MENSAGEM ao LEITOR
CONHEÇA QUEM ESCREVE

BEM-vindo ao Fatos & Fotos de Viagens, um blog sem jabá e não vulgar

        EXISTE no viajar e no escrever relatos de viagens um terreno fértil para demonstrações de arrogância. É algo simplesmente disseminado. Tanto no mundo virtual quanto na literatura. Mas o que o maravihoso mundo da viagens precisa é de mais viajantes humildes, não de "especialistas" caga-regras que determinam de tudo: desde como arrumar sua mala ao único tipo que você deve comprar, do lugar que você tem que ir, caso contrário sua viagem será uma merda. Nunca tão maravilhosa como a dele. As classificações dos lugares também. Tem sobrado superficialidade a egocentrismo. Autores assim não percebem que tudo é muito subjetivo e pessoal, que a experiência e o prazer de alguém não será necessariamente igual ao de outro.  Sobretudo as necessidades.

      A blogosfera "profissional e "monetizada" vulgarizou-se e tornou-se banal. Carecemos de gente que escreva para motivar e inspirar, para alargar horizontes, de viajantes que "mostrem" os lugares em vez de "ensinarem" a viajar. Moderadamente, ponderadamente, sem afetação típica de deslumbrados que viajam pela primeira vez em classe executiva e precisam espalhar para o mundo em resenhas risíveis. Ao contrário, a blogosfera

       ESTE blog, ao contrário, não fez concessões à vulgarização dos blogs depois da "profissionalização" e da monetização de alguns. Ao contrário, este é um blog singelo, simples, pequeno, inexpressivo na blogosfera, não despesperado por audiência nem seu autor se dedica mais à sua divulgação nas redes sociais do que à escrita. Tento dar graça à leitura e consolidar algo que prezo muito: confiabilidade, credibilidade.

        COMECEI a viajar tarde, você sabe. Por falta de dinheiro. Até que um dia viajei pela primeira vez ao exterior. Eu tinha 35 anos. Fui assim apresentado ao então desconhecido mas fabuloso mundo das viagens. Jamais, todavia, pensaria visitar mais de 60 países, alguns muito improváveis à época. Irã, Uzbequistão, Myanmar, Etiópia, Quirguistão entre eles. Mas foi recentemente que compreendi que as viagens ficam pra sempre, não as coisas. E que é por esse mundo ser tão diverso, por cada país ser tão diferente, que me parece tão atraente e divertido.

       NÃO sou escritor profissional. Tampouco jornalista. Mas invejo esses profissionais por dominarem o idioma, a gramática e as palavras.  Ainda assim, faço meu melhor, meu caro, estimado, raro e precioso leitor. Então, peço-lhe que considere algo: que mesmo escrevendo com sensibilidade e responsabilidade, incorro em erros. Se quiser, aponte-os. Tanto gramaticais quanto de digitação. Como tenho revisor profissional, antes de publicar dou curso a incansáveis revisões. E também submeto-os ao crivo de minha esposa. Ainda assim, alguns nos escapam.

      SOU brasileiro, empresário e casado com a Emília do blog "A Turista Acidental" e desde que a conheci (e antes mesmo de nos casarmos), tornou-se a "mais-que-perfeita" companheira de vida, de idéias, de projetos e ideais, sobretudo encantadora, adorável e inspiradora companhia de viagens e de aventuras. Com ela compreendi o que significa "prazer de viajar". Foi (e continua sendo) minha melhor fonte de inspirações e de motivações. Tanto que qualifico minhas viagens como "antes e depois" da Emília e "antes e depois" da Índia. Foi com ela que percebi o que quis dizer Érico Veríssimo com "Quem caminha sozinho pode até chegar mais rápido, mas aquele que vai acompanhado certamente chegará mais longe." Somos pais de gêmeos - uma menina e um menino - nascidos em julho de 2015, e de um filho de 34 anos do meu primeiro casamento, em quem o gosto pelas viagens pareceincorporado. Não sou avô, mas as coisas estão bem encaminhadas neste sentido.

