MENSAGEM ao LEITOR
CONHEÇA QUEM ESCREVE

BEM-vindo ao Fatos & Fotos de Viagens, um blog sem jabá e não vulgar

        EXISTE no viajar e no escrever relatos de viagens um terreno fértil para demonstrações de arrogância. É algo simplesmente disseminado. Tanto no mundo virtual quanto na literatura. Mas o que o maravihoso mundo da viagens precisa é de mais viajantes humildes, não de "especialistas" caga-regras que determinam de tudo: desde como arrumar sua mala ao único tipo que você deve comprar, do lugar que você tem que ir, caso contrário sua viagem será uma merda. Nunca tão maravilhosa como a dele. As classificações dos lugares também. Tem sobrado superficialidade a egocentrismo. Autores assim não percebem que tudo é muito subjetivo e pessoal, que a experiência e o prazer de alguém não será necessariamente igual ao de outro.  Sobretudo as necessidades.

      A blogosfera "profissional e "monetizada" vulgarizou-se e tornou-se banal. Carecemos de gente que escreva para motivar e inspirar, para alargar horizontes, de viajantes que "mostrem" os lugares em vez de "ensinarem" a viajar. Moderadamente, ponderadamente, sem afetação típica de deslumbrados que viajam pela primeira vez em classe executiva e precisam espalhar para o mundo em resenhas risíveis. Ao contrário, a blogosfera

       ESTE blog, ao contrário, não fez concessões à vulgarização dos blogs depois da "profissionalização" e da monetização de alguns. Ao contrário, este é um blog singelo, simples, pequeno, inexpressivo na blogosfera, não despesperado por audiência nem seu autor se dedica mais à sua divulgação nas redes sociais do que à escrita. Tento dar graça à leitura e consolidar algo que prezo muito: confiabilidade, credibilidade.

        COMECEI a viajar tarde, você sabe. Por falta de dinheiro. Até que um dia viajei pela primeira vez ao exterior. Eu tinha 35 anos. Fui assim apresentado ao então desconhecido mas fabuloso mundo das viagens. Jamais, todavia, pensaria visitar mais de 60 países, alguns muito improváveis à época. Irã, Uzbequistão, Myanmar, Etiópia, Quirguistão entre eles. Mas foi recentemente que compreendi que as viagens ficam pra sempre, não as coisas. E que é por esse mundo ser tão diverso, por cada país ser tão diferente, que me parece tão atraente e divertido.

       NÃO sou escritor profissional. Tampouco jornalista. Mas invejo esses profissionais por dominarem o idioma, a gramática e as palavras.  Ainda assim, faço meu melhor, meu caro, estimado, raro e precioso leitor. Então, peço-lhe que considere algo: que mesmo escrevendo com sensibilidade e responsabilidade, incorro em erros. Se quiser, aponte-os. Tanto gramaticais quanto de digitação. Como tenho revisor profissional, antes de publicar dou curso a incansáveis revisões. E também submeto-os ao crivo de minha esposa. Ainda assim, alguns nos escapam.

      SOU brasileiro, empresário e casado com a Emília do blog "A Turista Acidental" e desde que a conheci (e antes mesmo de nos casarmos), tornou-se a "mais-que-perfeita" companheira de vida, de idéias, de projetos e ideais, sobretudo encantadora, adorável e inspiradora companhia de viagens e de aventuras. Com ela compreendi o que significa "prazer de viajar". Foi (e continua sendo) minha melhor fonte de inspirações e de motivações. Tanto que qualifico minhas viagens como "antes e depois" da Emília e "antes e depois" da Índia. Foi com ela que percebi o que quis dizer Érico Veríssimo com "Quem caminha sozinho pode até chegar mais rápido, mas aquele que vai acompanhado certamente chegará mais longe." Somos pais de gêmeos - uma menina e um menino - nascidos em julho de 2015, e de um filho de 34 anos do meu primeiro casamento, em quem o gosto pelas viagens pareceincorporado. Não sou avô, mas as coisas estão bem encaminhadas neste sentido.

       HOJE com 64 anos (boa parte deles dedicados à família e ao trabalho), foi apenas aos 35 que pude começar a viajar internacionalmente. Desde então visitei 61 países, entre os quais alguns dos mais fascinantes e com os sítios mais admiráveis do planeta. Felizmente, para alguns deles ainda a salvo do turismo de massa, cujos excessos arruinam qualquer lugar. Em março de 2006, quando iniciei este blog, o fiz como meio de comunicação com a família e amigos. Anos mais tarde eu descobri o poder de contar histórias em textos e fotografias, e logo ele tomou outro rumo, provavelmente porque os leitores gostavam dos textos e das fotos, ou então porque na época havia pouquíssimos blogs.

       FIZ cerca de 90 viagens internacionais, voei por 40 cias. aéreas diferentes (algumas extintas) em 391 vôos para fora do Brasil e dentro de outros países e em todas as classes possíveis. Segundo Haroldo Castro - jornalista-fotógrafo-escritor que já esteve em 160 países -, o maior viajante que conheço, em seu teste "Viajologia" que se pode fazer em seu site, que considera não apenas a quantidade de países visitados, mas lugares, monumentos e patrimônios, além de transportes, experiências e situações difícieis porque passam os viajantes, alcancei "Mestrado em Viajologia". Mas isso não é nada diante de gente que lá já "graduou-se" em pós-doutorado.

