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Quarta-feira
Jul102013

Grand Teton National Park - Beleza selvagem no Oeste americano

                 EM tempos de talheres de plástico, de raio x pra sapatos e bagagem de mão, malas abertas pela TSA, scanner de corpo e strip tease virtual, voar nos Estados Unidos deixou de ser um prazer faz tempo. Precisamente desde 2001. Todavia, pousar no Jackson Hole Airport - JAC, para os íntimos - é uma experiência que todos esperam desde o embarque. Um dos mais cênicos do mundo, a aproximação e o pouso ali converte o aborrecimento em algo encantador.

 Desenho correto e moderno, inspirado nas pioneer log cabins 

                  A experiência é única: em nenhum outro lugar pousa-se nos limites de um parque nacional, especialmente ao lado de montanhas como as da Teton Range. Poucos lugares na América têm esta beleza tão mística, tão dramática e selvagem quanto no Grand Teton National Park. São alguns dos mais emblemáticos cenários de montanhas, lagos, rios, flores, florestas, animais e pássaros que se podem encontrar neste lado do mundo. Pousar neste cenário é a primeira de uma série interminável de experiências que o visitante terá. Elas começam no pouso, seguem no desembarque do avião estacionado a poucos metros do terminal, os passageiros descem na pista e poucos passos depois estão defronte à esteira bagagens. Com vistas para as montanhas!

Aeroporto com vista - Foto: Matt Hintsa (http://www.flickr.com/photos/matt_hintsa/)

                   O terminal é agradável, no conceito e na arquitetura, cujo desenho correto e moderno inspirado nas pioneer log cabins, integra-se à paisagem, tira proveito do que ele tem de melhor: a vista para a Grand, a Middle e a South Tetons, as três montanhas coração da Teton Range  

Grand, Middle e South Tetons, as três montanhas formam o coração da Teton Range 

                  Volto ao Grand Teton doze anos depois (*). E ainda me deslumbro com a beleza pura, em estado natural, generosamente distribuída por cada metro de sua extensa área. Encontro a mesma dificuldade ao descrevê-las. Um post como este jamais arranhará a superfície da profunda complexidade geológica, de tamanha beleza e de tão fabulosas experiências que tivemos neste lugar.

(*) Nota:  em 7 de Setembro de 2001 eu começava uma viagem rodoviária pelo Oeste americano. Percorreria os Estados do Utah, Wyoming, Montana, Idaho e Nevada. Meus objetivos turísticos eram primeiramente alguns dos parques nacionais mais belos e emblemáticos dos Estados Unidos, entre eles o Grand Teton e o Yellowstone National Parks. Os secundários, Washington, DC e Nova York. Entre estes destinos permaneci dos dias 7 a 21 de Setembro, precisamente durante o olho do furacão do fatídico "11 de Setembro", como chamaram o ataque terrorista que mudaria o mundo. 

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Grand Teton National Park – Beleza selvagem no Oeste americano

                 O Grand Teton é yin, o Yellowstone é yang. Foi a melhor, mais precisa e curta definição que já encontrei sobre ambos. Uma linda prosa, bem apropriada, que usa o conceito do taoísmo ao definir a dualidade de tudo o que há na Terra. Enquanto um é tranquilidade o outro é energético. O Grand Teton - irmão mais novo do parque Yellowstone - é para muitos apenas o caminho obrigatório para o Yellowstone. Numa road trip, alguns turistas cruzam o parque, sacam algumas fotos (inquestionavelmente belas) e sequer saem da beira da estrada. Não se pode negar que o Grand Teton vive à sombra do Yellowstone, que o irmão mais novo seja discreto e contemplativo, que não tem o traço energético que o poder geológico do primogênito lhe confere. Quase sempre é "apagado" diante da potência do Yellowstone. Entretanto, "passar" por ele é uma insensatez. 

  Scenic Drive no Grand Teton. Passar sem parar, uma insensatez

                Ainda que aparentemente seja apenas um belíssimo caminho obrigatório para o glorioso Yellowstone, cuja energia explosiva o faz brilhar tanto mais, quem decide explorar seus meandros encontrará um conjunto de trilhas, lagos, florestas e paisagens que para além de belíssimas, definem sua personalidade yin: placidez, serenidade, sossego, tranquilidade. É a beleza selvagem que faz desta parte do Wyoming uma importante parte da história da América.  