       HOJE com 64 anos (boa parte deles dedicados à família e ao trabalho), foi apenas aos 35 que pude começar a viajar internacionalmente. Desde então visitei 61 países, entre os quais alguns dos mais fascinantes e com os sítios mais admiráveis do planeta. Felizmente, para alguns deles ainda a salvo do turismo de massa, cujos excessos arruinam qualquer lugar. Em março de 2006, quando iniciei este blog, o fiz como meio de comunicação com a família e amigos. Anos mais tarde eu descobri o poder de contar histórias em textos e fotografias, e logo ele tomou outro rumo, provavelmente porque os leitores gostavam dos textos e das fotos, ou então porque na época havia pouquíssimos blogs.

       FIZ cerca de 90 viagens internacionais, voei por 40 cias. aéreas diferentes (algumas extintas) em 391 vôos para fora do Brasil e dentro de outros países e em todas as classes possíveis. Segundo Haroldo Castro - jornalista-fotógrafo-escritor que já esteve em 160 países -, o maior viajante que conheço, em seu teste "Viajologia" que se pode fazer em seu site, que considera não apenas a quantidade de países visitados, mas lugares, monumentos e patrimônios, além de transportes, experiências e situações difícieis porque passam os viajantes, alcancei "Mestrado em Viajologia". Mas isso não é nada diante de gente que lá já "graduou-se" em pós-doutorado.

Escrevo este blog sob uma perspectiva lúcida e sem concessões à monetização sem critérios

        Eliminei o contador de visitas deste blog quando marcava mais de 6 milhões. Audiência hoje em blog é decadente. Viajar, escrever e publicar algo que inspire e icentive o leitor é o que mais me motiva. NUNCA como blogueiro interventor nas viagens alheias, ou caga-regras dizendo como alguém deve viajar e que tipo de mala usar e essas chatices que definem as pessoas homogeneamente.Parece ser o que traz os leitores até aqui. Ou porque gostem de fotografia, para além da leitura odepórica, como eu. E por este blog não ter captulado à ambição e vaidade que levou tantos autores de blogs à monetização sem critérios, sobretudo enganando leitores, cada dia torna-se menorzinho e menos importante. Se continuarem assim, os blogs precisarão ser reinventados. Este aqui nasceu livre e assim será até morrer. Por enquanto estou sempre por aqui. Nem que seja em pensamento. Só não sei até quando.

         Agradeço a visita e os comentários e desejo boa viagem aos leitores.

Em tempo: este blog não integra nenhuma associação disfarçada de incentivos à monetização. Mas se um dia fundarem a ABBLI (Associação Brasileira de Blogs Livres e Independentes), por favor, me convidem!

#blogsemjaba

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Terça-feira
Abr072009

JORDÂNIA e SÍRIA. Doces riscos. Preparando a viagem  

                                                                                         

            ESTÁVAMOS num almoço em família e a conversa girava em torno de nossas viagens. Perguntavam-me para onde seria a próxima antes mesmo  que eu terminasse de lhes contar a última viagem:   “E o próximo destino? Para onde será a próxima viagem?”“Jordânia”, respondi.  “Em abril iremos à Jordânia e à Síria”, completei.  “Jordânia? Síria!?”  

 

                    AS exclamações, acompanhadas de expressões de surpresa e espanto - naturalíssimas, convenhamos -  soavam como um “Onde diabos fica isso?”, ou então um “Mas...Jordânia e Síria!, por que a Jordânia?!”.  “Aqueles países no Oriente Médio, colados no Iraque? O que vocês vão fazer lá?”  

 

                  ENQUANTO ouvia Imaginava que logo me perguntariam  “E vão esticar ao Iraque e à Palestina também?” 

