CONHEÇA O AUTOR

 

         Depois de estabelecer-se na Internet - em 1999 - escrevendo relatos de viagens em sites relacionados com o tema, e em 2006 ter fundado o blog Fatos & Fotos de Viagens - um dos pioneiros da blogosfera de viagens - Arnaldo foi convidado a colaborar com matérias na Revista Viagem & Turismo, da Editora Abril e, agora, prepara o lançamento de seu primeiro livro - "Bom dia, Addis. Adeus Etiópia" - ingressando, assim, na literatura de viagens com um livro encantador, segundo o autor, o primeiro de uma série de pelo menos quatro que já planeja produzir, dois deles em plena fase.

Assim o autor define esta sua nova fase:

             Livro é coisa séria. O que o leitor encontrará em "Bom dia, Addis. Adeus Etiópia" é diferente do que lê aqui no blog. Da narrativa ao estilo. Em vez de apenas uma "conversa" com o leitor, baseada na informalidade, o livro mistura traços desta coloquialidade e informalidade com os de uma escrita literária. Sobretudo com profundo respeito à arte de escrever. Passo a ser um escritor, o que nada mais é do que uma outra maneira de me expressar sobre viagens e de transmitir ao leitor minhas impressões. Segundo o poeta e ensaísta norte-americano Henry David Thoreau, "Muitos homens iniciaram uma nova era na sua vida a partir da leitura de um livro". A partir deste meu primeiro livro escrito, considero ter ingressado numa nova, deliciosa fase em minha vida. 

             Por bom tempo - antes de me decidir por publicar um livro - meu lado esquerdo do cérebro brigou com fúria contra o direito até certificar-se de que o leitor teria nos meus livro não os textos que escrevi no blog, porque, entre outros motivos, livro é coisa séria, e ninguém (ninguém de verdade!) merece ler posts de blogs reproduzidos em livros, especialmente textos efêmeros, perecíveis, descartáveis ou preocupados em agradarem "o mercado" e a blogosfera. Felizmente, ao que parece, posts continuarão restritos aos blogs e livros a serem livros. O tema da viagem parece ainda não ter-se banalizado na literatura universal, nem ter-se rendido às formas diversas da monetização.

           Minha ascensão na escrita de viagens com este trabalho literário não é exatamente uma novidade. Ainda que recentemente eu tenha notado a mente lampejar com a ideia: tornar-me um escritor de viagens. Todavia, ela sempre me rondou. Mesmo que a alguma distância. Não foram poucos os amigos, parentes e leitores do blog que há mais de dez anos recorrem à pergunta: “Por que não escrever um livro?”

Gente que escreve e encanta, fala sobre o autor:

Haroldo Castro:

            "Arnaldo é um dos viajantes equilibrados e sensatos que se lança escritor, o que, num Brasil de pouca leitura e onde a Literatura de Viagem não chega a ocupar meia estante nas livrarias, conta histórias que servirão de grande subsídio para qualquer leitor, além de ajudar a romper os preconceitos de que a África só oferece guerras, doenças e fome. Infelizmente, a riqueza cultural e natural do continente é quase sempre tão abafadas por notícias negativas que considero este livro um raio de luz na região."

Jornalista, fotógrafo, autor de “Luzes da África”, indicado para o Prêmio Jabuti na categoria Reportagens

Ronize Aline:

             "Minha opinião sobre o autor está refletida na resenha que escrevi de seu livro "Bom dia, Addis. Adeus Etiópia": ele escreve com o coração e demonstra respeito por tudo o que viu. Este livro, mais do que o relato de uma viagem à Etiópia, é uma viagem rumo a uma experiência de imersão e contemplação do outro. É como olhar para o diferente sem estranhamento ou indiferença."

Escritora, tradutora, jornalista, professora universitária, crítica literária do jornal O Globo, do Rio de Janeiro

Rachel Verano

             "Neste livro, Arnaldo tem o poder de nos transportar a um dos cantos mais fascinantes e ainda intocados do planeta. Mas de maneira ao mesmo tempo delicada e profunda, pessoal, criando intimidade com os personagens, deixando o leitor perceber cheiros, sabores e sentir as emoções de suas descobertas. Do peso do ar à alegria de dobrar a esquina, o autor consegue transmitir todo seu fascínio de estar diante de algo realmente novo."