  Chapel of the Transfiguration - Moose, Grand Teton National Park

                As características do Grand Teton nos tornam possível melhor compreender o Yellowstone, com sua energia explosiva e fumegante que vem dos subterrâneos. E, então, descobrirmos que o irmão mais expressivo não coloca o outro em cheque, que a energia "contemplativa" de um acentua a "performática" do outro. É nesta região, não em qualquer outra, que entre montanhas, pradarias, florestas e rios sinuosos encontra-se o maior santuário de vida selvagem natural dos Estados Unidos.  Na boca de um vulcão ativo e fumegante, num conjunto de paisagens das mais emblemáticas da América, área gigantesca de 8.980 km² onde habitam lobos, búfalos, ursos, cervos, alces e outros bichos. Muitos bichos.

 John Moulton Barn, “Mormon Row” Grand Teton National Park

                  O mau gosto do seu nome não faz justiça à sua beleza. Sua origem é controversa, mas Mount Hayden, seu primeiro nome, foi dado pela expedição Washburn-Langford-Doane, em 1870. A montanha mais alta, a Grand Teton, tem 4.197 m de altitude. A explicação mais comum para "grand tetons" - ou grandes tetas  em francês -, é que o nome foi dado por um franco-canadense, membro de uma expedição liderada por um tal de Donald McKenzie. Entretanto, alguns historiadores discordam, afirmando que a montanha foi nomeada pelos nativos Sioux. Outros dizem que caçadores e comerciantes de peles da região no século 19 focavam sua atuação especialmente na área dos três maiores picos -  Grand, South and Middle  - às quais se referiam como "les trois tétons", por corruptela, as três grand tetons.  Ainda que uma curiosidade, que seu valor esteja bem acima do seu nome, o mau gosto vale a menção.

   Oxbow Bend Turnout - Grand Teton National Park

                    A majestosa cadeia de montanhas, as flores silvestres, as florestas de pinheiros e de aspen trees, os lagos glaciais no sopé, as trilhas e um simples observar de tanta beleza das montanhas e da natureza que a rodeia já vale a visita ao Grand Teton.

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O Grand Teton e a longa Marcha para o Oeste

                 Índios Shoshone viveram nestas planícies há pelo menos 11 mil anos. Parentes dos Comanches, eram pacíficos, compartilhavam a vasta região com outros índios das nações Bannock, Blackfeet, Gros Ventre, Nez Perce, Arapaho, Arikara, Cheyenne, Kiowa, Sheep Eater, Sioux, Ute e Crow. Seus costumes e cultura ainda permanecem vibrantes na história, mas foi o homem branco - europeu, sobretudo inglês e francês, e euroamericano - que escreveu a parte mais atraente dessa história.

                 Primeiro eram caçadores de peles europeus que vinham em busca do que era a última noda na Europa: pele de castor. Depois, exploradores e pesquisadores. Por fim, rancheiros e fazendeiros pioneiros, logo depois que os Estados Unidos compraram da França, em 1803, o território então chamado Louisiana, uma vasta área de terra na mais remota porção de terra dos Estados Unidos.  

                  Thomas Jefferson enviou a expedição Lewis and Clark para explorar a nova área e criar uma ligação entre o Leste e o novo território no Oeste. Em longas jornadas chamadas “Marcha para o oeste”, percorriam trilhas que passavam pelo Estado do Wyoming e levavam exploradores que resolviam estabelecer-se como pioneiros à procura de oportunidades. Em 31 de agosto de 1803, Lewis saiu da Pensilvânia, a porta de entrada para o oeste, com uma tripulação de treze homens e um cão. No caminho, pegou Clark em Ohio e seguiram para o que seria o Estado do Wyoming.  

Lewis e os Shoshone 

                 A relação entre Lewis e Clark e a tribo Shoshone era de dramas e tensões. Mas ainda que ao longo dos primeiros encontros houvesse grande desconfiança, ambos os lados foram capazes de ajudarem-se mutuamente e contribuirem quada qual com seu conhecimento. Eu consigo imaginar como viajavam os primeiros visitantes destas rotas primitivas, viagens feitas a cavalo ou mula, atravessando as mesmas florestas, rios, montanhas e pradarias que hoje visitamos. Eram tão difíceis e extenuantes que só se venciam dois a três quilômetros por dia. Foi John Colter, membro da expedição Lewis e Clark,  jovem voluntário da expedição, que decidiu não retornar da região, fixando-se por ali. Por isso historiadores consideram-no o primeiro homem branco a fixar-se na região, o primeiro a explorar as vasta área onde hoje estão os parques Grand Teton e Yellowstone.