 

                     OCIDENTAIS já viajam ao Oriente Médio há séculos.  De imortais celebridades - como Mark Twain, Gustave Flaubert e Agatha Christie  liderando a lista dos dez mais -  a insignificantes turistas mortais,  como eu, a encerrarem a relação dos dez menos. Todos, contudo ajudaram a conduzir Egito, Dubai e Israel ao topo da lista dos países mais visitados da região.  

 

                      A gente sabe que não dá pra fazer um CTRL+ALT+DEL, executar o “Gerenciador de Tarefas” e “finalizar” a realidade presencial tal qual se faz com a cibernética e a virtual.   É assim com o Oriente Médio, não se podem apagar os conceitos que habitam o inconsciente coletivo de boa parte do planeta. Geograficamente falando, é aquela região que se estende do leste do Mediterrâneo ao Golfo Pérsico. Uma espécie de sub-região da África-Eurásia, ou trocando em miúdos, aquelas partes da Turquia que ficam no continente Europeu, assim como partes da Ásia e da África Setentrional.   

 

 

   

 

                            CONTUDO não é por suas vastas áreas desérticas e semi-desérticas, por seus famosos e escassos mananciais como os rios Jordão, Tigre e Eufrates,  por um ou outro Oásis,  por sua fabulosa história e cultura,  pela monumental e incomparável herança arquitetônica que milhares de anos de civilização nos legou, tampouco por ter sido o berço da civilização, o que já seria suficiente para que no inconsciente coletivo do planeta esta região ficasse impressa e lembrada, apenas por boas, magníficas lembranças.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Wadi Run, o Deserto - Jordânia 

 

                  A despeito de sua comida fabulosa e de sua gente espetacular, de sua riqueza incontestável, o Oriente Médio é mesmo mais conhecido por seus eternos, lamentáveis conflitos. E o pior é que apesar de serem fundamentados em dois únicos pontos, trata-se de uma questão tão complexa quanto a própria existência:  diferenças religiosas e étnicas.  Pois é assim que o Oriente Médio se apresenta para o planeta: uma região em eterno conflito que decorre fundamentalmente da não aceitação às opções religiosas e diferenças étnicas.

 

 

 

                  SE nos fosse possível dar o tal comando “ctrl+alt+del” nesta realidade, tornaríamos as nações que integram a região em estados laicos.  Depois dos três cliques os fundamentos do desentendimento e da beligerância estariam “deletados”,  ainda que não fossem os únicos - petróleo e água em terceiro e quarto lugares.  Ao comando ‘finalizaríamos a tarefa’ dos conflitos, ‘deletando’ Palestina, Israel, Cisjordânia, Síria, Jordânia, Arábia Saudita, Iraque e Irã,  criando uma só nação onde todos viveriam em harmonia e igualdade.  Esta grandiosa nação se chamaria  Jornalina, Palestânia, Israrábia, Cis-síria, Israrã, Jordael, Saudisíria, ou Isralestina.   

                    

 

 "Imortais celebridades ocidentais já viajam ao Oriente Médio há séculos:

Mark Twain, Gustave Flaubert e Agatha Christie entre tantos"               

 

 

 

 

 

                 TODAVIA ocidentais já viajarem ao Oriente Médio há séculos,   Síria e Jordânia ainda permanecem dois (grandes) destinos a descobrir, recém-chegados ao mercado turístico internacional de expressão e  ambos 'olham' para o futuro e para o turismo como uma imprescindível fonte de renda. Além disso, ambos enxergam o ocidente e distanciam-se de fundamentalistas, condição primordial para que ingressem no primeiro mundo com o destaque que merecem. 

 

                  NÃO há escapatória: esta é a única maneira de ambos países introduzirem-se no mundo globalizado, civilizado e pacífico, de obterem condições indispensáveis para romperem a barreira dos 10 milhões de turistas anuais e vencerem tanto o preconceito quanto a desinformação por parte do mundo. Esta é uma verdadeira Guerra de Cruzados.  

