, criando intimidade com os personagens, deixando o leitor perceber cheiros, sabores e sentir as emoções de suas descobertas. Do peso do ar à alegria de dobrar a esquina, o autor consegue transmitir todo seu fascínio de estar diante de algo realmente novo."

 Jornalista das revistas Viagem & Turismo, Veja, VejaSP, Glamour, TAM e Vamos/LATAM

Davi Carneiro

             "Há uma frase atribuída ao grande viajante do século 14, talvez o maior escritor-viajante de todos os tempos, Ibn Battuta: “Viajar, primeiro te deixa sem palavras, depois te transforma num contador de histórias.” Suspeito, caro leito, ser este o caso do Arnaldo, um autêntico viajante que vem se mostrando, cada vez mais, um talentoso contador de histórias. Conheço-o e o sigo desde 1996, através do seu blog, aquele que, na minha opinião, é um dos melhores de viagens da internet brasileira, tanto pela excelência fotográfica quanto pela qualidade dos textos. Com um currículo andarilho de respeito (mais de 60 países, entre eles Quirguistão, Miamar, Irã e Uzbesquistão), Arnaldo tem o mérito de ir na contramão da blogosfera profissional e monetizada: de maneira simples, autêntica e independente, preza, principalmente, a credibilidade e a confiança de seu leitor." 

 Escritor, jornalista e colaborador de diversas revistas nacionais e estrangeiras

 


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Segunda-feira
Mar092009

Por que viajamos? O valor de uma viagem

                   POR que você viaja tanto?, perguntaram-me certa vez. Não fosse uma provocação, aquela questão teria sido uma fabulosa oportunidade para longas e apaixonadas exposições de idéias que tanto me atraem, especialmente se o interlocutor não fosse limitado. Nada teria mais me satisfeito que o desenvolvimento de uma acalorada e inteligente troca de impressões sobre a vida e filosofias que tais. Para mim, talvez apenas viajar e escrever sobre viagens iguale-se ao prazer de uma boa conversa.

                 HÁ 15 anos eu já tinha 42 de idade. Minha vida profissional estava consolidada e o futuro era ainda mais promissor. Eu já havia adquirido maturidade bastante para compreender que perguntas implicantes merecem respostas secas, curtas o bastante para encerrarem em si mesmas o assunto.  “Não alimente espíritos crítico-implicantes”, já dizia meu pai, o qual repetia meu avô, que infelizmente não conheci. De fato, com o tempo aprendi que contendas só valem as que deixem saldos positivos.

                 - PORQUE gosto!, foi a resposta.  Assim mesmo, seca.  Foram duas míseras palavras, o que para mim constitui-se um verdadeiro sacrifício! Quem me conhece sabe o quanto aprecio o argumento. Todavia, o seco “Por que gosto” fora o bastante para encerrar em si mesma o essencial.

                  VIAJAR pode significar diferentes coisas para diferentes pessoas, mas uma coisa é comum a todas elas: todos sabem porque viajam. Só quem não viaja poderia fazer tal pergunta.E tal pergunta merece sempre uma resposta como “Limitados ficam em casa porque querem. Só os curiosos é que viajam ou querem viajar”. Ou, então, “O mundo é um livro e aqueles que não viajam leem apenas uma página deste livro”, como disse Santo Agostinho, sei lá quando, mas certamente sei porquê.

                   NÃO tenho dúvidas de que por conta da globalização e do encurtamento das distâncias hoje o mundo vive um inigualável período de expansão da consciência e do auto-conhecimento através das viagens.  Atualmente o homem não busca "apenas" descrobrir novos mundos ou pessoas exóticas - como o fizeram Marco Polo, Álvares Cabral e Colombo - mas descobrir a si mesmo.

                  Mais de 600 milhões de pessoas por ano entram num avião, atravessam meio planeta para conhecerem outros lugares e são movidas por uma curiosidade por vezes erroneamente incompreendida, pelo simples fato de esses milhões que viajam representam apenas um décimo da população do planeta. O resto fica em casa. Porque quer, por conformismo, por medo ou por limitaçao. Até quem não pode, viaja em pensamento e nas viagens dos outros, em livros, em revistas e sonhos.

               UMA resposta longa e ponderada, repleta de argumentos - tal como a máxima de Santo Agostinho -, por certo teria alimentado ainda mais o intuito da pergunta: criticar tanto o meu tempo quanto o meu dinheiro investido em viagens. Jamais fui complacente com os comportamentos provocadores e implicantes. Fosse a pergunta efetuada quando eu tinha ainda 30 anos - época em que os nervos eram acima, não sob a pele - eu teria pensado numa resposta igualmente perturbadora.   Passados 15 anos não é que a discussão encerrada com a seca resposta ainda incomoda? 15 anos depois voltou-me a incomodar o pensamento. Capricornianos são assim, como elefantes, donos de uma ótima memória e um péssimo sentimento de rancor.

