MENSAGEM ao LEITOR
CONHEÇA QUEM ESCREVE

BEM-vindo ao Fatos & Fotos de Viagens, um blog sem jabá e não vulgar

        EXISTE no viajar e no escrever relatos de viagens um terreno fértil para demonstrações de arrogância. É algo simplesmente disseminado. Tanto no mundo virtual quanto na literatura. Mas o que o maravihoso mundo da viagens precisa é de mais viajantes humildes, não de "especialistas" caga-regras que determinam de tudo: desde como arrumar sua mala ao único tipo que você deve comprar, do lugar que você tem que ir, caso contrário sua viagem será uma merda. Nunca tão maravilhosa como a dele. As classificações dos lugares também. Tem sobrado superficialidade a egocentrismo. Autores assim não percebem que tudo é muito subjetivo e pessoal, que a experiência e o prazer de alguém não será necessariamente igual ao de outro.  Sobretudo as necessidades.

      A blogosfera "profissional e "monetizada" vulgarizou-se e tornou-se banal. Carecemos de gente que escreva para motivar e inspirar, para alargar horizontes, de viajantes que "mostrem" os lugares em vez de "ensinarem" a viajar. Moderadamente, ponderadamente, sem afetação típica de deslumbrados que viajam pela primeira vez em classe executiva e precisam espalhar para o mundo em resenhas risíveis. Ao contrário, a blogosfera

       ESTE blog, ao contrário, não fez concessões à vulgarização dos blogs depois da "profissionalização" e da monetização de alguns. Ao contrário, este é um blog singelo, simples, pequeno, inexpressivo na blogosfera, não despesperado por audiência nem seu autor se dedica mais à sua divulgação nas redes sociais do que à escrita. Tento dar graça à leitura e consolidar algo que prezo muito: confiabilidade, credibilidade.

        COMECEI a viajar tarde, você sabe. Por falta de dinheiro. Até que um dia viajei pela primeira vez ao exterior. Eu tinha 35 anos. Fui assim apresentado ao então desconhecido mas fabuloso mundo das viagens. Jamais, todavia, pensaria visitar mais de 60 países, alguns muito improváveis à época. Irã, Uzbequistão, Myanmar, Etiópia, Quirguistão entre eles. Mas foi recentemente que compreendi que as viagens ficam pra sempre, não as coisas. E que é por esse mundo ser tão diverso, por cada país ser tão diferente, que me parece tão atraente e divertido.

       NÃO sou escritor profissional. Tampouco jornalista. Mas invejo esses profissionais por dominarem o idioma, a gramática e as palavras.  Ainda assim, faço meu melhor, meu caro, estimado, raro e precioso leitor. Então, peço-lhe que considere algo: que mesmo escrevendo com sensibilidade e responsabilidade, incorro em erros. Se quiser, aponte-os. Tanto gramaticais quanto de digitação. Como tenho revisor profissional, antes de publicar dou curso a incansáveis revisões. E também submeto-os ao crivo de minha esposa. Ainda assim, alguns nos escapam.

      SOU brasileiro, empresário e casado com a Emília do blog "A Turista Acidental" e desde que a conheci (e antes mesmo de nos casarmos), tornou-se a "mais-que-perfeita" companheira de vida, de idéias, de projetos e ideais, sobretudo encantadora, adorável e inspiradora companhia de viagens e de aventuras. Com ela compreendi o que significa "prazer de viajar". Foi (e continua sendo) minha melhor fonte de inspirações e de motivações. Tanto que qualifico minhas viagens como "antes e depois" da Emília e "antes e depois" da Índia. Foi com ela que percebi o que quis dizer Érico Veríssimo com "Quem caminha sozinho pode até chegar mais rápido, mas aquele que vai acompanhado certamente chegará mais longe." Somos pais de gêmeos - uma menina e um menino - nascidos em julho de 2015, e de um filho de 34 anos do meu primeiro casamento, em quem o gosto pelas viagens pareceincorporado. Não sou avô, mas as coisas estão bem encaminhadas neste sentido.

       HOJE com 64 anos (boa parte deles dedicados à família e ao trabalho), foi apenas aos 35 que pude começar a viajar internacionalmente. Desde então visitei 61 países, entre os quais alguns dos mais fascinantes e com os sítios mais admiráveis do planeta. Felizmente, para alguns deles ainda a salvo do turismo de massa, cujos excessos arruinam qualquer lugar. Em março de 2006, quando iniciei este blog, o fiz como meio de comunicação com a família e amigos. Anos mais tarde eu descobri o poder de contar histórias em textos e fotografias, e logo ele tomou outro rumo, provavelmente porque os leitores gostavam dos textos e das fotos, ou então porque na época havia pouquíssimos blogs.

       FIZ cerca de 90 viagens internacionais, voei por 40 cias. aéreas diferentes (algumas extintas) em 391 vôos para fora do Brasil e dentro de outros países e em todas as classes possíveis. Segundo Haroldo Castro - jornalista-fotógrafo-escritor que já esteve em 160 países -, o maior viajante que conheço, em seu teste "Viajologia" que se pode fazer em seu site, que considera não apenas a quantidade de países visitados, mas lugares, monumentos e patrimônios, além de transportes, experiências e situações difícieis porque passam os viajantes, alcancei "Mestrado em Viajologia". Mas isso não é nada diante de gente que lá já "graduou-se" em pós-doutorado.