 

                    FAZER turismo no Oriente Médio poderia parecer um paradoxo -  terrorismo e guerras motivando opiniões antagônicas, medos, receios, temores, tremores, terrores e afins.  Contudo, Jordânia e Síria,  graças aos preços (ainda) baratos, aos novos hotéis luxuosos de redes internacionais  (Four Seasons inaugurou em 2006 uma unidade em Amã, outra em Damasco) e os aos hotéis boutique charmosos e sofisticados, instalados em preciosos palacetes literalmente dentro das suas cidadelas medievais, ao povo extremamente acolhedor  (tão curioso por nós quanto nós por eles) e o conjunto espetacular de riquezas  arquitetônica, histórica, cultural e gastronômica tornam o turismo na Jordânia e na Síria altamente recomendáveis, atraentes, receptivos e seguros. Simpatia e hospitalidade dizem ser o "plus" que ambos os países oferecem aos seus visitantes. 

 

 

 

 

 

 

                          SIM, há riscos: o estilo desesperado de conduzir  dos jordanianos e síros (assim como o dos egípicios)  recomenda que o viajante tenha bom senso e atenção, extremo cuidado ao atravessar as ruas.  Não, não se trata de uma nova modalidade de terrorismo e extermínio de ocidentais por fundamentalistas islâmicos.  As intenções não são nada suicidas nem assassinas. Aquele jeito kamikaze de dirigir é apenas resultado de uma atitude de caráter cultural  (que, convenhamos, nem é assim tão estranha a nós brasileiros), decorrente das distâncias sempre inversamente proporcionais à disponibilidade de tempo para percorrê-las.    A bem da verdade tais riscos são mínimos para nós brasileiros acostumados ao trânsito e ao jeito de dirigir verde e amarelo.    

 

 

 

 

                           NÃO se podem negar, contudo,  outros riscos reais, especialmente os de sequestro: um turista ocidental será sempre "alvo" de algum jordaniano ou sírio comerciante.   Neste particular, tenha muito cuidado no interior de um labiríntico souq.  Fique atento àquele comerciante à espreita, dono daquele típico "olhar sequestrador". Se adentrar seu "cativeiro" -o interior daquela lojinha extremamente atraente - quase sempre só será possível "escapar" depois de pagar um "resgate", cujo valor será sempre menor ou maior à sua capacidade de barganhar o preço daquela lindíssima lâmpada de Aladim, daquela caixinha belíssima de macheteria damascena ou até mesmo daquele espetacular tapete que cairia como uma luva no hallzinho de casa.    

 

 

 

O turista encontrará gente simpática, hospitaleira, simpática e acolhedora,

tão curiosa por nós quanto nós por eles. 

 

 

                            LEMBRE-SE que também há algum risco de "arresto" - menor é verdade, mas ainda real - levado a cabo por alguma acolhedora família.  De certa forma é bem comum que lhe façam um convite para que entre em alguma casa de família "suspeita" e lá seja "obrigado" a provar sua deliciosa comida.  Neste caso a soma a pagar pelo resgate será proporcional ao seu grau de culpa e trauma por ter cedido aos prazeres da gula. 

 

  

 

Doces "sequestros", deliciosos "resgates"

 

                            A fabulosa comida síria e jordaniana é irresistível e o costume de comprtailhá-la uma tradição simpaticíssima dos jornadianos e sírios, talvez mesmo de todo povo árabe.    A síndrome do trauma pós-sequestro será proporcional ao tanto que acrescentou ao seu pneuzinho e ao espanto por ter descoberto que ainda são possíveis atitudes tão francas e surpreendente que julgava não mais existirem no mundo atual.  Doces riscos! Doces riscos você correrá na Jordânia e na Síria.