                E por que viajamos afinal?

                POR que muitas vezes mal terminamos uma viagem e já nos pensamos em outra? Por que frequentemente fazemos isso ainda durante uma viagem? O que nos move? Por que viajamos tanto? Viajamos por desejo? Por concessão? Por doação, subvenção? Viajamos para concordar? Para discordar? Por admitir, aceitar, conferir, transferir, confirmar, ver e rever?Para comer, para sentir, ouvir, namorar, comemorar? Para esquecer, para lembrar, fugir, descansar, fotografar?

                 SABER as razões porque viajo jamais foi um mistério profundo ou algo que me perturbasse. Sempre tive as respostas. Para mim, viajar sempre esteve relacionado com expandir horizontes e deslimitar consciência, atender à minha personalidade curiosa e inquieta. Toda viagem é sempre um caminho para descobrir um pouco de alguma coisa, aprender muito sobre algumas coisas e encontrar algo mais em todas as coisas. Como resultado, toda viagem acaba sendo uma viagem a nós mesmos.   

                   VIAGENS são sempre experiências de crescimento emocional, filosófico e espiritual.  Me diga quem já retornou de uma viagem mais vazio do que partiu?  Em toda viagem nos completamos a nós mesmos e abastecemos com alguns litros mais nosso tanque de amadurecimento. Cada viagem é como um pequeno passo, que ao final de tantas outras torna-se um grande salto em nossas vidas.

                   PESSOAS são diferentes e viajam por diferentes motivos.  Há as que viajam para sairem delas mesmas e depois se re-encontrarem. Outras o fazem para sairem da rotina. Algumas apenas para curarem-se de estresse, afinal todos sabem que o simples fato de mudarmos nosso percurso casa-trabalho-casa por um novo, já nos alivia o estresse. Viajar para destinos longínquos, então, é uma boa atitude para curarmos o estresse e até depressão. Famílias viajam em férias para divertirem-se. Pessoas viajam pela curiosidade do desconhecido. Há os que buscam a natureza, outros que fogem dela em viagens. Inúmeros viajam por aventura e tem gente que viaja para bronzear-se. Há os que o fazem para enriquecimento cultural e também os que viajam para viverem experiências sociais ou antropológicas. Não nos esqueçamos também dos que atraem-se pela convivência com pessoas, culturas e costumes diversos. Há os que têm o gosto pela arquitetura.  Enfim, as pessoas não viajam apenas em férias, mas também para o descobrimento. De si e do mundo.  

                   O fato é que viagens sempre significarão consertar, remendar, renovar, reformar, refazer ou dar nova “aparência” ao cérebro e à vida. Seja lá para onde for. E se o seu motivo não está aqui, você mesmo saberá porque viaja. E isso é o que importa.

                   E, afinal, por que eu viajo?  É claro que o fundamento disso tudo está mesmo no “gostar’, no ter prazer em viajar.    Sem grandes pretensões filosóficas, só há uma coisa absolutamente certa para mim: toda vez que retorno de uma viagem percebo que tudo permanece igual, mas eu mesmo mudei. E talvez sejam precisamente estas mudanças - além, dos prazeres intrínsecos e naturais relacionados com o ato de viajar - que me motivam e impulsionam para a próxima.

                   AINDA sem grandes pretensões filosóficas, minha mais simples e sincera resposta a esta pergunta seria: “Eu viajo porque me sinto muito feliz viajando”.   Ou, “Eu sou ainda mais feliz a cada nova viagem”. O mundo, em si, me atrai. Um mundo incrivelmente rico em paisagens e formas de vida, maravilhosamente diversificado em termos filosóficos e conceituais, espantosamente grandioso em cultura e costumes, atrações e curiosidades, diversão e aprendizado. Quanto mais e para mais longe viajo, melhor noção tenho de minha insignificância.

                   NUNCA viajo em férias. Viajo por nenhum outro motivo a não ser pelo gosto e filosofia de vida.   Distinguo perfeitamente “viagens” de “viagens de férias”.   Minhas viagens diferem substancialmente do ato de relaxar e descansar, intrínseco às viagens de férias.   Para mim “viagem” significa o ato de interagir com pessoas de um outro país ou cidade, absorver sua cultura, respirar sua essência.  Viagens cansam, desgastam, preenchem, sugam, esgotam.  Viagens requerem muita atividade física e intelectual. Presupõesm exploração. Ao contrário, férias significam relaxar e desligar-se, seja esticando-se numa praia, boiando numa piscina ou exercendo o que os italianos chamam de dolce far niente.     Viagens requerem estar mais receptivo à exposição às belezas da natureza e à grandiosidade do que o homem construiu,  e para isso em geral exigem muito mais caminhar, subir, descer, dirigir, pedalar, nadar, escalar e mergulhar em doses maiores do que quando estamos a relaxar.