Escrevo este blog sob uma perspectiva lúcida e sem concessões à monetização sem critérios

        Eliminei o contador de visitas deste blog quando marcava mais de 6 milhões. Audiência hoje em blog é decadente. Viajar, escrever e publicar algo que inspire e icentive o leitor é o que mais me motiva. NUNCA como blogueiro interventor nas viagens alheias, ou caga-regras dizendo como alguém deve viajar e que tipo de mala usar e essas chatices que definem as pessoas homogeneamente.Parece ser o que traz os leitores até aqui. Ou porque gostem de fotografia, para além da leitura odepórica, como eu. E por este blog não ter captulado à ambição e vaidade que levou tantos autores de blogs à monetização sem critérios, sobretudo enganando leitores, cada dia torna-se menorzinho e menos importante. Se continuarem assim, os blogs precisarão ser reinventados. Este aqui nasceu livre e assim será até morrer. Por enquanto estou sempre por aqui. Nem que seja em pensamento. Só não sei até quando.

         Agradeço a visita e os comentários e desejo boa viagem aos leitores.

Em tempo: este blog não integra nenhuma associação disfarçada de incentivos à monetização. Mas se um dia fundarem a ABBLI (Associação Brasileira de Blogs Livres e Independentes), por favor, me convidem!

#blogsemjaba

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Segunda-feira
Out042010

Fotografia em viagem - Capítulo 2) Tome uma resolução, leve uns megapixels!

                       Que câmera devo comprar? Com quantos megapixels? O que são Megapixels. O que é Resolução?

 

                       Quanto mais pixels, pior a imagem!  Quantidade de megapixels não faz uma câmera necessariamente melhor que outra. Câmeras compactas têm sensores compactos, por isso aumentar o número de pixels significa colocar pixels menores num sensor com a mesma área. Veja abaixo um de sensor de 2,3Mp (menor) e um de 6,0Mp (maior) comparados a um filme de 35 mm

   

                   A consequência disso é a diminuição da sensibilidade do sensor e o aumento do ruído, pois a quantidade de luz coletada por um único pixel é menor.  Seria natural que aumentando-se o número de pixels levaria à  maior resolução, mas apenas se o sensor aumentar na mesma proporção. Abaixo: um sensor de DSRL (maior) e um sensor de  compacta (menor)

      

                   Como isso ainda não é possível com as tecnologias atuais, procura-se uma compensação melhorando a luminosidade das lentes, o que de um lado encarece o preço final do produto e de outro resulta em maior aberração cromática, já que elas também precisariam crescer em tamanho. Por esta razão é que as câmeras compactas com 6 megapixels são melhores do que as com 12.

   

                        SLRs digitais podem ter muitos megapixels pois o sensor delas tem um único pixel muito maior, o que lhes dá condições de terem sensibilidades mais elevados e, sonsequentemente, apresentarem menor ruído. Também as lentes têm maior qualidade oferecem luminosidade que os sensores conseguem captar. Abaixo, o sensor de uma DSLR (Digital Single-lens Reflex)

     FOTO: DPreview

                         Os pixels tornaram-se tão pequenos que passa a ocorrer o fenômeno físico da difração, o que acarreta na perda de detalhes com aberturas menores. Além disso o tamanho dos dados das imagens de câmeras com 12 megapixels, por exemplo, isto é, de são 36 MB por imagem, resulta enormes capacidades de armazenamento.  Essa é uma realidade que tornas as câmeras compactas bem piores do que as câmeras SRL com a mesma quantidade de megapixels.

 

                        ABAIXO: uma DSLR e uma Compacta

  

 FOTO: DPreview

                        Megapixel é igual a um milhão de pixels. E o que é “pixel”? É é um ponto, e pronto! Cada “ponto” (ou pixel) contém um micro pedacinho da foto, como se fosse um quebra-cabeças de um milhão de peças, que depois de montado você percebe que é uma figura inteira formada por milhões de quadradinhos encaixados certinhos e sem erros um ao lado do outro.   Quanto mais megapixels por imagem, mais definida ela será. 

                        ABAIXO: uma lente para câmera DSLR e a lente fixa de uma Compacta

  

                        As modernas câmeras digitais de acesso ao público (as não profissionais de estúdio)  têm de 8 a 15 MP (megapixels).  Quanto maior o número, melhor a qualidade e o tamanho da imagem.  Em resumo, resolução = tamanho, isto é, a resolução está relacionada ao tamanho da imagem produzida pela câmera, apresentada em megapixels, cujo número maior significa melhor definição da imagem. Para impressão de fotos, quanto maior a resolução, melhor o resultado.  Resolução e megapixel são, portanto, a mesma coisa com nomes e unidades de medidas diferentes.  Uma imagem de 1600 x 1200 equivale a  1.92 milhões de pixels (1.92 Megapixels), o resultado da multiplicação dessas dimensões, isto é 1600 vezes 1200.