Escrevo este blog sob uma perspectiva lúcida e sem concessões à monetização sem critérios

        Eliminei o contador de visitas deste blog quando marcava mais de 6 milhões. Audiência hoje em blog é decadente. Viajar, escrever e publicar algo que inspire e icentive o leitor é o que mais me motiva. NUNCA como blogueiro interventor nas viagens alheias, ou caga-regras dizendo como alguém deve viajar e que tipo de mala usar e essas chatices que definem as pessoas homogeneamente.Parece ser o que traz os leitores até aqui. Ou porque gostem de fotografia, para além da leitura odepórica, como eu. E por este blog não ter captulado à ambição e vaidade que levou tantos autores de blogs à monetização sem critérios, sobretudo enganando leitores, cada dia torna-se menorzinho e menos importante. Se continuarem assim, os blogs precisarão ser reinventados. Este aqui nasceu livre e assim será até morrer. Por enquanto estou sempre por aqui. Nem que seja em pensamento. Só não sei até quando.

         Agradeço a visita e os comentários e desejo boa viagem aos leitores.

Em tempo: este blog não integra nenhuma associação disfarçada de incentivos à monetização. Mas se um dia fundarem a ABBLI (Associação Brasileira de Blogs Livres e Independentes), por favor, me convidem!

#blogsemjaba

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Domingo
Jan172010

Guias de Viagens. Com que guia eu vou? 

Guias perfeitos, viagens idem

Lonely Planet, Rough Guides, Insight Guides, Fodor's, DK Eyewitness, Time Out ou Frommers?

                  

                                                                                

                  PARA planejar uma viagem com perfeição um guia de viagens é indispensável. Seja ele impresso ou virtual. E para além de um viajante compulsivo sou um consumidor de literatura de viagens na mesma proporção.  Assim como quase certo de que se contabilizasse o que já gastei com eles daria pra custear uma viagem real.  Todavia, para mim os guias têm uma função acessória: além da mais óbvia e importante - guiar-me para e no destino -  tornaram-se uma imprescindível fonte de inspiração para escrever sobre destinos, além de um prazer quase tão intenso quanto o ato de viajar.  Costumo dizer que planejar uma viagem só consegue ser menos agradável que vivenciá-la.  Leio e escrevo compulsivamente sobre viagens, ainda que faça muito melhor o primeiro do que o segundo.

 

                CREIO já ter abordado senão a totalidade quase todos os temas relacionados com o assunto viagens, todos publicados aqui no Fatos & Fotos de Viagens: "Por que viajamos? O valor de uma viagem", "Planeje bem, viaje melhor!", "Pessoas são diferentes. Malas também.", "Viagens 2.0 - Ou como a Internet mudou nossas viagens", "Nossas viagens na memória, uma colcha de retalhos", "Somos turistas ou viajantes?", "O Cinema inspirando viagens".               

                 CONTUDO jamais pensara em escrever sobre guias de viagens até que ao planejar minha próxima - Marrakech em Fevereiro de 2010 - quando então deparei-me com alguma dificuldade em definir precisamente aquilo que seria o título desta matéria:  "Com que guia eu vou".  Semana passada, ao comprar o "último e definitivo" guia de Marrakech (é claro que eu engano a mim mesmo achando que aquele será o último e definitivo...), liguei pra minha doce, querida Emília e empolgado lhe disse que encontrara um guia perfeito para usarmos em nossa viagem a Marrakech. Nada como dividir com alguém com temos afinidades absolutas nossas descobertas! Ela mesma - consumidora ávida de livros e revistas de viagens, que jamais deixa de levar seu Lonely Planet debaixo do braço - me sugeriu escrever sobre o tema.  Depois disso acho que me resta escrever "Por que escrever"!

                 VIAJAR chega a ser um vício para algumas pessoas, todavia daqueles saudáveis que nos recusamos a deixar.  E explorar o mundo através de viagens fica potencialmente melhor se conhecermos antecipadamente o destino e o que faremos e veremos nele. Por isso antes de viajar leio extensivamente todos os guias impressos e virtuais que eu conseguir, depois seleciono o que me interessa, fazendo meu próprio guia, que além de tudo servirá de base para o que eu escrever aqui no Fatos & Fotos de Viagens. Por isso considero ter informações e experiência suficiente par aocmpartilhar com você, leitor, auxiliando-o a escolher seus guias. Muitas vezes por conta dos guias eu sou influenciado a conhecer um destino até então apenas tido como curiosidade.

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“Homens Nunca Ouvem Nada e as Mulheres Não Sabem Ler Mapas de Estradas”

 

                 PODE até haver um fundo de verdade na afirmativa "as mulheres não sabem ler mapas e os homens não pedem indicações". Pode não, há.  Existe até um livro chamado “Por que é que os Homens Nunca Ouvem Nada e as Mulheres Não Sabem Ler Mapas de Estradas”, de Alan e Barbara Pease, lançado no Brasil, em 2000.  Ou aquele "Por que é que as Mulheres não sabem ler os Mapas de Estradas... e são muito Tagarelas", dos mesmos autores, da série "Tudo o que sempre quis saber sobre as mulheres e nunca teve coragem de perguntar!", um livro que não li mas certamente gostaria de ter lido. Entender e respeitar  um pouco mais das deliciosas diferenças entre os sexos é uma virtude, sinal de evolução intelectual.  Nos dois livros parece que se explicam de maneira divertida porque a maioria das mulheres não sabe ler mapas e porque são tagarelas:  desde a Idade da Pedra as mulheres ficavam nas cavernas cuidando da familia e da comida,  o que lher proporcionava a possibilidade de realizar várias tarefas simultaneamente enquanto conversam.  Não tinham muito com o que se preocuparem com o mundo exterior.  Já os homens tinham que se concentrar na caça, caso contrário poderiam virar presas.  Quietude, concentração e nada de papo era indispensável.  Também a noção espacial de ambos era bastante diferente: mulheres são mais generalistas, fazem de tudo um pouco com mais eficiência, enquanto os homens são mais especialistas, mais focados. Homens olham mais para o conjunto, mulheres para os detalhes.  Segundo o livro esta é a razão porque nós homens sabemos melhor lidar com os mapas do que as mulheres.  Felizmente ambos evoluiram e hoje os homens estão quase tão bons quanto as mulheres: a minha lê mapas muitíssimo bem, tão bem que dispensa um GPS, ainda que goste deles.  Já os homens não vivem mais sem um!