                   EU me incluo na categoria de viajantes que estão interessados em saber o quanto um destino vai lhes proporcionar em termos de experiência e prazer e o quanto de tempo e  dinheiro terão que investir na viagem.  Viagens custam caro, seja em tempo ou em dinheiro. Frequentemente, ambos. Conciliar tempo e dinheiro e ter a possibilidade de conhecer culturas e costumes o mais diferentes possíveis é o que tem mais me motivado a programar minhas viagens nestes tempos de dólar caro.  A melhor razão para eu viajar não tem sido “apenas” descobrir novos lugares, mas descobrir o quanto este lugar pode me afetar intelectualmente e o quanto isto me custará em tempo e dinheiro. É uma importantíssima relação de custo e benefício.

                   E você, por que viaja ou tem vontade de viajar? 

Reader Comments (67)

Arnaldo, vira e mexe entro aqui... aquela imersão deliciosa no seu texto e fotos.

Mas este post me paralisou! Quanta verdade! Quantas vezes escutei a mesma limitada e invejosa pergunta: "por que você viaja tanto?" No fundo as pessoas não compreendem porque elas querem comprar uma televisão de 52 polegadas e eu não... eu quero viajar! Dependendo do interlocutor - como você disse - até tento argumentar que o patrimônio que busco é diferente do que eles almejam. Ah, e ainda assim se eu quisesse também comprava a televisão de 52 polegadas, mas as prioridades da minha vida são outras. Olha o que diz essa citação do pensador americano Mark Twin:

"Viagens são fatais ao preconceito, à discriminação, à visão estreita, e muitos do nosso povo precisam terrivelmente de viagens, por causa disso. Uma visão ampla, integral e caridosa das pessoas e das coisas não pode ser adquirida vegetando num cantinho do planeta durante a vida inteira".

Mesmo atolada de compromissos (estou terminando um doutorado, tenho um bebê de nove meses, sou dona de duas empresas e ainda sou metida a blogueira!) eu encontro espaço para uma viagem... nem que seja aquela do fim de semana. Só uma viagem pode reunir de uma só vez aulas tão didáticas e lúdicas de história, geografia, gastronomia, sociologia, antropologia e, principalmente, de crescimento pessoal! E isso não pode ser considerado pouco.

Em 2007 publiquei um artigo na revista "Discursos Fotográficos" da Universidade Estadual de Londrina sob o título "O universo blogueiro na construção criativa de destinos turísticos". Um dos blogs analisados foi o seu, o Fatos e Fotos. Naquela época foi considerado o melhor entre os analisados. Hoje, passados quase dois anos... eu diria que após todo o seu trabalho, dedicação, generosidade...e reflexão...seu site deveria se tornar Patrimônio da Humanidade.

Um abraço,

Silvia Oliveira - Matraqueando
http://www.matraqueando.blogspot.com

Excelente post, caro Interata!
Pouco mais há a acrescentar, senão subscrever na íntegra o que foi escrito.
Apenas referir que depois de viajar geralmente tiro um ou dois dias de FÈRIAS... A filosofia é mesmo esta, viajar não é tirar férias.

Saudações do Marreta.

Saudações do Roadrunner, quero dizer, estava a pensar no "Muppet Show".

SILVIA, não sei o que dizer. Estou, literalmente, encantado com tudo o que escreveu, com a espetacular citaçao de Mark Twain (o qual sobre o tema tem outra máximas geniais) e ainda mais com o carinho e os elogios tão intensos, francos. Estou muito grato! Fui verificar o artigo de sua autoria e me permito incluir o link aqui:

http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/discursosfotograficos/article/viewFile/1491/1237

Estou absolutamene encantado comas referências e com o texto absolutamente impecável.


ROADRUNNER, sempre temos alguma coisa mais a acrescentar e a receber. E vc. fez isso, ainda que simplesmente. "Tirar férias APÓS viajar" é o máximo! Grande abraço e saudações deste lado daqui do Atlântico. Apareça sempre.

Arnaldo, é impressionante como podemos nos encontrar nas palavras de outra pessoa, não é? Não bastasse me identificar com a pergunta maliciosa que lhe fizeram (também já me perguntaram "mas por que diabos vc viaja tanto?"), seu texto foi, realmente, capaz de "me" traduzir no gosto e no prazer pelas viagens e, sobretudo, na felicidade gerada por elas. Não tem a ver só com o meu momento atual, a menos de dez dias de começar uma viagem diferente de todas as outras - tem a ver com a minha essência. Parabéns!