FOTO:  Milo (DPreview forum)

http://www.dpreview.com/

                       Portanto, redorde-se de que um ponto importante a levar em conta é que mesmo tendo resoluções iguais, duas câmeras podem produzir fotos bastante diferentes entre si, pois como vimos acima os sensores das câmeras compactas são menores (por motivos de espaço no interior da câmera) do que as das câmeras reflex.  Neste caso o fundamental é saber que uma câmera extremamente compacta mas com alta resolução terá um sensor reduzido, mas lotado de informação (pixels), o que que inevitavelmente significará “sobra”, ou seja, fotos com “ruído” (granuladas), assim como o fato de que as lentes das câmeras compactas são mais simples e reduzidas, o que representa menor luminosidade, isto é, com menor capacidade de absorver luz para que o sensor a registre. 

                        Para compreender perfeitamente a disparidade entre as dimensões dos sensores das câmeras, veja na figura e no quadro abaixo os tamanhos dos sensores das câmeras de filmes e das câmeras digitas:

Tamanho do Sensor

Câmeras de filme

Megapixels

Tamanho do Sensor

Câmeras digitais 

Megapixels

35 mm

96 MP

2/3″

6 MP

APS-C

37 MP

1/1,8″”

4 MP

4/3″

27 MP

1/2,5″”

2,7 MP

 

FOTO: 6 Megapixel

http://6mpixel.org/en/?page_id=32

                        ________________________________________________

                        Então? Que tipo e modelo de câmera devo comprar? 

                        Hoje em dia até celulares tiram fotos. Portanto, se você não está nem aí pra fotos de boa qualidade e resolução, não tem gosto pela fotografia, quer apenas dar uma registradinha e não pretende fazer cópias nem expôr na Internet, esta é sua opção. Câmeras de celulares não fazem mais que isso: fotos bem ruinzinhas, mas fazem.  Excetuando-se as dos celulares, que eu não classifico em nenhuma categoria, mas como uma função de um aparelho de telefone celular,  há 4 categorias de câmeras: 1) as básicas, ou compactas (point & shot), 2) as básicas avançadas, 3) as semi-profissionais e 4) profissionais, estas duas últimas chamadas de SRL, cuja principal característica é a possibilidade de mudarem de lentes, o que amplia muito as possibilidades de se fazerem boas fotografias e de se exercer a criatividade de cada um.

 

                       Se pretende algo mais que isso, opte por uma infinidade de marcas e modelos de câmeras compactas, cujos resultados podem ser bem satisfatórios se levados em conta a marca, o modelo, a resolução, as funções e a luminosidade da lente. São câmeras leves e convenientes sob diversos aspectos, mas são limitadas.  Nenhum fotógrafo avançado gosta delas, simplesmente porque o resultado de suas fotos jamais serão tão bons quanto os das DSLR (as que têm lentes intercambiáveis).

 

                        Há máquinas fotográficas bem compactas que cabem no bolso e que a despeito do tamanho fazem fotos de grande qualidade. Todavia, lembre-se de que essas câmeras têm flashs incorporados bem fraquinhos e por isso são mais apropriadas para fotos à luz do dia. Outra questão a levar em conta é quanto ao “zoom”: não considere os valores do zoom digital, apenas do zoom ótico, que usa a capacidade da lente de aproximar, não a capacidade digital (que nada mais é do que a mesma coisa que você aumentar uma foto em seu computador e perceber que a cada ponto ela perde muito em resolução. As compactas não têm menus nem recursos mais complexos. Ainda que isso as torne mais fáceis de operar, por outro lado não possibilitam fotos tão boas, digamos que fiquem apenas razoáveis. Elas são chamadas de “point and shot” (aponte e dispare) justamente por essa característica de simplicidade e facilidade de manejo, dimensões e peso. Note que nesta categoria “compactas” há as básicas avançadas. Estas têm a aparências das SRL (ver a seguir), se aproximam das semi-profisisonais, tanto na forma quanto no conteúdo.

                        _________________________________________________

                        As SLR digitais, semi-profissionais ou profissionais

                        Você decidiu investir numa câmera digital nova e escolheu uma SLR digital, mas a deparou-se com a enorme gama de modelos disponíveis e um complexo jargão técnico que o intimidou. Não é fácil mesmo escolher a SLR digital perfeita para você, seja um novato ou alguém com alguma experiência. Antes de decidir-se e começar a aprofundar-se na pesquisa, vale a pena perguntar-se: por que comprar uma SLR digital quando as câmeras digitais compactas são muito menores, mais leves e mais acessíveis?  A resposta pode ser resumida é bem simples: qualidade e versatilidade. A versatilidade não decorre apenas de poder trocar as lentes e adicionar acessórios como flashes, filtros e controles remotos,  mas também porque proporciona recursos que tornam possível a criativa, oferecida pelos controles mais avançados e componentes de qualidade superior. Quando começamos a precisar de mais luz, de capturar movimentos, de profundidade de campo (para adicionar um fundo desfocado de um retrato, por exemplo), o sensor e uma SLR digital e sua maior sensibilidade definem a diferença.  Além disso, a possibilidade de escolher lentes apropriadas para cada foto, tornam as SRL incomparáveis, ainda que não sendo compactas para se guardar no bolso, seus resultados fotográficos são muito melhores, ela ganha das compactas com larga vantagem.