 

Guias e revistas de viagens são heterogêneos e têm diferentes funções 

                  OS meus guias e revistas ficam ali numa estante, jamais no fundo de um armário. Aparentes e a postos, vivos, eles estão prontos a serem consultados e seus destinos decifrados. Seja em casa ou no trabalho, já que o espaço é menor do que a quantidade deles para contê-los num só lugar. 

                MALAS e seu conteúdo, ao contrário não são no que primeiro penso ao imaginar a próxima viagem. Na verdade são a última coisa com que me preocupo, a não ser que guia pôr dentro dela, a bagagem.  Todos sabemos que há um lote de coisas inevitáveis e imprescindíveis, outras nem tanto, algumas dispensáveis e até mesmo umas totalmente inadequadas pra levarmos na bagagem.  Todavia esse conjunto de coisas de fato sofre pequenas variações de uma viagem para outra.  A não ser pela quantidade e pelo tipo de roupas em função do gênero da viagem e do clima que encontraremos no destino, nossa lista sempre conterá as mesmas coisas: roupas, necessaire, remédios e gêneros de uso pessoal.  Já os guias impressos são tão diferentes entre si quanto um destino é do outro. Por isso mesmo costumo dizer que não há um guia perfeito e que nem se deve planejar um. Assim como sempre falta perfeição a um destino, não há um guia único, justamente porque ca um tem guias tem seu propósito, diferentes funções, fundamentos e personalidades diversas, o que seria impossíveis de conter num só guia.

                 CONSEGUI relacionar alguns guias do enorme mundo dos guias de viagens impressos: Insight Guides, Lonely Planet,Frommer's Guides, Eyewitness Travel Guides, Fodor's Guides, Rough Guide, Footprint, Knopf Guides, AA Explorer, Baedeker's, Timeout, Bradt, Cadogan, Cicerone walking guides, Guides, Globetrotter, Let's Go,  Marco Polo, Michelin, Moon, National Geographic, Off the beaten Path (US), Open Road, Sunflower Landscapes, Thomas Cook, Ulysses.  Então, diante deste verdadeiro universo especializado o leitor também haverá de se perguntar: "Com que guia eu vou?".

 

                 _______________________________________________

                 Com que guia eu vou?

 

                 HÁ duas características fundamentais que diferem os guias: aqueles que são feitos para nos levarem ao e os que são apropriados a serem usados no destino.  E para complicar um pouco nossa escolha há os que misturam um pouco de ambos os conceitos e acentuam a dificultade, reforçam a certeza de que não há um guia perfeito: sempre falta algo de um, no outro.  Assim como os blogs de viagens, nenhum é perfeito (felizmente!), mas todos -  necessários - completam-se. 

                A literatura de viagem pode ser tão funcional quanto ampla e criativa, indo dos mais óbvios e úteis guias tipo "como ir", "onde ficar", "como chegar" até os detalhadíssimos "walking tours", os guias ilustrados e com trechos históricos descritivos mais sucintos. Mas também podem seraqueles escritos para motivarem, incentivarem a realização de sonhos, promoverem a essência do destino.  Depois disso há as especificidades e especialidades, aqueles guias dirigidos ao montanhismo, ao esqui, ao off road, ao mergulho, à pesca, caça, aos esportes outdoor em geral, ao arquiteturismo, à observação de pássaros e de plantas, à culinária, ao vinho, ao whisky...  Qualquer viajante fica confuso quando vai a uma livraria e encontra cinco ou seis títulos diferentes para Veneza ou Nova York, além de uma dezena de editoras diferentes extramamente conhecidas. Aí pega um, outro, depois mais um, mais outro e após folhear um por um fica mais desorientado do que quando chegou sem conhecer nenhum.  E, então, pergunta a sim mesmo qual deles é o melhor? Para um viajante sem muita experiência minha recomendação é a de concentrar-se naqueles reconhecidamente mais famosos, lembrando-se todavia de que cada um tem seus prós e contras: Lonely Planet, Rough Guides, Insight Guides, Fodor's, DK Eyewitness ou Frommers?

 

A) O que os Froomer's Travel Guides oferecem?

                  Os Frommer's Travel Guides estão entre os mais populares guias de viagens do mercado.  O que oferece um Frommer's: grande variedade de títulos, de continentes inteiros a cidades turísticas populares. É uma escolha segura para aqueles que desejam viajar para um local único, como Nova York ou Barcelona, com boas avaliações de hotéis, restaurantes e atrações locais, mas não é um guia com opinião.

                 Para aqueles que querem saber mais sobre como ecomomizar emalguns destinos, as viagens econômicas, há uma série de guias especiais chamados Frommer's Unoffical Guide, que contêm um pouco mais de informação e opinião, o que deve ser decorrência da extraordinária popularidade de sites como o Trip Advisor, que tornou-se primeiro a bíblia das resenhas populares e independentes de hotéis e depois guias das cidades. Tem mapas e dicas precisas, uma excelente opção para aqueles que já sabem onde querem ficar e o que querem fazer quando estiverem no destino. Para aqueles que não sabem muito bem o que fazer e desconhecem o destino completamente, os guias Frommer's  podem ser mais úteis.