  

Clark e os Shoshone e John Colter

                 Entre 1807 e 1808 Colter foi seguido por outros homens brancos. Mas não eram exploradores ou turistas aventureiros, senão caçadores de peles. Um dos primeiros indivíduos que empreendeu incursões turísticas, isto é, que não vinha à caça, chamava-se Warren Angus Ferris. Explorava por prazer, admiração. Consideram-no então o primeiro turista de Yellowstone. 

Rancho pioneiro com vista para as tetons 

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As Scenic Routes do Grand Teton N.P.

                 As estradas U.S. 191 e 89 estão entre as mais belas scenic drives da América, com vistas panorâmicas tanto para a serra quanto para o vale. Consideram-nas uma das Top 10 Scenic Drives das montanhas rochosas. As cenas são tantas que não caberiam aqui. E talvez a do Mount Moran refletido nas águas do Snake River, em Oxbow Bend, seja uma das mais populares, memoráveis, disputadas por fotógrafos de paisagens e reconhecidas no mundo.  A Highway 89, ou Scenic Teton Park Road, por onde passam os visitantes que vão ao Yellowstone pelo Portão Sul, se estende do centro de visitantes e passa pelo Jenny Lake. As vistas da Cordilheira Teton acompanham todo o trajeto. A opção é sempre do viajante, mas ele deveria parar em cada um dos inúmeros turnouts. Os mirantes são perfeitamente projetados para que o visitante tenha altura perfeita e distância ideal para observar a vista. E ter a melhor perspectiva para fotos. 

Na Scenic Teton Park Road, se puder pare em todos os turnouts 

                  Os overlooks da Highway 89, de norte para o sul, são: Elk Ranch Flats Turnout, Cunningham Cabin, Snake River Overlook, Teton Point Turnout. Schwabacher Landing, Glacier View Turnout e Blacktail Ponds Overlook. 

                  Com uma parada no centro de visitantes para um rápido aprendizado, útil introdução cultural ao parque, seguimos para explorá-lo por um dia inteiro. Do amanhecer ao anoitecer. E só ao final descobrimos que um dia é muito pouco para o Grand Teton. E à noite, ao passar as fotos do dia no parque, percebi que elas capturam com precisão a sensação de serenidade de beleza e de encantamento que sentimos no parque. 

Visitor Center Grand Teton NP 

  

                  No Jackson Lake Lodge o almoço tem uma incrível vista para o Jackson Lake. Se quiser seguir a rodovia 89-191, que margeia a costa do Lago Jackson, há diversos pontos para piquenique. Se na cidade tiver se preparado, trazido comida e refrescos, será um belo programa. É possível fazê-lo observando-se as aspen trees, coloridas flores silvestres, prados e florestas que costumam atrair cervos, alces, patos e gansos do Canadá. Com sorte é possível até ver águias perto de Colter Bay

Trilhar seus caminhos e fotografar suas paisagens, uma das melhores experiências desta viagem 

                  Em Moose Junction entramos no Grand Teton National Park. A primeira parada, no Moose Entrance Station and Visitor Center, e seguimos pela rodovia que sobe uma colina e vai revelando aos poucos a cadeia de montanhas Teton, com seus incríveis picos cobertos de neve a maior parte do ano, mesmo no Verão. Cercado por densas florestas e lagos cintilantes em sua base, conecta-se à John D. Rockefeller Jr. Memorial Parkway, que liga o Grand Teton ao Yellowstone. É preciso sair do carro para explorar, caminhar pelas trilhas e observar sempre algumas das cenas mais lindas do parque.  

A beleza rústica do Oeste americano como via Ansel Adams

                Apesar de ter apenas 18 milhas (30 Km) de estradas em seu interior, são tantas as paradas para fotos e apreciação das paisagens que gasta-se um dia inteiro no parque apenas contemplando-o. Aliás, observação da natureza e contemplação da paisagem é o melhor programa aqui. Todas as áreas visitáveis do parque são recomendáveis, mas Jenny e Jackson Lakes têm as paisagens mais emblemáticas e são as indispensáveis. 