Abaixo: uma DSLR.

Canon e Nikon, cada marca com seus aficionados, ambas são topo no mundo das semi-profissionais, profissionais e de lentes.

 

                        Embora haja pequenas variações, praticamente todos os tamanhos físico de um sensor CCD ou CMOS enquadram-se numa das três categorias a seguir: "Full frame", "APS-C" e "Quatro terços".  O tamanho do sensor pode não ser tão importante, mas existem algumas diferenças fundamentais.  A primeira é conhecido como o "fator de corte" (crop factor), onde um sensor menor capta uma área menor da cena, resultando uma fotografia que parece ter sido tirada a uma distância focal maior (1.5x ou 1.6x mais para APS-C, 2x para os “quatro terços”). O formato maior - ou full frame - é chamado assim porque o sensor é do mesmo tamanho que um frame das câmeras de filme de 35mm. Quanto maior o sensor, melhores os resultados em pouca luz e com sensibilidades elevadas. Em contrapartida, os câmeras full frame são grandes e caras, há somente uns poucos modelos para escolher. Os sensores APS-C são os mais comuns dos modelos DLSR. Com um fator de corte de 1.5x ou 1.6x, tais sensores precissam de lentes especiais digitais para que a câmera obtenha os mesmos resultados das grande angular verdadeiras (full frame ou 35 mm),  facilmente disponíveis e menos caro do que as lentes das "full frame". A lente que já vem no "kit"  fornecido com a maioria das câmeras APS-C é um bom ponto de partida e oferece uma versátil faixa de zoom de grande angular até telefoto curto.

Abaixo: as DSRL compactas, meio lá, meio cá. Uma ótima opção às compactas

(não têm lentes intercambiáveis, mas são reflex)

 

  

                        As SLRs digitais têm basicamente as mesmas formas, mas há grande variedade de tamanhos, desde as mais compactas - os modelos de entrada - até as profissionais, as maiores de todas as reflez. Em geral elas têm corpo de liga de magnésio, bem mais resistentes à umidade e poeira, sendo que quase todas possuem um dispositivo de remoção de poeira do sensor. É claro que quanto maiores e mais equipadas, tornam-se também mais caras, todavia há muito mais opções de modelos intermediários. Com as câmeras de entrada no mundo das SLR bastante aprecidas com as compactas em funções e recursos,  pode-se dizer que agora usuários iniciantes que normalmente escolheriam uma compacta podem aventurar-se nas semi-profissionais:  boa parte das características e facilidades de uso das compactas (menus na tela, modos automáticos, ogramas, detecção de face, entre outros) já estão disponíveis em qualquer SLR, o que e que pquivale a dizer que podem ser usadas como uma simples 'point and shoot' avançada, características que permitem aos iniciantes possam irem mais longe começando sem dificuldades. Embora todas as SLRs digitais tenham recursos bem comuns entre si, cujas funções e opções de modos e de programações de fotos, lhe permitirão evoluir, também encontram-se uma gama de recursos avançados e de controles que podem em princípio não ser importantes para você, que todavia o aproximarão do nível de uma profissional.

Abaixo: para tirar o melhor proveito das DSLR investir em lentes é fundamental

   

                         Sair de uma compacta para uma SLR é o primeiro passo para um longo relacionamento com um sistema de câmera bem mais atraente e confiável, mas será sempre fundamental ter em mente que a câmera é apenas parte da equação quando se trata de qualidade de imagem, pois as lentes têm papel igualmente importante, o que significa dizer que os investimentos necessários serão muitísismo superiores aos de uma compacta.  A maioria das grandes marcas têm opções de lentes muito amplas e há igualmente muitas alternativas deanets de lentes independentes. ortanto, é fundamental pesquisar antes de investir, antes de cometer o erro de escolher uma marca cujas lentes só servirão nela.  Resenhas, opiniões, fóruns, testes e definições técnicas podem ser lidas no Dpreview, um excelente lugar para começar a informar-se antes de comprar.

                     ______________________________

                     As compactas

                     No terreno das compactas também não recomendo a aquisição de câmeras sem visor ótico, isto é, aquelas com apenas o de LCD para enquadrar a imagem e rever o resultado. Essa dispositivo é muito útil apenas para ver as fotos tiradas e configurar o menu da câmera, mas também faz com que as fotos saiam mais tremidas porque a maneira de segurá-las ao fotografar não proportciona a maior estabilidade. Isso é ainda mais notável quando a câmera não tem o VR (vibration reduction), ou estabilizador de imagens.  

 

                     Para evitar fotos tremidas é fundamental segurar corretamente a câmera, posicioná-la no rosto, o que é facilidado com o uso do viror ótico e com posturas adequadas. O simples fato de segurar a câmera com as duas mãos contra o rosto proporciona mais estabilidade e resultados mais satisfatórios. É como as fotos feitas por celulares: quando vistas no visor do aparelho aparecem ótimas, mas basta que as vejamos no computador para percebermos que estão tremidas.