 

B) E os Fodor's Travel Guides, no que são bons?

                 Os guias Fodor são conhecidos por suas capas duras de cor laranja, e são muito especializados em cidades mais conhecidas como destinos turísticos, como Las Vegas, Nova York, Paris, Roma, etc.   Eles são guias mais analíticos e têm informações detalhadas sobre casinos, shopping centers, entretenimentos e restaurantes. E para os hotéis e restaurantes classificam de um jeito muito opinativo e por isso devem ser vistos com alguma reserva, já que um guia com opinião é sempre muito pessoal. Para quem procura por opinião do que é melhor segundo critérios próprios, é uma boa opção, ainda que sejam criativos e personalistas demais em suas avaliações. Pontos Fortes: tem uma seção muito boa chamada 'Smart Travel Tips' de como economizar tempo e dinheiro enriquecendo as informação secundárias das atrações, como uma pequena lista de hotéis e restaurantes, idéias  úteis sobre os lugares, uma confiável seção denominada "Fodor's Choice" listando as principais atrações. Pontos Fracos: os mapas não são suficientemente específicos e os preços são mostrados em escala em vez de em números exatos;  é também pobre em dicas excursão às vizinhanças.

 

 C) Os coloridos e ilustrados DK Eyewitness Travel Guides (Guia Visual da Folha)

                 Enquanto os guias Fodor e Frommer têm descrições mais detalhadas das atrações e  dos destinos, o mais popular dos guias de viagens, com vários deles já traduzidos para o brasileiro, são ricos em imagens únicas e descrições mais sucintas e fundamentais dos locais.   Acho-os bastante abrangentes e úteis, agradáveis e maravilhosos para aqueles que vão a um destino pela primeira vez e querem ter uma visão não tão profunda no momento em que visitam as atrações, com um vislumbre da arquitetura ou do transporte local, dos hotéis e restaurantes, com avaliações impessoais. Para o viajante medianamente experiente pode ser um guia com poucas dicas de alojamento e não tão profundo nas avaliações, o que os compradores de guias de viagens mais experientes muitas vezes procuram. Há muito bons diagramas e mapas com roteiros a pé, bastante úteis e que podem facilmente ser copiados e levados na bolsa ou na mochila para evitar peso.

 

D) Os guias Lonely Planet,  altamente recomendáveis

 

                 Uma grande série de guias de viagens é da Lonely Planet, costumo dizer que são os "guias que bastam em si", funcionando bem naquilo que na maioria dos pode funcionar mal, e distinguindo-se dos Frommer e Fodor por serem um pouco mais amplas as análises, recomendações, dicas e sugestões, críticas e resenhas. São especialmente indicados para os viajantes regulares, não importa o destino.  Pontos Fortes: conciso, boas recomendações de hotéis-boutique de luxo, muitas recomendações de restaurantes, passeios a pé rotas interessantes e detalhadas, mapas, valores atuais de diárias de hotéis, restaurantes, passeios, etc, dicas de passeios às localidades mais próximas; Pontos Fracos:  poucas fotos e ilustrações. Minha recomendação: se há apenas um guia de viagens que pretende comporar, escolha o Lonely Planet e o leve consigo debaixo do braço.

 

Nota: Os guias Lonely Planet são normalmente entendidos como guias direcionados para mochileiros, contendo mais indicações para orçamentos pequenos. Isso porém não se verifica na prática: os LP possuem indicações em vários níveis de preço em todas as seções, além de terem boas sugestões de "Walking Tours" e uma lista quase exaustiva de atrações em cada localidade. Vale a pena ler os capítulos iniciais, sempre muito bem escritos, apresentando uma visão geral do destino: história, questões ambientais, cultura, artes... (Emília - A Turista Acidental)

 

E) Os Insight Guides. Altamente recomendáveis.

 

                 Pontos fortes deste guia que gosto muito: informações relevantes com destaques para atrações escondidas e não muito turísticas, mais incomuns, além das tradicionais.  Boas fotos artísticas e que proporcionam uma visão romântica e evocativas da essência do lugar, útil, tem bons roteiros a pé muito bem ilustrados e comentados, alguns comentários incomuns mais para a política e as excentricidades culturais, novidades, um excelente mapa removível e dobrável, boa lista de restaurantes, excelentes dicas para excursões a locais próximos.  Pontos Fracos: pequena lista de hotéis, os preços são mostrados em faixas, não em números exatos. Minha recomendação: compre este guia de viagens se o encontrar, mas não confie muito na sua lista de hotéis. É um guia para levar consigo, não um guia de hospedagem.  para isso use alguma página de pesquisa e reserva de hotéis, como Hotéis.com, por exemplo.

 

F) E os Rough Guides? Recomendáveis

 

                 Pontos fortes: excelente lista de hotéis e pousadas, com informações básicas. Tem uma "Seção Nostalgia" e uma que economiza tempo, a "Top 20 Attractions", precisa e organizada com informações úteis para o viajante, comentários relevantes sobre cada local recomendado; Pontos Fracos: leva-se algum tempo para se acostumar com a organização do livro, pois as  informações são agrupadas de acordo com os lugares, hotéis,  comer, etc, ao invés de por zonas geográficas.