Arnaldo, eu tenho 46 anos e não tenho um carro, e nem imagino que carro eu poderia ter com o dinheiro que já gastei em viagens (que não foram tantas assim), mas sempre falo para o meu marido, viagem tem uma rubrica especial, separada de todas as receitas e despesas, não abro mão de viajar, simplesmente porque eu amo viajar, eu amo aeroporto, eu não tenho medo de avião, também adoro estrada para viagens de até um dia de duração, eu começo a me sentir feliz desde a hora em que eu penso para onde eu vou. E haja crítica por fazer tantas viagens, mas para mim ainda é pouco, eu quero viajar mais ainda. Parabéns, Arnaldo!

11:09 | Unregistered CommenterRosa

MARI CAMPOS, não é por coincidência que quem gosta de viajar encontra-se a sim esmo neste texto! Grande abraço e grato pela visita!

ROSA, eu penso igualmente. Na verdade o que vale é o prazer e a seriedade, a dedicação com que fazemos as coisas. NADA há de errado em comprar um carro e deixar de viajar. O que vale é o qeu fazemos com przer e alegria, pensado, ponderado. Mas, de fato, viagens "são uma rubrica especial na vida da gente"! Parabéns a você! E muito obrigado

11:42 | Unregistered CommenterArnaldo

Arnaldo,

acho que todos os que gostam de viajar acabam sempre se deparando com essa pergunta. Quando tenho paciência, respondo com calma e, como você, quando não, respondo somente porque gosto.


Já tive que explicar porque ganhando igual eu viajava tanto e a pesoa não. Aí achei desaforo e a resposta foi bem irritada: porque não gasto dinheiro comprando tantas bobagens que nem você.

E assim me dou ao luxo de comprar muitas bobagens ... viajando.

O teu texto está maravilhoso.descobri o teu site sem querer. Estava procurando informações sobre a Grécia e a Turquia para onde pretende ir em julho.

Já está em meus Favoritos.

Abraços

Sônia Regina Fernandes da Costa

Arnaldo, eu viajo para ver se encontro algum lugar mais encantador que o Rio de Janeiro! Ainda não achei :-)

19:32 | Unregistered CommenterRiq

RIQ, você é o máximo! O Rio de Janeiro é um sortudo de ter você como fã! Grande abraço.

20:07 | Unregistered CommenterArnaldo

Adorei seu texto Arnaldo, foi fundo na alma de nós viajantes.Eu tb sou capricorniana e tb viajo pq gosto.Adoro conhecer novos lugares e principalmente adoro conhecer pessoas que moram nesses outros lugares e vivem de um jeito diferente do que conhecemos. Viajo pra fotografar, pra comer, pra amar, pra passear. Enfim, viajo pra me sentir mais viva.

Sua pergunta mexeu com minha imaginação e até com meus brios -- ainda mais porque estou viajando nesse momento. Depois de todos os seus argumentos no texto fiquei ainda mais confuso e não consegui formular uma resposta. Como posso juntar as palavras FUGA e BUSCA em uma mesma frase? Sim, essas são as primeiras coisas que vem na minha cabeça. Só de começar assim, já desisti. Única certeza: as viagens (e seus planos) movem a minha vida, sem hipérboles.
Abraço,
Bruno Vilaça.

Arnaldo, para mim viajar é uma das melhores coisas da vida !

22:30 | Unregistered CommenterMajô

Arnaldo, faço minhas as suas palavras. Texto incrível. A medida que lia, completava com as minhas palavras e automaticamente as lia no seu escrito.

Minhas amigas de colégio sempre falavam de casar e ter filhos - e um dia com os maridos, uma delas lembrou que no ensino fundamental (para não denunciar minha idade rsrs) eu dizia que queria conhecer o mundo. Eu digo hoje que viajo pq respiro. Gostei da diferença de viagem para viagem de férias. Eu viajo durante as férias, é só uma questão de CLT rsrs. Me criticam tb com a mesma pergunta, a minha casa é simples, meu carro é popular e eu não troco o que investi na viagem ao Egito por nada!!! O retorno do investimento tem dígito que não acaba mais...Um ex me perguntou se eu já tinha sossegado... se referia ao fato de eu viajar (é por isso que é ex!). Me criticam tb pq eu fujo sempre no final de semana com todas as opções da noite carioca - adoro ir para meu refúgio na serra para respirar, diferente do corre-corre diário.

23:33 | Unregistered CommenterCristina

Arnaldo,
Viajo por inquietude, por curiosidade.....viajo, viajo, viajo e o melhor trecho de minhas viagens e o retorno ao meu lar.
Parabens pelo Blog!
Abs!!!