Abaixo: para fotos não treminas, câmeras com boas "pegadas"

  

                        Não é necessário gastar muito numa câmera semi-profissional se você não vai usar a maior parte de seus recursos. Neste caso resolução tem mais importância do que os recursos de uma câmera.  Mas saiba que as câmeras reflex têm sua vantagem mais relevante exatamente pela característica de poderem trocar lentes. Com lentes intercambiáveis pode-se optar por outras mais luminosas, ou maiores, ou mais angulares, ou com maior capacidade de aproximação, para fotos macro, para fotos de arquitetura, entre outras. Com isso teremos grande auxílio para alcançarmos resultados e composições superiores.  Todo fotógrafo dono de uma reflex tem ou gostaria de ter ao menos duas lentes diferentes da original que acompanha sua câmera: uma zoom grande angular e uma tele-objetiva. 

                         Já para quem gosta de fotografia, então há algumas boas opções e questões a serem levados em conta ao adquirir sua câmera, seja qual for a categoria: básica, semi-profissional, profissional.  Em regra geral uma semi-profissional custa metade  do preço de uma profissional e são maiores e mais pesadas que as básicas, todavia mais compactas e leves que as profissionais.  No caso de ambas - semi e pró -  as lentes podem ser intercambiadas e têm melhor qualidade de componentes e capacidade que as pequenas lentes embutidas de uma câmera básica, o que proporciona maior  nitidez às fotos.  Neste particular vale lembrar que novamente não trata-se de questão de qualidade, mas de possibilidade, potência, capacidade.  Nas semi e nas prós os corpos das câmeras são geralmente feitos em liga de alumínio, portanto, bem mais resistentes e duráveis. Não há a menor dúvida de que quem gosta de fotografia deve pensar em comprar o melhor equipamento, esforçar-se para não arrepender-se depois, já que invariavelmente todo amante de fotografia naturalmente pensará em trocar sua câmera por uma superior.  Portanto, se puder iniciar com algo mais próximo do topo do que da base, evitará desperdício de dinheiro e decepção, não com a qualidade, mas com o potencial da câmera. Provavelmente este amante da fotografia em viagem não se contentará com uma básica, e certamente um dia pensará em mudar de sua semi-profisional para a profissional. Todavia, lembre-se de que na categoria semi-pro as lentes profissionais adaptam-se perfeitamente (lente da marca da câmera, é bom saber disso).  Em ambas as categorias, não há porque não escolher ou uma Nikon ou uma cano, as líderes.

                         ABAIXO: há ótimas opções de marcas para entrar no mundo das semi-profissionais, mas... NIKON e CANON são as que jamais desapontarão, seja na quelidade, seja na quantidade de opções, na tradição, nos acessórios.

...e mesmo entre as DSLR é possível encotrar modelos mais compactos, como nesta CANON e nesta LUMIX:

  GUIA de CÂMERAS por MARCA

http://www.dpreview.com/reviews/specs.asp

 

                         Para quem quer passar para um nível bem melhor de qualidade e contrôle, deve optar pelas SRL (Single Lens Reflex) ou câmera digital que utiliza um sistema automático de espelhos e um pentaprisma para enviar a imagem para o visor. E novamente aqui há uma infinidade de marcas e modelos que vão das amadoras às semi-profisisonais e às profissionais. A principal diferença entre as câmeras compactas e as SRL é possibilidade da troca das lentes, equipamentos extremamente importantes para que se alcancem os melhores níuveis de qualidade em fotografia. E aqui vai minha primeira recomendação: considerando que boas lentes custal até mais caras que as câmeras, se pretende aprofundar-se e tem gosto pela fotografia, escolha uma determinada marca de câmera (Canon ou Nikon, por exemplo) e fique nela eternamente, porque as lentes sempre servirão para um modelo novo que adquirir. As lentes podem acompanhar um fotógrafo por toda a vida, as câmeras podem ser mudadas a cada novo modelo com melhor resolução e recursos. Não se esqueça: lentes melhores, fotografias melhores. A segunda coisa a levar em conta na escolha do equipamento que pretende comprar é o quanto pretende gastar, ouy seu orçamento.

                        Se quer começar com uma SRL básica, escolha uma da Canon ou da Nikon que vem com uma lente básica, em geral uma 18-70mm. Por exemplo: uma Nikon D5000 12.2 Megapixels ou uma Canon Rebel T1I 15.1 Megapixels. Estas situam-se na faixa dos R$ 2.500 a 3.000,00.  Um upgrade dessas duas para uma categoria superior seria: Canon EOS 50D 15.1 Megapixels e a Nikon D90 com 12,3 Megapixels e com a nova lente 18-105mm VR (redutor de vibração), que custam no Brasil algo em torno dos RS 6.000,00. Um upgrade para uma profissional, no caso da Nikon, seria uma D700, com seu sensor full frame (FX-Format CMOS sensor), e no caso da Canon, a SLR Mark II EOS 5D, também full frame. Ambas custam (no Brasil) cerca de R$ 8.000,00, com lente básica. 