 Jornalista das revistas Viagem & Turismo, Veja, VejaSP, Glamour, TAM e Vamos/LATAM

Davi Carneiro

             "Há uma frase atribuída ao grande viajante do século 14, talvez o maior escritor-viajante de todos os tempos, Ibn Battuta: “Viajar, primeiro te deixa sem palavras, depois te transforma num contador de histórias.” Suspeito, caro leito, ser este o caso do Arnaldo, um autêntico viajante que vem se mostrando, cada vez mais, um talentoso contador de histórias. Conheço-o e o sigo desde 1996, através do seu blog, aquele que, na minha opinião, é um dos melhores de viagens da internet brasileira, tanto pela excelência fotográfica quanto pela qualidade dos textos. Com um currículo andarilho de respeito (mais de 60 países, entre eles Quirguistão, Miamar, Irã e Uzbesquistão), Arnaldo tem o mérito de ir na contramão da blogosfera profissional e monetizada: de maneira simples, autêntica e independente, preza, principalmente, a credibilidade e a confiança de seu leitor." 

 Escritor, jornalista e colaborador de diversas revistas nacionais e estrangeiras

 


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Sexta-feira
Ago172012

ÁSIA CENTRAL - Nos caminhos da ROTA da SEDA

 A Nostalgia do desconhecido e a escolha de um destino

   

 Eu te recebo...

                 CERTA vez li numa das revistas de viagens que costumo consumir (*) que o principal a ter em conta na escolha de um destino é optar pelo que melhor nos provoque emoções. Boas, claro. E que viagens são necessárias a qualquer indivíduo. E para qualquer lugar. Qualquer lugar que não conheçamos já é um bom destino em si. Para mim tudo isso funciona naturalmente e desde muito jovem, mas viagens desafiantes, para países incomuns, são as que mais tem atraído nosso olhar viajante, despertado nosso desejo, motivado-nos a ir mais além do que já fomos. Para mim tais conselhos soam tão naturais quanto respirar: já visitei 41 países, centenas de cidades e repeti vários. Mas algo tem me tomado ultimamente: a nostalgia do dsconhecido, de lugares para onde jamais fui.

  

 Eu te recebo...

                  E ainda que no campo da vida pessoal de quem vos escreve estas mal traçadas linhas seja um prazer potencializar a simplicidade em tudo, no das viagens tem ocorrido o inverso: não creio que minha cultura e prazer serão saciados nem recompensados gastando sete dias num resort. A complexidade neste caso - seja na forma ou no conteúdo - tem nos proporcionado os mais incomparáveis sabores em viagens. Ao visitarmos lugares que sequer sei direito pronunciar o nome, sítios que apenas de citá-los já soam como lendas, têm nos proporcionado as melhores emoções. Imaginá-los e programá-los tem inflamado nossas idéias. Queremos viagens para descobrir, mais do que para o lazer. Para viver experiências. De outro lado, mas na mesma mão, certos desafios andam faiscando minha mente: compreender melhor a história da humanidade, conhecer etnias distantes, passear por culturas, linguas e dialetos exóticos, viver sociedades e costumes ainda pouco conhecidos e visitar destinos pouco explorados turisticamente. Isso tem sido tudo o que preciso para conhecer melhor a mim mesmo e o lugar onde vivo.

     

                  SOU um turista, afinal. E um bom turista. Daqueles que sabem onde vão, informam-se, documentam-se, preparam-se e acompanham-se de planos. Saio à rua sabendo sobre o destino, todavia sem idéias pré-concebidas e sem me empapar deles. Sou humilde nas situações, tenho mente aberta, reafirmo minhas convicções acerca do exercício da bondade, respeito aos que me servem e os gratifico, desprezo a mesquinhez tanto quanto o desperdício,...

  

... me aproximo das crianças, admiro a singeleza da sua inocência.