0:08 | Unregistered CommenterOldemar

Fantastico texto. Eu tambem viajo porque gosto. E tenho a sorte de poder viajar muito, unindo trabalho e prazer. Mas a coisa, talvez atavica, vem de longe: meus avos maternos, russos, fugiram da revolucao de 1917 e foram pra China, onde nasceu minha mae. Meu pai,judeu polones, fugiu da guerra e foi parar na China. La, casou-se com uma francesa. Separou-se. Conheceu minha mae, casaram-se. Comecou comunismo na China, foram p/Brasil,onde nasci, enquanto que minha avo materna foi pra Australia. Casei, pela primeira vez, com um descendente de alemao e holandes. Depois com um descendente de italiano. Morei na Europa 15 anos. Moro nos EUA ha 7. A conclusao e' que tenho mesmo sangue de cigana. O resultado disso e' uma intensa curiosidade de saber como vivem as outras pessoas, o que elas sabem que eu nao sei.

4:10 | Unregistered CommenterMarcie

Arnaldo, li todos os comentários e me vi um pouquinho em cada um deles. Viajar é, principalmente, viver. Sou muito curiosa, inquieta e tive um ambiente doméstico que estimulou ainda mais a minha curiosidade. Meu avô nasceu na Turquia, de nacionalidade francesa e veio parar aqui em Fortaleza, onde se casou com minha avó. Falava 9 línguas. Cresci ouvindo as histórias dele, cercada por muitos livros - a outra espécie de viagem pela qual sou apaixonada. Tenho uma tia avó de 89 anos que se separou do marido há mais de 50, não teve filhos e empregou sua renda muito bem: explorando o mundo! Ano passado, estive na Croácia e num daqueles momentos de divagação, lembrei o quão incrível ela era, já que ela tinha estado na antiga Iugoslávia em 1987! E as pessoas ainda hoje perguntando o que eu estava indo fazer na Croácia! Por sinal, amei, pois pude aliar a vivência da viagem às "férias" - depois de uma atração histórica, ia para os lounges à beira mar provar a culinária e dar um mergulho no mar... P.S.: eu não sei se eu conseguiria tirar férias e ficar só "relaxando"... Bom, em resumo, acho que tudo aquilo que nos cerca na infância e na adolescência nos molda para o resto da vida! Adoro o seu blog!

7:42 | Unregistered CommenterLili-CE

Arnaldo que texto maravilhoso eu fiquei extasiada com o artigo e feliz de perceber que tudo que esta escrito tem a ver comigo. Eu sempre disse que viajar e minha filosofia de vida. Eu fico impressionada como meus olhos brilham de felicidade durante minhas viagens. Ja faz mais de 20 anos que eu viajo no meu aniversario - se a minha grande viagem do ano nao coincide com ele eu viajo pra algum lugar perto de onde eu moro - como fiz este ano. E o meu grande presente de aniversario.
Um abraco

Arnaldo, desde pequena meu pai me ensinou que viajar e comer bem eram as duas melhores maneiras de gastar nosso tão suado dinheiro!!!! Hoje, adulta só posso assinar embaixo principalmente porque eu descobri que viajar é a melhor maneira de nos encontrarmos, de nos conhecermos, de nos fazer melhores... Agora que estou gravida, fico pensando em quais lugares vou querer primeiro apresentar ao meu filho, para ajuda-lo a sentir o mesmo gosto que tenho pela vida quando conheço a diversidade e a beleza que existe em cada lugar que descubro!!!! E olha que ainda nao fiz nem um terço das viagens que gostaria.... ainda tenho muito para descobrir e para me conhecer!!! :)

MARYANNE, obrigado! Adorei SEU comentário! Eu até ia escrever mais sobre os capricornianos e deixei pra uma outra oportunidade.

BRUNO VILAÇA, você sumiu! (do blog, é claro, porque o Super viagem continua aparecendo e melhor a cada dia). Fugabusca ou buscafuga é apenas “mais um” motivo para viajar e, afinal, o que importa é estarmos felizes fazendo com responsabilidade o que gostamos e despreocupados com perguntas implicantes. Grande abraço e apareça (quando vier ao Rio avise!)


MAJÔ, falou pouco mas falou bonito! (e não é que é mesmo?) Grande abraço e obrigado pela presença e comentário.

CRISTINA, que comentário bacana esse seu, especialmente depois de escrever e expressar sua experiência no ótimo relato sobre o Egito (que li ávidamente, pois ano que vem, provavelmente em março, farei o mesmo percurso, finalmente ao Egito!). Quando eu me refiro a “viagem de férias” quero dizer que não importa que ela seja no período de férias anuais de trabalho, mas esta viagem que vc. acaba de fazer ao Egito é um belo exemplo de viagem para conhecer, viagem para não relaxar. Eu sei bem como é isso de a gente ir lendo um texto e irmos nos identificando com eles, vivo fazendo isso diariamente na Internet, seja nos blogs, seja nas crônicas do Riq, seja nas páginas de relatos de viagens que a gente vê mundo internético afora. Uma viagem ao Egito deve ser uma daquelas com a melhor relação custo x benefício, com larga vantagem para o benefício. Quando eu for viajar pra lá vou lhe perturbar com perguntas.