                        Entretanto, se você viaja muito, pense em comprar nos Estados Unidos ou na Europa. Mesmo pagando imposto de importação ao registrá-la quando chegar no Brasil, os preços compensam e a possibilidade de adquirir o último lançamento é bem maior. Se for aos USA, então, os preços e as opções serão ainda maiores do que na Europa. Contudo, lemrbe-se que nos países da zona do Euro você tem reembolso de parte do imposto local incidente sobre o que comprar, os Tax Free. Se precisar de orientação acerca disso, escreva aqui na caixa de comentários e eu tentarei auxiliar.

 

Próximo capítulo:

3) Sua câmera tem ruído?

Reader Comments (18)

Grande Arnaldo,

Estou me preparando para comprar minha primeira SLR agora, e meu orçamento me permite comprar uma de entrada. Escolhi a Canon Rebel T2i. Queria uma opnião sua sobre qual lente comprar. É unanime que a lente que acompanha o kit não é muito boa, tanto pela pouca claridade como pela qualidade ótica. Minha intenção era comprar uma 17-50 de abertura fixa 2.8, por que pelas fotos de minhas viagens passadas eu vejo que a maioria são de ambientes abertos. Algumas pessoas não me recomendam comprar uma 17-50, e sim uma primária que teria uma qualidade ótica muito superior.Eu acho que as vezes, estamos em uma ponte, ou uma muralha, sei lá, situações em que não é possível dar zoom nos pés, e uma lente assim viria a calhar. Então minhas dúvidas são:

1) Para viagem, uma lente 17-50 2.8 seria uma boa compra?
2) Qual lente você sugere?
3) A marca Tamron, que faz no molde da Canon, você me aconselha a usar?

Grande abraço!

Vinicius.

15:53 | Unregistered CommenterVinicius

A Canon Rebel T2i (basicamente a Canon 7D) é uma excelente entrada para o mundo das DSLR, uma semi-profissional simplificada. Você fez uma escolha perfeita, porque para iniciantes ela é uma das melhores, faz ótimas fotos e vídeos e é fácil de usar.

Quanto à escolha da lente ela é ainda mais perfeita do que a câmera. Além de excepcional, é muitísismo mais apropriada e prática do que uma lente fixa (prime). Seria a lente que eu compraria e eu memso tenho uma equivalente, da NIKON. Provavelmente ela custaria o preço da câmera ou até mais. Mas não há porque achar que suas fotos sairiam ruins com a lente que vem com o kit e não há vergomnha nenhuma em sair por aí fotografando com ela porque vc estará muito bem servido.

Parabéns pela escolha. Boas fotos!

Bom dia Arnaldo.

Muito obrigado pela ajuda. Me sinto mais seguro em fazer minhas compras. Só uma última dúvida: A mesma lente 17-50mm da Canon custas mais de 1000 dolares, quanto que a mesma lente fabricada pela Tamron custa 649(com VR) ou 459(sem VR).

É de supor que a lente feita pela própria fabricante deva ser superior em todos os aspectos ao de uma terceira, mas não sei se justifica o dobro do preço. No momento não posso gastar 1000 usd em uma lente. A tamron seria tão inferior ao ponto de não justificar a compra? É melhor fica com a lente do kit e juntar mais dinheiro para comprar a lente da Canon no futuro?

Tenho também outras dúvidas, não sei se aqui seria o lugar apropriado. Mas gostaria de saber quais outros acessórios são necessários na compra inicial. Acredito que precisaria de uma bolsa, um filtro UV para a lente, cartão de memória, Kit de Limpeza, bateria extra, e um tripé(esse já tenho um que uso na minha compacta). Esqueci de algo?

Grande abraço,
Vinicius

9:18 | Unregistered CommenterVinicius

Olá Arnaldo. Em minha próxima viagem para os EUA pretendo adquirir uma DSLR (com lente padrão do kit) e estou em dúvida entre os lançamentos Nikon D7000 e Canon 60D. Vejo que a Nikon possui um maior sensor e menor megapixels. Se eu entendi direito a sua explicação, a Nikon provavelmente terá melhores fotos devido a menor densidade de pixels. Por favor me corrija se eu estiver errado. Mas me fala, você já tem alguma opnião pessoal acerca destas máquinas? Obg e abraços.

10:02 | Unregistered CommenterZidenis

VINICIUS, a respeito da lente, tenho a considerar e sugerir o seguinte:

A) a lente Tamron seria superior à lente do kit, mas inferior à Canon e até mesmo às da marca Sigma (de modelo e tipo equivalentes), isto é, que situam-se entre a Canon e a Tamron.

B) A diferença de preço é plenamente justificada porque: 1) é uma lente com qualidade ótica superior, 2) tem construção e montagem de melhor qualidade, 3) tem velocidade de foco muito maior (devido ao motor de melhor qualidade e construção), o que faz grande diferença, 4) é mais bem vedada contra poeira e fungos.