 

    

 

   

                

                          A região é seguramente um dos mais fascinantes destinos turísticos do planeta.  O patrimônio cultural, histórico e religioso deste lugar que viu nascer no seu solo algumas das mais importantes civilizações e religiões, que mantém cidades que são verdadeiros museus a céus abertos, constitui-se inegável recompensa para o visitante.     O Oriente Médio é uma vasta área formada por vários países e há grandiosos diferentes lugares pra se conhecer, como na Jordânia, na Síria e no Irã.  E a despeito de serem países e povos tão endemoniados pela imprensa norte-americana e consequentemente erroneamente pela opinião pública ocidental, o visitante invariavelmente encontrará seres humanos dignos, hospitaleiros, amistosos, simpáticos, educados e interessados em mostrarem orgulhosos seu patrimônio. 

 

 

 

Ao atravessar as ruas o trânsito é um perigo real para o turista 

 

 

                          ESTES serão capítulos de história e de cultura, de povos e de patrimônio arquitetônico incomparáveis, de dois países islâmicos não fundamentalistas, de duas nações que recebem calorosamente o turista e retribuem a visita com história e cultura sofisticadas, mercados árabes que pararam no tempo, receptivos e complacentes com outras culturas e que adotam modo de ser contrários ao preconceito racial e religioso.  Jordânia e Síria são países árabes socialmente avançados, cujas mulheres são educadas,  esclarecidas, informadas, modernas e que assumem importantes cargos administrativos governamentais e funções sociais, domésticas e familiares.    

 

 

                          A maioria dos visitantes chega à Jordânia pelo ar e pousa no Queen Alia International Airport Amman (AMM) em vôos dos Estados Unidos e da Europa – American Airlines e Air France e  Lufthansa liderando as cias. aéreas -  mas também ultimamente através da Emirates, a cia. aérea nacional de Dubai. Ou,se seu destino primeiro for a Capital da Síria, ao Damascus International Airport, seja  pela Syrian Arab Airlines, pela  Royal Jordanian, pela KLM, pela Air France e pela Lufthansa.  Saindo de Paris - o meu caso - são quatro horas e meia de vôo até Amã e uma hora a mais de fuso horário. 

 

  

 

De Amã a Damasco num EMBRAER da Royal Jordanian                                     

 

 

_____________________

JORDÂNIA

 

                           PETRA - a “jóia da coroa” do patrimônio turístico do país - uma das Sete Novas Maravilhas do Mundo, a magnífica cidade rosa de pedra dos nabateus, foi descoberta pelo turismo mundial apenas no Século 19. Mas foi com Indiana Jones que Petra foi alçada à posição que ocupa hoje no ranking do turismo mundial. Todavia a Jordânia ser bem mais do que Petra - tem Amam, sua capital, tem Jerash, Aqaba e o Mar Morto - foi Wadi Rum, o deserto, cenário de Lawrence da Arábia, que colocou a Jordânia no inconsciente coletivo turístico do mundo há décadas.

 

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SÍRIA

 

               UMA terra muito antiga. Uma história rica e turbulenta de civilizações humanas que vão até 5000 a.C. A Síria transpira, exala uma fascinante história de comércio, política, conquistas e ocupações por impérios importantíssimos na história da humanidade: assírios, hititas, persas, romanos, bizantinos, omaíadas, islâmicos e turcos otomanos. Por diversas vezes o território foi controlado por egípcios, babilônios, turcos, persas e franceses, e quase todos deixaram suas marcas e impressões, seja em grandes construções como fortalezas, anfiteatros, igrejas, mesquitas, seja na cultura.

 

               PALMYRA foi construída no meio ao deserto, ao pé de uma cadeia de colinas, suas ruínas romanas conservam o esplendor do império. Destruída por um grande incêndio e mais tarde por um terremoto, é possível visitar as ruínas do Templo de Baal, a Grande Colunata, a Ágora, e o Palácio Qala´at ibn Maan, um castelo árabe do século XVII.

 

                ALEPPO é uma cidade com uma cidadela, museus e caranvaçarais. Os fascinantes souqs são cobertos e se extendem por um grande labirinto. Ao norte dos souqs a Grande Mesquita tem um minarete construído em 1090 e um púlpito entalhado em madeira de grande valor histórico e sem dúvidas turístico.