OLDEMAR, bacana, essa expressão “viajo por inquietude”. E é bom retornar, especialmente depopis de uma viagem com saldos muito positivos. Obrigado, abraço.

MARCIE, fantástico comentário! Fantástica e rica história dos seus ascendentes.

LILI-CE, muito bom saber que você se viu um pouquinho em cada um deles. Ouvir histórias de parentes, especialmente quando bem contadas, são uma das maneiras mais efetivas de despertar o interesse por conhecer o mundo (e consequentemente viajar - numa criança). Bacana o comentário,. Obrigado!

ANA CRISTINA, agradeço sinceramente o trabalho de escrever seu comentário e ter dito que ficou extasiada. Você não imagina o prazer que dá a quem escreveu! Outro abraço.

LETICIA GRECO, eu acho também que viajar e comer bem são algumas das melhores coisas da vida. Ainda melhor quando feitas simultaneamente. Obrigado!

Oi Arnaldo..levo alguns dias pensando como responder a sua pergunta e cheguei a seguinte conclusao. Descartes disse: Penso logo existo...pois para mim Viajo logo vivo...por isso viajo..porque me sinto mais viva que nunca quando estou viajando - e isso significa desde o momento que decido o destino. Aí começa tudo...Muitos beijus e parabens pelo texto, está muito bonito...e a segunda parte de Singapore continua explendida.

Aqui em casa costumamos dizer que viajar é um virus que a gente adquire num determinado momento da vida , e que vai nos acompanhar para todo sempre .
Viajar é um vício ,e cada viagem tem um objetivo diferente - descansar , fugir , conhecer - mas todas as viagens sempre significam crescimento pessoal .
Tenho um amigo que diz que é um " ser-ficante " . Ele não gosta de sair da sua toca . Com ele , aprendi a respeitar quem não gosta de viajar .
E eu ? Certamente tenho uma sequencia especifica de ácidos nucleicos , que me fazem uma viciada -adicta -dependente de cartões de embarque ...

Como dize Sylvia "viajar é um vício" e eu tenho esse vício há mais de 20 anos!!! Viajo porque gosto e infelizmente não viajo tanto como quero. Somente pode viajar em férias!!! Para mim este é um problema, porque eu não pode viajar quase nunca em baixa temporada.
Um abraço

14:45 | Unregistered CommenterCarmen

Ah, também gosto de viajar, porque gosto de sonhar desperta! (antes do viagem, durante e despois)
e porque não há despertador
e porque estou em libertade e não tenho obrigaçôes...
e porque vejo outro mar e outro céu (ainda que sea o mesmo)
e porque pode conhecer otras maneiras de viver
e porque há muitos outros porquês!!!
Um saludo desde BCN

16:26 | Unregistered CommenterCarmen

Arnaldo

Obrigado pelo lindo e emocionante post.

Viajo por tudo o que já foi dito acima no texto e nos comentários. Viajo por estar vivo e gostar de viver, Viajo para ver o que Deus criou neste mundo e as coisas belas que o homem construiu. Viajo para me emocionar, sentir sensações que só meu eu compreende e guarda-las no meu coração.

Viajo para fazer feliz quem viaja comigo: diante das Cataratas do Iguaçu minha mulher exclamou: "isto é o lugar mais lindo que meus olhos já viram" Esta frase e a sua emoção, estão marcados para sempre na minha memoria e no meu coração.

17:52 | Unregistered CommenterWander

Eu viajo pra me perder.

18:50 | Unregistered CommenterBeto K

Arnaldo. Sou mais um capricorniano inquieto que sonha em vivenciar lugares. Acho que viajo pelas mesmas razoes suas. Ê como se a cada viagem, zerasse o HD e voltasse cheio de energia para poder planejar a proxima.
Grande abraco,

19:35 | Unregistered CommenterJB

REGINA, muito bacana seu comentário e seus motivos de viajar. Obrigado demais.

SYLVIA, o vírus eu uso como exemplo. É mesmo uma "doença viral" da qual nunca mais nos livramos. (se bem que não desejamos a cura!). Grande abraço e obrigado.

CARMEN, novamente obrigado por seu comentário e sua presença constante.

WANDER, agradeço o comentário e os elogios. Apareça sempre, mesmo que seja apra criticar!

OBRIGADO JB pela presença e comentário! Apareça sempre, tá sumido demais!

A liberdade de abandonar o ninho, temporariamente, voar para outros lugares, conhecer outras pessoas, sentir outros cheiros, sabores e luzes, decidir meu destino e voltar para o aconchego do meu ninho, é que me faz viajar. Como um passarinho, me sinto feliz, muito feliz.