 

G) Os Guias Time Out. Muito recomendáveis

                 Os guias Time Out oferecem um serviço de valor inestimável, cobrindo quase todos os aspectos da vida nas grandes capitais do planeta em 66 diferentes destinos publicados em língua inglesa (incluindo 15 novos padrões de guias conhecidos como "shortlist guides"). Em 2007, pela primeira vez, um destino brasileiro, a cidade do Rio de Janeiro, passou a integrar a  extensa lista de destinos, promovendo a riqueza dos destinos brasileiros no exterior. Este mesmo destino estará, em breve, fazendo parte do novo portal em língua portuguesa, assim como o primeiro guia sobre a cidade São Paulo.  Há, inclusive, uma edição em português sobre Marrakech. http://www.guiatimeout.estadao.com.br/marrocos_marrakech_guia

 

                _______________________________________________

                Notas, Sugestões e Recomendacões

 

                 Com a participação especialíssima da Emília - A Turista Acidental

 

                1) Guias específicos: alguns guias específicos valem a leitura como complemento, como o Michelin e o Wallpaper. O primeiro é o guia gastronômico mais respeitado, tendo também mapas e indicações de hotéis. Mas o que realmente interessa são as avaliações rigorosas dos melhores restaurantes do planeta em cidades como Paris, Tókio e Nova Iorque, que permitem aos gourmets conferir se as famosas estrelas realmente garantem uma refeição inesquecível. São muito bons também seus livros específicos das regiões francesas. Já a série da Wallpaper, refletindo o estilo da revista de onde se originou, é perfeito para viajantes cosmopolitas e urbanos, que encontram neles os melhores e mais modernos endereços de restaurantes, lojas, hotéis e vida noturna. (Emília - A Turista Acidental)

 

           2) Guias em português: além dos conhecidíssimos e ótimos  Guias Visuais da Folha, versões brasileiras dos DK Eyewitness Travel Guides, já comentados aí em cima, "Sucesso no mundo inteiro, os Guias Visuais exploram em detalhes as atrações imperdíveis de cada lugar. Abrangentes, fáceis de consultar, repletos de fotos e ilustrações, oferecem informações detalhadas para todas as etapas do passeio. São mais de 30 destinos para cidades, países e regiões. Garantem o máximo aproveitamento da visita antes, durante e depois da viagem." (texto dos editores, em http://publifolha.folha.com.br/catalogo/categorias/149/), muito bons também são os ótimos Guia Espiral da Folha - em formato espiral -  que apresenta detalhes bem elaborados da geografia do país, história sobre a cultura de cada região, com as melhores atrações e mapas completos, intinerários detalhados de passeios pelas cidades, informações úteis para quem quer viajar a um país, tais como condições climáticas, documentos exigidos para entrar no país, o sistema de moeda e câmbio e outras dicas interessantes tanto para programar quanto levar consigo.  http://publifolha.folha.com.br/catalogo/categorias/174/

 

                Os Guias-Mapa Publifolha, ou Guias Passo A Passo, como sugere o nome, são mais mapas do que guias, todavia bem práticos e excelentes para nos guiarmos pela cidade visitada porque a qualidade gráfica dos mapas é excelente e como sãso divididos em seções, são grandes e bem legíveis. Esta é uma série em que os guias também são mapas, com o que fazer, passo a passo.  Cada destino é dividido em regiões com as principais atrações da cidade e a utilidade e principal característica é justamente a praticidade de se desdobrar os mapas e localizar as atrações em cada uma delas. Contém apenas um resuminho escrito de cada atração de cada seção de mapa.

 

                Os ótimos Guias Time Out em português, cujas características dos originais em inglês foram comentados acima, cuja coleção é editada parcialmente no Brasil pelo Estadão (Estado de São Paulo - http://www.guiatimeout.estadao.com.br/), segundo os próprios editores descrevem, "A marca Time Out é sinônimo de informação confiável. Fundada em 1968 pelo chairman do grupo, Tony Elliott, foi a primeira revista semanal a cobrir todos os aspectos culturais e relacionados ao consumo da cidade de Londres. Seu modelo editorial foi levado ao status de paradigma para dezenas de publicações semelhantes, editadas hoje no mundo. Considerada uma das respeitadas publicações da Inglaterra, graças ao crescente intercâmbio com diferentes publishers internacionais, como já acontece no Brasil, e à sua forte presença na internet, a Time Out vem se expandindo e hoje é considerada, por muitos, a maior e melhor fonte global de informações relacionadas ao lazer, cultura, entretenimento e consumo."

 

                Os livros-guias do Ricardo Freire - 100 Praias Que Valem A Viagem, 100 Dicas Para Viajar Melhor (edições em formato tradicional e de bolso), Freire's Brasil Praias, Postais Por Escrito e - last but not least - Viaje Na Viagem (estes três últimos esgotados). Segundo seu autor,  contém “idéias para antes, durante e depois de sua viagem”.  Leitura indispensável para quem pretende planejar viagens e aventurar-se por escrever sobre elas. Não viaje sem ele, se quiser ser um viajante experiente e informado.

 

                Em 100 Dicas Para Viajar Melhor, por exemplo, Ricardo Freire incorporou outras 100 dicas como bônus, que ele chama de 'souvenirs'. Para quem não abre mão de passar férias em Paris, por exemplo, o personal viajandão, como ele mesmo se define, dá endereços de onde comer em conta na cidade. (texto extraído da sinopse do livro apresentada na página da Livraria Cultura).

 

http://www.viajenaviagem.com/

http://www.freires.com.br/

 

                3) Guias são pesados: a maior parte deles pesa na bolsa ou na mochila e acabam tornando-se difíceis de serem manuseados e consultados no destino, na rua, durante a viagem.  Uma solução que os editores encontraram para evitar peso e volume foi o lançamento de edições condensadas dos guias originaisl. Quem faz isso muito bem são os editores dos guias Lonely Planet, que tem alguns exemplares condesados de seus fabulosos guias, com o título "Best Of" e a DK, com seus igualmente bons "TOP 10", ambos com formato e volume compacto, informações condensadas que facilitam muito as consultas do que é essencial para as principais atrações de cada destino.  São os guias "para levar", diferentemente dos guias "para ler" antes da viagem.