  

...misturo-me à gente para compreender sua cultura, provo sua gastronomia (mesmo as apimentadas), respeito a natureza e os animais (mesmo aqueles que não gosto), quando regateio, sou flexível e educado, sempre que posso me aproximo das crianças, admiro a singeleza da sua inocência, reconheço minha pequenez e insignificância diante da magnífica complexidade e dimensão do mundo, não olho equivocado, sou realista, não me imponho sobre nada, compreendo que perder-se faz parte de qualquer caminho (ainda que deteste quando isso acontece),

 

 ...perder-se faz parte, qualquer que seja a viagem, mesmo que eu deteste quando isso acontece.

...valorizo o conforto ainda que nem sempre ele seja possível, não assumo metas que não possa alcançar, aprendo “por favor” e “obrigado” na lingua local, aceito que a concepção de espaço e de tempo em certos lugares é inútil, dou valor à diversidade e admiro toda a bagagem cultural que minhas viagens já proporcionaram. Ah, também não esqueço o adaptador de tomadas.

  

 ...respeito as normas (mesmo as mais esdrúxulas) e a quem nos serve

                   AINDA que um turista urbanóide (desses que jamais foi à Amazônia), sou um viajante atraído por destinos incomuns. Quanto mais raros, “mosca branca”, melhores. Sou um turista ateu que já visitou boa parte dos países islâmicos, descrente das religiões que já foi até a Fátima (!) e entrou em toda a sorte de templos, anti-jogador que adora Las Vegas, anti-comunista atraído pela arquitetura marxista,

 

...valorizo o conforto, mas não me aborreço quando ele não é possível

...apavorado das altura que já escalou o Pão de Açúcar e subiu trilhas e precipícios no Arizona, um medroso de lugares apertados que já entrou em cavernas que só seres rastejantes conseguem. E o melhor que trouxe na bagagem foi a vontade de voltar à maioria esmagadora dos lugares que já fui.

 

 ...respeito as religiões, ainda que discorde delas.

                  POIS nos encontrávamos há meses procurando um destino para comemorarmos a oficialização civil de nossa união. Nosso Casamento, resultado primeiro do encantamento, depois da paixão, fora nada mais natural que um desejo depois de três anos vivendo juntos. Nosso imenso amor - que não deixou de crescer um só dia - determinou que nos casássemos, obedecia ao nosso desejo. Assim o fizemos. E ainda mais felizes e apaixonados, como só ocorre todo novo dia, oficializamos nossa união, em 11 de agosto de 2012, em nossa residência, às 17:30h, aproveitando o lindo Pôr-do-Sol e a belíssima vista que desfrutamos de nosso apartamento.

  

                  A cerimônia civil, em nome da lei, proferida por uma Juíza de Paz, foi assistida por nossos queridíssimos parentes, uns poucos (mas melhores) amigos, meus queridos sócios-irmãos e suas doces esposas, nossas preciosas auxiliares domésticas, nossas jóias-secretárias profissionais (ou braços-direitos), assim como a equipe de cerimonialistas. A introdução de nossa intensa e profunda história de amor sucedeu graças aos acasos da vida, descritos em detalhes no post “Istambul. Os acasos da vida e um grande amor”, aqui mesmo no Fatos & Fotos de Viagens. Agora, eu e minha doce Emília somos casados de direito, pois de fato já éramos.

  

                  FOI assim desse jeito, atraídos pelo incomum e por desafios, que ficamos entre a Ásia Central (Casaquistão, Usbequistão e Quirguistão, com Istambul (“A nossa cidade”) entre a Tanzânia (com Zanzibar) ou Myanmar (com Cingapura) para escolher como próximo destino de viagem. Ficamos com o primeiro.

 

  Eu te prometo, estarmos juntos, em qualquer circunstância.