Portanto eu ficaria com a lente do Kit até juntar o suficiente para comprar a CANON, isto é, não gastaria dinheiro agora e usaria todo o potencial de sua câmera para reduzir os efeitos de uma lente básica (a que acompenha a câmera). Se você coprar nos USA verifique a possibilidade de comprar apenas o corpo da câmera (sem a lente que vem no kit) e aí sim, ver se pode fazer um esforço para comprar a CANON 17-50mm 2.8.

Quanto aos acessórios, evite comprar coisas desnecessárias. Além do case que dê pra acondicionar o corpo da câmera, pelo menos uma lente, um flash (que eu não recomendo comprar agora, mas apenas depois de ter certeza de que o usará bastante e ele lhe será mais útilo do que um acessório caro e de pouco uso) e acessórios como filtros e bateria.

Indispensáveis são: uma boa alça (as que vem na câmera jamais se equiparam às de borracha elástica), um filtro UV (que vc deve manter semrpe na lente), um filtro Polarizador Circular, uma bateria extra (original da Canon, de boa capacidade de carga) e um cartão de memória de pelo menos 16 GB (se vc levar notebook para passar as fotos no fim de cada dia) ou um maior, caso vc só leve o cartão de memória.

E boas fotos e ótimas viagens!

ZIDENIS, no site Dpreview você encotrará tudo sobre ambas as câmeras e sobre tudo mais que se relacione à fotografia: de fichas técnicas, comparativos, análises, previews (como no caso da nova NIKON D7000), resenhas, testes e foruns.

A D7000 sucessora da DSLR D90 é na verdade uma atualização desta última, uma opção de upgrade para usuários da D90 e da D5000, isto é, ocupa uma nova posição na linha das DSLR da Nikon , situada entre a D90 e D300S. Na verdade o sensor tem o mesmo tamanho mas uma nova construção, o que deve representar aumento de qualidade nos resultados.

Com 16.2Mp oferece a mais alta resolução entre de qualquer DSLR Nikon, atrás apenas da D3X, de 24MP. Todos esses pixels são embalados em um sensor CMOS recentemente desenvolvido, que é quase certamente o mesmo ou muito semelhante à da Sony Alpha SLT-A55. Como a resolução extra, o novo sensor também oferece uma maior extensão ISO 'standard' de 100-6400, expansível para até o equivalente a ISO 25.600.

Lado a lado, a D7000 tem dimensões similares àss suas concorrentes - Canon EOS 550D/60D e Pentax K-7 - mas é visivelmente mais "robusta". A D7000 parece ser mais "substancial" do que Canon EOS 550D, e, em menor medida, à 60D, embora alguns prefiram a maior portabilidade da Canon. Ambas, Nikon e Canon, são indiscutivelmente duas DSLRs das mais agradáveis para usar e manusear, sendo que o visor da Nikin é sensivelmente maior do que o da Canon.

A Canon tem sim um CMOS (sensor) de 18 Mp que mede 22.3 x 14.9 mm; a Nikon tem um de 16 Mp que mede 23.6 x 15.6 mm, portanto, maior do que o da Canon, ainda que com menos Mp. Teóricamente, proporciona qualidade maior do que o da Canon. Tente explorar os links abaixo e tirar suas conclusões acerca destas duas ótimas câmeras, ainda que infelizmente não haja um comparativo entre ambas no Dpreview.

Os testes, análises, considerações e avaliações completas de ambas as câmeras estão aqui:

http://www.dpreview.com/previews/nikond7000/
http://www.dpreview.com/previews/canoneos60d/

Aqui nestes dois sites especializado abaixo há comparativos entre ambas as câmeras:

http://www.digitalrev.com/en/canon-eos-60d-vs-dot-nikon-d7000---which-one-is-right-for-you-6719-article.html

http://www.cameralabs.com/reviews/Nikon_D7000/verdict.shtml

Em resumo, a escolha é uma decisão difícil e também algo pessoal (sempre deve haver certa simpatia pessoal por uma ou outra marca e modelo). Os sites especializados destrincham profundamente ambas as câmeras e resumem:

"Fique com a Canon EOS 60 se por exemplo vc precisa de um LCD multi-ângulo para fotografar em diferentes posições e se você precisa filmar em Full HD com taxas de 30fps (contra 25 da Nikon)";

"Escolha a Nikon D7000 se precisar de mais flexibilidade para salvar suas imagens e se procura por uma câmera de corpo mais robusto."

Espero ter ajudado. Boas fotos e boas viagens.

Muito Obrigado pela ajuda Arnaldo!

Parabéns pelo curso, continuarei acompanhando.

13:43 | Unregistered CommenterVinicius

Obg Arnaldo pela super e completa resposta. Praticamente uma outra aula. Valeu!!!