 

                 A minha solução tupiniquim para quem não quiser levar consigo o guia inteiro, faça cópias xerográficas das páginas que achar necessário levar e as grampeie em separado, por atração ou cidade e vá jogando fora quando tiver terminado de explorar aquele lugar.  

 

Os Guias Let’s Go

 

Um ótimo guia on line (que também é guia impresso) é o http://www.letsgo.com/ - Let’s Go. Pra quem procura textos bem elaborados sobre a história e a geografia, cultura do destino, dicas de segurança, hospedagem e atrações, é mais um bom guia, relativamente destinado ao turismo econômico. Também é ótima fonte de consulta par quem escreve sobre viagens. O Let's Go foi o primeira guia de viagens a lançar uma série para estudantes e orientar sua vida de turista-estudante no destino, daí ainda permanecer com essência para o turísmo econômico. Pesquisa, edição e execução inteiramente efetuada por alunos da Universidade de Harvard , foi fundado em 1960 e está sediada ainda em Cambridge, MA.

 

Reader Comments (27)

Nao conhecia esse blog, mas achei muito interessante, Parabens. Deixo o meu para que o visitem tambem!

www.brasildestino.wordpress.com

4:31 | Unregistered CommenterDiego

Independentemente dos guias, existe uma elevada percentagem de intuição, descoberta e inesperado que devem ser exploradas por cada viajante, correndo-se o risco se tal não acontecer, de a viagem se poder até tornar em algo aborrecido e previsível, que é a pior coisa que pode acontecer.

Apesar dos guias terem a sua função extremamente útil no planeamento de uma viagem, nunca se deve desprezar a opinião dos habitantes locais, que podem e sabem na maior parte das vezes indicar e aconselhar sitios/lugares/acontecimentos que muitas vezes não fazem parte dos roteiros turísticos e que nos conduzem à verdadeira essência do lugar que visitamos. Costumo chamar-lhe o lugar/país real, aquele em que podemos contactar mais de perto e ao vivo com a realidade da vida quotidiana das pessoas e explorar aspectos que geralmente não estão comtemplados nos guias, já que estes, obviamente, se preocupam apenas com o lado "turístico" e mais "bonito" dos destinos a visitar.

Existe ainda uma outra opção, que eu utilizo muitas vezes, opcional à compra de guias, ou seja, com o advento da internet tornou-se extremamente fácil aceder a informação de todo o tipo e qualidade a partir de um computador, não existindo praticamente nada que não possa ser consultado on -line, por tal costumo imprimir a informação que eu acho pertinente de vários sites relacionados com o destino pretendido. Destaco os mais generalistas World Travel Guide e o Trip Advisor, passando por outros mais específicos, sem descurar, por exemplo, sites locais (do município, de rotas, gastronómicos, culturais, transportes, etc) entre tantos outros.
Quanto aos guias físicos julgo que o Lonely Planet será dos mais práticos.

No entanto, como digo (esta é uma opinião muito própria), é um erro basear uma viagem apenas e só nas indicações dos guias. Por experiência própria, posso afirmar que a intuição e o "sentido" que a maior parte dos viajantes adquire com o tempo, e o contacto com as gentes locais podem revelar-se bem mais úteis do que qualquer guia, isto sem menosprezo para a evidente utilidade dos mesmos.

Saudações do Roadrunner!

GRANDE Roadrunner, nosso amigo do "outro lado do Atlântico" sempre comentando com propriedade e acertiva.

É isso mesmo o que penso quando afirma que "é um erro basear uma viagem apenas e só nas indicações dos guias". O objetivo desta matéria foi objetivamente orientar ao viajante para que ele encontre nos guias físicos disponíveis no mercado aquele que mais possa lhe ser útil.

Sempre considerei que planejar uma viagem é um meio efetivo de torná-la melhor e orientar-se adequadamente no destino, de maneira a otimizar tempo e dinheiro.

Quanto aos guias virtuais, serão o tema de futura matéria, assim, claro que os mencionados constarão dela.

Grande abraço e grato pela visita e comentário.

Roadrunner, concordo com você que os guias não devem ser as únicas fontes de consulta. O inesperado ou que é recomendado por um local são muitas vezes os melhores momentos de uma viagem. Porém, acredito em planejamento, em viajar antes, muitas vezes: antigamente tinha medo de que esse passo pudesse me tirar a surpresa de se descobrir um destino pela primeira vez. Mas hoje vejo que não: eu planejo sempre, leio muito e crio um destino na minha cabeça...e ele é sempre tão diferente quando eu chego lá!

Eu sou adepta de uma viagem tranqüila, com tempo para descobrir lugares mais fora do circuito. Mas mesmo assim é sempre menos tempo do que eu gostaria (ah, tem hora que a vida atrapalha as viagens, rs...) e o planejamento me ajuda muito a perder menos tempo com deslocamentos ou até perceber o que pode ser deixado de lado do planejado sem arrependimentos depois, se bateu uma vontade de mudar de direção ou ficar um tempo maior naquele lugar pelo qual se apaixonou.

Como tudo na vida, eu acredito num equilíbrio para pesquisar uma viagem: livros, revistas, guias, dicas de amigos, blogs, dicas de locais e um pouco de desprendimento para às vezes abandonar o certo pelo misterioso...

Não acredito que a intenção do post tenha sido recomendar exclusivamente os guias, mas auxiliar na navegação em meio às inúmeras estantes de guias de viagem :-)

Um abraço!