  

                   SÓ não faço viagens no tempo, apenas porque ainda são mera ficção. Todavia, viagens longíquas, na distância do tempo da história, na lonjura do espaço, são realidades possíveis e instigantes. E quanto mais desafiadoras, mais atraentes. Se fosse possível retornar 300 anos e seguir os passos de Marco Polo (*1) através das planícies arenosas, desertos e cadeias de montanhas da Ásia Central, por certo me surpreenderia com o encontro de tantas similaridades entre o passado e o presente naquele lugar do mundo. Mesmo os mais recentes, os restos soviéticos. Todavia hoje, numa só viagem, já não é mais possível fazer o percurso original (*2) do viajante veneziano em sua Rota da Seda (*3). E mesmo vivendo no século das viagens e da Internet, ainda não é fácil ir a certos destinos sem uma complexa e trabalhosa programação, burocráticas obtenção de vistos e reservas em hotéis. Ainda assim, seguimos nossos desejos: viajaremos ao  Usbequistão e Quirguistão até Istambul para conhecermos os trechos da mais fascinante e importante rota comercial já empreendida pela humanidade, e que ainda hoje atrai e fascina viajantes, constitui-se um dos roteiros mais fantásticos do mundo. E há muitos outros motivos para enfrentarmos os obstáculos desta viagem.

  

                  BASTOU lançarmos um olhar sobre o mapa para vermos que os países ao longo da rota, que na época nem existiam, mais parecem espaços vazios. Para os não familiarizados, nomes de cidades como Bukhara e Samarcanda parecem de fantasias. Ou de contos. Ler sobre estes lugares tem transbordado nossas mentes de magias, acelerado nossa imaginação, aprofundado nosso desejo. Tapetes voadores e gênios da lâmpada ainda permanecem românticas estórias fantásticas, mas é possível encontrar uma exótica variedade de etinias e tradições, viver parte de uma história que ainda não se perdeu no tempo, presenciar uma cultura islâmica russa e viver as curiosidades da rica história da Ásia Central, passar por um dos mais belos pedaços do planeta, viver lugares entre a pura natureza, fazer caminhadas por lagos e montanhas incríveis e fazer um mini-trekking voltando diariamente para o nosso hotel no Lago Issuk Kul, que propicia uma vivência de montanha inigualável mas sem exigir grande esforço físico, todavia um dos objetos de desejo de qualquer aventureiro.

  

Todos os direitos reservados a Fire_eyed 

http://www.flickr.com/photos/fire_eyed/2762726427/sizes/m/in/photostream/

                  A desintegração da União Soviética foi mais um capítulo na longa história da Rota da Seda. Nele as antigas repúblicas soviéticas da Ásia Central - Casaquistão, Usbequistão, Quirguistão, Tajiquistão, Turcomenistão - tornaram-se independentes e passaram a figurar no mapa como fronteiras abertas ao mundo, as quais hoje são possível visitarem-se livremente. O riquíssimo passado cultural e o que sobrou dos grandes monumentos dos séculos em que a Rota se manteve ativa onde cidades como Samarcanda e Bucara, no Usbequistão, por si já valem toda a viagem, quer pelo patrimônio arquitetônico islâmico de tirar o fôlego, quer por sua cultura e sua gente.

 

Povo do Uzbequistão 

Todos os direitos reservados a Winfried Scherle e maligoj

http://www.flickr.com/photos/scherle_winfried/ e http://www.flickr.com/photos/maligoj/

                  Exploraremos uma região recém aberta ao turismo ocidental, viajaremos pelos mesmos caminhos trilhados pelas caravanas da seda, Marco Polo, Alexandre O Grande e por Gengis Khan. Conheceremos uma geografia exótica que vai de grandes lagos a grandes desertos e de algumas das maiores montanhas do planeta. Viveremos uma diversidade étnico-cultural tão própria que só a Ásia Central pode oferecer.

 

Todos os direitos reservados a Wanbro 

 http://www.flickr.com/photos/43052206@N00/36084400/ 

                 Tashkent, Khiva, Bukhara e Samarkand (Uzbequistão), Bishkek, Karakol, Lago Issuk Kul e um mini-trekking na cordilheira Tien Shan (Quirguistão) e Almathy (Cazaquistão), aqui vamos nós! (*4)

  

  Tim! Tim!

________________________

(*) Mucho Viaje, Lonely Planet, Rotas & Destinos, Volta ao Mundo e Viajes NatGeo.