20:59 | Unregistered CommenterMalu

Arnaldo, muito me honrará te dar dicas do Egito. Do guia ao que fazer, pode me perguntar como enchi a sua paciência qdo fui para a Costa Oeste americana ;-) Até a hospedagem se vc precisar, eu procuro! È meu dever, prazer e honra!!! Adorei entender mais a diferença de viagem para conhecer e viagem para relaxar. No Egito teve 1 dia que foi para relaxar, serve rsrs? Quando fujo para Terê, relaxo. é assim? Sentimos sua falta hoje na comemoração da Majô, mas é por um bom motivo né?

0:48 | Unregistered CommenterCristina

CRISTINA, se você tivesse "enchido o saco" eu me lembraria! Bem, sobre o Egito eu estou vendo um paote com tudo incluído, que vai até Dubai. As dicas seriam relacionadas a alguma dúvida que tivesse restado depois de ler novamente seu relado. Qualquer coisa, aviso. Obrigado!

RELAXAR também é algo que eu faço em viagem e mesmo não estando em viagem.

Realmente seria chato nõ ter ido à Majô sem a Alice...

Arnaldo.. com todo o respeito esse post "matou à pau!!"

Eu não tenho toda a bagagem que vc, o Riq, e muitos outros que aqui deixaram um comentàrio..

Mas desde que vim morar na França, em 2006, tenho aproveitado todas as oportunidades que a Europa e arredores me dà..

Minha mãe realmente não entende qdo ligo de um lugar diferente quase que todos os meses.. vêm com aqueles "sermões" gigantes de "Minha filha.. vc não pode torrar todo o dinheiro que ganha.. tem que pensar no futuro e blablabla"..

Mas se eu gosto de viajar qual o problema??

Pelo menos não gasto com porcaria.. e sempre volto com minha bagagem cultural maior do que qdo fui..

Amo o texto do Amyr Klink.. ele passa exatamente aquilo que sinto..

"Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver"

=)

http://travelandtrips.wordpress.com/

9:30 | Unregistered CommenterMartinha

Arnaldo, entre o teu texto incrível e tantas respostas à altura, só posso me repetir. Mas eu poderia resumir dizendo que eu viajo para me surpreender. E isso pode acontecer de várias maneiras...gosto de ter surpresas a cada minuto, seja com um hotel melhor do que imaginava, com um sabor estranho, num contato amigável com alguém, descobrindo um lugar que nem imaginava.
Mas também posso falar que viajo para ser feliz, como já foi dito, nessa que é a resposta supra-sumo :-)
Ótimo post!
PS: As pessoas não me perguntam muito sobre o porquê de eu viajar, mas às vezes sinto que gostariam. Mas eu tenho a resposta (ou respostas!) na ponta da língua...

13:34 | Unregistered CommenterEmília

Oi Arnaldo, adorei o post...qual viajante que nunca recebeu esta pergunta meio desconfiada? Eu respondo que sou arquiteta e preciso de inspiração, mas na verdade eu viajo por que eu quero é MAIS!!!! Mais informação, mais descobertas, mais cenários maravilhosos, mais tudo. Como escreveu uma vez REnato russo, "Meu vício de insistir nessa saudade que eu sinto, de tudo que eu ainda não vi...."

17:19 | Unregistered Commenterpaulab

Sylvia, Arnaldo, em francês esse vírus de viajar é "le virus de la bougeotte". Os franceses, como grandes viajantes que são (parece incrustado neles), dizem que é contagioso. Sendo assim, espalhem-no por tudo!

Arnaldo, ótimo post. Realmente faz pensar... Parabéns.

Abraços.

http://bonsares.wordpress.com/

Arnaldo, que bom que vc não lembra então! :-) Achei que vcs estavam viajando. Desejo que estejam muito bem!!! E eu tenho esse vírus tb Sylvia e Maikon, e adorei aprender essa expressão (estudo francês).

1:03 | Unregistered CommenterCristina

Arnaldo, amei!
Me senti compreendida! (e por coincidencia tambem sou capricorniana, hehe)
O interessante é que eu "viajo" e meu marido "viaja de férias".
Então combinamos, uma vez a viagem é "minha"(andar, subir, descer, caminhar, fotografar, conhecer, viver, respirar...para ele é cansativo) e da outra vez a viagem é "dele" (dormir, descansar....para mim, um tédio!). Já estava achando que eu tinha algum defeito de fabricação,mas to vendo que tem muita gente igual a gente, risos.
Excelente o post e o site!