8:05 | Unregistered CommenterEmília

Arnaldo e Emília:

É isso que eu penso. Estamos de acordo!

tem também o guia Marrocos chic em português, bem legal!

10:00 | Unregistered CommenterPaula

Arnaldo,
sabe que eu também adoro um guia de viagem! Tinha uma época que ia pra livraria e acabava levando um...mas agora já sei me controlar!
Gosto de ler bastante antes, mas no destino acabo usando bem pouco...tenho os guias e leituras de blog mas para me situar e conhecer os detinos para saber o que fazer e não me perder...
Já os mapas uso muito! E sou boa em mapas, mesmo sendo mulher!
Não tenho um guia preferido não...cada vez compro um...
Tinha implicância com os guias visuais da folha, mas já estou gostando mais...
O Frommers disponibiliza não sei se tudo, mas um conteúdo muito bom na internet, sempre imprimo umas páginas.
Nossa você tem muitos guias! Impressionada!

10:32 | Unregistered CommenterCarlaZ

Arnaldo, eu tb adoro guias de viagem! Eu tenho os da Folha (Portugal e Europa) e ainda tenho aqueles Top 10. São super úteis na hora de montar o roteiro!
abraços!

Vou fazer propaganda de um guia virtual que dá para baixar em diversos celulares (e que está usando algumas das minhas fotchenhas rsrsrs). Aì vai:http://www.schmap.com/

14:58 | Unregistered CommenterCristina L

Arnaldo, como é bom ler um guia de viagem! Isso sem contar as revistas, os blogs... planejar é sempre uma delícia.
Os guias que mais me apetecem são o DK e o National Geographic. Tenho a sensação de que eles não entregam tudo de mão beijada... dão só uma palhinha pra q vc descubra o resto...

Abraços!

17:47 | Unregistered CommenterTiago

Oi Arnaldo e Emilia, feliz 2010 pra vcs com muuiitas viagens legais. Eu to com a Emilia, o LP é o meu guia de viagem. Entretanto gosto sempre de levar tb um Michelin pra ver os detalhes dos lugares, informacoes dificeis de encontrar hoje em dia. Sabe qdo vc esta passando na rua e ve um predio bonito e quer saber de qdo era, quem construiu etc? O Michelin sempre tem e eu adoro. Qto aos restaurantes,essa area é do Paulo. Ele normalmente usa o Michelin, o Zagat e reviews da internet. Gozado que, ao contrario de muitos viajantes, jamais chegamos numa cidade sem saber onde comer. E tb nao pensamos duas vezes antes de pegar o metro ou taxi pra ir jantar num lugar super recomendado.

Não tem jeito. Quem quer aproveitar suas viagens precisa ter bons guias. Faz parte do processo. Só não dá para comprar coisas em excesso porque senão você pira!!!! e acaba não aproveitando as casualidades. Planejamento demais é chato.
Bj
Claudia
www.viajarpelomundo.com

Minha experiência pessoal com guias de viagem não é boa.
Para viajar ao Brasil comprei Lonely Planet, mas acabó ao lixo e despois eu comprei uma guia 4 Rodas. Despois pelo internet descobri freires.com.br que foi a inspiração para meus próximos viagem ao Brasil. Em Porto Rico eu procurou informações sobre em, Guia Azul da editora Gaesa e Puerto Rico- Frommer's (eu não gostei está cheio de tópicos), despois viajando descobri outro Porto Rico diferente as guias turísticas. Com a República Dominicana consulté Guia Total da editora Anaya e República Dominicana da editora El País -Aguilar.

Tanto para Brasil, como para Puerto Rico ou a República Dominicana minhas consultas pelo internet eram muito mais interessantes e frutíferas.
Ao principio do viagem eu consultó guias e revistas de viagens (Altair, Viajero, Lonely Planet, Rutas del Mundo etc) mais despois pesquiso pelo internet e sempre descobro coisas interessantes sobre viagens.

Um saludo

13:20 | Unregistered CommenterCarmen

Eu demoro pra vir comentar porque eu ja sei que preciso de calma e tempo pra ler com propriedade os posts do Arnaldo :-D Sao tantas informacoes legais, tudo tao detalhadinho... Eu tambem AMO guias de viagem - e tambem acho que eles sao fundamentais antes, durante e depois das viagens. Acho uma delicia olhar minha estante, a qualquer hora, e me deparar com aquele monte de destinos fascinantes escritos nas lombadas dos guias! Mas acho que nunca existe um "guia definitivo", nao - felizmente, porque comprar livros, revistas e guias de viagem 'e um grandississimo prazer pra mim.
Nos ultimos tempos, nao ando levando os guias comigo em viagem sempre, nao. Muitas vezes, pra aliviar o peso, uso essa tecnica do xerox e das paginas impressas (infos pesquisadas em sites de viagem, dicas de amigos etc) - sao super uteis e a gente ainda vai largando o "peso" pelo caminho.
Beijos pra vcs, ja aguardando ansiosamente os relatos da viagem `a tresloucada e fascinante Marrakech.

MARI CAMPOS, você sabe que acabo de chegar em casa antes de ter passado na Livraria da Travessa (a mega livraria do Barra Shopping, porque hoje é feriado aqui na Cidade do Rio de Janeiro) e comprei tr6es guia, sendo o INSIGTH GUIDE da África do Sul (porque depois das Ilhas Maurício em maio, passaremos dois dias em Cape Town), um Guia Espiral da Andaluzia (que está nos planos e quase foi a viagem de Maio) e um pequeno guia de bolso chamado City Spots Thomas Cook de Cape Town.