(*1) No século XIII, Veneza era a cidade das especiarias, sedas e pedras preciosas transportadas do Oriente por caravanas. Os Polo eram uma família de mercadores venezianos, com sucursais em Constantinopla e na Crimeia. Os irmãos Maffeo e Nicolo Polo possuíam mesmo a sua própria frota de galeras mercantes e também tinham interesses no comércio com a Rússia, o Mar Negro, a Tartária, e nas caravanas que percorriam os desertos da Mesopotâmia. Em 1253, Nicolo casa-se com uma nobre veneziana, e seis meses mais tarde parte com o irmão numa expedição comercial, internando-se na Tartária com uma caravana de ricas mercadorias. Quando conseguem regressar, em 1269, Nicolo encontra um filho de 15 anos, Marco, e descobre que a esposa já tinha morrido. Claro que a próxima expedição, dois anos depois, inclui Marco no rol da caravana. Os Polo tinham estabelecido excelentes relações com o Kublai Khan, que até os tinha nomeado seus embaixadores junto do Papa. Depois de anos de viagem evitando guerras e locais hostis, conseguem finalmente chegar à corte e Marco aparece encarregado de várias missões pelo Khan; era muito comum os mongóis contratarem estrangeiros para supervisionarem os funcionários chineses, e o jovem veneziano conhecia “várias línguas e quatro escritas e letras”, talvez o persa, o mongol, provavelmente também o turco e o árabe, as mais úteis para as actividades político-comerciais na Ásia. Nas boas graças do Khan, chega a ser governador de Yangzhu durante três anos. Apesar de o Khan não os querer deixar partir, os três aventureiros conseguem aproveitar uma das missões – entregar uma noiva a um súbdito do imperador mongol –, para regressar a casa. Marco, Nicolo e Maffeo chegam a Veneza em 1295, 24 anos depois da partida, quando a família já os tinha dado como mortos e feito as partilhas. Foi preciso um grande banquete com familiares e amigos e uma excelente performance teatral, com Marco a distribuir presentes e a tirar da bainha da roupa pérolas e pedras preciosas orientais, para que, enfim, todos acreditassem que eles tinham voltado vivos. Em 1296, os Polo fretaram uma galera de guerra para ajudar Veneza numa guerra contra Génova. Marco, que a comandava, foi feito prisioneiro e encerrado numa cela com um cavaleiro e homem de letras, Rusticelo. É este que escreve o seu “Livro das Maravilhas”, a “Descrição do Mundo” ditada por Marco onde finalmente nos dá a conhecer parte das suas aventuras de 24 anos. Curiosamente, como aponta Jacques Heers, nada nos diz da sua actividade de mercador, não fala de negócios ou de qualquer acção comercial. Libertado em 1299, é recebido com pompa e honrarias em Veneza. Casa-se tardiamente, tem três filhas e morre aos 70 anos de idade, em 1324. (FONTE: Revista “Rotas & Destinos”)

(*2) Países da Rota da Seda: China, Quirguistão, Casaquistão, Uzbequistão, Turcomenistão, Irã, Azerbaijão e Geórgia.

(*3) Rota da Seda: no final do século XIX o geógrafo alemão Ferdinand von Richthofen batizou com o nome "Rota da Seda" a rede de comunicações que ligava a China ao Ocidente. A expressão consagrou-se, abrangendo toda a história das trocas entre o Extremo Oriente e a Europa a partir do século I a. C. A história registra vários testemunhos de viajantes da era medieval, todavia nenhum com tamanha notoriedade como o do mercador Marco Polo em “A descrição do mundo”, também conhecido como “O livro das maravilhas”.

(*4) Viajaremos de Turkish Airlines e faremos um roteiro personalizado e individual, elaborado pela Highland Adventures

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Todos os produtos e serviços aqui citados não têm o conhecimento dos mesmos e não são recompensados de qualquer forma, anterior ou posteriormente à sua publicação. Nossas viagens são escolhas pessoais, pagas com recursos próprios e aos preços de mercado. Cada link citado, cada produto mencionado, cada recomendação dada é feita com a suposição de que o leitor saiba identificar os objetivos do blog, pressupondo o autor que o leitor as verificará com o fabricante, o fornecedor ou o prestador do serviço em questão. O autor deste blog valoriza e preserva a honestidade no relacionamento com o leitor, razão porque renuncia, desaprova e repudia qualquer menção ou associação que comprometa esta integridade, confiabilidade e honestidade de suas opiniões.