String Lake

                 Uma das curiosidades, marca registrada do parque, são as cercas características do vale de Teton, denominadas "buck-and-rail", de estrutura incomum, em forma de ‘A’, onde os moirões apoiam-se sobre cavaletes. A particularidade engenhosa deve-se ao fato de que com o terreno tão pedregoso é extremamente onerosa a construção de cercas convencionais, de moirões fincados na terra, firmes o suficiente para receberem arames farpados.

 Buck-and-rail fences

                 Logo após ter entrado no parque a primeira entrada à direita leva ao Menor-Noble Historic District e ao Menor's Ferry. É um lugar interessante, da época dos pioneiros, com réplicas, cabanas e o ferry que pertenceu a William D. Menor.  Vindo para Jackson Hole em 1894, foi um dos pioneiros da área, construindo uma casa ao lado do Rio Snake. Aqui ele construiu uma balsa que tornou-se  vital para os primeiros colonizadores do Vale de Jackson Hole, até então foi isolado pelo rio.  

Beleza selvagem no Oeste americano

                 Menor-Noble Historic District também é onde fica a Chapel of the Transfiguration. Depois de visitar Menor-Noble Historic District, voltando, seguimos à frente pela estrada Teton Park Road para ver as montanhas. Nesta estrada, de Moose Junction a Jenny Lake, é onde se conseguem as mais belas vistas das montanhas Teton, de diferentes ângulos. Na altura de Taggart Lake, olhando para as montanhas, é possível as marcas do incêndio de 1985. Paramos no turnout Teton Glacier para uma vista mais de perto das montanhas.

                  Seguindo para o norte, pela Teton Park Road, em direção a South Jenny Lake Junction, à esquerda está a entrada de uma side trip, um caminho secundário de mão única que margeia o Jenny Lake, passa por toda a margem leste e pelo Jenny Lake Lodge, segue até String Lake, onde tem-se uma das vistas mais fotografadas do parque. Seguindo em frente saímos novamente na Teton Park Road.

                  Na altura de North Jenny Lake Junction começa a segunda etapa do passeio pelo parque, a região de Jackson Lake. Continuando em frente, em direção norte e pela Teton Park Road, a duas milhas e meia de North Jane Lake Junction vale dar uma paradinha no Mount Moran Turnout. A vista compensa. Dirigindo nesta estrada até a entrada da Signal Mountain Summit Road, outra side trip, saímos da Teton Park Road na altura do Signal Mountain Lodge e seguimos através do vale, com mais e novos belos ângulos das montanhas Tetons e de Jackson Lake

Snake River Overlook, como Ansel Adams 

                  Por falar em fotografias, os melhores pontos são: Snake River Overlook (U.S. 26-89-191 ao sul da ‘Moran Entrance’), cenário que inspirou o grande fotógrafo americano Ansel Adams a tomar sua célebre foto das montanhas Teton; Oxbow Bend (entre Jackson Lake Junction e Moran Junction), onde muitos fotógrafos profissionais e amadores posicionam-se para captura de imagens do Mount Moran refletido nas águas do Oxbow Bend.

 Oxbow Bend Turnout, uma das mais clássicas vistas do Mount Moran

                O Monte Moran e as aspen trees refletem-se nas águas do Snake River, em Oxbow Bend. E produzem uma das cenas mais belas que se podem ter. Não me surpreendi com a quantidade de fotos que fiz da paisagem. Este também costuma ser o local ideal para fotos de alces; Jenny Lake Turnout (na  estrada entre Jenny Lake Lodge e South Jenny Lake), com uma grande vista de Cascade Canyon e dos picos das redondezas com o lago glacial ao fundo.

                 O Verão é excelente para conferir as construções históricas e pioneiras do parque, especialmente suas primeiras fazendas e chácaras. Seguindo pela Mormon Row chega-se ao Moulton Barn, o melhor exemplo, um dos celeiros mais fotografados da América. Sua fotogenia é fabulosa, especialmente por causa da Cordilheira Teton por trás dele. A primeira luz da manhã é a que melhor o ilumina.  

  Moulton Barn - Grand Teton

                  Muitos edifícios históricos no Grand Teton são anteriores à fundação do parque. Alguns estão bem preservados, e ainda funcionam, como o Triangle X Ranch, aberto o ano todo, com uma variedade de atividades e hospedagem.  Construída em 1925, a mais delicada construção entretanto é a Chapel of the Transfiguration, uma pequena capela rústica, feita de troncos de árvores, localizada e construída para enquadrar uma exibição do grupo de  picos numa grande janela de vidro por trás de seu altar.