Também aAdoro olhar meus guias nas estantes de casa e do trabalho e os cuido com carinho, evitando emprestá-los (são como discos!). Por isos minha coleção está dividida pela casa e no escritório, porque como você mesma disse "Acho uma delicia olhar minha estante, a qualquer hora, e me deparar com aquele monte de destinos fascinantes escritos nas lombadas dos guias!"

Bem, acerca dos meus posts, eles têm sido menos frequentes mas também mais longos e cuidadosos, mais pesquisa envolvida, mais informaçào e detalhes para "captar a essência e motivar viagens", o mote do F&F. Agradeço e fico muito bem quando percebo que leitores percebem e comentam como você.

CARMEN, de fato pesquisar na Internet e em revistas de viagens tem sido muito bom para mim também, mas os guias ainda são indispensáveis. Bom ver vc por aqui!

MARYANNE, muito gentis e simpáticos seus votos. Muito obrigado e lhe desejo o mesmo. De fato não comentei sobre o Michelin extensamente, mas são emsmo guias detalhados e muito informativos acerca das estradas, lugares, onmde comer e dormir. Grande abraço!

15:33 | Unregistered CommenterArnaldo

Arnaldo

Um ano pra la de Marakesh para voces! Já estive lá,mas estou aguardando as suas fotos.

Parabens pela descrição dos guias, mais uma reportagem completa e esclarecedora.

Eu recomendo também o site mochileiros.com que tem excelentes dicas para viagens em conta pela America Latina, e o "o viajante" que também é bom como Fórum de dicas.

Outra fonte interessante são os equivalenes da "vejinha " local e um jornal,onde se tem algumas criticas e anuncios de restaurantes dirigidos aos locais e não aos turistas.

GRANDE Ernesto, meu caro amigo! BELA viagem acaba de fazer ao Peru! Que bacana! 'E isso aí, sempre enriquecendo o F&F com dicas! Obrigado!

19:00 | Unregistered CommenterArnaldo

Meu nome é Albert e trabalho na área de Relações Públicas de uma agência de publicidade. Estou entrando em contato porque seu blog está relacionadas ao um de nossos clientes e, o mesmo, gostaria de mandar lhe um brinde. Você possui algum endereço ou contato pessoal para nos comunicarmos melhor?

Obrigado!

Fico no aguardo!

ALBERT, por favor escreva para interatabr @yahoo.com.br

Excelente tópico!


Comprei um Frommers sobre Portugal, para onde vou no carnaval(rima involuntária, por favor). Não encontrei o guia visual da Folha, de qualquer modo soube que é 30% mais caro. Tenho lido o Frommers e acho ok, mas não sensacional. Dá uma sensação que é feito para o turista médio (ou rico!)americano. Faltou justamente um itinerário que me interessava muito, o da Serra da Estrela.

Sorte ter justo este blog para me ajudar!

Parabéns pelo trabalho e obrigada.

15:50 | Unregistered CommenterClara

Vim aqui dar uma espiada - adoro suas fotos! -, e me deparei com este post. Que bom, porque tenho pensado muito sobre este assunto de guias de viagens recentemente. Também sou leitora voraz de livros, blogs e guias de viagem, mas estive no Chile recentemente e, sem muito tempo para planejar, fui confiando só em um Rough Guide edição 2006. Sinceramente, acho que entrei em umas frias por não ter estudado e comparado a opinião de pelo menos dois livros diferentes, para ver qual era mais minha cara... Mas aprendi a lição!

Agora, entrei recentemente no universo de aplicativos do I-Phone, e estou amando muito um DK Top Ten de Londres que carreguei no meu celular! Nada de viajar com livro pesado mais!

Parabéns pelo blog e continue nos levando nessas viagens maravilhosas!

18:53 | Unregistered CommenterEneida

Muito legal o blog!

23:30 | Unregistered CommenterJuliano

Ola Arnaldo, muito bom post, e com certeza as guias valem para ter uma idea geral, no final sao tantas coisas sempre que quase melhor para abrir a guia na esquina de cada rua. Hoje em dia tb tem os blogs, essa comunidade que cada vez ta tornando más util e cultural nossa viagens....Tenho seguido seu blog pelo reader de google, e tenho um link do teu blog no meu.

Obrigado,
Felipe

Lembrei desse post...fui comprar semana passada guias pras viagens aqui nos States e comprei um Lonely Planet, um Frommer's day by day, um top ten e um Wallpaper...cada um de uma cidade diferente, é claro...
Quis comprar um de cada pra ver qual que me adapto melhor.
Só espero ir a todas essas cidades hehehe

1:23 | Unregistered CommenterCarlaZ

Olá, adorei seu blog.

Preciso de um guia em português da Tailandia, eu sei que tem o da publifolha, mas está esgotado não encontro em lugar nenhum. Você tem outra indicação?

Obrigada!
Marcela

14:54 | Unregistered CommenterMarcela

Vi que nas suas próximas viagens irá visitar o Sri Lanka.
Eu vou pra lá em março 2014 e estou com uma grande dificuldade de encontrar um guia de viagens impresso sobre. Encontrei apenas alguns blogs de pessoas que já foram. Você teria algum para indicar?
Obrigada

11:38 | Unregistered CommenterMariana

MARIANA,Também iremos em março de 2014. Eu tenho as edições do Lonely Planet e do Footprint, para o Sri Lanka, comprados em vagens recentes ao exterior. Mas você pode tentar comprar estes ou outros guias na Livraria Cultura ( www.livrariacultura.com.br ). Caso não consiga, aceitam encomendas. Na Amazon.com (não encontrando no Brasil) certamente encontrará mais opções.

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