Reader Comments (24)

Tim! Tim! Sinceramente, muito emocionada. Que lindo! Emília e Arnaldo, toda a Felicidade do mundo e mais um pouquinho que encontrarem por onde andarem, saúde para viverem plenamente e por muito tempo esse Amor. Com grande admiração, Rosa.

17:24 | Unregistered CommenterRosa

Emília, amei o seu vestido, como o seu marido costuma dizer, um doce!

17:28 | Unregistered CommenterRosa

Se houvesse um prêmio de simpatia, educação e sinceridade no F&F, Rosa, você o levaria. Com louvor!

Muitíssimo obrigados!

Um carinhoso abraço meu e da Emília.

Nossa Arnaldo, linda cerimônia, linda noiva, lindo vestido, lindo bolo, linda vista, lindo tudo! Parabéns a vocês dois pelo casamento, que vocês continuem sendo muito felizes juntos Desde o dia que vc postou que se casariam, minha curiosidade sobre o destino da lua-de-mel e sobre a cerimônia da união de vocês tem me feito visitar seu blog diariamente (como se normalmente eu já não o fizesse... rsrsrs... sempre viajando com vocês virtualmente...). Mais um destino diferente e instigante, adorei a escolha! Mais um para minha lista...
Feliz por vocês!!!!

Obrigado, Elen Roche,pelo simpático comentário.

Que post inspirador, ainda mais pra uma turista principiante como eu, quero (e preciso) muito ter essas experiências e sensações.. não vejo a hora de começar!
E, é claro, parabéns aos dois pelo lindo casamento!!

13:53 | Unregistered CommenterMariana

Emília e Arnaldo, vocês são responsáveis por cativarem os melhores sentimentos em nós, apaixonadas leitoras, sensibilizadas por esse clima sereno, amigável, que me faz muito bem, sempre. Aos que com vocês convivem, deve ser um grande privilégio!

16:40 | Unregistered CommenterRosa

Adorei seus 'mandamentos do bom turista' e concordo inteiramente com eles. Bem colocado. Um abraço e parabéns pelo casamento.

Obrigado, Luciana Betenson, grato pela simpatia e pelos votos. Desejo o mesmo.

Parabens pelo casamento e Tim, Tim ao melhor da vida e do amor para vocês. Estou curiosa pelos proximos posts da Asia Central, talvez minha proxima viagem.

18:35 | Unregistered CommenterElizabeth

Arnaldo, parabéns mais uma vez pelo seu blog. Como sempre maravilhoso e passando conhecimento e cultura para quem o lê. A Itália como sempre linda, onde quer que estejamos. Malta não conheço, mas já vi que também e linda. Fico feliz com o roteiro escolhido para a lua de mel, pois sei que a Emilia sempre teve vontade de conhecê-lo. Tenho certeza de que será uma viagem encantadora. Obrigada pela dedicação em nos proporcionar dias tão maravilhosos por ocasião do casamento de vocês. Foi um casamento lindo. Já estou com saudades daqueles dias. Desejos de uma vida maravilhosa juntos, sempre com este amor e encantamento.

21:34 | Unregistered CommenterMariliana

Arnaldo, sabe como terminei de ler este seu maravilhoso conto de fadas? Chorando! A mão da Emília é de tamanha delicadeza que transcende sua doçura; esta, assim intitulada por você.
Parabéns e muitas felicidades ao casal. Com carinho, Tati

4:31 | Unregistered CommenterTatiane

Arnaldo, ontem encontrei uma grande amiga que chegou da Turquia e da Grécia da sua pré-lua-de-mel (noivado). Antes dela partir eu tinha recomendado que olhasse o seu blog e da Emília. Ela gostou muito. Ela ama Istambul também.
Estou olhando alguns lugares para visitar, por exemplo: Croácia, Ucrâina e Polônia. Destes, você já foi para algum? Tem alguma dica? Muitíssimo obrigada! Tati

4:56 | Unregistered CommenterTatiane

Tatiana, incrível a coincidência. Ainda ontem eu comentava que uma das lacunas nmaiores entre os destinos ainda não conhecidos por nós são Croácia (o país da hora turística), Ucrâina e Polônia.

lamentavelmente não tenho nada a lhe dizer sorbe eles, a não ser que apóio vivamente sua intenção de conhecê-los e, se o fizer, assim que retornar, por favor volte aqui para nos contar.