 Chapel of the Transfiguration

                  A Cunningham Cabin é a mais rústica e simples das contruções. Mas conta bem a história no parque, e merece uma visita. A velha chacára guarda uma fascinante história do velho oeste, inclusive de ladrões de cavalos. É a que melhor proporciona uma visão do “antigamente” nesta parte dos Estados Unidos. John Pierce Cunningham o construiu enquanto vivia como caçador em Jackson Hole e depois como criador de gado. Em certa altura permitiu que dois homens desconhecidos ficassem na rústica cabine, descobrindo mais tarde tratarem-se de ladrões de cavalo tentando esconderem-se ali.

Cunningham Cabin

                 Um tiroteio resultou na morte dos dois bandidos, quando Cunningham estava fora. Mais tarde a cabine foi usada como forte, em 1895. A polêmica sobre o tiroteio perdura, e pode-se ler sobre ele ao visitar a cabine de Cunningham. Fica na parte norte na rodovia 191, perto da fronteira leste do Parque, numa estradinha que leva o nome do lugar: Cunningham Cabin Historic Site. Há indicações na estrada, fundamental para se encontrar o lugar, porque a construção fica escondida sob o plano da estrada.  

  Cunningham Cabin Historic Site

                 Voltando de Oxbow Bend para Jackson Lake Junction, vale a pena uma parada em Willow Flats Tournout. Depois das fotos, seguimos em direção ao Jackson Lake Lodge e demos uma espiada no interior do hotel, particularmente em seu lobby, nos vitrais e nos murais de cenas históricas.

Almoço com vista, no Jackson Lake Lodge

  

                 Depois, seguimos pelas margens de Jackson Lake até Colter Bay Village, onde há um Visitor Center e o Indian Arts Museum. Terminando o dia de visita ao Grand Teton NP, pode-se seguir em direção ao Yellowstone, pela John D. Rockefeller Memorial Parkway, uma scenic byway bonita e agradável, ou retornar para Jackson ou Jackson Hole.

John D. Rockefeller Memorial Parkway 

                  Para quem tem apenas um dia no parque, as atrações mais interessantes são observar as Teton de vários pontos de observação, visitar a Chapel of Transfiguration, passear pela Signal Mountain Road, visitar o Moulton Barn e o Jenny Lake.

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Notas:

1) Um ótimo guia virtual para os parques Grand Teton e Yellowstone está na série de matérias (extensas, completas e bastante informativas) do blog do MauOscar Blog de Viagens. (http://mauoscar.com/2012/01/21/guia-para-o-grand-teton-national-park/)

2) Mapa: http://mauoscar.files.wordpress.com/2012/01/grte_park_map_2011.pdf

3) Página oficial: http://www.nps.gov/grte/planyourvisit/trip.htm

A seguir:

Yellowstone National Park - Um gigante adormecido

 

Reader Comments (4)

Chegamos hoje e já com tantas saudades dessa nossa viagem: incrível, linda, surpreendente.
O Grand Teton é muito mais que a paisagem vista da rodovia e cada um dos seus cantos é belíssimo, a vontade é de ficar mais dias e fazer uma de suas muitas trilhas, quem sabe nadar em String Lake ou até mesmo explorar os cantos aos quais só se chega de caiaque.
Maravilhosa escolha de destino.
Um beijo...

21:29 | Unregistered CommenterEmília

Possivelmente, um dia eu e meu marido fazer uma viagem para os Parques Nacionais dos EUA e Canadá. Não sei quando, mas o projeto existe em nossas mentes. Sempre que eu penso sobre as paisagens e sempre vem à mente Canyon do Colorado e Yellowstone.

É um prazer para entrar no Grand Teton da mão de suas fotos e texto tão completo e bem explicado. É uma paisagem brutal, incomum. Ele supera o homem.

Parabéns, Arnaldo. Eu acho que o verdadeiro prêmio da viagem é fazer com as pessoas que ama.
Bjs
Carmen L.

15:47 | Unregistered CommenterCarmen

Nossa, amei esse lugar, dá vontade de morar lá!

17:26 | Unregistered CommenterBruna

Muito bom o seu post! Ótimo conteúdo sobre viagens. Estamos com um novo site que indica os melhores preços de assistência de viagem www.seguroviagemideal.com.br

Aguardamos sua visita.

Obrigado

23:33 | Unregistered CommenterWaldir

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