23:26 | Unregistered CommenterZidenis

Caramba, uma aula completíssima sobre fotografia digital.
Muito conteúdo técnico que normalmente precisamos procurar em vários blogs e sites diferntes... todos reunidos em um unico lugar.
PARABENS!!! ;)

Arnaldo,
Ainda continuo com umas dúvidas, talvez você possa me ajudar novamente. Seguinte: Meu professor no Ateliê da Imagem criticou muito as lentes zoom, questionando sua qualidade e claridade. Segundo ele, as lentes fixas são sempre melhores e mais leves. É claro que as zoom tem a versatilidade, mas podemos sempre nos mecher para ter a mesma verstalidade com as fixas.
Nesse sentido, ao invés de comprar a 17-55 f2.8 eu poderia comprar(inclusive gastando menos) uma 50mm f1.4 e uma 20mm f2.8
Em teoria essa combinação me atenderia, embora alguns reviews da 20mm dizem que essa lente não é lá tudo isso. Recebi as seguintes indicações para substituí-la: 17-40 f4L e a 10-22 f/3.5-4.5 (como essas lentes são escuras, talvez poderia ser a lente do kit mesmo para aproveitar a parte grande angular).

O que você pensa a respeito?

9:02 | Unregistered CommenterVinicius

VINICIUS, duas lentes fixas sempre serã melhores do que uma zoom, não há dúvidas quanto a isso. De todo modo, não vejo diferença significativa entre uma 14 e uma 20 mm, portanto, vc não teria uma aproximação, apenas duas grandes angulares com mínima diferença. E se vc prefere carregar duas lentes e tem paciência pra ficar trocando a cada disparo (lembre-se de etstar antes uma fixa, pra ver se se adapta!) tudo bem. Mas, estamos falando de uma 17=55m 2.8 (fixa nesta luminosidade sempre, de 17 até 55 mm). A decisão é pessoal. Em ambas as escolhas vc estará muito bem, mas deve levar em contatambém o que VOCÊ prefere. Por isso sugiro dar uma testada.

Oi Arnaldo,

Obrigado pela resposta. Só um pequeno detalhe, não vou comprar uma de 14mm e sim uma 50mm com f1.4. Todas minhas cameras até hoje foram de distância focal variável, então não sei se vai ser fácil se adaptar, estou com muito receio. Mas também a idéia de ter uma lente muito grande e pesada como a Canon 17-55 e ter todo o dinheiro investido em uma única lente também me assusta.
Continuarei pensando a respeito, é uma pena que eu não tenho como testar aqui no Rio para saber se vou me adaptar ou não.

13:29 | Unregistered CommenterVinicius

Oi Arnaldo, obrigada pelo post. Realmente muito claro e informativo, o que nem sempre é evidente nos textos sobre fotografia. Tenho uma "bridge" - Panasonic DMZ-FZ5 com zoom 12x - com a qual faço as fotos publicadas no meu blog (www.naprovence.com). Gosto muito dessa câmera, além de ser leve e facil de carregar na bolsa, como as compactas, ela nao me deixa na mao no quesito qualidade. Alias, você ja viu a nova Lumix reflex? Linda! Espero poder começar a trabalhar com ela no proximo ano, enquanto isso venha me fazer uma visita e dar uma avaliada nas minhas fotos quando puder. Um abraço e até breve!

Olá Arnaldo
Tudo bem? Que bom que vc retornou.
Qual a sua opinião para as "criancinhas" Canon 7D e 60D?

20:30 | Unregistered CommenterJoão

Olá Arnaldo!
Quando vai sair o capítulo 3?
Abs

19:03 | Unregistered CommenterLivia

Olá Arnaldo estou querendo comprar uma câmera tipo Bridge com super zoon mas estou numa grande dúvida estou entre os modelos:
1- Panasonic DMC-FZ 45
2- Sony DSC-HX1
3- Nikon P100
4- Pentax X90
Qual a sua opnião sobre estas câmeras.

Prezado Arnaldo,

Em primeiro lugar desejo registrar a minha admiração pelo seu blog, é maravilhoso!!! Sou um amante da fotografia, mas amador em conhecimentos técnicos e até já cometi um erro grave ao adquirir uma lente 18-200mm f3,5-5.6 para a minha Canon 60D, quis ter um range grande de grandes angulares e teles numa mesma lente e perdi bastante em luminosidade e vou ter que adquirir novas lentes mais luminosas no futuro ( talvez uma 17-55 f2.8? sinceramente não sei!!). Mas o motivo desse meu primeiro contato é outro: vou para a Europa em maio e decidi não levar a minha 60D!!! pretendo adquirir no free-shop ou mesmo na Espanha ( primeiro país a ser visitado) uma camera bem compacta,que caiba em qualquer bolso, mas que tenha um minimo de qualidade para registros fotográficos da viagem e também filme em HD. Sei que os fabricantes de ponta tem modelos com esse perfil, mas sinceramente estou tendo dificuldade na escolha mais adequada. Pode me ajudar? Obrigado

Antonio Silva

Antonio Silva, a escolha por uma lente 17-55 f2.8 é acertada, especialmente para viagens. Todavia ela deverá custar mais do que a própria câmera.

Sobre que câmera comprar no free-shop de Madri, não tenho condições de indicar porque não sei as disponíveis e tampouco deve haver muita variedade. Creio que deverá encontrar as mais vendidas no mercado, ou mais óbvias, portanto, deverá analizar no local a opção que melhor convém a seu gosto e disponibilidade.

Recomendo que escolha, em princípio, a com maior resolução, marca mais tradicional (Canom ou Nikon), lente mais luminosa.

Sucesso na compra e depois volte pra contar como foi.

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