Muitísismo grato por suas doces e gentis palavras, seu reconhecimento e respeito. Sinceramente sinto-me orgulhoso de após tanto esforço e dedicação, travbalho e suor, conseguir transmitir sensações das melhores que nós podemos sentir.

Obrigado!

Como sempre você é muito gentil. Nós leitores que agradecemos seu empenho e dedicação, e claro o não abandono.

Breve retorno com novidades. Ah, você conhece Koenigsee ou Chiemsee?
Tenha um bom dia!
Tati

11:42 | Unregistered CommenterTatiane

Quando estive em Munich fui acometido de minha primeira crise de cálculo renal em viagem! Imagine, foi a primeira de uma série de três. E assim não pude explorar nada da região, como pretendia, inclusive os Lagos Koenigsee e Chiemsee. Fiquei três noites no hotel, com médico e com dor insuportável, até ir pra Veneza e lá o cálculo ter descido'.

Vou ficar te devendo mais essa. Uma pena não poder ajudar.

Obrigado e excelente dia a você.

Rosa, concordo plenamente com você, e realmente um privilegio conviver com os dois. Obrigada

14:29 | Unregistered CommenterMariliana

Isso não é um ELOGIO! Isso é um testamento! Obrigado pelo carinho, e vc sabe que a recíproca é verdadeira. E pra ser justo, eu já me contentaria com uma mulher maravilhosa e incível como a Emília, mas levei uma sogra espetacular como ela e (estou certo) uma grande amiga.

um beijo carinhoso e torcendo por vc aqui!

Obrigada, beijos.

18:08 | Unregistered CommenterMariliana

Bom dia Arnaldo, perguntei sobre os lagos porque é um lugar que recomendaria ao casal para uma viagem leve, agradável e romântica. Acho que Emília iria gostar, pois o contato com a natureza é fantástica. Quem não iria gostar de ter um café da manhã maravilhoso, preparado pelo próprio proprietário do hotel, ou depois de muita caminhada durante o dia ir à Terma para relaxar? Caso precisar de alguma coisa é só me perguntar. Abraços

3:49 | Unregistered CommenterTatiane

Parabéns, amigos!!!

16:28 | Unregistered CommenterCarmen

Obrigada a todos que deixaram tantas palavras de carinho para nós aqui: Rosa, Elen, Mariana, Luciana, Elizabeth, mãe, Tatiane e Carmen. Muita felicidade para todos nós e nossos queridos!
Um grande beijo :-)

10:26 | Unregistered CommenterEmília

Nossa! Parabens a voces e toda felicidade que o mundo possa lhes proporcionar!!!
Sou anonimo aquí mas ja li varias vezes todos os seus posts Arnaldo
Tenho um sonho de fazer essa viagem e fico no aguardo de todas as dicas quando voltarem!
Meus sinceros votos de felicidades e boa sorte e é claro: Boa viagem!!
Espero seus posts na volta! KKKKKKK

Grande abraço!

18:15 | Unregistered CommenterAndre

Oi Arnaldo! Adorei seu blog e seus artigos são muito interessantes. Sem dúvida que uma viagem à Asia é bem diferente das outras regiões. Eu já visitei a região pois estava fazendo um intercâmbio tomando um curso de chinês em Pequim na escola de idiomas Sprachcaffe Languages Plus e achei a cultura e o modo de vida do povo bem diferente! Foi uma experiência inesquecível e pretendo conhecer mais sobre essa região e aperfeiçoar os meus conhecimentos de chinês. Tb deixo para vocês que participam da discussão o site onde eu fiz o curso.

http://www.sprachcaffe.com/portuguese/study_abroad/language_schools/peking/main.htm

Abraço para todos

6:50 | Unregistered CommenterJFR

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