0:50 | Unregistered CommenterBeatriz

Arnaldo!
Estou começando a viajar pela Internet. Estava procurando a diferença entre cascata e cachoeira e daqui a pouco futricando mais abri uma página e apareceu teu texto sobre Istambul,triste para mim seria pegar tanta chuva... Mas vendo o teu texto sobre Porque viajar e seus comentários pude enfim acreditar que sou uma pessoa normal. Minha emoção ao viajar é tamanha que acordo automático quase sempre uma hora antes do sol e vou au mundo, esperar o sol nascer. Não saio para viajar para dormir.

Engraçado... Ao ler esse texto, me identifiquei muito com as suas palavras. Nunca entendi a razão pela qual muitas pessoas não viajam. Acho que o melhor da viajar é que você percebe quantas coisas diferentes existem, quantas pessoas, quantos modos de vida... E, quando você volta, você sempre fica mais humilde e começa a entender um pouco o próximo. Acho que se todos viajassem ou mesmo tivesse essa oportunidade, o mundo seria melhor... Com certeza!

Engraçado... Ao ler esse texto, me identifiquei muito com as suas palavras. Nunca entendi a razão pela qual muitas pessoas não viajam. Acho que o melhor da viajar é que você percebe quantas coisas diferentes existem, quantas pessoas, quantos modos de vida... E, quando você volta, você sempre fica mais humilde e começa a entender um pouco o próximo. Acho que se todos viajassem ou mesmo tivessem essa oportunidade, o mundo seria melhor... Com certeza!

Perfeito pra`queles que viajam pra viver e não para os que vivem pra viajar!

17:17 | Unregistered CommenterLáisa

Parabéns pelo texto ... impossível não se identificar com ele !!

22:55 | Unregistered CommenterClaudia

Viajar leva para uma realidade diferente do cotidiano, permitindo que você pode imaginar como é a vida em outros lugares, e culturas.

Amei o texto... me identifiquei muito!
Não consigo explicar a minha vontade absurdo de conhecer cada cantinho desse mundo!!
Simplismente AMO viajar!!!

15:43 | Unregistered CommenterLuciana

Viajantes da vida, do mundo, viajando nos encontramos.
Viajar garantimos um tesouro recheado de lembranças felizes. E como falas voltamos compensados, com mais respostas e perguntas para as próximas. Viajar, se perguntar por que gostamos tanto, dificilmente entederá a resposta.
Parabéns pelo texto.

15:41 | Unregistered CommenterRosane Luz

Arnaldo,
Adorei a sua resposta!! Vc tem toda razão: quem faz uma pergunta dessas jamais entenderá pq vc viaja tanto ... azar o dela que está perdendo o mundo!!! Achei o máximo a diferença entre viajar e viajar de férias!! E adoro as 2, afinal são viagens, né?!! Mas o melhor do seu texto foi dizer que viagens cansam, desgastam, preenchem, sugam, esgotam. Essa pessoa que te fez aquela pergunta ñ deve nem imaginar como isso é verdade!!! As pessoas achavam bárbaro eu viajar tanto, e eu sempre pensava: será que elas sabem o trabalho que dá?? Só mesmo gostando muuuuito ... mas, afinal, preparar-se para uma viagem já é uma viagem!!
Parabéns!!

14:25 | Unregistered CommenterLu

Perfeito !Penso e sinto o mesmo...Acredito que poder viajar é uma dádiva, usufruir da viagem com sabedoria é uma arte e compartilhá-la posteriormente com competência é um dom para poucos...Parabéns pelo Post !

Não conhecia o blog mas adorei. A resposta que darei a essa pergunta agora é outra: Por quê você não viaja?...rs..rs. Parabéns pelo texto!

9:36 | Unregistered CommenterGil

Não sou capricorniano, mas sou um sagitariano que ama viajar. Viajar é conhecer, observar, degustar, se permitir, se autoconhecer, se envolve. O bom de uma viagem é que ela nunca acaba, estamos sempre revivendo-a.

11:10 | Unregistered Commenterjairo

Sou capricorniana e amo viajar. Pq viajo ? Porque sempre senti ( e sinto ) uma necessidade emocional/espiritual de ampliar meus horizontes, seja lendo, conversando com pessoas inteligentes, estudando ou viajando. Eu viajo porque amo o movimento dos aeroportos, degustar sabores de outras culinárias, fotografar lugares novos. Sim, viajo porque me faz feliz, porque é algo que me completa, renova minhas forças e energia, me incentiva a tentar entender melhor culturas tão diferentes da minha. Viajar significa um mergulho em mim mesma e no universo de outros povos. Viajar é preciso, viver é preciso e responder a perguntas tão tolas como " pq vc viaja " é mais que dispensável. Motivo ? O autor ( a ) de tal pergunta jamais entenderá o sentido singular de viajar , retornar, viajar de novo. Esse ciclo vital e tão maravilhoso do qual ao começarmos não queremos mais interromper.

20:36 | Unregistered CommenterLorena

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